Ao reduzir o número de ministérios, Milei faz algo muito parecido com o Collor, que enxugou muito e criou um superministério da Infraestrutura, como Milei está fazendo. Fez um enxugamento bárbaro, mas durou dois anos no governo. O governo Milei é uma mistura dos governos Collor e Bolsonaro. É possível que ele acabe pegando os problemas dos dois.
O colunista do UOL, Tales Faria, chamou a atenção para os problemas que o corte no número de ministérios, de 18 para 9, pode causar em áreas nevrálgicas do país, como a educação. Para o colunista, a medida deve atingir em cheio a camada mais pobre da população, com a ameaça de reduções drásticas nos programas sociais do governo.
“Milei vai destruir coisas que são patrimônio da Argentina. Talvez tenha sido o primeiro país do mundo a acabar com o analfabetismo com uma política educacional muito forte, marcadamente em defesa das populações mais pobres. Agora vai desmontar isso tudo, como Collor fez aqui ao desmontar boa parte das ajudas estatais. Milei disse claramente que políticas de combate à pobreza só trazem mais pobreza. Ele acabará com todas elas”, explica Tales Faria.
Ao nomear a própria irmã para um cargo importante no governo, o presidente argentino Javier Milei comete “um erro crasso” e já arma uma crise logo no início de sua gestão, avaliou Josias de Souza. O colunista comparou Karina a Carlos Bolsonaro por sua forte influência e participação ativa nas redes sociais.
Manda a praxe que um presidente da República não deve nomear alguém que não possa demitir. Milei acabará tendo que afastá-la diante de alguma crise. Isso é prenúncio de crise. Por mais competente que seja, ela atrairá para dentro do seu gabinete na Casa Rosada todos os holofotes da imprensa. Ao nomear a irmã, tendo que revogar um decreto, Milei contratou uma crise.
“Se ela começar a mandar mais do que o presidente, como parece ser o caso, evidentemente isso resultará em crise. Quando os dois começarem a se desentender, a crise ganhará proporções que forçarão Milei a afastar a irmã. É um gesto irrefletido de alguém que está encantado por ter chegado ao poder. É um erro crasso, que costuma dar em crise”, diz Josias de Souza, colunista do UOL
A defesa de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, teve uma reunião, na última segunda-feira (1º), com integrantes da Polícia Federal (PF) e da Procuradoria-Geral da República (PGR), e apresentou uma nova versão de delação premiada do banqueiro.
Segundo informações obtidas pela TV Globo, ontem, o advogado fez um adendo ao documento apresentado inicialmente. Uma nova reunião estava prevista para hoje, mas foi cancelada porque investigadores pediram mais tempo para analisar o documento. No mês passado, a PF rejeitou uma primeira versão de delação. O acordo segue sendo negociado com a PF e com a PGR de forma conjunta.
Investigadores vinham reclamando que o material apresentado pela defesa acrescentava pouco em relação ao que já foi levantado pela PF e que a impressão era que Vorcaro agia para proteger pessoas próximas.
O Projeto de Lei 667/2021, de autoria do deputado federal Eduardo da Fonte (PP), que cria o modelo de compartilhamento de risco para incorporação de novas tecnologias em saúde no SUS, avançou na Câmara dos Deputados e segue agora para apreciação no Senado Federal. A proposta busca ampliar o acesso de pacientes a tratamentos de alto custo, especialmente para doenças raras.
Antes mesmo da conclusão da tramitação do projeto, o Ministério da Saúde atendeu ao pleito defendido por Eduardo da Fonte e publicou portaria regulamentando o modelo de compartilhamento de risco.
A primeira paciente beneficiada por esse modelo foi Maria Luísa, moradora de São Caetano, no Agreste de Pernambuco. Ela recebeu o tratamento no Hospital Maria Lucinda, no Recife. O medicamento utilizado no tratamento tem custo superior a R$ 6 milhões por aplicação e representa uma esperança para crianças diagnosticadas com Atrofia Muscular Espinhal (AME), doença genética rara que compromete os movimentos e a capacidade respiratória.
Acompanhado da presidente da Associação de Doenças Neuromusculares de Pernambuco, Suhellen Oliveira, que apresentou a demanda ao parlamentar, Eduardo da Fonte visitou a paciente e destacou a importância de ampliar o acesso aos tratamentos para doenças raras. “Nosso compromisso é salvar vidas e garantir que nenhuma criança fique sem tratamento por falta de acesso. Esse projeto representa mais justiça e cuidado com as famílias brasileiras”, afirmou.
