A Hplus Hotelaria possui 21 anos de experiência em hotelaria. Além de sete hotéis de diárias em Brasília, João Pessoa e Palmas, a rede também oferece hospedagens de longa estadia em sete empreendimentos no Distrito Federal.
Nos hotéis da Hplus, os hóspedes podem desfrutar de um delicioso café da manhã cortesia e wi-fi gratuito, ar-condicionado, excelente localização e área de lazer com piscina. De acordo com o local da hospedagem e a categoria escolhida, os hóspedes também podem ter estacionamento gratuito, fitness center, cafeteira e chaleira elétrica no apartamento, entre diversas outras vantagens. A rede possui dois hotéis com política dog friendly para receber da melhor forma os cachorros de estimação de seus hóspedes.
A Hplus valoriza ao máximo a experiência que o hóspede tem em qualquer um de seus hotéis, por isso, implementou o programa Lifestyle Hplus. Muito mais do que um plano de fidelidade, o Lifestyle Hplus busca propor uma forma de se conectar com os hóspedes e recompensá-los com facilidades. A cada hospedagem é possível ganhar pontos e, com a pontuação, é possível ganhar vantagens, emitir vouchers para serem utilizados na Hplus ou em empresas parceiras.
Quem procura por uma hospedagem de longa estadia no Distrito Federal também encontra na Hplus a melhor opção. Com conforto e comodidade, a rede oferece diversas opções de apartamentos completamente mobiliados com minicozinha equipada com micro-ondas, geladeira, louças e talheres, além de enxoval macio e completo de cama e banho. Os Long Stays também possuem área de lazer para relaxar com segurança e privacidade. Tudo que o hóspede precisa para se sentir em casa: serviços atenciosos de hotelaria, da recepção à camareira, nas localizações mais privilegiadas da capital federal.
A Hplus Hotelaria é a maior rede de hotéis do Centro-Oeste e possui seis bandeiras: Premium, Executive, Express, Express+ e Beach. Cada uma delas possui características únicas para atender seus diferentes públicos. Acesse o site e conheça a Hplus: www.hplus.com.br.
A Prefeitura do Cabo de Santo Agostinho, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou, neste fim de semana (11 e 12), um mutirão de cirurgias de catarata e pterígio que beneficiou 200 moradores do município. A iniciativa, realizada no Hospital Infantil do Cabo, integra a estratégia da gestão do prefeito Lula Cabral para ampliar o acesso a procedimentos especializados, reduzir a fila de espera e oferecer uma assistência cada vez mais resolutiva à população.
Os pacientes contemplados foram identificados durante o mutirão de oftalmologia promovido pela Prefeitura em novembro do ano passado e passaram por avaliação clínica e exames pré-operatórios antes da realização das cirurgias. Ao longo dos dois dias de ação, foram realizados 100 procedimentos por dia, distribuídos entre os dois blocos cirúrgicos da unidade.
Para o prefeito Lula Cabral, o investimento em ações como essa demonstra o compromisso da gestão com uma saúde pública cada vez mais eficiente e humanizada. “Estamos trabalhando para ampliar o acesso da população aos serviços especializados e reduzir o tempo de espera por procedimentos que transformam a vida das pessoas. A cirurgia de catarata devolve a visão, a autonomia e a qualidade de vida dos pacientes. Nosso compromisso é continuar fortalecendo a rede municipal de saúde para garantir atendimento digno e cada vez mais ágil para quem mais precisa”, destacou o prefeito.
A cirurgia de catarata é considerada um procedimento rápido e minimamente invasivo, com duração média de 15 a 20 minutos, proporcionando recuperação em curto prazo e permitindo que os pacientes retomem suas atividades cotidianas com mais segurança, autonomia e qualidade de vida.
Um protesto bloqueou o trânsito na Avenida Mascarenhas de Moraes, no bairro da Imbiribeira, na Zona Sul do Recife, na manhã de hoje. Manifestantes atearam fogo a entulhos para interditar o tráfego de veículos no sentido da via que leva ao Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes – Gilberto Freyre.
