João Camargo confirma TMC como nova identidade da Transamérica

AMIRT

O empresário João Camargo, dono do Grupo Esfera, confirmou em entrevista à Folha de S.Paulo a criação da TMC, marca da emissora que vai substituir a Rede Transamérica, (liderada pela Transamérica FM 100.1 de São Paulo), que terá suas operações descontinuadas nas próximas semanas. A nova estação terá como foco principal conteúdo jornalístico e esportivo, com uma proposta considerada “disruptiva” pelo próprio empresário. Esse nome TMC havia sido ventilado nos bastidores desde o início de setembro, logo depois da mudança de planos em relação à CNN.

De acordo com Camargo, a TMC contará com uma estrutura robusta, com sede de 1.500 metros quadrados localizada na avenida Paulista, em São Paulo. O projeto já está presente em seis capitais brasileiras e a meta é alcançar até 500 afiliadas para cobertura nacional. Para liderar a operação, o empresário convidou seu irmão, conhecido como Neneto Camargo, que possui experiência em rádios como Alpha FM 101.7, 89 FM A Rádio Rock e Rádio Disney FM 91.3 de São Paulo, assumindo a posição de executive chairman da nova emissora.

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Por Inácio Feitosa*

Há uma honestidade que só se conquista quando se muda de lugar. Já fui oposição na OAB Pernambuco. Depois, estive dentro da gestão de Ingrid Zanella, à frente da criação da OAB Editora – a primeira editora de uma seccional da advocacia no país. Hoje, observo a advocacia pernambucana de fora, sem cargo, sem chapa e sem interesse. É desse lugar – de quem já discordou, já colaborou e agora analisa à distância – que afirmo com convicção: a advocacia estará ao lado de Ingrid e consolidará a união da classe nas eleições de 2027.

A primeira em 93 anos

Ingrid Zanella é a primeira mulher a presidir a OAB Pernambuco em 93 anos de história. Chegou pela porta da frente, com a maior votação já registrada na seccional – mais de onze mil votos –, num pleito disputado contra dois adversários. Não foi ungida por ninguém: foi escolhida pela advocacia. Assumir a OAB em tempo de aperto orçamentário, com anuidade contida por anos e uma categoria pressionada pela precarização, e ainda entregar resultados concretos, não é obra do acaso. É competência, método e coragem.

Sebrae - Fazer dar certo

A ala radical adorou. A moderada, não. A radical avaliou que a presença do presidente da Argentina, Javier Milei, ajudou a incendiar os bolsonaristas durante a convenção que oficializou a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República.

Os moderados têm outra visão. Consideram que Milei foi grosseiro e isso pesa contra Flávio Bolsonaro entre eleitores independentes. As informações são do Blog do Valdo Cruz.

Jaboatão dos Guararapes - Trabalho em todo lugar 2026

O segundo levantamento realizado pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (IPESPE) em parceria com a Folha de Pernambuco destaca a vantagem do atual presidente e pré-candidato à reeleição Lula (PT) na corrida pelo Planalto em Pernambuco.

Na modalidade estimulada, onde é apresentada uma lista de candidatos ao eleitor, o petista aparece com 58% das intenções de voto ante os 57% da pesquisa anterior. Em seguida, o senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL), soma 20%. Na última amostragem, ele tinha 22%. As informações são do Blog da Folha.

A lista segue com o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), com 3% (antes, 1%); e Renan Santos (Missão), com 2% (antes, 1%). Aparecem com 1% cada os presidenciáveis do Avante, Augusto Cury (antes, 1%), e do Mobiliza, o ex-deputado federal Cabo Daciolo (antes, 0%. Romeu Zema (Novo), ex-governador de Minas Gerais, tem 0% ante 1% do levantamento anterior. Nenhum, brancos e nulos somam 10%, mesmo percentual da última pesquisa. Não sabem ou não responderam alcança 6%, ante 5% da amostragem de junho.

Apoio

A pesquisa perguntou também se os eleitores se sentiriam motivados a votar em possíveis pré-candidatos a governador de Pernambuco apoiados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e seu filho Flávio Bolsonaro. Para 41% dos entrevistados, o apoio não altera o voto (antes, eram 40%). Já outros 41% revelaram que o apoio diminui a chance de voto (antes, também eram 40%). Outros 16% destacaram que a aliança com os Bolsonaros aumentaria a chance de voto em um pré-candidato, mesmo percentual da última pesquisa. Não sabem ou não responderam somam 2%.