O deputado federal Felipe Carreras (PSB) intensificou, ontem, as articulações em Brasília em defesa do Polo de Confecções. O parlamentar esteve reunido com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, com o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Pereira, e a secretária-executiva da Casa Civil, Francisca Lucileide de Carvalho, representando o Palácio do Planalto, para discutir alternativas que reduzam os impactos da revogação da chamada “taxa das blusinhas”.
A pauta vem sendo acompanhada em alinhamento com o prefeito de Santa Cruz do Capibaribe, Helinho Aragão, que tem tratado o tema como prioridade diante da importância do Polo de Confecções para a economia do município. O setor é responsável pela geração de milhares de empregos e movimenta uma ampla cadeia econômica em Pernambuco.
O deputado destacou a preocupação de empresários, comerciantes, confeccionistas e trabalhadores diante do aumento da concorrência com produtos importados de baixo custo, cenário que pode afetar a competitividade da produção nacional.
Segundo o parlamentar, o ministro Dario Durigan recebeu a pauta com atenção e demonstrou sensibilidade às preocupações apresentadas pelos representantes do setor. Durante a reunião, o Ministério da Fazenda se comprometeu a analisar medidas compensatórias para mitigar os impactos da desoneração das importações sobre a indústria nacional, incluindo emendas à Medida Provisória em tramitação – entre elas, uma proposta de autoria do deputado Felipe Carreras.
Como encaminhamento, foi solicitado que empresários e entidades acompanhem e apresentem dados sobre os efeitos da medida nas vendas e na produção do Polo de Confecções, permitindo que a equipe econômica avalie alternativas capazes de preservar a competitividade do setor.
O deputado Felipe também aproveitou a reunião para agradecer a sensibilidade da decisão do Governo Federal que suspendeu o aumento da alíquota de importação sobre produtos de poliéster, medida que poderia afetar diretamente o Polo de Confecções.
Carreras reforçou a importância do equilíbrio, diálogo e sensibilidade política, destacando a necessidade do olhar para o impacto social e econômico de Pernambuco e do Brasil como um todo.
As obras de pavimentação asfáltica avançam no município de Itaíba e também alcançam os distritos de Negras e Jirau. Segundo o prefeito Pedro Pilota, o investimento é de aproximadamente R$ 2 milhões, viabilizado por meio de parceria entre a gestão municipal, o Governo Federal, a Codevasf e o deputado federal Silvio Costa Filho (Republicanos). Entre as vias contempladas estão as ruas João Martins, Cacimba do Gado e Pedro Vieira.
De acordo com o secretário municipal de Infraestrutura, João Arcoverde, o programa de pavimentação beneficiará sete ruas e avenidas distribuídas entre a sede e os distritos. Na área urbana de Itaíba, recebem asfalto a Avenida Rio Branco e as ruas João Martins, Pedro Alcântara e Pedro Vieira. Em Jirau, a intervenção ocorre na Rua São Francisco. Já em Negras, os serviços contemplam a Rua Getúlio Vargas e a Praça Nossa Senhora da Conceição.
O prefeito Pedro Pilota acompanhou o andamento das obras ao lado do vice-prefeito Leandro da Saúde. A gestão municipal informa que a pavimentação busca melhorar as condições de tráfego e reduzir problemas relacionados à poeira e à lama durante o período chuvoso.
O cientista político Benedito Tadeu Cesar, professor aposentado da Universidade do Rio Grande do Sul (URGS), observa que o entrevero com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reúne ao mesmo tempo os dois temas principais do debate eleitoral brasileiro: segurança pública e aumento do custo de vida. Trump recebeu o candidato do PL à Presidência, senador Flávio Bolsonaro (RJ), no Salão Oval da Casa Branca.
Dois dias depois, classificou o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Se tivesse parado aí, considera Tadeu Cesar, talvez fosse um tento importante para Flávio. Mas uma semana depois, Trump ameaça o Brasil com um novo tarifaço de 25% por razões diversas, inclusive o Pix.
Para o cientista político, mesmo com os riscos quanto à soberania brasileira, a classificação de terrorismo para as facções tem apelo sobre o eleitorado de direita que Flávio almeja, especialmente com relação às camadas mais pobres, que mais diretamente convivem com o crime organizado. Os riscos estão relacionados a possíveis efeitos sobre empresas brasileiras, imigrantes nos EUA, etc. A nova sobretaxação, porém, traz novo prejuízo.
O tarifaço 2 ameaçado agora por Trump tem o mesmo potencial de prejuízo do primeiro. Naquela ocasião, o irmão de Flávio, Eduardo Bolsonaro, alardeava que a sobretaxação era consequência das conversas que teve com o governo dos EUA. Ao comemorar com vigor algo que impactava a economia brasileira, Eduardo viu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva alcançar seus melhores momentos de popularidade. Depois, Flávio encostou em Lula na corrida eleitoral, mas agora começa de novo a perder terreno.