O ato cobra o pagamento de auxílio para a população afetada pelas chuvas do último mês de maio. Em coletiva de imprensa na quinta-feira (9), o Governo do estado afirmou que está ciente da série de protestos, mas informou que não há previsão para pagar valores a novas famílias, uma vez que já quitou o auxílio de R$ 2,5 mil destinado a 3,5 mil famílias.
O Corpo de Bombeiros enviou uma viatura de combate a incêndio ao local da manifestação para apagar o fogo. Enquanto os militares apagavam as chamas, motociclistas passaram por cima da calçada para ultrapassar o bloqueio montado pelos participantes do protesto. A Autarquia de Trânsito e Transporte Urbano do Recife (CTTU) enviou equipe ao local para orientar os motoristas e motociclistas até o protesto ser encerrado.
Uma pesquisa de intenção de voto divulgada pelo Sistema Paraíso das Águas/Vox Brasil aponta um cenário de equilíbrio na disputa pelas duas vagas ao Senado Federal em Alagoas. No cenário estimulado, o deputado federal Alfredo Gaspar (União Brasil) aparece com 42,5% das intenções de voto, enquanto o senador Renan Calheiros (MDB) registra 42,1%. Como a pesquisa informa margem de erro de 2,83 pontos percentuais, os dois candidatos estão tecnicamente empatados na liderança.
Na sequência aparecem o deputado federal Arthur Lira (PP), com 31,5%, seguido por Davi Davino Filho (Progressistas), com 18,7%. O deputado federal Dr. Wanderley (PL) soma 11,1%, enquanto Eudócia JHC (PL) registra 7,7%. Marcos Omena tem 1,5%, Fleming aparece com 1%, 15,5% afirmaram votar em branco, nulo ou em nenhum candidato, e 28,4% disseram não saber ou preferiram não opinar.
Na modalidade espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados ao entrevistado, Alfredo Gaspar também lidera, com 18,2%, seguido por Renan Calheiros, com 8,5%, Arthur Lira, com 6,8%, e Davi Davino Filho, com 6%. O levantamento mostra ainda que 56% dos entrevistados não souberam responder ou preferiram não opinar nesse cenário.
O estudo também mediu a rejeição dos candidatos. Nesse quesito, Renan Calheiros aparece com 23,2%, seguido por Alfredo Gaspar (18,5%) e Arthur Lira (17%). Segundo as informações divulgadas, a pesquisa foi realizada pelo Sistema Paraíso das Águas/Vox Brasil, ouviu 1.200 eleitores presencialmente em Alagoas, possui margem de erro de 2,83 pontos percentuais, nível de confiança de 95% e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número AL-01460/2026.
O deputado federal, líder do Avante na Câmara dos Deputados e candidato à reeleição, Waldemar Oliveira, tem percorrido Pernambuco intensificando as conversas com prefeitos, vereadores e lideranças políticas em torno de sua candidatura. Nos bastidores, uma avaliação tem sido recorrente: para a disputa ao Senado, Eduardo da Fonte (PP) é, de longe, o nome que reúne as melhores condições para disputar o Senado, e o que oferece menos riscos políticos à governadora Raquel Lyra (PSD) na composição da chapa majoritária.
Nas conversas, Waldemar tem defendido que Pernambuco precisa eleger um senador com força política, experiência e capacidade de articulação em Brasília. Para ele, o Estado necessita de alguém com maturidade e s já agregador para garantir recursos para os municípios.
A avaliação dentro do Avante é de que uma composição nesse sentido seria bem recebida pelo partido e abriria uma perspectiva concreta de diálogo para a construção de uma parceria política entre as legendas.
O ex-governador e senador Renan Filho (MDB) liderou a disputa pelo Governo de Alagoas, segundo pesquisa divulgada pelo Sistema Paraíso das Águas/Vox Brasil. No cenário estimulado, o emedebista registra 49,3% das intenções de voto, à frente do ex-prefeito de Maceió, JHC (PSDB), que aparece com 43,5%.