Sobre o apoio de Lula, 47% disseram que aumentam a chance de votos (antes, 45%), enquanto 18% responderam que diminui (20, na última pesquisa). Já 33% afirmaram que o apoio não muda seu voto, mesmo percentual de junho.

Avaliação

Sobre a avaliação do governo do presidente Lula, 50% das pessoas ouvidas pela pesquisa classificaram como ótimo ou bom. Já 22% definiram a gestão como regular, contra outras 26% que a definiram como ruim ou péssima. Não sabem ou não responderam chega a 2%.

Pesquisa

Para a pesquisa, foram ouvidos 1000 entrevistados pernambucanos de 22 a 25 de julho de 2026. O intervalo de confiança da pesquisa é de 95,45%. As entrevistas foram presenciais realizadas por equipe de pesquisadores com ampla experiência nesse tipo de abordagem.

O segundo levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os protocolos BR08707/2026 e PE-00297/2026.

Caruaru - Transparência 2026

Blog da Folha

A segunda rodada de pesquisa do Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (IPESPE), em parceria com a Folha de Pernambuco, para o Senado aponta que a ex-deputada Marília Arraes (PDT) manteve a liderança nas intenções de voto nos dois cenários avaliados. Assim como no primeiro levantamento, o senador e candidato à reeleição Humberto Costa (PT) aparece logo em seguida.

No primeiro quadro, com a presença do deputado federal Eduardo da Fonte (PP), Marília Arraes saiu de 21%, porcentagem da pesquisa anterior, para 22% das intenções de voto. Em seguida aparece Humberto Costa, que caiu de 16% para 15%. Em terceiro lugar, surge o deputado federal Mendonça Filho (PL), que segue com 10%. Empatados na simulação, os deputados federais Túlio Gadelha (PSD) e Eduardo da Fonte diminuíram o percentual de 8% para 7%. Já o senador Fernando Dueire (PSD) subiu de 1% para 2% nas intenções de voto. Nenhum, brancos e nulos, que somavam 25% na primeira pesquisa, agora contabilizam 23%. Não sabem ou não responderam cresceram de 11% para 15%.

O segundo cenário conta com o nome do ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho (UB) no lugar de Eduardo da Fonte. Apesar de liderar a pesquisa nesta simulação, Marília registrou uma diminuição nas intenções de voto de 23% para 22%. Em seguida, Humberto Costa contabilizou um aumento de 14% para 15%. Miguel Coelho caiu de 12% para 11%. Já Mendonça Filho saiu de 10% para 9%. O deputado federal Túlio Gadelha, que registrava 7% antes, agora detém 6%. O senador Fernando Dueire segue com 2%. Nenhum, brancos e nulos aumentaram o percentual de 22% para 23%. Não sabem ou não responderam saíram de 11% para 12%.

Recorte

A pesquisa também trouxe um recorte geográfico da preferência do eleitorado no estado. Entre os eleitores da capital pesquisados sobre o primeiro cenário, Marília manteve a preferência na intenção de votos, somando 21% (tinha 22%). Em seguida surgem Humberto Costa com 14% (tinha 18%), Mendonça Filho com 10% (tinha 11%), Eduardo da Fonte com 7% (tinha 7%), Túlio Gadêlha com 4% (tinha 8%) e Fernando Dueire com 2% (tinha 1%). No recorte do Interior, Marília também lidera a pesquisa com 22% (tinha 20%). Na sequência aparecem Humberto com 15% (tinha 15%), Mendonça com 11% (tinha 10%), Túlio e Da Fonte com 8%, cada (tinham 8%, cada), e Dueire com 2% (tinha 2%).

No segundo cenário, Marília também é preferência do eleitorado da capital com 21% das intenções de voto (tinha 25%). Em seguida aparecem Humberto com 14% (tinha 15%), Miguel Coelho com 8% (tinha 9%), Mendonça com 8% (tinha 11%), Túlio com 5% (tinha 7%) e Dueire com 4% (tinha 1%). No recorte do Interior, Marília soma 22% (tinha 21%), Humberto atinge 15% (tinha 13%), Miguel tem 13% (tinha 14%), Mendonça registra 10% (tinha 11%), Túlio aparece com 7% (tinha 8%) e Dueire contabiliza 2% (tinha 2%).