O Pix foi implementado no país quando o pai de Flávio, Jair Bolsonaro, era presidente. Trump agora ameaça uma conquista que o país abraçou. Segundo dados do Banco Central, 93% da população usa o sistema. O Brasil tornou-se o segundo país do mundo em volume de transações instantâneas, perdendo somente para a Índia. O Pix movimentou R$ 35,4 trilhões no ano passado.
Tadeu Cesar observa que a sensação de aumento no custo de vida é hoje o grande calo enfrentado por Lula. Essa sensação vem do alto endividamento das famílias, com as taxas de juros. Se o tarifaço, porém, impactar nos preços e aumentar a inflação, Lula poderá empurrar para Flávio a conta do custo de vida.
Flávio sabe do risco que a situação produziu. Tanto que se apressou em escrever uma carta ao secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, pedindo que o país não sobretaxe o Brasil. Lula também sabe da oportunidade. Tanto que envolveu Flávio diretamente na decisão tomada pelos Estados Unidos.
Para Tadeu Cesar, o novo fato complica o que já não era fácil para Flávio. A pesquisa Real Time Big Data divulgada na segunda (1o) já mostrava que o encontro com Trump não reduzira a queda do candidato do PL nas pesquisas. Ele, porém, observa que isso pode não ser necessariamente um trunfo para Lula.
No caso, Benedito Tadeu Cesar observa o início de uma transferência de votos à direita para o candidato do PSD, Ronaldo Caiado. Na simulação de segundo turno, ele aparece em rigoroso empate com Lula, 43% a 43%. Lula também empata na margem de erro com o candidato do Novo, Romeu Zema, mas é Caiado quem pode assustar.
Caiado tem a seu favor, observa o professor, o fato de ser candidato pelo PSD, hoje um dos maiores partidos do país. Comandado por Gilberto Kassab, que se esforça para ser o suprassumo do centro político. Para Tadeu Cesar, se ele cresce, tem potencial tração para levar consigo o voto moderado.
O cientista político pondera que Caiado segue precisando conseguir chegar ao segundo turno. No quadro estimulado, ele só tem 6%, enquanto Flávio Bolsonaro tem 31%. Mas a novidade da pesquisa não pode ser ignorada. A soma das suas próprias características com as do PSD pode ser para Lula um desafio novo.
Na manhã de hoje, véspera do Corpus Christi, o deputado federal Luciano Bivar (MDB) divulgou um vídeo em suas redes. Ele, que tem uma vivência e formação acadêmica nos Estados Unidos, disse que não há o menor risco dos Estados Unidos invadir o Brasil, após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) alegar que conseguiu convencer o presidente Donald Trump a definir que as facções brasileiras, Comando Vermelho e Primeiro Comando da Capital (PCC), são entidades terroristas.
Ele lembra situações históricas e destaca que o que aconteceu na Venezuela não tem como acontecer no Brasil. Bivar diz que o Brasil vai resolver seus problemas à moda brasileira. Confira o vídeo abaixo na íntegra:
Os investimentos realizados pela gestão do prefeito Carlos Santana em educação, inclusão social, proteção às famílias, prevenção da violência e fortalecimento da segurança cidadã começam a produzir resultados concretos nos indicadores de criminalidade em Ipojuca. O município atravessa um dos melhores momentos de sua história recente na área da segurança pública, com redução consistente dos homicídios e avanços históricos nos principais indicadores de violência.
Os números mais recentes confirmam essa tendência. Em maio de 2026, Ipojuca encerrou o mês sem registrar nenhum homicídio, fato inédito na série histórica recente. O desempenho reforça os resultados alcançados em 2025, quando o município registrou o terceiro menor número de homicídios dos últimos anos, e consolida um cenário de queda que coloca a cidade no caminho para alcançar, em 2026, o melhor resultado da sua história em Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI).Embora a segurança pública seja uma atribuição constitucional do Governo do Estado, a Prefeitura do Ipojuca tem assumido papel fundamental na construção de uma cidade mais segura, investindo fortemente em prevenção, inclusão social e fortalecimento das ações municipais de defesa social.
Sob a liderança de Santana, a gestão municipal ampliou investimentos em programas sociais, educação, esporte, cultura e qualificação profissional, entendendo que o combate à violência passa também pela geração de oportunidades e pela proteção das famílias. Paralelamente, a Secretaria Municipal de Defesa Social vem fortalecendo a atuação da Guarda Civil Municipal, ampliando sua presença nas comunidades, escolas, equipamentos públicos e áreas de maior circulação de pessoas.