A candidatura Lenilda Luna (PSOL) soma 2,6% das intenções de voto. Outros 2,5% dos entrevistados afirmaram votar em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 2,1% disseram não saber ou preferiram não responder.
Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados às eleições, Renan Filho também liderou, com 31,5%, seguido por JHC, com 26,3%. Nesse cenário, 35,5% dos entrevistados afirmaram não saber ou preferiram não opinar.
O levantamento também aferiu a exclusão dos candidatos. Lenilda Luna aparece com 33,7%, seguida por JHC, com 28,7%, e Renan Filho, com 23,3%. De acordo com os dados divulgados, a pesquisa reuniu 1.200 participantes presenciais em Alagoas, possui margem de erro de 2,83 pontos percentuais, nível de confiança de 95% e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número AL-01460/2026.
Enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirma que o Brasil não pretende continuar como simples vendedor de matéria-prima e quer se tornar exportador de conhecimento, tecnologia e produtos industrializados, uma corrida silenciosa já está redesenhando o controle empresarial das terras raras brasileiras.
Entre os oito empreendimentos mais maduros identificados pelo Capital Digital, apenas um está em produção comercial. Todos são conduzidos, controlados ou estão em processo de integração com grupos estrangeiros, principalmente australianos, canadenses e norte-americanos. Ao redor deles, pelo menos outras 20 frentes de exploração e projetos ainda iniciais revelam a disputa para assegurar, desde agora, direitos sobre áreas consideradas estratégicas.
O Brasil preserva formalmente a soberania sobre seu subsolo, uma vez que os recursos minerais pertencem à União e sua pesquisa e exploração dependem de autorização pública. O que ainda não está assegurado, entretanto, é o controle nacional sobre a cadeia econômica e tecnológica construída a partir desses recursos.
O contraste ganhou força depois de Lula reunir ministros e representantes do setor na sexta-feira (10) e declarar que o Brasil não quer ser apenas vendedor de minerais. Segundo o presidente, a estratégia será transformar o país em exportador de conhecimento e estabelecer parcerias que assegurem pesquisa, processamento e agregação de valor em território nacional.
O diagnóstico preparado para subsidiar a Estratégia Nacional de Terras Raras reconhece exatamente esse risco. O estudo apresentado pelo Ministério de Minas e Energia estima que o Brasil concentra 21 milhões de toneladas em reservas, equivalentes a 23,1% dos recursos globais considerados no documento, mas lembra que o país já extraiu e exportou terras raras no passado sem capturar o valor das etapas industriais posteriores. A repetição do modelo de exportação de recursos pouco processados é apontada como o risco estratégico central.
Corrida regulatória
A pressão sobre as áreas brasileiras aparece com clareza nos dados da Agência Nacional de Mineração. Em 2025, foram protocolados 655 requerimentos relacionados à pesquisa de terras raras. Apenas entre janeiro e 8 de junho de 2026, outros 401 pedidos deram entrada na agência. Os números não representam necessariamente 1.056 empresas diferentes nem o mesmo número de futuras minas, porque uma única companhia pode apresentar dezenas de requerimentos para áreas distintas. Ainda assim, demonstram que a disputa por direitos de pesquisa se intensificou.
O requerimento é apenas o início do processo. O interessado pede à ANM o direito de pesquisar determinada substância em uma área delimitada. Caso obtenha a autorização, deverá realizar trabalhos geológicos, comprovar a existência do depósito, apresentar relatório de pesquisa, demonstrar viabilidade econômica, obter licenciamento ambiental e requerer a lavra. Grande parte dos pedidos nunca chega à produção.
A explosão de protocolos, portanto, não permite afirmar que o Brasil terá centenas de minas de terras raras. Ela mostra outra coisa: companhias estão tentando conquistar prioridade sobre áreas promissoras antes que o governo conclua sua política nacional e antes que a concorrência internacional aumente ainda mais.
