Coluna da sexta-feira

Mais um secretário censurado  

Um dos maiores entraves que os auxiliares do primeiro escalão têm com a governadora Raquel Lyra (PSDB) está na forma dela se comunicar com a sua equipe. A ex-secretária de Defesa, Carla Patrícia, dizem as paredes do Palácio das Princesas, largou a pasta porque a chefona não tinha tempo para discutir as diretrizes do plano de segurança pública.

Executivo gabaritado, Evandro Avelar, que atuou com êxito no Governo João Lyra Neto, pai da governadora, não conseguiu ficar três meses no cargo de secretário de Infraestrutura, em razão de ter sido ignorado o tempo todo, enquanto assistia o diretor do Departamento de Estradas e Rodagem (DER), órgão vinculado à sua pasta, ser tratado de forma diferenciada pela tucana.

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Em um trecho do primeiro embate direto entre Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB) no debate realizado nesta quinta-feira (17), os dois discutiram sobre a área de segurança pública.

O encontro é promovido pela Rádio Cultura do Nordeste, em parceria com o Diario de Pernambuco e a TV Nova Nordeste. Acompanhe no YouTube do Diario.

O candidato ao Governo de Pernambuco e ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) foi questionado, durante o debate desta quinta-feira (17), em Caruaru, sobre como pretende garantir governabilidade e recursos federais ao estado caso Flávio Bolsonaro (PL) vença a eleição presidencial. A pergunta foi feita pelo jornalista Alexandre Cunha, que citou a proximidade política de João com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o cenário apertado da disputa nacional. O encontro é promovido pela Rádio Cultura do Nordeste, em parceria com o Diario de Pernambuco e a TV Nova Nordeste.

João concentrou a resposta na defesa da reeleição de Lula e não detalhou como seria a relação com um eventual governo de Flávio. “Eu tenho uma alegria muito grande de poder ser candidato ao Governo de Pernambuco contando com o apoio do presidente Lula. Eu tenho certeza que juntos nós vamos fazer muito por Pernambuco. Eu acredito verdadeiramente na reeleição do presidente Lula”, afirmou. O socialista também disse que pretende buscar parceria com o Governo Federal para obras como a Transnordestina, duplicação de rodovias e projetos de abastecimento de água.

Jaboatão dos Guararapes - Saúde nas escolas 2026

A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) foi questionada, no terceiro bloco do debate desta quinta-feira (17), sobre os planos para ampliar o abastecimento de água em Pernambuco após a concessão dos serviços da Compesa. Em resposta ao jornalista Ian Sobral, Raquel citou investimentos do programa Águas de Pernambuco, obras em andamento e recursos públicos e privados previstos para os próximos anos, mas não afirmou se a tarifa cobrada dos consumidores será mantida. O encontro é promovido pela Rádio Cultura do Nordeste, em parceria com o Diario de Pernambuco e a TV Nova Nordeste.

Responsável por comentar a resposta, o candidato Ivan Moraes (PSOL) chamou atenção justamente para esse ponto. “O jornalista deu à candidata a oportunidade de mais uma vez olhar para você e garantir que a tarifa d’água não vai aumentar, mas ela não teve condições de fazer”, afirmou. Ivan, que se posiciona contra a concessão dos serviços, defendeu a manutenção da Compesa sob controle público e argumentou que a empresa tem capacidade de buscar recursos para ampliar o abastecimento.

Caruaru - Minha rua nova

O candidato ao Governo de Pernambuco e ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) e a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) protagonizaram um dos principais embates do segundo bloco do debate desta quinta-feira (17), em Caruaru, promovido pela Rádio Cultura do Nordeste, em parceria com o Diario de Pernambuco e a TV Nova Nordeste. Raquel questionou o socialista sobre a redução do ISS para empresas de apostas durante sua gestão na capital e disse que as bets representam um problema social, econômico e de segurança pública. “As pessoas estão deixando de comprar comida para fazer uma aposta no celular”, afirmou. João respondeu que é pessoalmente contrário às apostas, mas sustentou que a mudança tributária elevou a arrecadação municipal com a atividade de cerca de R$ 80 mil para R$ 80 milhões.