Entre as iniciativas que vêm contribuindo para a melhoria dos indicadores estão as ações permanentes da Patrulha Escolar, que promove palestras educativas, orientações preventivas e atividades de conscientização junto aos estudantes da rede municipal de ensino. O trabalho busca fortalecer a cultura da paz, prevenir situações de violência e aproximar os jovens das instituições públicas.
Outro destaque é a atuação da Patrulha Maria da Penha, que desempenha papel fundamental no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher. O acompanhamento das vítimas, o monitoramento das medidas protetivas e as ações educativas desenvolvidas pela equipe têm contribuído para a prevenção de casos mais graves e para a proteção de mulheres em situação de vulnerabilidade. O trabalho executado pela Ronda Ostensiva Municipal (ROMU) no policiamento em toda a cidade, 24h por dia, 7 dias na semana, também vem sendo um diferencial importante.
Os resultados positivos também refletem o reforço do efetivo municipal, a qualificação contínua dos agentes, o investimento em ações preventivas e o fortalecimento do policiamento comunitário. De acordo com levantamento da Secretaria Municipal de Defesa Social, o município também registrou avanços expressivos em outros indicadores de segurança, alcançando em 2025 o melhor resultado da série histórica nos índices de Crimes Violentos contra o Patrimônio (CVP) e realizando, em 2026, o Carnaval mais seguro dos últimos anos.
Para o prefeito Carlos Santana, os números comprovam que o trabalho integrado da gestão está produzindo resultados concretos. “Segurança pública se faz com policiamento, mas também com educação, inclusão social, oportunidades e presença do poder público. Temos investido fortemente em políticas que cuidam das pessoas, fortalecem as famílias e oferecem perspectivas para nossa juventude. Os resultados que estamos alcançando mostram que estamos no caminho certo para construir uma cidade cada vez mais segura para todos os ipojucanos”, destaca o prefeito.
Os indicadores reforçam que Ipojuca atravessa seu melhor semestre em muitos anos e consolidam o município como referência em gestão preventiva, demonstrando que investimentos sociais aliados a ações estratégicas de segurança podem transformar realidades e salvar vidas.
A degustação de uísques e charutos que o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, ofereceu ao então governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), e vários outros políticos e autoridades em Nova York em maio de 2024 não foi a única extravagância que ele promoveu nos Estados Unidos naquele período.
Ao todo, Vorcaro gastou pelo menos R$ 11,9 milhões em valores da época na organização de eventos para entreter políticos e autoridades que estavam na cidade naqueles dias – além da prova de bebidas e charutos, um jantar e uma festa com mulheres com fantasias prateadas que ficou conhecida como a “noite das astronautas”.
Os valores constam de uma planilha apreendida no celular de Vorcaro e incluída na representação da Polícia Federal (PF) que embasou a oitava fase da Operação Compliance Zero no último dia 26, com busca e apreensão sobre Castro e outros sete alvos.
Segundo fontes que estiveram no evento relataram à equipe da coluna, a festa ocorreu na suíte presidencial em Nova York na qual os convidados, todos homens, eram entretidos por russas e ucranianas vestidas com malhas prateadas e acessórios de vidro na cabeça que lembravam um traje espacial.
Além da festa das astronautas, à qual compareceram mais políticos além dos que estavam na degustação, houve também um jantar bancado por Vorcaro e incluído na conta daquela semana enviado ao banqueiro.
Só nesses eventos, o dono do Master gastou mais de US$ 721 mil, o equivalente a R$ 3,7 milhões em 2024.
Um e-mail enviado a Vorcaro na ocasião discriminava os custos: 526,2 mil euros para bancar as “artistas, performances com logística e equipe de management [gerenciamento]” e outros 109,2 mil euros referentes a “taxas”, sem maiores detalhes. Tudo pago por meio de wire transfer, remessas internacionais sem instituições intermediárias muito usadas nos EUA.
O documento enviado ao relator do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro André Mendonça, também destaca gastos com “festas”, equipamentos de som e luz, produção de evento e hospedagem de equipe que somam US$ 545,2 mil (R$ 2,8 milhões).
A esses gastos se somam a degustação de uísque, como mostrou O GLOBO, custou pouco mais de US$ 1 milhão (R$ 5,3 milhões). Realizada no exclusivo The Carnegie Club, localizado a algumas quadras do Central Park e da nobre Quinta Avenida, em Manhattan, Vorcaro bancou a locação do espaço, os charutos e as bebidas liberadas. Clique aqui e confira a matéria completa.
Construída em diálogo com os sindicatos das categorias representativas dos seus empregados, homologada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (TRT-6) com a participação do Ministério Público do Trabalho (MPT-PE), a iniciativa foi reconhecida como modelo inédito de conciliação trabalhista.
