Marcos Rogério (PL) foi eleito governador de Rondônia neste domingo (4). Às 18h13, com 91,44% das seções apuradas, o candidato tinha 56,88% dos votos válidos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O vice-governador eleito é o Delegado Rodrigo Camargo (Podemos).
Com 100% das urnas apuradas, Marcos Rogério totalizou 56,86% e 537.370 votos. Na sequência aparece Adailton Furia, com 20,06%. Ao todo, foram 945.058 votos válidos. As informações são do g1.
Leia maisA Pesquisa Quaest encomendada pela Rede Amazônica e realizada no sábado (3) indicou a vitória de Marcos Rogério já no primeiro turno, considerando os votos válidos.
Mas o primeiro levantamento, realizado em agosto, mostrou que a disputa poderia ser bem mais acirrada: Rogério apareceu tecnicamente empatado com Adailton Furia, considerando a margem de erro. Um mês depois, passou a liderar a intenção de votos.
A campanha de Rogério contou com o apoio do prefeito de Porto Velho, Léo (Podemos). Sua chapa faz parte da coligação “Juntos Por Rondônia”, formado pelos partidos: Podemos, PL, Democratas, Novo e Mobiliza.
Para o eleitorado, Marcos Rogério se posicionou como um candidato de direita, apoiado pelo candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL). Além disso, durante a campanha, destacou sua atuação como senador como diferencial para assumir a vaga no governo de Rondônia.
Foi a segunda vez que o candidato tentou o cargo no Executivo. Na última eleição estadual, ele foi para o segundo turno, mas foi derrotado por Marcos Rocha (PSD).
Marcos Rogério da Silva Brito nasceu em Ji-Paraná (RO), tem 47 anos e formação em Direito e Jornalismo, além de mestrado em Administração Pública.
Sua trajetória política, segundo dados do TSE, começou como vereador de Ji-Paraná (RO) em 2008. Também foi deputado federal por dois mandatos consecutivos, começando em 2010; em 2018 foi eleito senador por Rondônia.
Deixou o cargo brevemente em 2022 para disputar a vaga de governador em Rondônia, mas não foi eleito.
A disputa pelo governo de Rondônia em 2026 foi marcada por debates concentrados em torno de serviços essenciais ao estado: saúde, segurança pública, infraestrutura e regularização fundiária. Esses assuntos apareceram com frequência em entrevistas, debates e atos de campanha.
Outro assunto que esteve presente na disputa eleitoral, gerando assuntos nos confrontos entre os candidatos, foi batalha jurídica envolvendo a candidatura de Samuel Costa (PSB). A direção nacional do partido destituiu o diretório estadual e decidiu apoiar a candidatura de Expedito Netto (PT), mas Samuel contestou a medida na Justiça e manteve sua campanha até o fim.
Participam da disputa pelo governo de Rondônia: Adailton Furia (PSD), Expedito Netto (PT), Hildon Chaves (União), Marcos Rogério (PL), Pedro Abib (MDB) e Samuel Costa (PSB).
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Os candidatos Mailza Assis (PP) e Alan Rick (Republicanos) vão disputar o segundo turno da eleição para governador no estado do Acre. Os dois candidatos foram os mais votados no primeiro turno, realizado neste domingo (4), segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Mailza terminou a apuração em primeiro lugar, com 49,76% dos votos válidos, ou 218.170 votos. Rick ficou em segundo, com 32,26% equivalente a 141.665 votos.
Como nenhum dos candidatos obteve mais da metade dos votos válidos, a eleição para governador do Acre será decidida em segundo turno, marcado para o dia 25 de outubro.
O ex-prefeito de Vitória Lorenzo Pazolini (Republicanos) e o governador do Espírito Santo, Ricardo Ferraço (MDB), vão disputar o segundo turno da eleição para o governo do estado, em 25 de outubro.
Com 99,97% das urnas apuradas, Pazolini tinha 49,64% dos votos válidos e Ferraço, 34,06%. As informações são da Folha de S. Paulo.
Leia maisPazolini é delegado e advogado. Foi eleito prefeito em 2020 e reeleito em 2024. É apoiado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL). Durante a campanha, disse que pretende fazer o primeiro governo de direita da história do estado.
Em entrevista à TV Gazeta, defendeu corte de custos, construção de presídios e hospitais e questionou as penas dadas pelo STF (Supremo Tribunal Federal) aos envolvidos na invasão de edifícios do Congresso e do próprio tribunal em janeiro de 2023.