Pesquisa

Para a pesquisa, foram ouvidos 1000 entrevistados pernambucanos de 22 a 25 de julho de 2026. O intervalo de confiança da pesquisa é de 95,45%. As entrevistas foram presenciais realizadas por equipe de pesquisadores com ampla experiência nesse tipo de abordagem. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os protocolos BR-08707/2026 e PE-00297/2026.

Ipojuca - Na palma da sua mão

Pesquisa Ipespe divulgada na edição de hoje da Folha de Pernambuco mostra um cenário preocupante para a campanha de Raquel Lyra (PSD): ela bateu no teto. Com 46% das intenções de voto, a governadora está tecnicamente empatada dentro da margem de erro com o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB), que aparece com 44% da preferência do eleitorado.

O levantamento mostrou que, em um mês e dez dias, a disputa ficou praticamente inalterada. Na pesquisa Ipespe divulgada em 17 de junho, Raquel tinha 44%, e João, 42%, o mesmo empate técnico dentro da margem de dois pontos percentuais registrado agora. Para o pré-candidato do PSB, a leitura possível é de resiliência, já que, mesmo há quatro meses fora do cargo de prefeito e sem poder fazer entregas, ele conteve o crescimento de uma governadora que faz pleno uso da máquina.

Raquel, por outro lado, viveu nas duas últimas semanas de junho e na primeira de julho o momento mais favorável para sua imagem perante o eleitorado. Embora não tenha feito entregas, ela garantiu uma exposição prolongada na mídia com uma agenda extensa de ordens de serviço e anúncios, algo que seu principal adversário não tinha à disposição por conta da legislação eleitoral. Mesmo com todo esse arsenal nas mãos, Raquel empacou e não consegue abrir distância de João.

Mais do que por esse retrospecto, é o que vem pela frente que deve acender o alerta na campanha de Raquel. Desde 4 de julho, em virtude do defeso eleitoral, ela não pode comparecer a inaugurações e seu governo não pode fazer propaganda institucional. A escassez de agendas já vem alterando o ritmo da governadora, que passou a tirar leite de pedra nas redes sociais com postagens sobre comidas, acessórios femininos e vistorias em obras com a presença de poucos assessores.

Em paralelo, Raquel ainda se viu arrastada para o centro de uma crise envolvendo a definição de seus candidatos a senadores. Virou notícia por uma falta de traquejo que pode levá-la à sua própria convenção, no domingo (2), sem a chapa formada. Se a governadora não cresceu no momento mais favorável, o que esperar dessa fase negativa e da própria campanha, quando estará sujeita a um desgaste contínuo em cadeia de rádio e TV? Depois de bater no teto, o esforço de Raquel será para não desabar.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

Atitude canalha

Surpresa da convenção que homologou a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) ao Planalto, o presidente da Argentina, Javier Milei, acabou roubando a cena e, ao mesmo tempo, gerando uma nova crise diplomática com o Brasil, após chamar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de “ladrão” e o ministro Alexandre de Moraes de “lixo”.

Nunca se viu algo tão deplorável na história das relações diplomáticas entre nações vizinhas, fundadoras e integrantes do Mercosul, bloco econômico sul-americano criado em 1991 pelo Tratado de Assunção, com a intenção de integrar as economias dos países membros por meio da redução de impostos alfandegários e da livre circulação de produtos e serviços.

Palmares - 147 anos

CNN

O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, se reuniu, na tarde desta segunda-feira (27), com o embaixador do Brasil na Argentina, Julio Bitelli, após o discurso do presidente argentina, Javier Milei, na convenção do PL, no último sábado (22).

De acordo com apuração da CNN, o encontro durou cerca de 40 minutos e ambos devem voltar a se reunir mais uma vez.

