Cavalo de fachada: Raquel Lyra chega atrasada e não participa de cavalgada da Missa do Vaqueiro

Governadora só subiu no cavalo depois que a missa já havia começado

A governadora Raquel Lyra (PSD) teve que recorrer a estratégias discursivas para esconder seu atraso à Missa do Vaqueiro, neste domingo (26), em Serrita. Nas fotos oficiais, ela até aparece montada em um cavalo, mas, na verdade, não percorreu um metro sequer da cavalgada que é uma tradição da festa. O animal só foi usado como item decorativo para a governadora se apresentar nas redes sociais nos trechos finais da missa.

Raquel chegou com quase três horas de atraso a Serrita. Informações extraoficiais indicam que a UTI aeromédica que ela vem usando para seu próprio transporte apresentou problemas na decolagem de Arcoverde, onde ela pernoitou depois de prolongar, até altas horas do sábado (25), a participação na programação de shows da Expocose, em Sertânia. Um outro avião teria sido deslocado do Recife para garantir que a governadora chegasse a Salgueiro e, a partir de lá, seguisse de carro à Missa do Vaqueiro.

A ausência de Raquel virou motivo de cobranças do público presente, sobretudo por polêmicas recentes envolvendo a falta de apoio estadual ao evento. Até a quarta-feira (22) passada, nem a Prefeitura de Serrita nem o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) tinham noção exata da estrutura e do policiamento preparado para a festa, que são de responsabilidade do Governo de Pernambuco. Durante a missa, a governadora recebeu um manifesto de famílias da região cobrando presença efetiva do poder público estadual em apoio ao evento tradicional.

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Hoje foi realizado o primeiro debate entre candidatos ao Governo de Pernambuco nas eleições de 2026. Promovido pelo Simpol, Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco, o encontro reuniu os candidatos convidados para discutir segurança pública e as demandas dos profissionais da área.

Todos foram convidados. João Campos confirmou presença e participou. Raquel Lyra, mais uma vez, preferiu não encarar o debate. A ausência virou meme nas redes sociais e a cadeira vazia acabou sendo a protagonista do encontro.

Sebrae - Fazer dar certo

Do g1 – Blog da Camila Bonfim

A Polícia Federal (PF) apreendeu sete armas de fogo durante a operação deflagrada nesta quinta-feira (10), que apura suspeitas de desvios de recursos de emendas parlamentares e mira o deputado federal Mario Frias (PL-RJ).

A ação autorizada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), tem como objetivo investigar o repasse de R$ 2 milhões em dinheiro público pelo deputado federal Mario Frias para organizações ligadas à proprietária da produtora do filme “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Jaboatão dos Guararapes - Saúde nas escolas 2026

Depois de semanas de notícias negativas com a crise no Supremo Tribunal Federal (STF), que respinga na imagem do presidente da República, o governo Lula torce para que agora a operação desta quinta-feira (10) da Polícia Federal passe a atrair as atenções sobre o possível uso de recursos públicos no financiamento do filme Dark Horse. A produção é uma cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro, bancada em boa parte com recursos de Daniel Vorcaro.

A equipe de campanha de Lula está orientando petistas e influenciadores ligados ao PT a explorarem a operação de hoje, na linha de que o candidato do PL, Flávio Bolsonaro, precisa explicar suas relações com Vorcaro. O senador do PL do Rio foi quem pediu ao banqueiro recursos para bancar a produção do filme sobre o pai. Agora, há a suspeita de recursos de emendas parlamentares também poderiam ter financiado as filmagens.

Caruaru - Transparência 2026

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a aplicação de medidas cautelares contra o deputado federal Mario Frias (PL-SP), proibindo o parlamentar de deixar o país e de manter qualquer contato com os demais investigados no inquérito que apura desvios de recursos públicos oriundos de emendas parlamentares.

As medidas foram determinadas hoje, no âmbito da Operação Make Up, realizada conjuntamente pela Polícia Federal (PF) e pela Controladoria-Geral da União (CGU). A ação cumpriu 49 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e no Distrito Federal. As informações são do portal G1.

Ipojuca - Na palma da sua mão

Uma corrente de solidariedade está sendo mobilizada para ajudar Daniele, moradora de Petrolina, mãe de João Guilherme, uma criança acamada que teve o seu Benefício de Prestação Continuada (BPC) cortado. Mesmo com o laudo médico e as receitas atualizadas, ela briga na justiça pela manutenção do benefício, mas sem sucesso.