Ferraço assumiu o governo em 2 de abril, quando Renato Casagrande (PSB) deixou o cargo para disputar o Senado, e disputa o governo pela primeira vez como titular.
Ele já foi vereador, deputado estadual, deputado federal e senador. Não tem apoio formal de nenhum dos principais candidatos à Presidência. Casagrande, seu padrinho político, declarou voto no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Em entrevista à TV Gazeta, Ferraço não quis dizer em quem votaria, afirmando que fará um governo para o Espírito Santo, sem oposição ao governo federal, independente de quem vença a eleição para presidente da República.
O PT lançou o candidato Helder Salomão. Também concorreram ao governo do Espírito Santo Breno Barcelos (Missão), engenheiro, e Rafael Demuner (UP). Os dois disputaram sua primeira eleição.
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Otaviano Pivetta, do Republicanos, foi reeleito governador de Mato Grosso neste domingo (4). Com mais de 60% dos votos válidos, que corresponderam a mais de 1 milhão de votos, a vitória de Pivetta foi confirmada pelo Tribunal Regional Eleitoral pouco depois das 18h, no horário local.
Logo após o resultado, Pivetta destacou o compromisso com o estado e agradeceu a confiança do eleitorado.
“Agradecer a Deus por ter nos trazido até aqui e agradecer ao povo de Mato Grosso que nos confiou essa importante missão. Eu tenho agora o meu compromisso renovado com o povo de Mato Grosso, e eu quero muito, nesses próximos quatro anos, fazer Mato Grosso ficar cada vez melhor para toda a nossa população, proporcionar a prosperidade para todos. O povo vota muito pelo futuro, vota pela expectativa, e eu represento, graças a Deus e graças à confiança da população, eu represento esse futuro que nós vamos construir”. As informações são da Agência Brasil.
Leia maisNa disputa pelo Senado Federal, Mato Grosso definiu os seus dois novos representantes. Mauro Mendes, do União Brasil, garantiu a vaga com mais de 33% dos votos, ao lado de José Medeiros, do PL, que conquistou pouco mais de 27% da preferência dos eleitores.
Ao todo, a eleição mobilizou pouco mais de 2 milhões de eleitores em 142 municípios, registrando uma abstenção de mais de meio milhão de pessoas que deixaram de comparecer às urnas. Os votos brancos somaram 4% e os nulos, 5%.
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Abaixo, a lista dos 25 deputados estaduais federais eleitos para a próxima legislatura na Câmara dos Deputados.
O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), 70, foi reeleito nas eleições deste domingo (4).
Com mais de 99% das urnas apuradas, Jorginho tinha 68,98% dos votos válidos ante 15,65% do candidato Gelson Merísio (PSB) —que concorreu com o apoio do PT— e 13,35% do candidato João Rodrigues (PSD). O resultado foi confirmado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). As informações são da Folha de S. Paulo.
Leia maisEm discurso após o pleito, o governador disse que a vitória foi resultado do trabalho no estado, com entregas de obras públicas e melhorias nos serviços à população. Ele prometeu continuar investindo em projetos de infraestrutura, como de rodovias, no próximo mandato.
“Santa Catarina é um estado de direita, é um estado de gente que trabalha, é um estado conservador”, afirmou ele sobre outro elemento para o êxito nas urnas.
Ao longo dos próximos quatro anos, Jorginho será acompanhado pelo ex-prefeito de Joinville Adriano Silva (Novo), eleito vice-governador. A companheira de chapa de 2022, Marilisa Boehm (PL), ficou de fora da disputa neste ano.
O governador reeleito nasceu em Ibicaré, na região central do estado. Foi vereador em uma cidade próxima, Herval d’Oeste, por um mandato, no final da década de 1970. Em 1994, conquistou sua cadeira na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, onde permaneceu até janeiro de 2011. Foi eleito duas vezes deputado federal logo na sequência, nos pleitos de 2010 e 2014. Em 2018, ganhou uma cadeira no Senado.
Na campanha deste ano, Jorginho liderou todas as pesquisas de intenção de voto feitas pela Quaest desde agosto. É a terceira eleição consecutiva em que os catarinenses elegem ao governo o candidato que carrega o mesmo número do presidenciável bolsonarista.
Em 2018, Carlos Moisés, então no PSL, mesmo partido de Jair Bolsonaro, surpreendeu ao derrotar Gelson Merísio no segundo turno. À época no PSD, Merísio era apoiado pelo incumbente Raimundo Colombo, e representava a centro-direita tradicional.
