A Executiva Nacional do PDT aprovou nesta sexta-feira (6), em reunião híbrida, o ingresso do partido na federação com Solidariedade, PRD e Avante.
Segundo o PDT, a união permitirá que as quatro siglas superem, em conjunto, a cláusula de barreira e tenham acesso ao Fundo Partidário e direito à propaganda gratuita no rádio e na televisão. As informações são do g1.
O comando do partido também se posicionou favoravelmente à inclusão do PSB na aliança.
Leia maisCriadas por uma lei de 2021, as federações permitem que dois ou mais partidos se unam para disputar eleições e atuar no Legislativo como se fossem uma única legenda. Cada sigla mantém seu nome e sua organização, mas todas devem atuar juntas em todo o país por pelo menos quatro anos.
Com a decisão, as legendas envolvidas encaminharão ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o pedido de ampliação da federação. O nome e o estatuto da associação também serão atualizados.
O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, afirmou que a federação preserva a história do trabalhismo, garante a independência administrativa dos partidos e fortalece a atuação das bancadas no Congresso Nacional.
“A federação potencializará os partidos, incluindo nossos deputados e senadores, na defesa da democracia e dos direitos do povo brasileiro. É o legado trabalhista cada vez presente na vida dos brasileiros”, disse.
Lupi afirmou ainda que as negociações para atrair o PSB continuarão.
“Prosseguiremos com as discussões para agregar o PSB. São partidos que comungam de valores semelhantes e podem caminhar juntos nos próximos anos.”
Atualmente, há cinco federações registradas no Tribunal Superior Eleitoral: PT-PCdoB-PV, PSDB-Cidadania, PSOL-Rede, PRD-Solidariedade e União Brasil-PP. O PDT e o Avante pretendem entrar na federação que já reúne PRD e Solidariedade. Portanto, a união ampliará um grupo já existente.
O PDT, o Avante, o Missão e a federação Renovação Solidária, formada por PRD e Solidariedade, ficaram abaixo dos requisitos da cláusula de barreira nas eleições de 2026, apesar de terem elegido representantes para a Câmara dos Deputados.
Também chamada de cláusula de desempenho, a regra condiciona o acesso ao Fundo Partidário e à propaganda partidária gratuita no rádio e na televisão. Ficar abaixo dela não impede a posse dos deputados eleitos nem provoca o fechamento dos partidos.
Para superar a cláusula nas eleições deste ano, partidos e federações precisavam cumprir uma de duas exigências:
A federação PSOL/Rede também apareceu abaixo dos requisitos na apuração inicial. Embora tivesse superado o percentual nacional de votos, havia alcançado o mínimo estadual em apenas oito unidades da Federação. No Espírito Santo, ficou a 185 votos do patamar exigido.
Em 27 de outubro, porém, o TSE aprovou um critério de arredondamento dos percentuais que permitiu à federação cumprir a exigência também no Espírito Santo. Com a decisão, o PSOL/Rede manteve o acesso ao Fundo Partidário e à propaganda partidária gratuita no rádio e na televisão.
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Depois do sucesso em Olinda e Caruaru, chegou a vez de Arcoverde receber a palestra sobre o resultado das eleições de 2026 e a virada de Lula (PT) no segundo turno. O encontro será na próxima quinta-feira (12), a partir das 19h, no plenário da Câmara de Vereadores.
Na apresentação, vou fazer uma leitura do que saiu das urnas e do novo desenho político do País. Como ficou a composição do Congresso? Quais partidos elegeram mais senadores e deputados? Como se distribuiu o comando dos Estados? E como será a relação de Lula com um Legislativo de perfil majoritariamente conservador e de centro-direita? Esses e outros pontos estarão no centro da discussão.
A palestra terá como tema “O Brasil pós-eleição: o que as urnas falaram!” e será aberta ao público.
A fuga de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para os Estados Unidos abriu caminho para que o senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) assuma a presidência da Comissão de Segurança Pública do Senado, sem enfrentar resistência nem mesmo de parlamentares governistas. Integrantes do PT afirmam que não pretendem articular uma candidatura alternativa para impedir a escolha do ex-vice-presidente da República, que foi procurado pelo próprio Flávio para assumir o comando do colegiado.