Quem puder colaborar para a compra de fraldas e suplementos, pode contribuir com qualquer valor ou entrar em contato diretamente com a família. As doações podem ser feitas via Pix pelo número (87) 9.9102-8701. Informações e outras formas de ajuda também podem ser obtidas pelo WhatsApp: (87) 9.9139-4056. Qualquer contribuição será de grande importância.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

Por João Batista Rodrigues*

Nesta quinta-feira, 10 de setembro, ingressam nos cofres das prefeituras, sob a forma de parcela adicional do FPM, recursos correspondentes a 1% do produto da arrecadação federal do Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza, do Imposto sobre Produtos Industrializados e, na redação constitucional atual, do Imposto Seletivo.

O repasse constitui importante conquista municipalista, incorporada ao texto constitucional pela Emenda Constitucional nº 112/2021, que acrescentou a alínea “f” ao inciso I do art. 159 da Constituição Federal. A parcela deve ser entregue no primeiro decêndio de setembro de cada ano.

Palmares - Forró Mares 2026

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), anunciou e cancelou em seguida um pronunciamento que faria, às 11h de hoje, um dia após o presidente da corte, Edson Fachin, tirar dele a relatoria do inquérito das fake news.

Moraes controlou o inquérito, cercado de controvérsias, durante mais de sete anos. As informações são da Folha de São Paulo.

A manifestação do ministro não seria transmitida, como costuma ocorrer em outros pronunciamentos e nas sessões do Supremo. Ele não divulgou o teor da sua fala, que seria a primeira após a divulgação de mensagens trocadas com Daniel Vorcaro pouco antes da prisão do então dono do Banco Master.

Pouco depois do anúncio do pronunciamento, a assessoria do STF informou que ele foi cancelado e que será “remarcado para data oportuna”.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

O banqueiro Daniel Vorcaro afirmou, em proposta de delação, que os dirigentes do União Brasil ACM Neto e Antônio Rueda atuaram em favor do Banco Master em institutos de previdência dos estados em troca de 10% dos valores investidos na instituição. As informações são do portal UOL.

A investigação sobre os dois políticos veio à tona após o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes divulgar um relatório de inteligência da Polícia Federal que cita a suposta demora do ministro André Mendonça em autorizar uma operação contra Rueda.

As propostas de delação de Vorcaro foram negadas pela PF e pela PGR (Procuradoria-Geral da República) por falta de informações inéditas e ausência de garantias para a devolução dos valores oriundos das fraudes. O banqueiro tenta reabrir as negociações por uma colaboração premiada, sem sucesso.

Procurado, Rueda, candidato a deputado federal no Rio de Janeiro e presidente do União Brasil, disse ter “dificuldade em se pronunciar sobre documento ao qual não teve acesso” e negou irregularidades.

ACM Neto, que é candidato a governador na Bahia pelo União Brasil, afirmou que as “insinuações são absurdas, completamente fantasiosas e mentirosas”.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

A governadora Raquel Lyra (PSD) fala muito em segurança pública e em diálogo com os profissionais da área. No entanto, o Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Pernambuco realiza logo mais, às 9 horas da manhã, um debate sobre segurança pública e as demandas da categoria.

João Campos (PSB) confirmou sua presença. Raquel, por sua vez, arrumou uma agenda no interior para não participar do debate e evitar um confronto de ideias sobre as reivindicações dos policiais civis, mas, sobretudo, sobre as políticas públicas para a segurança pública de Pernambuco.

Para quem fala tanto em diálogo e demonstra tanta preocupação com a segurança, fugir justamente do debate com os profissionais que vivem diariamente essa realidade é sem dúvida uma contradição.

O ministro Alexandre de Moraes convocou um pronunciamento à imprensa para a manhã de hoje, em meio à crise que envolve o Supremo Tribunal Federal (STF).

O gabinete do ministro informou apenas o horário da manifestação e não divulgou oficialmente qual será o tema da fala.

Nos bastidores, porém, interlocutores do Supremo afirmam que a expectativa é que Moraes faça uma defesa da condução do inquérito das fake news e apresente considerações gerais sobre as investigações conduzidas no âmbito do procedimento.

O pronunciamento foi convocado um dia depois de o presidente do STF, Edson Fachin, tomar uma série de decisões para conter a crise na Corte.

Entre elas, retirou de Moraes a condução de procedimentos relacionados ao inquérito das fake news e concentrou a análise dos casos na Presidência do tribunal.