O gesto de convocar para consultas o embaixador em Buenos Aires representa o descontentamento com as falas.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

A primeira postagem oficial de Raquel Lyra (PSD) sobre a convenção que homologará sua candidatura à reeleição expôs o momento político difícil vivenciado pela governadora às vésperas do evento. Na noite desta segunda-feira (27), ela publicou em suas redes sociais uma animação em que aparecem apenas sua foto e a de Priscila Krause (PSD), aparentemente confirmada na disputa pela reeleição como vice-governadora. A peça não apresenta nenhum pré-candidato ao Senado.

A forma como o conteúdo foi divulgado mostra que a indefinição entre o deputado federal Eduardo da Fonte (PP) e o ex-prefeito Miguel Coelho (União Brasil), ambos postulantes a uma vaga de senador pela federação União Progressista, vem atrapalhando Raquel. A semana que antecede as convenções costuma ser dedicada à produção de materiais gráficos e peças de pré-campanha como a que a governadora postou, na qual todos os futuros candidatos deveriam aparecer definidos e juntos.

Temendo prejuízos à mobilização da militância, a equipe de Raquel, pelo visto, decidiu não esperar mais. Ainda há o risco de o impasse não se resolver a tempo da convenção da governadora, marcada para o próximo domingo (2), já que a União Progressista, embora avalie uma antecipação, segue com a homologação de suas candidaturas a senador, deputados estaduais e deputados federais agendada para 5 de agosto, três dias depois de Raquel virar oficialmente candidata.

A governadora ainda corre o risco de ter sua falta de traquejo político comparada à dos presidenciáveis Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo), que não conseguiram atrair partidos para suas coligações e promoveram convenções, neste fim de semana, sem nem mesmo anunciar seus candidatos a vice-presidente.

Camaragibe - A prefeitura mudou

O Partido dos Trabalhadores (PT) confirmou para 16 de agosto, na Vila Euclides, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, o ato de abertura oficial da campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A data – exatas duas semanas após a oficialização via convenção – pode coincidir com a realização do primeiro debate presidencial de 2026, na TV Band. As informações são da CNN.

O Grupo Bandeirantes de comunicação ainda negocia com as campanhas a data do debate e deixa em aberto a possibilidade de realização entre os dias 16 e 23 de agosto.

Por Mariana de Sousa – JC

A convenção nacional do PSD oficializou, no domingo (26), a candidatura do ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado à Presidência da República e de seu vice na chapa, Gilberto Kassab, presidente nacional da legenda. O evento, em São Paulo, teve lideranças do partido, mas sem a presença da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, estadual do partido, evidenciando as diferentes estratégias eleitorais adotadas pelo PSD nos estados.

A ausência ocorre poucos dias antes da convenção estadual do PSD que oficializará sua candidatura em busca da reeleição e reforça a estratégia da governadora de, assim como fez na disputa de 2022, concentrar esforços na disputa pernambucana, sem nacionalizar seu posicionamento, mesmo que seu partido possua um nome para a corrida presidencial.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) inorizou a crise com o presidente da Argentina, Javier Milei, ao ser questionado por jornalistas. “Quem é esse cara?”, respondeu Lula ao ser questionado sobre o presidente argentino.

“Como você viu essa história do Milei?”, perguntou o repórter Daniel Carvalho, da Bloomberg, enquanto Lula esperava o presidente da Coreia do Sul, Lee Jae Myung, no Palácio do Itamaraty, em Brasília.

A sucessão de agendas nacionais cumpridas por Marília Arraes nas últimas semanas revela um movimento político que vai além da disputa eleitoral em Pernambuco. Mesmo mantendo uma intensa agenda no estado, a pré-candidata ao Senado ampliou sua participação nas articulações nacionais do campo progressista e passou a ocupar espaços de destaque em convenções, encontros e atos políticos realizados em diferentes regiões do país.

Na Convenção Nacional do PDT, em Brasília, coube a Marília receber o presidente Lula na chegada ao evento, conduzi-lo ao palco e fazer a saudação que antecedeu seu discurso. Um gesto que, mais do que protocolar, evidencia o espaço de confiança e interlocução que ela vem construindo no cenário nacional.

Sua presença, em diferentes agendas, ao lado de lideranças como Juliana Brizola, Manuela D’Ávila, Leila Barros, Benedita da Silva e Martha Rocha também reforça uma característica cada vez mais evidente de sua atuação: a capacidade de estabelecer pontes entre diferentes gerações, forças políticas e regiões do país.