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Os candidatos Omar Aziz (PSD) e Professora Maria do Carmo (PL) vão disputar o 2° turno para governador do Amazonas. A definição ocorreu às 20h07, deste domingo (4), quando 98,03% das seções estavam apuradas.
Naquele momento, Omar tinha 40,34% dos votos válidos, e Maria do Carmo, 24,78%. O 2º turno será realizado no dia 25 de outubro. As informações são do g1.
A segunda rodada da disputa ocorrerá após pesquisas de intenção de voto da Quaest/Rede Amazônica indicar que mudança nas posições da Professora Maria do Carmo e do governador e candidato à reeleição, Roberto Cidade (União), que ficou em terceiro lugar na disputa.
Leia maisA campanha eleitoral no primeiro turno foi marcada por discussões sobre temas como saúde, educação e meio ambiente, além de debates sobre a ampliação da exploração de minérios em cidades do interior.
Omar José Abdel Aziz, de 68 anos, é formado em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Natural do município de Garça, no interior de São Paulo, Omar construiu sua trajetória política no Amazonas.
A primeira vez que ele ocupou um cargo público foi em 1990, quando assumiu como deputado estadual na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam). Entre 1997 e 2002 assumiu como vice-prefeito de Manaus.
Na eleição de 2002, disputou o cargo de vice-governador na chapa do candidato Eduardo Braga, sendo reeleito em 2006. Quatro anos depois, em 2010, Omar assumiu o cago de governador após a renúncia de Braga para disputar o Senado. Ele foi reeleito e ficou no cargo até abril de 2014.
Desde 2015, o governador eleito do Amazonas ocupava o cargo de senador pelo Amazonas, após ser eleito em 2014 e reeleito em 2022. Em 2018, ele já havia tentado voltar ao Governo do Amazonas, mas ficou em terceiro lugar na disputa. Ele é aliado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A candidata Professora Maria do Carmo é mestre e doutora em Direito, professora e atua como gestora de instituições de ensino no estado. É a primeira vez que ela disputa o cargo de governadora.
Ao lado do marido, o empresário Wellington Lins, ela participou da fundação de faculdades e também administra empreendimentos nas áreas educacional e empresarial.
Atualmente filiada ao partido Liberal, Maria do Carmo participou de duas eleições. Em 2022, concorreu ao cargo de suplente de senador na chapa do candidato Arthur Neto (PSDB). Ela era filiada ao Partido Novo.
Dois anos depois, em 2024, foi candidata à vice-prefeita de Manaus na chapa do deputado federal Capitão Alberto Neto, também pelo Partido Novo. A chapa chegou ao 2° turno, mas foi derrotada pelo então candidato à reeleição, David Almeida (Avante).
O 1° turno da eleição foi marcado por, além de discussão de propostas, críticas e ataques entre adversários sobre as gestões anteriores. Ao longo de 45 dias, os principais nomes que disputam a vaga de governador participaram de entrevistas, sabatinas e atos públicos com apoiadores.
Os candidatos também levaram para os debates e atos de campanha temas que atingem diretamente a população, como saúde, educação, segurança pública, queimadas, fumaça, cheias e secas. Mudanças na legislação para permitir a exploração mineral no estado também esteve no centro das discussões.
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Allyson (União) e Cadu de Lula (PT) vão disputar o segundo turno da eleição para governador do Rio Grande do Norte. Os dois candidatos foram os mais votados no primeiro turno, realizado neste domingo (4), segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Os dados da apuração apontam Allyson em primeiro lugar, com 36,69% dos votos válidos, ou 685.289 votos. Cadu de Lula ficou em segundo, com 36,31%, equivalente a 690.969 votos. As informações são da Agência Brasil.
Até as 20h49, 94,33% das urnas haviam sido totalizadas.
Leia maisComo nenhum dos candidatos obteve mais da metade dos votos válidos, a eleição para governador do Rio Grande do Norte será decidida em segundo turno, marcado para 25 de outubro.
Os demais candidatos obtiveram:
O ex-prefeito de São Luís (MA) Eduardo Braide (PSD) foi eleito governador do Maranhão no primeiro turno das eleições de 2026.
O postulante atingiu a maioria dos votos válidos segundo divulgação parcial da apuração do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) na noite deste domingo (4).
Orleans Brandão (MDB) ficou na segunda colocação no pleito. Com 98,01% das urnas apuradas, Braide tem 54,14% e Brandão, 34,64% dos votos válidos. As informações são da CNN.