Na sequência, o ex-prefeito resgatou a denúncia revelada pelo Metrópoles sobre pagamentos feitos pela advogada Maria Eduarda Lucena, que trabalhou para a Aposta Ganha, a internautas que publicavam comentários favoráveis a Raquel e críticos a ele nas redes sociais. A reportagem apontou repasses de R$ 75 por semana e mostrou mensagens com orientações sobre o teor das postagens. “Eu queria lhe perguntar se a candidata entrou com ação contra a advogada […] que confirmou que estava pagando via Pix para pessoas que me atacavam na rede social”, disse. A governadora classificou a fala como “mais uma acusação irresponsável” e voltou a questionar a política tributária adotada pelo Recife para o setor.

O tema reapareceu no fim do terceiro bloco. Nos segundos finais do comentário à resposta de Ivan Moraes (PSOL) sobre política penitenciária, João afirmou que a Justiça havia considerado falsa uma declaração de Raquel sobre as bets. “Eu quero aproveitar esses últimos segundos para comunicar à candidata Raquel que a Justiça acaba de decidir que a afirmação feita sobre as bets é falsa”, declarou. Em seguida, mencionou André Teixeira, primo da governadora, e disse que ele teria autorizado, neste ano, publicidade de casas de apostas em ônibus. “O primo dela, André Teixeira, que está aqui, autorizou a publicidade de bet nos ônibus este ano. O que é que ela acha disso?”, questionou.

Ipojuca - Na palma da sua mão

Após a confusão registrada mais cedo entre apoiadores de Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB), um vídeo feito na noite desta quinta-feira (17), em Caruaru, mostra pedras dentro de mochilas usadas por militantes identificados com material da campanha da governadora. As imagens foram registradas durante a mobilização em torno do debate entre os candidatos ao Governo de Pernambuco, promovido pela TV Nova Nordeste em parceria com o Diario de Pernambuco e a Rádio Cultura do Nordeste.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

O candidato ao Governo de Pernambuco e ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) rebateu, durante o debate desta quinta-feira (17), promovido pela TV Nova Nordeste em parceria com o Diario de Pernambuco e a Rádio Cultura do Nordeste, as acusações feitas pela governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) sobre o episódio envolvendo material de campanha no ato de Flávio Bolsonaro (PL), realizado na quarta-feira (16), no Recife. Raquel usou parte de suas considerações iniciais para relacionar o caso a pessoas ligadas ao PSB. “Pessoas ligadas ao PSB foram pegas roubando material nosso, colocando militantes supostamente nossos, com camisas roxas, mas que não eram ligados à nossa campanha”, afirmou.

A governadora voltou ao assunto no primeiro bloco, ao responder a uma pergunta sobre a judicialização da disputa eleitoral, e disse que vem recorrendo à Justiça contra o que classificou como uma ação coordenada de “fake news” e “incitação à violência”. João, responsável por comentar a resposta, afirmou que também vem sendo alvo de ataques. “Eu estou aqui para fazer um bom debate. Apresentamos propostas, mais do que qualquer outra candidatura, sempre falando de futuro, respeitando as pessoas”, declarou. Em seguida, a equipe do socialista pediu direito de resposta, concedido pela banca jurídica.

No minuto adicional, João rejeitou qualquer associação de sua campanha com o episódio das bandeiras e voltou a cobrar Raquel sobre as denúncias envolvendo um suposto “gabinete do ódio” no entorno do Governo do Estado. “Eu faço política respeitando as pessoas, o debate no campo das ideias. Fazer uma ilação em torno disso não é responsável”, afirmou. O ex-prefeito disse ainda que entrou com ação judicial contra Amisadai Andrade da Silva, ex-servidor estadual citado nas acusações de ataques digitais, e questionou se a governadora também havia acionado judicialmente o ex-auxiliar.