— Se até Flávio foi presidente, Mourão é muito melhor. É natural que seja ele a substituir. Não faremos nenhuma articulação — afirmou o senador Humberto Costa (PT-PE). As informações são do jornal O GLOBO.
O senador Fabiano Contarato (PT-ES), que integra a comissão como titular, também descartou resistência ao nome de Mourão. Questionado sobre a possibilidade de o ex-vice-presidente assumir o posto, afirmou que não havia sido procurado para discutir a substituição.
Leia mais— Não estou sabendo, mas não tenho objeção. Mourão é centrado e equilibrado. Será um bom presidente — disse Contarato.
Embora Mourão já tenha recebido o convite de Flávio e considere sua escolha encaminhada, a mudança ainda precisa ser formalizada por meio de uma eleição no colegiado. A expectativa é de que o nome seja submetido aos integrantes da comissão sem votação nominal, por aclamação, como ocorreu na escolha de Flávio para a presidência.
A composição da Comissão de Segurança Pública ajuda a explicar a ausência de resistência à substituição. Dos 19 postos de titulares previstos, apenas dois são ocupados por integrantes do bloco parlamentar formado por PT e PDT, enquanto uma terceira vaga está aberta. Os representantes do bloco são Contarato e Ana Paula Lobato (PSB-MA). Na suplência, estão os petistas Jaques Wagner (BA) e Rogério Carvalho (SE).
Entre os titulares da comissão estão ainda os senadores Sergio Moro (PL-PR), atual vice-presidente, Rogério Marinho (PL-RN), Magno Malta (PL-ES), Jorge Seif (PL-SC), Marcio Bittar (PL-AC), Alessandro Vieira (MDB-SE), Styvenson Valentim (Podemos-RN), Esperidião Amin (PP-SC) e o próprio Mourão. O colegiado também reúne parlamentares do MDB, PSD, PSB e outras legendas.
A substituição ocorre após Flávio deixar o Brasil, em 27 de outubro, depois da derrota na eleição presidencial. Instalado em Miami, o senador prometeu continuar exercendo influência sobre as articulações da oposição, mas passou a enfrentar dificuldades para manter suas atividades parlamentares à distância.
Flávio ainda aparece como presidente da Comissão de Segurança Pública no sistema oficial do Senado. Mourão, que já comandou o colegiado anteriormente, deve assumir a função até o encerramento dos trabalhos legislativos deste ano.
A comissão não realiza reuniões desde setembro. A expectativa era de retomada dos trabalhos após o segundo turno das eleições, mas a saída de Flávio do país, na terça-feira, 27 de outubro, justamente quando o Senado retomava suas atividades, impediu a convocação de uma nova sessão. Como as reuniões costumam ser convocadas com pouca antecedência, não houve tempo para organizar um encontro antes da viagem do então presidente do colegiado.
O histórico de participação de Flávio também é marcado por ausências. Das 13 reuniões realizadas pela Comissão de Segurança Pública neste ano, o senador compareceu a apenas duas, em 28 de abril e 1º de setembro. A última participação ocorreu quando ele já estava em plena campanha à Presidência da República.
Naquela sessão, Flávio conduziu a votação de propostas relacionadas ao endurecimento de penas e à ampliação do porte de armas. A comissão aprovou pareceres de sua autoria sobre projetos que aumentam as punições para homicídios e lesões corporais cometidos contra agentes de segurança e integrantes de carreiras jurídicas, ampliam medidas de prevenção ao assédio e à violência sexual no transporte público e autorizam o porte de arma para integrantes da Defensoria Pública.
Desde então, o colegiado não teve mais reuniões, mas deve retomar os trabalhos com a eleição do novo presidente.
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A Secretaria de Patrimônio da União, órgão do Ministério de Gestão e Inovação em Serviços Públicos responsável por gerir os imóveis do governo federal, suspendeu os registros de quatro imóveis do advogado Willer Tomaz Ilha Comprida, em Angra dos Reis (RJ).
Willer é investigado no Supremo Tribunal Federal (STF) junto com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) por suspeitas de lavagem de dinheiro. As informações são do g1.
Leia maisOs quatro imóveis estão localizados na Ilha Comprida. Um desses imóveis é o que foi reivindicado pelo jogador de futebol Richarlison. A medida atende a uma representação administrativa da deputada federal Tábata Amaral (PSB-SP).