O Grupo Locar protagonizou, na última semana, um dos episódios mais incomuns recentemente vistos na Justiça do Trabalho de Pernambuco.
A proposta, relativa aos saldos de banco de horas, foi homologada em 26 de maio pelo Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região, com a participação do Ministério Público do Trabalho em Pernambuco, e beneficiará cerca de 700 colaboradores, com pagamento de até R$ 2,2 milhões, de forma parcelada e negociada entre as partes, sem qualquer ruptura no vínculo de trabalho.
O que distingue esse acordo não é o valor, por expressivo que seja, mas a posição que a empresa escolheu ocupar. A lógica habitual da Justiça do Trabalho, vocacionada ao antagonismo, normalmente já instalado em ações judiciais, foi aqui invertida de modo preventivo.
Numa postura de vanguarda, a empresa antecipou-se ao conflito, sentou-se à mesa com os sindicatos e compareceu ao Judiciário em busca de uma solução voluntária e consensual, para solucionar, ainda dentro da relação de emprego, aquilo que de outro modo poderia se converter, no futuro, em litígio.
A construção da solução foi conduzida em diálogo permanente e maduro com os sindicatos representativos da categoria, e resultou em proposta que assegura o pagamento de valores, ao mesmo tempo em que garante segurança jurídica, preserva os empregos e mantém a continuidade dos serviços essenciais prestados à população.
A iniciativa foi recebida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região e pelo Ministério Público do Trabalho como exemplo de solução construída de forma colaborativa entre as partes, em formato que confere mais previsibilidade e tranquilidade a todos os envolvidos.
Em 29 de maio, o acordo foi ratificado em solenidade durante a cerimônia de encerramento da Semana Nacional de Conciliação Trabalhista, realizada na sede do Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região, com a presença do Ministro Vice-Presidente do Tribunal Superior do Trabalho.
“Acreditamos que as relações de trabalho mais sólidas se constroem com transparência, diálogo e responsabilidade. Em vez de esperar pelo conflito, escolhemos antecipá-lo e resolvê-lo de forma consensual, garantindo direitos, preservando empregos e mantendo a continuidade dos serviços que prestamos à população”, afirmou Carolina Arruda, Diretora do Grupo Locar, presente à solenidade.
Com a conclusão das negociações, a Locar reafirma seu compromisso com a gestão responsável das relações trabalhistas, com a valorização dos profissionais que prestam serviços essenciais à população, e com um modelo de atuação que busca o entendimento antes do litígio.
O 1º Forró do Magno, em Arcoverde, marcado para o próximo dia 13, em comemoração aos 20 anos deste blog, terá como objetivo prestigiar os leitores espalhados pelo interior. A festa será o primeiro evento comemorativo fora da capital, a fim de valorizar o grande público de leitores espalhados pelo Estado e ouvintes do Frente a Frente, programa que ancoro das 6 às 7 da noite, líder em audiência no seu horário, com 48 emissoras espalhadas em quatro Estados nordestinos – Pernambuco, Paraíba, Alagoas e Bahia.
Entre as atrações já confirmadas para abrilhantar o evento, estão o cantor e compositor Silvério Pessoa e a Orquestra Super Oara. Também vai cantar em homenagem ao blog Paulinho Leite, artista arcovedense que foi personagem do programa Sextou recentemente. Será no salão de eventos Persone, com capacidade para 600 pessoas.
No 1º Forró do Magno, haverá ainda outras surpresas musicais a serem confirmadas nos próximos dias. Diferente do Recife, o evento em Arcoverde é dançante, para entrar no clima e ritmo junino. Como está marcado para o dia da estreia do Brasil na Copa, haverá um telão no palco para acompanhar o jogo, previsto para as 19 horas.
Arcoverde foi escolhida pela sua localização geográfica: está a apenas 250 km do Recife, próxima de mais 40 municípios do Sertão e Agreste e parada obrigatória a caminho de outras regiões, como os sertões Central, do Araripe, Itaparica e São Francisco.
Há um detalhe também muito especial: Arcoverde é a terra adotiva e de coração da minha Nayla, onde temos uma choupana e escolhemos o dia 13 em comemoração ao primeiro aniversário do nosso casamento.
O ingresso de acesso custa R$ 250, com direito a almoço. Há 75 mesas disponíveis com espaço para oito pessoas, no valor de R$ 2 mil, saindo ao mesmo preço unitário de R$ 250 para o grupo que deseje dividir o espaço. O mote da festa é animação, alto astral e relax.