Leia maisEduardo Salim Braide, 56 anos, deixou a Prefeitura de São Luís para se lançar na disputa pelo governo do Maranhão nas eleições de 2026 com Elaine Carneiro (PSD) como vice na chapa. Nascido na capital do estado, o candidato eleito é formado em Direito pela UFMA (Universidade Federal do Maranhão).
Braide disputou sua primeira eleição em 2006, quando concorreu a deputado federal pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB), mas não foi eleito. Dois anos depois, foi candidato a vereador na Câmara Municipal de São Luís e ficou como suplente. A primeira vitória nas urnas ocorreu em 2010, foi eleito deputado estadual e se reelegeu, deixando o cargo em 2021 quando assumiu a prefeitura.
Antes de conquistar o primeiro mandato eletivo, Braide ocupou cargos na administração pública. Entre 2005 e 2006 presidiu a Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema). Já entre 2009 e 2010, foi secretário municipal de Orçamento Participativo de São Luís.
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Abaixo, a lista dos 49 deputados estaduais eleitos para a próxima legislatura na Assembleia Legislativa de Pernambuco.
Dani Portela (PT);
Gilson Machado Filho (Podemos);
André Ferreira (PL);
Lara Santana (PV);
Gustavo Gouveia (Podemos);
Leia maisFrancismar (PSB);
Rodrigo Farias (PSB);
João Paulo do PT (PT);
Eriberto Filho (PSB);
Maria Arraes (PSB);
Pastor Júnior Tércio (PP);
Batista Cabral (PSB);
Joaozinho Tenório (PSD);
Antônio Coelho (União Brasil);
Janjão (PSD);
Bruno Marques (PSB);
Jobson Almeida (Republicanos);
João de Nadegi (PV);
Débora Almeida (PSD);
Glêide Angelo (PP);
Professora Ivete Caetano (PT);
Romerinho Jatobá (PSB);
Aglaison Victor (PSD);
Cayo Albino (PSB);
Sileno Guedes (PSB);
France Hacker (PP);
Coronel Feitosa (PL);
Dannilo Godoy (PP);
Kaio Maniçoba (PP);
Fábio Aragão (PSD);
João Paulo Costa (PT);
Alvaro Porto (MDB);
Adalto Santos (PP);
Joaquim Lira (PV);
Abimael Santos (PL);
Jarbas Filho (PSD);
Vinicius Castello (PCdoB);
Luciano Duque (Podemos);
Andréa Medeiros (PSD);
Emerson Freitas (MDB);
Breno Araújo (PT);
Roberta Arraes (PP);
Zé de Irmã Teca (PSD);
Fabrizio Ferraz (Podemos);
Sebastião Oliveira (AVANTE);
Wanderson Florencio (Podemos);
Jeferson Timoteo (Podemos);
Renato Antunes (Novo)
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Por Jameson – Repórter do Blog
A governadora Raquel Lyra (PDT) afirmou, durante coletiva de imprensa realizada na noite deste domingo (4), que o seu adversário na disputa pelo Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), ligou para parabenizá-la pela vitória nas urnas e pela renovação do mandato. Segundo Raquel, o gesto ocorreu após a confirmação do resultado eleitoral.
Durante a conversa com a imprensa, a governadora destacou o tom respeitoso da ligação e agradeceu o reconhecimento do adversário pelo resultado das urnas. A vitória garante a Raquel mais quatro anos à frente do Governo de Pernambuco.
Com a reeleição, Raquel Lyra terá pela frente um novo ciclo de governo e afirmou que pretende fazer um segundo mandato ainda melhor do que o primeiro, ampliando as ações e entregas realizadas durante os últimos quatro anos e dando continuidade aos projetos considerados prioritários para o estado.
Douglas Ruas, do PL, e Eduardo Paes, do PSD, vão disputar o governo do Rio de Janeiro no segundo turno das eleições 2026. O resultado foi matematicamente confirmado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) às 21h01 deste domingo, 4, e nenhum dos candidatos obteve votos válidos suficientes para decidir a eleição no primeiro turno.
Com 100% das urnas apuradas, às 21h01, Douglas Ruas recebeu 4.271.199 votos, o que representa 49,27% dos votos válidos. E Eduardo Paes conquistou 3.706.984 votos, o que representa 42,76%. As informações são do Estadão.
Leia maisA eleição no Estado teve 23,33% de abstenção, 5,09% de votos brancos e 6,86% de votos nulos.
Este material foi produzido e publicado de maneira automática e supervisionado pela equipe do Estadão. O conteúdo é atualizado automaticamente com informações transmitidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na cobertura das eleições de 2026 no Estadão é possível conferir os resultados da votação em todas as cidades do País.
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