O camarada Gaspar

Por Aldo Paes Barreto

Naquele início dos anos 60, um grupo de jovens, igual a tantos que se formavam no ainda provinciano Recife, começava a desvendar os mistérios da cidade em incursões fora do bairro. Eram as primeiras sessões dos cinemas de arte, as discussões políticas e literárias, cursinhos para vestibular, as festinhas de aniversário, os “assustados”, os bailes de formatura, as ultrapassagens às fronteiras impostas pelos bons costumes e pelas velhas pontes da cidade, nos primeiros gozos do corpo e do espírito.

Caminhante daqueles alegres caminhar, Gasparino Ribeiro sempre seguia na frente, incutindo em todos – inclusive nos apreensivos familiares que ficavam na retaguarda – um sentimento de segurança, de fraterna presença, de sábia convivência. Corajoso, bravo e decidido, Gaspar era incomparavelmente leal e solidário, principalmente com os menores, os fracos e os oprimidos.

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Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã

A ministra Cármen Lúcia talvez tivesse o biotipo para fazer a versão clássica da Tia May, que cria o Homem-Aranha. Mas mesmo ela a essa altura talvez não compreendesse bem o ensinamento do tio do personagem das histórias em quadrinhos e dos filmes de super-heróis: “Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”. A crise por que passa o Supremo Tribunal Federal (STF) decorre do fato de os ministros não terem sido capazes de entender as responsabilidades que vinham com os grandes poderes que obtiveram.

Da Corte atualmente com dez ministros, quatro estão mencionados de alguma forma nos documentos decorrentes das investigações do caso Master. Talvez devessem se considerar impedidos de julgar a si mesmos. Mas aí talvez não houvesse o quórum mínimo para o julgamento. Segundo o Regimento Interno, o quórum mínimo são seis ministros.

O celular do ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, foi clonado, e golpistas passaram a enviar mensagens em nome dele a contatos do ministro nesta sexta-feira (18). Na abordagem, escrita com diversos erros de português, os criminosos anunciam um suposto evento em apoio ao Criança Esperança, pedem contribuições de R$ 5 mil e fornecem o contato de um homem apresentado como sobrinho de José Múcio. Pessoas próximas já estão sendo alertadas sobre o ocorrido e orientadas a ignorar qualquer mensagem desse tipo.

Jaboatão dos Guararapes - Saúde nas escolas 2026

Vorcaro foi preso pela segunda vez há mais seis meses e atualmente ocupa uma cela no 19º Batalhão da Polícia Militar no Distrito Federal, conhecido como Papudinha.

A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master, pediu nesta sexta-feira (18) a revogação da prisão preventiva dele decretada no âmbito da Operação Compliance Zero, que apura uma rede de crimes envolvendo a instituição financeira. As informações são do g1.

Segundo a Polícia Federal, o ex-banqueiro seria o líder de uma organização criminosa para captação de recursos ilícitos e teria montado uma rede de monitoramento e influência, com potencial infiltração nas mais elevadas instâncias de diversas instituições da República.

Caruaru - Minha rua nova

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, em transmissão ao vivo nesta quinta-feira (17), que não autorizou o deputado federal Zé Trovão (PL-SC), seu aliado, a acionar a Justiça Eleitoral contra o reajuste de 15% do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Quero dizer que houve um deputado que acionou a Justiça para tentar barrar esse reajuste. Não foi com a minha autorização. Não concordo com isso. Ele não deveria ter entrado com a ação, mas entrou. Fez isso por conta própria. Não fui eu que pedi que ele fizesse isso”, afirmou. As informações são do g1.