O terceiro e último evento festivo está marcado para 11 de agosto em Brasília: um jantar de adesão com a colônia pernambucana no DF, arrastando também deputados, senadores, ministros e outras autoridades, sob a coordenação do embaixador da colônia de PE na capital federal, Aristeu Plácido Júnior.
A cada eleição, uma pergunta volta a circular entre candidatos, assessores e eleitores: afinal, o WhatsApp está liberado para uso nas campanhas eleitorais?
A resposta é sim. Mas com importantes limites.
O WhatsApp consolidou-se como uma das principais ferramentas de comunicação política do país. Atualmente, é difícil imaginar uma campanha eleitoral sem grupos, compartilhamento de vídeos, imagens, mensagens e interação direta entre candidatos, apoiadores e eleitores. O problema é que muitos ainda confundem o uso legítimo da ferramenta com práticas que podem gerar multas, ações judiciais e até a cassação de registros ou mandatos, a depender da gravidade da conduta e das provas produzidas no caso concreto.
O primeiro ponto que precisa ficar claro é que o WhatsApp não é proibido pela legislação eleitoral. Candidatos, partidos políticos, federações, coligações e eleitores podem utilizar a plataforma para divulgar ideias, propostas, posicionamentos políticos e conteúdos de interesse eleitoral.
Entretanto, o fato de a ferramenta ser permitida não significa que tudo seja autorizado.
Uma das maiores preocupações da Justiça Eleitoral continua sendo a utilização abusiva das ferramentas digitais para influenciar o eleitorado de forma irregular. Nesse contexto, o envio automatizado de mensagens em larga escala, especialmente mediante utilização de bases de dados obtidas sem consentimento dos destinatários, tem sido objeto de investigações e de rigorosa análise pela Justiça Eleitoral, sobretudo quando associado a abuso de poder econômico, uso indevido dos meios de comunicação ou disseminação de desinformação.
Outro cuidado importante envolve a utilização de dados pessoais. Em tempos de vigência da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), campanhas eleitorais devem adotar cautela no tratamento das informações dos eleitores. O uso indevido de contatos telefônicos ou de bancos de dados obtidos sem autorização pode gerar repercussões não apenas eleitorais, mas também civis e administrativas.
Recentemente, ganhou destaque na imprensa a aprovação, pela Câmara dos Deputados, de um projeto que altera regras relacionadas ao envio de mensagens por aplicativos de comunicação.
A repercussão levou muitas pessoas a acreditar que o disparo em massa de mensagens estaria automaticamente liberado para as eleições de 2026. Essa conclusão, porém, é precipitada.
Primeiro, porque a proposta ainda não se transformou em lei. O texto precisa ser apreciado pelo Senado Federal e, se aprovado, dependerá de sanção presidencial. Além disso, eventuais alterações deverão conviver com as normas eleitorais e com a regulamentação expedida pelo Tribunal Superior Eleitoral.
Segundo, porque as eleições não são disciplinadas apenas pelas leis aprovadas pelo Congresso Nacional. A Justiça Eleitoral possui competência para regulamentar diversos aspectos da propaganda eleitoral e do uso das plataformas digitais, sempre com o objetivo de preservar a legitimidade do processo eleitoral e a igualdade de oportunidades entre os candidatos.
Portanto, é incorreto afirmar, neste momento, que o disparo em massa de mensagens esteja liberado para as eleições de 2026. Candidatos e equipes de campanha devem acompanhar a evolução legislativa do tema e agir com cautela, evitando estratégias baseadas em interpretações apressadas ou em informações divulgadas sem o devido rigor jurídico.
As eleições de 2026 serão as primeiras eleições gerais realizadas sob um conjunto mais robusto de regras voltadas especificamente ao uso da inteligência artificial.
Áudios, vídeos e imagens produzidos ou manipulados artificialmente possuem enorme potencial de influenciar a opinião pública. Por essa razão, a Justiça Eleitoral passou a exigir maior transparência na utilização dessas ferramentas e adotou medidas mais rigorosas para combater conteúdos enganosos e fraudes digitais.
Especial atenção deve ser dada aos chamados “deepfakes”, que consistem na criação ou manipulação de imagens, vídeos ou áudios capazes de simular a fala ou a aparência de pessoas reais. A utilização desse tipo de recurso para enganar eleitores representa grave ameaça à integridade do processo democrático e poderá ensejar severas consequências jurídicas.
Da mesma forma, a divulgação de conteúdos fraudulentos, sabidamente inverídicos ou produzidos em desacordo com as regras de transparência relativas à inteligência artificial poderá gerar responsabilização eleitoral.
A tecnologia transformou a forma como candidatos e eleitores se comunicam. O WhatsApp faz parte dessa realidade e continuará sendo uma importante ferramenta de participação política e de divulgação de ideias durante as eleições de 2026.