O Capital Digital identificou oito projetos com estágio mais avançado, recursos divulgados ou atividade regulatória relevante. Ao redor deles, pelo menos outras 20 iniciativas, depósitos ou frentes exploratórias aparecem em apresentações empresariais, registros minerários e programas de pesquisa. Nem todas possuem recurso mineral formal, estudo econômico ou autonomia suficiente para serem classificadas como grandes empreendimentos. Juntas, porém, demonstram que a ocupação das novas fronteiras minerais já se estende por Goiás, Minas Gerais, Bahia, Amazonas, Mato Grosso e Rio Grande do Sul.
Nos projetos mais avançados, a extração poderá ocorrer em território brasileiro, mas parte das etapas que concentram maior valor, como separação química, purificação, fabricação de metais, ligas e ímãs permanentes, já está sendo projetada para os Estados Unidos ou para outras instalações no exterior.
Fica a indagação, neste caso: como o governo brasileiro tratará esses empreendimentos levando em conta as informações acima e o desejo de atrair investimentos estrangeiros para o país, na cadeia de maior valor comercial (separação química, purificação, fabricação de metais, ligas e ímãs permanentes)? Clique aqui e confira a matéria completa.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) estão em empate técnico em um eventual segundo turno da disputa ao Palácio do Planalto, segundo apontou a pesquisa Nexus/BTG, divulgada hoje.
Na simulação, Lula aparece com 47% das intenções de voto contra 44% de Flávio. Brancos, nulos e os que não escolheriam nenhum dos nomes somam 8%, enquanto 1% dos eleitores não souberam ou não responderam.
Comparado ao levantamento anterior, Lula permaneceu estável com os mesmos 47% registrados em 29 de junho. O senador também repetiu o índice da última rodada e manteve seus 44%.
Já em uma eventual disputa direta com o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), o atual presidente venceria. O petista vai a 47% contra 40% de Zema. Do total de entrevistados 11% disseram votar em branco, nulo ou em nenhuma das opções, enquanto 2% não souberam ou não responderam ao levantamento.
Lula x Ronaldo Caiado
O instituto mediu ainda um confronto direto com o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD). Nesta configuração, Lula também tem vantagem, com 47% das intenções de voto contra 38% de Ronaldo Caiado. Neste cenário, brancos, nulos e nenhum somam 13%, e 2% não souberam ou não responderam.
Lula x Renan Santos
Em uma última simulação apresentada, Lula pontua 49% contra o coordenador do MBL, Renan Santos (Missão), que aparece com 35%. O cenário também representaria vitória do petista. Os eleitores que declaram voto em branco, nulo ou em nenhum dos nome representam 14% nesta hipótese. Aqueles que não souberam ou não responderam somam 2%.
Metodologia
A Nexus/BTG entrevistou 2.003 eleitores, entre os dias 10 e 12 de julho, por meio de entrevista por telefone. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pelo BTG Pactual e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-07981/2026.
Esta semana, meu podcast ‘Direto de Brasília’, em parceria com a Folha de Pernambuco, terá dupla exibição. Amanhã, como de costume, vai ao ar a entrevista com o ex-governador do Piauí, Hugo Napoleão, que também já foi ministro e senador. Na quarta-feira, a convidada é a líder do Governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE).
Na pauta de Napoleão, o cenário nacional e o lançamento do seu novo livro autobiográfico, marcado para o próximo mês, “O Parnaíba Tem Feitiço (A Vida de um Piauiense)”. A obra reúne memórias pessoais e políticas do autor, que construiu uma trajetória marcante na vida pública brasileira, narrando episódios de sua infância, formação e das décadas dedicadas ao serviço público.
Nascido em Portland, nos Estados Unidos, Napoleão é advogado. Foi duas vezes senador, três vezes deputado federal, três vezes ministro de Estado e, por dois mandatos alternados, governador do Piauí. Atualmente, ele é filiado ao Partido Social Democrático (PSD) e pertence à Academia Piauiense de Letras (APL).
Na pauta da nova líder do Governo na Casa Alta, as pautas-bombas colocadas em votação pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, o distensionamento da relação de Alcolumbre com o presidente Lula e as eleições.