Ipojuca - Na palma da sua mão

O deputado federal e candidato à reeleição Lucas Ramos (PSB) publicou nas redes sociais, na noite desta quinta-feira (17), registros de um ato de campanha realizado no Coqueiral. O encontro contou com a presença do prefeito Victor Marques, do deputado estadual Rodrigo Farias e de Ivo do Armazém.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

O debate da Rádio Cultura, realizado na quinta-feira (17), colocou frente a frente dois estilos distintos de atuação política. De um lado, João Campos (PSB) buscou concentrar sua participação na apresentação de propostas e na discussão dos problemas de Pernambuco. Do outro, Raquel Lyra (PSD) apostou em começar citando furto de bandeiras e ataques ao adversário, mas acabou confrontada com questionamentos sobre contradições e questões relacionadas à sua própria gestão.

Logo nas considerações iniciais, João Campos direcionou sua fala para o futuro de Pernambuco e para as propostas que pretende apresentar. Raquel Lyra, por sua vez, optou por falar em peças de campanha que podem ter sido furtadas nas ruas. A abertura também foi marcada por um primeiro confronto de tom mais elevado. Na avaliação da equipe de João, a fala da governadora ultrapassou os limites do debate e motivou um pedido de direito de resposta, concedido ao candidato do PSB.

Campos aproveitou o espaço para retomar a discussão sobre os problemas do estado, sem prolongar o embate em torno de ataques pessoais. A escolha ajudou a estabelecer o tom que procuraria manter ao longo do encontro: concentrar a discussão na gestão pública e nas propostas.

No primeiro confronto direto, João Campos abordou o tratamento do câncer no Sertão e apresentou propostas para ampliar a estrutura de saúde em Pernambuco. Entre os compromissos citados, destacou a construção de quatro novos hospitais, em parceria com o presidente Lula.

A discussão sobre as apostas on-line, as chamadas BETs, abriu outra frente de confronto. Raquel Lyra utilizou o tema para questionar João Campos, mas acabou sendo confrontada com contradições envolvendo Caruaru e contratos do próprio governo estadual para divulgação de apostas em ônibus. O episódio deslocou parte da discussão para a coerência entre as críticas feitas pela governadora e as práticas de sua administração.

Outro momento relevante ocorreu quando João questionou Raquel sobre a Caruaruense, empresa da qual ela foi sócia e que pertence à sua família. A governadora afirmou ter participação acionária de 1%, mas não respondeu de maneira suficiente aos problemas levantados sobre a empresa.

Ao longo do debate, João Campos procurou transmitir calma e segurança nas respostas, combinando críticas à gestão estadual com a apresentação de propostas. A imagem que buscou construir foi a de um candidato preparado para discutir tanto os problemas cotidianos da população quanto os projetos estruturantes para Pernambuco.

A sua fala sobre os 5 segundos que Raquel teria e não soube responder sobre delegacias que não foram abertas marcou um momento muito repercutido nas redes sociais. O embate segue firme. Mas João vem mostrando estar cada vez mais preparado para cada novo confronto com adversários para tratar do futuro de Pernambuco.

Palmares - Forró Mares 2026

STF pode decidir eleição

Nunca uma eleição presidencial no Brasil esteve atrelada a um outro poder, o Judiciário, cuja crise no Supremo Tribunal Federal pode interferir no resultado do pleito. Até a imprensa internacional tem conduzido seu noticiário nessa direção.

O britânico Financial Times, um dos principais jornais de economia do mundo, descreve a crise no STF como uma “disputa acirrada” entre os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça. Ressalta que está “lançando uma sombra sobre a disputa” entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

O jornal cita analistas ao informar que a crise no STF é potencialmente prejudicial a Lula na disputa eleitoral. Um analista afirma que existe uma percepção em parte do eleitorado brasileiro de que Alexandre de Moraes está de alguma forma alinhado ao lado do governo.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

O segundo debate entre os candidatos a governador de Pernambuco, encerrado há pouco, trouxe, na realidade, o mesmo cenário do confronto anterior: de um lado, um João Campos (PSB) convicto, assertivo e propositivo; do outro, uma Raquel Lyra, que vem acumulando dificuldades em sabatinas e confrontos públicos.