O desafio não está em impedir o uso da tecnologia, mas em garantir que ela seja utilizada com responsabilidade, transparência e respeito às regras democráticas.
Por isso, diante da pergunta que dá título a este artigo, a resposta é simples: sim, o WhatsApp está liberado nas eleições de 2026.
O que permanece vedado é o uso da ferramenta para práticas abusivas, para a disseminação de desinformação, para a utilização indevida de dados pessoais ou para condutas capazes de comprometer a legitimidade e a igualdade de oportunidades na disputa eleitoral e o disparo em massa.
Mais do que nunca, o sucesso de uma campanha dependerá não apenas da capacidade de comunicar, mas também da responsabilidade com que essa comunicação será realizada.
No Direto de Brasília, Moreira Franco descarta golpe contra Dilma e no 8 de janeiro, alerta para avanço do crime e critica rumo da economia
O ex-governador do Rio de Janeiro e ex-ministro Moreira Franco (MDB) fez duras críticas ao cenário político e econômico do País durante entrevista ao podcast Direto de Brasília, comandado pelo titular deste blog em parceria com a Folha de Pernambuco. Ao comentar os desafios atuais do Brasil, afirmou que o país vive um processo de deterioração institucional, apontou falta de rumo na economia e contestou interpretações sobre dois dos episódios mais controversos da política recente: o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e os atos de 8 de janeiro de 2023.
Sobre a invasão das sedes dos Três Poderes, Moreira afirmou que não considera o episódio uma tentativa de golpe de Estado. “Golpe se faz com Forças Armadas, e não tinha ali. Não conheço nenhum golpe sem que haja um exército”, declarou. Segundo ele, houve uma ação marcada pela depredação do patrimônio público, mas sem os elementos historicamente associados a uma ruptura institucional. O ex-ministro também ironizou a chamada minuta do golpe e disse não acreditar que o movimento tenha sido conduzido de forma organizada.
Ao analisar o momento político nacional, o emedebista demonstrou preocupação com a relação entre as instituições. “Você não sabe quem é quem, para onde anda, o que querem. As instituições estão se atropelando”, afirmou. Para Moreira, o país atravessa um ambiente de conflitos permanentes entre os Poderes, dificultando a construção de consensos e o enfrentamento dos principais problemas nacionais.
O ex-governador também voltou a defender o ex-presidente Michel Temer (MDB) das acusações de participação em uma articulação para afastar Dilma Rousseff do poder. Segundo ele, Temer apresentou à então presidente o programa Ponte para o Futuro numa tentativa de construir uma agenda comum para enfrentar a crise econômica. “O Michel tentou ajudá-la. Levou uma proposta para discutir o país. Quando ela recusou, ficou claro que não havia mais caminho político”, afirmou. Na avaliação de Moreira, o impeachment ocorreu dentro das regras constitucionais e não pode ser classificado como golpe.
Na área econômica, foi incisivo ao apontar o desequilíbrio fiscal como principal problema do país. “O país continua gastando mais do que tem. Quando se gasta mais do que se tem, seja uma pessoa, uma família ou um governo, o resultado é o aprofundamento das crises”, declarou. Para o ex-ministro, a incapacidade de controlar despesas públicas continua comprometendo a estabilidade econômica e reduzindo as perspectivas de crescimento.
Questionado sobre a polarização entre o presidente Lula (PT) e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Moreira demonstrou ceticismo em relação ao surgimento de uma terceira via competitiva em 2026. “Hoje não vejo ninguém ocupando esse espaço. A política continua organizada em torno dessa disputa”, afirmou.
Moreira também demonstrou preocupação com o avanço do crime organizado e afirmou que o problema deixou de ser uma realidade concentrada no Rio de Janeiro para atingir praticamente todo o país. Segundo ele, o Estado perdeu capacidade de resposta diante da expansão das facções criminosas e da violência. “O crime organizado hoje não é mais um problema regional. É um problema nacional”, afirmou. Ao comentar o cenário brasileiro de forma mais ampla, resumiu sua visão com uma avaliação pessimista: “As perspectivas hoje são muito ruins”.
Muros em torno de Lula? – O deputado federal Túlio Gadêlha (PSD) acusou o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) de tentar isolar politicamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em Pernambuco. Em entrevista à Rádio Folha, ontem, afirmou que o socialista busca “construir muros em torno do presidente” para canalizar a força eleitoral de Lula exclusivamente para sua pré-campanha ao Governo do Estado. Cotado para disputar o Senado na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD), Túlio defendeu uma aliança formal entre o petista e a gestora e disse que setores ligados ao PSB estariam impedindo essa aproximação ao ameaçar acordos do PT em outros estados. Segundo o parlamentar, a estratégia reduz o potencial eleitoral de Lula em Pernambuco.
