Escândalo em Goiana: Câmara empurra posse de Marcílio Regio para 1º de julho e contraria histórico de eleições suplementares

O presidente da Câmara Municipal de Goiana, vereador Ramon Aranha, decidiu dar posse ao prefeito eleito, Marcílio Régio (PP), e à vice, Lícia Maciel (PT), em 1º de julho, exatos 35 dias após a diplomação, que ocorreu na última segunda-feira, dia 26. A polêmica decisão contraria frontalmente o histórico das eleições suplementares em Pernambuco, que revela que os candidatos escolhidos pelo povo assumiram os cargos em ato contínuo à diplomação.

Foi o que aconteceu, por exemplo, em 2017, nas eleições suplementares, em Ipojuca e em Belo Jardim. No primeiro caso, a candidata Célia Sales foi eleita prefeita no dia 2 de abril, diplomada 18 dias depois e tomou posse em 2 de maio. Em Belo Jardim, foi ainda mais rápido. Hélio dos Terrenos venceu as eleições no dia 2 de julho. A diplomação e a posse ocorreram na mesma data, apenas 23 dias após o resultado das urnas.

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A assinatura do contrato de concessão dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário da Compesa, realizada pela governadora Raquel Lyra no Palácio do Campo das Princesas, repercutiu entre deputados estaduais durante a reunião plenária desta quarta-feira (29).

O deputado Antônio Moraes (PSD) destacou que a medida deve beneficiar 151 municípios pernambucanos. Segundo ele, parte dos recursos será destinada às prefeituras, enquanto a parcela do Estado será aplicada exclusivamente em ações de abastecimento hídrico, saneamento e perfuração de poços artesianos. A meta é alcançar, até 2033, pelo menos 90% das residências atendidas, conforme o Marco Legal do Saneamento. Moraes também enfatizou que a concessão não representa a venda da Compesa, já que a estrutura permanece sob controle público. As informações são do Blog da Folha.

Petrolina - Destino

O senador e pré-candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro (RJ), afirmou nesta quinta-feira (30) que se for eleito presidente, vai escolher “pessoas técnicas” para ocupar uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal).

Segundo o parlamentar, ele tem “vários nomes” e não descarta o ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSB-MG). As informações são da CNN.

Ipojuca - IPTU 2026

UOL

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) concluiu hoje o julgamento que cassou o governador de Roraima, Edilson Damião (União), e tornou inelegível o ex-governador Antonio Denarium (Republicanos) por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022.

Na ação, o procurador do Estado de Pernambuco e advogado Walber Agra atuou pela acusação, representando a coligação adversária “Roraima Muito Melhor”. Ele sustentou que houve uma “inundação de verbas públicas” em ano eleitoral para favorecer a reeleição da chapa, caracterizando abuso de poder político e econômico. Agra também apontou desvio de finalidade em programas sociais como o “Cesta da Família” e o “Morar Melhor”, destacando que apenas em 2022 foram investidos R$ 134 milhões, valor superior ao registrado em anos anteriores.

Caruaru - São João na Roça

O deputado federal Luciano Bivar (MDB) afirmou, em vídeo divulgado nas redes sociais do partido, que o Brasil precisa discutir um novo modelo de tributação baseado na incidência sobre movimentações financeiras. “A visão de mundo também requer um pouco de futurologia”, disse, ao mencionar mudanças econômicas e tecnológicas.

Confira:

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Na abertura da sessão conjunto do Congresso para analisar o veto de Lula ao PL da Dosimetria, nesta quinta-feira (30), a deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RS), expôs o suposto acordo capitaneado por Flávio Bolsoanro (PL-RJ) e pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que teria unido bolsonaristas ao Centrão para barrar a CPI do Master.

Coautora, com Heloísa Helena (Rede-AL), de um dos pedidos de criação da CPI sobre o escândalo financeiro, que envolve diretamente políticos do centrão à ultradireita, ainda reagiu ao discurso falso moralista de Sergio Moro (PL-PR), que voltou para o colo do clã Bolsonaro para angariar apoio para disputar o governo do Paraná após deixar o “super” Ministério da Justiça acusando o ex-presidente de interferência na Polícia Federal para proteger Flávio. As informações são da Revista Fórum.

Palmares - IPTU 2026

O Palácio do Planalto avalia que uma ala do Supremo Tribunal Federal (STF) se juntou ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), para barrar a entrada do advogado-geral da União, Jorge Messias, na Corte. O nome indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi rejeitado por 42 votos a 34 no Senado. O resultado não só amplia a crise entre o Planalto e o Congresso como anima a oposição nas eleições contra Lula, que é candidato ao quarto mandato.

A avaliação sobre os motivos da derrota foi feita na noite desta quarta-feira, 29, durante reunião entre Lula, Messias e os ministros José Guimarães (Relações Institucionais) e José Múcio (Defesa), além do líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), no Palácio da Alvorada. As informações são do Estadão.

Relator do projeto de lei que reduz as penas dos envolvidos nos atos golpistas do 8/1, o deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP) está articulando a derrubada do veto de Lula na sessão conjunta do Congresso desta quinta-feira (30).

“O governo pode esperar uma nova derrota hoje”, disse o parlamentar à CNN Brasil, fazendo referência ao veto do Senado à indicação de Jorge Messias ao STF na noite de ontem. As informações são da CNN.

Durante sessão do Congresso Nacional que analisa o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao projeto de lei da dosimetria, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), informou que o senador Magno Malta (PL-ES) sofreu um mal súbito e foi internado em um hospital em Brasília. Segundo Alcolumbre, circularam nas redes sociais informações de que o parlamentar teria sofrido um infarto, mas a assessoria do senador divulgou nota negando, embora não tenha detalhado o quadro clínico. Em breve, mais informações.

O presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (União-AP), excluiu da análise sobre os vetos ao PL da Dosimetria o trecho barrado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que contradiz a Lei Antifacção, e facilita a progressão para o semiaberto de condenados por crimes como feminicídio e outros crimes hediondos.

O motivo desse desmembramento é que conforme o PL da Dosimetria, caso fosse derrubado o veto aos dispositivos que tratam da mudança do regime fechado para o semiaberto para determinados crimes, integrantes de facções criminosas seriam beneficiados. As informações são do g1.

Por Malu Gaspar – O GLOBO

A rejeição histórica do advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) foi resultado de uma articulação que mobilizou integrantes da tropa de choque bolsonarista, capitaneados pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o ministro Alexandre de Moraes e, acima de tudo, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que trabalhou até o último minuto para impor a derrota ao governo Lula.

Messias obteve apenas 34 votos favoráveis, sete a menos que os 41 exigidos pela Constituição. Ao todo, 42 senadores votaram contra, formando um placar que não era esperado nem pelos mais pessimistas aliados de Lula e que supera um precedente histórico: antes de Messias, apenas o governo Floriano Peixoto havia tido indicações para o STF rejeitadas, cinco ao todo, em 1894.

O Congresso Nacional abriu a sessão desta quinta-feira (30), na qual os parlamentares vão analisar se mantém o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao projeto que reduz penas de condenados pelos ataques aos Três Poderes, o chamado PL da Dosimetria.

Na prática, o projeto de lei permite a redução de penas de condenados por atos golpistas, incluindo os ataques de 8 de janeiro de 2023. Na lista de possíveis beneficiados, está o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). As informações são do g1.