Teresa é professora, pedagoga e sindicalista. Filiada ao Partido dos Trabalhadores (PT), foi deputada estadual por cinco mandatos em Pernambuco. Formada em Pedagogia pela Universidade Católica de Pernambuco, em 1975, iniciou sua carreira profissional na rede estadual de ensino. Ingressou no movimento sindical em 1984 como diretora da Associação dos Orientadores Educacionais de Pernambuco (AOEPE). Em 1993, foi eleita presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe).
Filiada ao PT desde 2000, foi eleita em 2002 à Assembleia Legislativa de Pernambuco com 23 mil votos. Sendo reeleita em 2006 com 37 mil votos, 2010 com 39 mil, 2014 com 38 mil e em 2018 com 31 mil votos. Na Assembleia, presidiu a Comissão de Educação e Cultura da casa. Nas eleições de 2022, foi eleita senadora por Pernambuco, tornando-se a primeira mulher da história a representar o estado no Senado Federal.
O Direto de Brasília vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, incluindo também cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste.
Retransmitem o programa a Gazeta News, do Grupo Collor, em Alagoas, a Rede Mais Rádios, com 25 emissoras, na Paraíba, e a Mais-TV, do mesmo grupo, sob o comando do jornalista Heron Cid. Ainda a Rede ANC, do Ceará, formada por mais de 50 emissoras naquele Estado, além da LW TV, de Arcoverde.
Os parceiros neste projeto são o Grupo Ferreira de Santa Cruz do Capibaribe, a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
Dedico este artigo ao meu colega o lindo poeta Luís de Camões, o Lula, que era apaixonado os cinco pneus, inclusive o pneu estepe, por Inês posta em sossego
MONTANHAS DA JAQUEIRA – A bola continua rolando até o domingo 4 de outubro, o primeiro tempo das eleições presidenciais. Dizem que é uma vergonha perder para a remada viking de Haaland. Falso. Vergonha é saber que o crime organizado e o crime avulso se alastram em todos os cantos onde canta o carcará e onde cantava o sabiá. Vergonha é observar que a guarda pretoriana da corrupção já está remando em favor dos gângsters do Master e do INSS, assim como ocorreu na operação LavaJato.
O viking norueguês Haaland confessou que, fora dos gramados, gostaria de viver numa fazenda, dirigir um trator na lavoura e alimentar suas vacas leiteiras.
O sonho de consumo dos cafuçus do football é cobrir o corpo de tatuagens, desfilar numa Ferrari envenenada, viver cercado de periguetes e cair na gandaia ao som de um funk da pesada, sempre doidão.
Esta é a diferença de culturas.
Qual o projeto de Nação dos Vikings do poder em Pindorama? Nenhum. O projeto da seita vermelha é distribuir o Bolsa Família em substituição aos empregos, o Gás do Povo, Pé-de-Meia, manipular os índices do IBGE e endividar os alunos do Fies. E mais, bancar bilhões em emendas parlamentares, fomentar a criação de Bets, ampliar o déficit público e abafar os escândalos de corrupção.
Coitado do nosso Brazil! Atualmente com quase 200 anos de idade, o aiatolá do cordão encarnado pretende perpetuar-se no poder para consolidar o legado da dinastia vermelha.
Egresso das cavernas, analfabeto de nascença, o guru da seita vermelha foi adotado pela onda politicamente correta como mascote à prova de tempestades e escândalos, ou seja, menas a verdade, como diz Sua Excelência. Os doutores das universidades beijam suas mãos e o consideram mais sábio que os filósofos gregos, o novo Sócrates, que dizia “só sei que nada sei”. Os doutores das leis o absolvem de todos os pecados, até o pecado original do Petrolão.
Flávio Bolsonaro é o adversário dos sonhos do vermelhão para manter acesa a chama da polarização. Se o patriarca Jair tivesse um pingo de juízo teria apoiado o governador paulista Tarcísio de Freitas como o nome preferencial dos conservadores. Mas, Tarcísio foi preterido na cara dura para Flávio segurar a flâmula do clã. Em segunda opção, o governador Caiado seria um osso duro de roer para as esquerdas. Caiado é agro, o touro é valente.