Palmares - Forró Mares 2026

Apoiadores de João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD) se envolveram em uma briga na noite desta quinta-feira (17), em Caruaru, no Agreste de Pernambuco. Os dois candidatos ao Governo do Estado estão na cidade participando, neste momento, de um debate no Centro de Convenções do Senac, promovido pela Rádio Cultura do Nordeste em parceria com o Diario de Pernambuco e a TV Nova Nordeste.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

O candidato à presidência do Brasil Flávio Bolsonaro (PL) disse, nesta quinta-feira (17), que Alexandre de Moraes e Flávio Dino não têm condições de seguir no Supremo Tribunal Federal (STF).

A declaração foi dada durante discurso para apoiadores, na Bahia. Ele também falou em indicar até seis nomes para a Corte, caso seja eleito. As informações são do g1.

“Eu, como presidente da República, vou ter direito a quatro vagas. Pra colocar lá homens e mulheres, que sejam contra as drogas, que sejam contra o aborto, que respeitem a Constituição, que não usem a caneta pra perseguir adversários do governo de plantão. Só que não vão ser quatro, vão ser cinco, porque Alexandre de Moraes não tem mais condições de continuar sendo ministro do STF. Mas já estou pensando que podem ser seis vagas, porque o Flavio Dino também não tem condição de ficar lá”, afirmou.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

Começa às 20h55 desta quinta-feira (17), em Caruaru, o debate entre os candidatos ao Governo de Pernambuco Raquel Lyra (PSD), João Campos (PSB) e Ivan Moraes (PSOL). O encontro será realizado no Centro de Convenções do Senac Caruaru e é promovido pela Rádio Cultura do Nordeste, em parceria com a TV Nova Nordeste e o Diario de Pernambuco. A mediação será dos jornalistas Wanda Maia e César Lucena, e o formato prevê confronto direto de propostas e perguntas feitas por profissionais dos três veículos.

O debate será transmitido pela Rádio Cultura FM 96,5, pela TV Nova Nordeste e pelos canais dos veículos no YouTube, além de retransmissão por emissoras de rádio em diferentes regiões do estado.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou, nesta quinta-feira (17), a proposta de disponibilizar canetas emagrecedoras pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para pacientes com obesidade, mediante indicação médica. A medida também integra a pauta defendida pela candidata ao Senado por Pernambuco Marília Arraes (PDT), que vem propondo a oferta desses medicamentos na rede pública, a quebra da patente da tirzepatida, princípio ativo do Mounjaro, e a transferência de tecnologia para permitir a produção nacional.

Marília afirma que o acesso deve ocorrer com prescrição e acompanhamento médico, dentro dos protocolos do SUS, especialmente para pessoas com obesidade e doenças associadas. “Quem tem dinheiro já consegue ter acesso a esses tratamentos. O que defendemos é que os avanços da medicina também cheguem a quem depende do SUS”, declarou. A candidata também defende medidas para reduzir o custo dos medicamentos e ampliar a produção no país.

O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, tomou conhecimento da lista de exigências apresentada pelos Estados Unidos ao Brasil durante as negociações do tarifaço e determinou que os pontos relacionados à política interna brasileira fossem imediatamente rejeitados.

A existência do texto foi revelada nesta quinta-feira pelo jornal O Estado de S. Paulo e confirmada pelo GLOBO. Segundo a publicação, o documento reunia 21 demandas apresentadas pelo governo Trump em outubro do ano passado, após a imposição de tarifas de 50% sobre produtos brasileiros. As informações são do jornal O GLOBO.

Segundo interlocutores, o presidente Lula foi informado sobre o teor das demandas e o chanceler teria deixado claro ao secretário de Estado americano, Marco Rubio, que temas políticos não entrariam nas conversas entre os dois países.

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (17) mostra como está a disputa pela Presidência da República em simulações de 2º turno. Lula (PT) aparece com 46% das intenções de voto, contra 44% de Flávio Bolsonaro (PL). O cenário é de empate técnico, dentro da margem de erro.

Na pesquisa anterior, divulgada em 11 de setembro, os números eram os mesmos: Lula tinha 46% e Flávio, 44%. O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal Folha de S. Paulo. As informações são do g1.

Entre os cinco cenários de eventuais disputas de 2º turno, Augusto Cury (Avante) é o único a empatar numericamente com o presidente Lula: ambos aparecem com 44%.