A expectativa em torno da participação da governadora era grande, mas ela não conseguiu controlar seu nervosismo, gaguejou e, em alguns momentos, como no embate sobre a empresa de ônibus do seu pai, da qual foi sócia, chegou, verdadeiramente, a ser nocauteada por um João bem informado sobre as condições da empresa e do grupo, além dos trabalhadores prejudicados.

Raquel não apresentou novidades, não respondeu de forma convincente às perguntas e voltou a demonstrar dificuldades para defender o seu governo e justificar o que não foi feito ao longo dos últimos quatro anos.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

Por Houldine Nascimento – Poder 360

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reunirá na próxima quarta-feira (23), às 19h, com artistas em ato na Fundição Progresso, no Rio. A expectativa é de que nomes como Caetano Veloso, Chico Buarque e Maria Bethânia participem. Antes desse evento, o petista terá uma ação de campanha voltada ao setor da saúde na capital fluminense.

Lula recebeu endosso de integrantes da classe artística nos últimos dias, como a atriz Malu Mader, Caetano e Bethânia. Em 2022, o petista também participou de ato de campanha com artistas em São Paulo.

No domingo (13), Caetano Veloso declarou voto em Lula. O artista baiano fez o gesto “L” com os dedos e disse “bora, Lula” durante show do Sesc, no Taguaparque, em Taguatinga, no Distrito Federal.

O candidato ao Governo de Pernambuco e ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) e a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) voltaram a se enfrentar diretamente no debate desta quinta-feira (17), em Caruaru, promovido pela Rádio Cultura do Nordeste, em parceria com o Diario de Pernambuco e a TV Nova Nordeste. João iniciou o embate perguntando sobre direitos trabalhistas e, em seguida, citou a participação societária de Raquel na Logo Caruaruense, empresa de transporte da família. “No período em que a candidata era sócia, tem mais de R$ 3 milhões de débitos de Previdência, inclusive quase R$ 1 milhão de débitos recolhidos dos trabalhadores e não transferidos para a Previdência”, afirmou.

Raquel contestou as acusações, disse que possuía participação minoritária, não administrava a empresa e que as obrigações foram pagas com o encerramento das atividades. “É impressionante como você tem capacidade de produzir informações falsas”, reagiu. João também questionou a governadora sobre a fiscalização dos ônibus da companhia durante sua gestão. “Quantas fiscalizações foram feitas nos ônibus da empresa da sua família enquanto você esteve como governadora?”, perguntou.

Em um trecho do primeiro embate direto entre Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB) no debate realizado nesta quinta-feira (17), os dois discutiram sobre a área de segurança pública.

O encontro é promovido pela Rádio Cultura do Nordeste, em parceria com o Diario de Pernambuco e a TV Nova Nordeste. Acompanhe no YouTube do Diario.

O candidato ao Governo de Pernambuco e ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) foi questionado, durante o debate desta quinta-feira (17), em Caruaru, sobre como pretende garantir governabilidade e recursos federais ao estado caso Flávio Bolsonaro (PL) vença a eleição presidencial. A pergunta foi feita pelo jornalista Alexandre Cunha, que citou a proximidade política de João com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o cenário apertado da disputa nacional. O encontro é promovido pela Rádio Cultura do Nordeste, em parceria com o Diario de Pernambuco e a TV Nova Nordeste.

João concentrou a resposta na defesa da reeleição de Lula e não detalhou como seria a relação com um eventual governo de Flávio. “Eu tenho uma alegria muito grande de poder ser candidato ao Governo de Pernambuco contando com o apoio do presidente Lula. Eu tenho certeza que juntos nós vamos fazer muito por Pernambuco. Eu acredito verdadeiramente na reeleição do presidente Lula”, afirmou. O socialista também disse que pretende buscar parceria com o Governo Federal para obras como a Transnordestina, duplicação de rodovias e projetos de abastecimento de água.