Metrópoles

A Polícia Federal (PF) deflagrou, hoje, uma operação que tem entre os alvos o deputado federal Mario Frias (PL-SP) e a empresária Karina da Gama, sócia da Go Up Entertainment, produtora de “Dark Horse”, filme sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Batizada de Operação Make Up, a ação é realizada em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU). São cumpridos 49 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e Distrito Federal.

A investigação apura suspeitas de desvio de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares repassadas a uma organização da sociedade civil por meio de termo de fomento.

Segundo a PF, os investigadores identificaram indícios de uma organização criminosa formada por agentes públicos e privados que teria direcionado parte dos recursos recebidos para empresas subcontratadas irregularmente, sem comprovação da efetiva prestação dos serviços.

Levantamentos financeiros identificaram ainda movimentações de centenas de milhões de reais entre empresas relacionadas ao esquema investigado.

Segundo a PF, tentativas de dissimular os supostos desvios teriam continuado até julho deste ano. A PF apura ainda os repasses realizados pelo empresário Daniel Vorcaro para financiar o filme.

Áudios e mensagens indicam que o senador Flávio Bolsonaro procurou Vorcaro para pedir recursos para o projeto sobre o pai.

A investigação também busca esclarecer as circunstâncias desses pagamentos e se houve alguma contrapartida relacionada ao dinheiro repassado, hipótese negada por Flávio.

Há também uma linha investigativa destinada a verificar se dinheiro relacionado aos repasses sob apuração foi utilizado para financiar a permanência do deputado Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos.

Revelações trazidas pela imprensa nacional – em reportagem da coluna de Andreza Matais no Metrópoles – expõem engrenagens que merecem investigação rigorosa: a existência de um suposto esquema de “Pix-comentário” direcionado a incensar a governadora Raquel Lyra e desgastar seu principal opositor, o prefeito do Recife, João Campos. O detalhe que transforma o caso em matéria de gravidade institucional é o elo direto entre quem geria esses grupos de disparo remunerado e o universo das casas de apostas em Caruaru.

Nas redes sociais, a ironia popular não tardou em traduzir o desconforto: o característico “coração roxo”, marca registrada da militância de Lyra, estaria sendo patrocinado pelo “tigrinho”. A metáfora popular escancara uma suspeita incômoda. Mensagens, áudios e comprovantes bancários apontam que internautas recebiam pagamentos via Pix para publicar comentários laudatórios à governadora e disparar críticas a Campos. Quem não cumpria a meta ou “farrapava” era sumariamente ameaçado de corte de verba e expulsão dos grupos de engajamento.

Não se trata de espontaneidade democrática; trata-se de contratação de claque digital remunerada. E o rastro do dinheiro e das relações pessoais aponta para o Agreste pernambucano.

A operadora central dos repasses, a advogada Maria Eduarda Lucena (“Duda”), possui histórico formal de atuação junto à empresa de apostas Aposta Ganha — gigante do setor sediada justamente no berço político de Raquel Lyra e patrocinadora de peso do São João de Caruaru.

O ecossistema de conexões é ainda mais entrelaçado: sócios de empresas ligadas ao esquema transitavam no grupo, e ex-servidores comissionados do Palácio do Campo das Princesas migraram para o departamento jurídico da casa de aposta.

Diante desse mosaico, as perguntas deixam de ser meras conjecturas e passam a exigir respostas formais: A quem interessa essa rede de ataque em massa?  Por que uma advogada ligada a uma bet em Caruaru faria Pix em troca de bombardeio contra adversários políticos?  Qual a verdadeira contrapartida? A atuação de casas de apostas em patrocínios vultosos e a proximidade de seus operadores com agentes públicos exigem rigor absoluto da Justiça Eleitoral e do Ministério Público.

O episódio traz à tona fantasmas que o eleitor pernambucano já acompanhou em outros escândalos de operações digitais sombrias reveladas pelo noticiário nacional, como o caso Amisadai Andrade. Quando o debate público é sequestrado por perfis pagos para inundar postagens jornalísticas com elogios encomendados e ataques calculados, a democracia é violada.

A governadora e seus aliados não podem se esquivar do silêncio burocrático. É urgente esclarecer a origem dos recursos que abasteceram os pagamentos, o papel dos intermediários ligados às apostas e a extensão do suposto “gabinete do ódio”. Se o coração da gestão estadual bate no ritmo do Pix de grupos paralelos, ou não, Pernambuco tem o direito e o dever de saber quem realmente está pagando a conta.