Mas, agora é tarde, Inês é morta, como diria meu colega o poeta Luís de Camões, o Lula. Os conservadores apostam todas as moedas no segundo turno, na cogitada união de Flávio, Caiado e Zema. Em sendo Flávio um pato manco, o vermelhão também é manco, a começar pela idade. A diferença é que as esquerdas contam com a indulgência do sistema. O vermelhão é o próprio sistema, o vermelhão é um dilúvio, um dilúvio em forma de gente.
Nos bastidores, a disputa pela composição da chapa da governadora Raquel Lyra (PSD), especialmente em torno da vaga para o Senado, começa a levantar uma nova dúvida: Priscila Krause seguirá como candidata a vice-governadora diante de tamanha desarrumação?
Há quem avalie que toda a pressão e os impasses na montagem da chapa podem acabar respingando justamente sobre Priscila. Entre aliados e observadores da cena política, cresce a percepção de que, diante da necessidade de acomodar interesses partidários, a governadora acabe sacrificando a herdeira política do ex-governador Gustavo Krause.
A hipótese chama atenção porque Priscila abriu mão de seu próprio projeto político em 2022 para fortalecer a candidatura de Raquel ao Governo do Estado. Desde então, assumiu funções e missões relevantes ao longo da gestão. Uma eventual retirada de seu nome da chapa teria custos políticos e poderia ser interpretada como um gesto de pouca lealdade com uma aliada de primeira hora.
Nos bastidores, também se comenta que o ex-governador Gustavo Krause, pai de Priscila, já teria sinalizado que veria com forte desagrado uma decisão dessa natureza. Ainda assim, interlocutores lembram que Raquel Lyra tem um histórico de tomar decisões sem se deixar constranger por pressões políticas ou pessoais.
Por enquanto, não há qualquer definição oficial sobre mudanças na vice, inclusive comentários em reserva recentes da governadora indicam que Priscila continua sendo tratada como favorita para permanecer na chapa, embora a composição final ainda dependa das negociações políticas em curso.
PESQUISA DESFAVORÁVEL – Mesmo contratada pelo ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, através do União Brasil, partido que preside no Estado, o levantamento do Paraná Pesquisas, com Raquel apenas quatro pontos de vantagem ante João Campos (PSB), o que configura empate técnico, foi recebido sem entusiasmo pela gestora e seus aliados por um motivo muito simples: diante da avalanche de propaganda que a governadora fez nos últimos três meses, culminando no último dia 4, quando a legislação eleitoral impõe restrições, era esperada uma diferença muito maior, superior a dez pontos. A partir de agora, sem poder participar de eventos administrativos nem fazer propaganda, o jogo zerou.
Lavou as mãos – Depois de uma conversa, sábado passado, de mais de duas horas com Eduardo da Fonte e Miguel Coelho, que disputam a vaga da Federação Progressista para o Senado na chapa governista, Raquel Lyra (PSD) deu uma de Pilatos: lavou as mãos e jogou o abacaxi para a direção nacional da federação. Caberá a Ciro Nogueira e Antônio Rueda, que dividem o poder de mando no colegiado, escolher o nome e comunicar a ela. E pediu pressa. Disse que não aguenta mais tamanha chafurdação.
Cotação para suplência – André Teixeira, ex-secretário estadual de Mobilidade e Infraestrutura, deve ser o primeiro-suplente do candidato ao Senado na chapa de Raquel, Túlio Gadelha, segundo revelou, ontem, a colunista Renata Bezerra de Melo, do DP. Já o deputado federal e empresário Luciano Bivar (MDB) está em alta para a primeira-suplência do senador Humberto Costa (PT).