O caso chamou atenção especialmente durante as eleições, quando o atacante do Tottenham acusou o senador e então candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) de envolvimento na disputa por conta da sua amizade com Willer Tomaz.
Segundo a SPU, “a suspensão temporária visa restringir eventuais transferências de posse dos imóveis da União nos quais as edificações foram construídas”.
O órgão apura irregularidades no processo que autorizou Willer Tomaz a ocupar o terreno em Ilha Cumprida. Um dos pontos é o registro que mostra que a autorização para a transferência dos direitos ao advogado foi emitida sem verificação de regularidade quanto às obrigações do ocupante perante a União.
A solicitação para ocupação teria sido feita às 11h e 33min do dia 11 de julho 2022 e autorizada às 13h e 13min, menos de 2 horas depois.
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O presidente da Câmara de Arcoverde, vereador Luciano Pacheco (MDB), compartilhou nas redes sociais, nesta sexta-feira (6), um registro de sua participação em um ato em defesa dos usuários do Sistema de Assistência à Saúde dos Servidores do Estado de Pernambuco (Sassepe). Na publicação, ele afirmou que servidores estaduais vêm enfrentando dificuldades para ter acesso à assistência e disse que continuará cobrando melhorias no atendimento. “Não podemos aceitar que servidores estaduais, que contribuem mensalmente, continuem enfrentando dificuldades para ter acesso à assistência que é um direito deles”, escreveu.
Uma carta que defende a proibição das plataformas de apostas on-line, conhecidas como bets, já reúne 4.264 assinaturas de médicos de todo o país. O documento contabilizava adesões de profissionais das 27 unidades da Federação até quinta-feira (5), sendo 1.246 psiquiatras e residentes e 3.018 médicos de outras especialidades.
Os profissionais pedem ao Congresso Nacional que transforme em lei a proibição das apostas, atualmente prevista na Medida Provisória (MP) 1.394/2026. A reivindicação inclui o fim da publicidade e dos patrocínios ligados ao setor, sem períodos de transição ou flexibilização. As informações são do TVT News.
Leia maisOs signatários também solicitam ao Supremo Tribunal Federal (STF) que mantenha a validade da medida enquanto o Legislativo discute o tema.
Na carta, os profissionais afirmam que a regulamentação das apostas não foi suficiente para proteger pessoas que desenvolveram transtorno do jogo. Segundo os relatos, pacientes atendidos pelos médicos enfrentam endividamento, perdas financeiras, rompimento de vínculos familiares e sociais e até tentativas de suicídio.
O documento destaca que a exposição constante à publicidade e a oferta ilimitada de apostas dificultam o controle individual, especialmente entre pessoas que já desenvolveram comportamento compulsivo.
Os médicos também defendem maior fiscalização das plataformas e dos meios de pagamento utilizados nas operações, além da ampliação da assistência em saúde mental pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Dados do Ministério da Saúde citados na carta apontam crescimento de aproximadamente 140% nos atendimentos do SUS relacionados ao jogo patológico e a problemas com apostas entre 2018 e 2025.
O documento também apresenta dados da Secretaria de Prêmios e Apostas, segundo os quais os apostadores perderam R$ 37 bilhões no mercado regulado de bets em 2025.
Além da proibição das plataformas, os signatários cobram a investigação de possíveis vantagens recebidas de parlamentares por empresas de apostas. O pedido envolve políticos que atuaram pela legalização e regulamentação do setor ou que defendem a retomada das atividades.
A carta conta com apoio institucional da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia e da Sociedade de Pediatria do Distrito Federal.
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A FliportoArte realiza sua segunda edição entre os dias 12 e 15 de novembro, das 13h às 21h, na Galeria Janete Costa, no Parque Dona Lindu, no Recife. Com o tema “Vento”, a feira reunirá 41 estandes e 230 artistas, além de galerias, coletivos, artistas independentes e comunidades tradicionais. A edição homenageia a artista pernambucana Ana Lira.
Idealizada por Antônio Campos, com direção executiva de Anna Guerra e curadoria de Mariana Leme, a FliportoArte propõe integrar diferentes linguagens e territórios por meio da arte contemporânea, literatura e pensamento, além de promover a circulação de obras e o contato com o mercado de arte.