Ratos em hospital – O deputado estadual Romero Albuquerque (PSB) esteve no Hospital Agamenon Magalhães, na última segunda-feira, e realizou uma fiscalização da unidade. Em vídeo publicado nas redes sociais, ele denunciou as condições de insalubridade do hospital, que sofre, segundo ele apurou, risco de interdição. Segundo a documentação oficial, foram constatados indícios de presença de roedores, incluindo fezes e urina de rato, mofo nas paredes, forro caindo, extintor de incêndio vencido e material hospitalar exposto a risco de contaminação. “Pintura bonita não tira rato de hospital, não conserta forro que cai e não devolve dignidade a quem está numa maca. Maquiagem não é saúde”, afirmou o parlamentar.
Um jogo de empurra-empurra – A base de apoio do presidente Lula (PT) tem chamado a proposta do governo dos Estados Unidos de taxar produtos brasileiros em 25% de “tariflávio”, em referência ao “tarifaço”. Já a oposição culpa o governo pelo movimento norte-americano. O governo conseguiu emplacar a expressão “tariflávio” entre os assuntos mais comentados no X (antigo Twitter), ontem, atribuindo ao senador e filho do ex-presidente, Flávio Bolsonaro, a articulação pela nova taxação. Flávio, por sua vez, negou que tenha articulado por tarifas e disse que fez um pedido expresso contra taxas no Brasil. “Os empreendedores brasileiros já estão sufocados com tanto imposto, burocracia, perseguição”, disse. “Expliquei que não seria justo taxá-los”, continuou Flávio.
Palanque eleitoral – O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (UNIÃO-AP), disse, ontem, que uma eventual Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o Banco Master seria para “fazer palanque eleitoral”. “A Polícia Federal, o Ministério Público Federal, a Justiça brasileira, está todo mundo investigando isso. Não sei quem é o culpado. Se é o Banco Central do Brasil, se são as pessoas que fizeram errado, se é a Comissão de Valores Mobiliários, mas está todo mundo investigando isso. Querem abrir mais uma CPMI para fazer palanque eleitoral”, disse Alcolumbre. Hoje, há pelo menos cinco pedidos protocolados de abertura de uma CPI para investigar o caso.
Silvia Abravanel pode ser vice de Caiado – O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), afirmou, no início da semana, que Silvia Abravanel é um “nome forte” para compor sua chapa nas eleições. O postulante declarou que a definição sobre o posto de vice será tomada ainda em junho e informou que uma reunião para discutir o tema está marcada para a próxima semana. Durante entrevista a jornalistas em Belo Horizonte, Caiado destacou o alcance da apresentadora junto ao público. “Sem dúvidas, é um nome forte, uma mulher que tem capacidade para falar para milhões de brasileiros, com um programa de televisão”, afirmou o ex-governador. As informações são do portal Poder360.
CURTAS
ALCKMIN DEFENDE O PIX – Em entrevista coletiva, ontem, o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), defendeu o Pix, criado pelo Banco Central do Brasil, em 2020, e garantiu que este ponto está fora da negociação com os Estados Unidos porque “não prejudica ninguém e é altamente benéfico à população brasileira”. “O Pix é um patrimônio nacional, é uma conquista do povo brasileiro, a tecnologia a serviço da sociedade e da economia, sem nenhum custo para as empresas e para a população. O Pix não tem a menor lógica entrar nisso porque ele não prejudica ninguém”, disse.
TUBARÕES – Estão internadas na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) as duas pessoas mordidas por tubarão, no Grande Recife, nos últimos dias. As vítimas foram, respectivamente, João Lucas Castor Nemezio Sales, de 11 anos, e Marcela Vitória de Lima Santos, de 19 anos. Ele teve a perna esquerda amputada devido aos ferimentos e ela, a perna direita, arrancada ainda no mar. Segundo informações colhidas pelo portal G1/PE, os dois estão internados no Hospital da Restauração. Segundo a unidade, os dois têm quadro de saúde considerado estável, apesar da gravidade das lesões.
APAC – A Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC) emitiu um alerta, na tarde de ontem, que indica a possibilidade de chuva moderada a forte na Região Metropolitana do Recife, na Zona da Mata e no Agreste pernambucano. A previsão é válida até as 20h de hoje. São esperadas chuvas de até 100 milímetros ao longo do dia, além de ventos intensos de até 100 quilômetros por hora.
Perguntar não ofende:O “tariflávio” pega ou a oposição conseguirá devolver a conta ao governo?