Na redes, Bolsonaro bate Lula – O senador Flávio Bolsonaro registrou um crescimento de 36,4% em sua base digital no 1º semestre de 2026. Ele acumulou 5,6 milhões de novos seguidores de janeiro a junho. Segundo levantamento da Agência Bites, o crescimento foi impulsionado principalmente em janeiro, depois da confirmação de sua pré-candidatura ao Planalto pelo PL. Isso significa um desempenho três vezes superior ao do presidente Lula, que no mesmo período obteve um ganho de 1,9 milhão de seguidores, um crescimento de 5,1%.
A poderosa Olga – Um dos desafios enfrentados por Raquel Lyra desde o início de seu governo foi a percepção de distanciamento e a dificuldade de transmitir espontaneidade e empatia. Por isso, recorreu a poderosa Olga Curado, infalível na preparação de lideranças políticas no campo da comunicação. Seu trabalho vai além da preparação para entrevistas: envolve comportamento, linguagem corporal, comunicação não verbal e a identificação de características pessoais que podem ser ajustadas para melhorar a conexão com o público. Daí a razão da mudança de postura e comportamento da governadora pelas redes e no contato físico.
CURTAS
O ÚNICO – Em carta ao filho, tornada pública no fim de semana pelo pré-candidato ao Planalto, Flávio Bolsonaro, o ex-presidente Jair Bolsonaro foi claro ao afirmar que Flávio é seu porta-voz, o único autorizado a falar em seu nome, encerrando qualquer especulação ou tentativa de criar divisões.
FRAGILIDADE – O pré-candidato à Presidência do PSD, Ronaldo Caiado, considerou que a carta de Bolsonaro foi sinal de “extrema fragilidade” da campanha de Flávio. Empatado tecnicamente em terceiro lugar com Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão), o ex-governador de Goiás tem intensificado críticas ao filho do ex-presidente para tentar alavancar a própria candidatura na direita.
PODCAST DUPLO – Conforme ocorreu na semana passada, quando entrevistei a ex-ministra Simone Tebet (PSB), na terça, e o governador do Ceará, Elmano de Freitas(PT), na quarta, esta semana também será de duplo podcast Direto de Brasília, parceria deste blog com a Folha de Pernambuco: amanhã, o ex-governador do Piauí, Hugo Napoleão (PSD), e na quarta a líder do Governo no Senado, Teresa Leitão (PT).
Perguntar não ofende: Quando haverá fumaça branca nas Princesas do conclave para o Senado na chapa de Raquel?
O deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) enviou uma petição ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, em que solicita o cancelamento da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro e sua transferência ao regime fechado. A ação diz que o ex-presidente descumpriu medidas cautelares ao escrever uma carta, que foi lida pelo seu filho, o presidenciável Flávio Bolsonaro (PL). A ação também pede que Flávio pague uma multa de R$ 100 mil por “ato atentatório à dignidade da justiça”.
Bolsonaro está preso desde o ano passado após ser condenado por liderar uma trama golpista contra o resultado da eleição presidencial de 2022. Ele também cumpre uma série de medidas restritivas, uma delas é não se manifestar por meio das redes sociais. As informações são do jornal O Globo.
Em mais um capítulo da crise que sua campanha ao Palácio do Planalto enfrenta por divisões no bolsonarismo, Flávio leu ontem uma carta assinada pelo pai, na qual ele se refere ao filho como seu “porta-voz” e pede apoio à sua pré-candidatura ao Planalto.
O texto atribuído ao ex-presidente, que está em prisão domiciliar pela tentativa de golpe de Estado, não menciona a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), com quem Flávio vem trocando farpas nas últimas semanas.
Na petição, Lindbergh diz que a carta contraria a proibição, determinada pelo STF, de Jair Bolsonaro se manifestar por meio das redes sociais, seja diretamente ou por meio de aliados “A vedação à utilização de redes sociais por interposta pessoa, ademais, já havia sido delimitada por Vossa Excelência (Alexandre de Moraes) em termos que não comportam qualquer dúvida interpretativa: a medida, sob pena de imediata revogação e decretação da prisão.”