O Senado do Paraguai aprovou, nesta sexta-feira (6), o impeachment do presidente Santiago Peña, em meio ao escândalo envolvendo o fechamento do banco Ueno.
A destituição do presidente foi aprovada pelos 44 senadores presentes na sessão. A Casa é composta por 45 cadeiras, mas um dos parlamentares não compareceu. As informações são do g1.
Leia maisA crise política no Paraguai começou após a quebra do banco digital Ueno. A instituição deixou milhões de clientes sem acesso às próprias contas. O caso provocou protestos em Assunção e aumentou a pressão sobre o governo de Peña.
Peña passou a ser alvo de acusações por causa de seus vínculos empresariais com o grupo controlador do Ueno. O presidente manteve participação na holding ligada ao banco até março de 2025.
O Banco Central paraguaio interveio no banco após identificar problemas em operações de crédito e irregularidades na contabilização de ativos. O órgão regulador também apontou que a instituição não tinha capital suficiente para continuar funcionando.
Na última quinta-feira (5), o presidente anunciou que renunciaria ao cargo. Ele afirmou que queria preservar a estabilidade do país e as instituições democráticas. A decisão, porém, não encerrou o processo de impeachment.
Os parlamentares decidiram manter o julgamento. A saída voluntária de Peña poderia garantir a ele uma cadeira vitalícia no Senado e imunidade parlamentar.
O Ministério Público também abriu investigações criminais sobre o caso. As apurações envolvem Peña, o vice-presidente Pedro Alliana e autoridades do Banco Central.
Com a saída oficial de Peña, Alliana deverá assumir a Presidência e completar o mandato, previsto para terminar em agosto de 2028. A posse, no entanto, ainda precisa ser marcada.
Do lado de fora do palácio do Congresso paraguaio, na Plaza de Armas, em Assunção, um multidão de manifestantes comemorava a decisão.
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A cerimônia de entrega da 22ª edição do Prêmio Engenho de Comunicação será realizada na próxima terça-feira (10), em Brasília, com a premiação de profissionais e veículos em nove categorias. O evento, exclusivo para convidados, também fará uma homenagem à jornalista e radialista Mara Régia, da Rádio Nacional/EBC. A comissão julgadora é presidida pelo ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, e conta ainda com Giselle Ferreira, Bruno Nalon, Elisa Bruno e Eliziane Carvalho.
Criado pela jornalista Kátia Cubel, o prêmio reconhece trabalhos e profissionais do jornalismo produzido a partir da capital federal. “É a justa celebração do Jornalismo e de seus princípios: a liberdade de Imprensa, ética, transparência, cidadania e democracia”, afirmou a presidente do Prêmio Engenho. Em cada uma das nove categorias, um dos três finalistas será anunciado vencedor durante a cerimônia.
Leia maisFINALISTAS 2026
COBERTURA DE BRASÍLIA
ANALISTA DE CONJUNTURA
COLUNISTA
ÂNCORA DE RÁDIO
PROGRAMA DE RÁDIO
ÂNCORA DE TV
PROGRAMA DE TV
JORNALISTA DO ANO
VEÍCULO DO ANO
HOMENAGEM DO ANO
O jornalista Chico José, ex-repórter da TV Globo, será homenageado com o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Regional do Cariri (Urca), sediada no Crato, no Ceará. A homenagem reconhece a trajetória profissional do jornalista e é destacada pelo Instituto Cultural do Cariri.
O clubes Rotary de Caruaru realiza, neste sábado (7), a partir das 13h, uma feijoada solidária na Chácara Kikorium, no Sítio Barbatão, com o objetivo de arrecadar recursos para a compra de uma cadeira de rodas. O evento terá apresentações de Irah Caldeira e Cheiro de Sanfona, além de participações especiais de Nerilson Buscapé, Onildo Almeida, Totonho, João Lacerda, As Fulô, Joana Angélica e Humberto Bonny. O ingresso custa R$ 100 por pessoa e dá direito a feijoada e churrasco à vontade.
Se o leitor não conseguiu acompanhar o tributo do Sextou à cantora, compositora e pianista Angela Ro Ro, não se preocupe. Clique aqui e confira. Está incrível!