O deputado do PT diz ainda que a “redação de carta destinada à leitura pública em transmissão ao vivo nas redes sociais de terceiro é exatamente a hipótese que as decisões deste Juízo buscaram coibir, com advertência expressa das consequências do descumprimento”.
A carta foi divulgada por Flávio, que visitou o pai ontem, durante um pronunciamento transmitido em seu canal no YouTube. No texto, Bolsonaro pede a todos para “deixar de lado as possíveis diferenças” e apoiar seu filho. “O momento é de arregaçar as mangas, deixar de lado as possíveis diferenças e cada um se empenhar pelo nosso pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro. A melhor opção para livrarmos o Brasil da corrupção, da violência e do empobrecimento”, diz a carta lida pelo senador.
Na sequência do texto, Bolsonaro se refere ao Flávio como “meu pré-candidato” e “meu porta-voz, no qual confio para resgatar o Brasil e nos conduzir para a paz e a prosperidade”. Após a leitura, Flávio indicou que a carta é um recado do pai para seus aliados. Segundo o senador, o objetivo é barrar movimentos paralelos à sua pré-candidatura.
Lindbergh criticou o conteúdo da carta na ação enviada a Moraes: “O conteúdo da carta possui natureza político-eleitoral, tendo em vista que nela o apenado designa o Senador Flávio Bolsonaro como seu “porta-voz”; declara apoio expresso à pré-candidatura do filho à Presidência da República; e conclama seus apoiadores à união em torno dessa pré-candidatura, qualificando-a como a melhor opção para o país”.
Em mais uma série de agendas pelo interior de Pernambuco, a pré-candidata ao Senado, Marília Arraes (PDT), esteve, hoje, no Agreste, ao lado dos pré-candidatos ao Governo de Pernambuco, João Campos, e a vice-governador, Carlos Costa. Eles participaram de um encontro com loteiros, em Tacaimbó, e receberam apoio de lideranças de Pesqueira, em um evento comandado pelo Delegado Rossine, um dos principais nomes da política local. No final da noite, Marília prestigiou a 34ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns.
Durante o encontro com integrantes da Associação de Toyoteiros e Loteiros, Marília defendeu a valorização dos trabalhadores e a adoção de políticas públicas que garantam o fortalecimento das condições de trabalho da categoria, que presta um tipo de serviço de grande importância para a população do interior. “Perseguir os toyoteiros, os loteiros, é perseguir o trabalhador mais humilde, aquele que acorda cedo para garantir o sustento da família e que também depende desse transporte para exercer o seu direito de ir e vir. Essa é uma escolha política: ou se governa para quem concentra privilégios ou se governa para quem vive do próprio trabalho. Eu escolhi estar ao lado do povo. Foi isso que o presidente Lula fez ao colocar os brasileiros mais pobres no centro das prioridades do país, e é esse compromisso que queremos fortalecer em Pernambuco, com mais investimentos, respeito aos trabalhadores e oportunidades para quem mais precisa”, afirmou.
Na sequência, o trio majoritário seguiu para Pesqueira, onde participou de um grande encontro liderado pelo Delegado Rossine, uma das principais lideranças do município. Durante o ato, Rossine oficializou o apoio político dele e de seu grupo à pré-candidatura de João Campos ao Governo de Pernambuco e à pré-candidatura de Marília Arraes ao Senado.
Muito aplaudida pelo público, Marília destacou a importância da eleição de uma bancada progressista comprometida com a governabilidade do presidente Lula e com a defesa de políticas públicas voltadas à população, ressaltando a necessidade de fortalecer o campo democrático diante dos desafios enfrentados pelo país. “Não basta eleger um presidente comprometido com o povo. É preciso eleger um Congresso que caminhe na mesma direção. Quem tenta enfraquecer o presidente Lula está enfraquecendo as políticas que garantem emprego, comida na mesa, investimentos e oportunidades para o povo brasileiro. Pernambuco pode dar uma resposta clara: eleger uma bancada progressista, democrática e comprometida em derrotar de vez o projeto de retrocesso representado pelo bolsonarismo”, concluiu.