Em reunião liderada pelo presidente do Partido Progressistas, deputado federal Eduardo da Fonte, e seu vice, o também deputado federal Lula da Fonte, a bancada completa do PP se reuniu para fazer um balanço geral das eleições e celebrar o resultado que a legenda teve.
Ao todo, 538.306 pernambucanos votaram para prefeito e 472.417 para vereador, somando 1.010.723 votos. É a segunda eleição consecutiva em que o PP atinge essa marca expressiva. Em 2022, foram 681.164 votos para deputados federais e 738.630 para estaduais, totalizando 1.419.794 votos.
“Esses resultados são fruto do trabalho incansável da nossa bancada, sempre em sintonia com as demandas do povo pernambucano. Continuaremos firmes, buscando melhorias e representando com responsabilidade nossos eleitores”, afirmou Eduardo da Fonte.
Déa Lúcia Amaral, mãe do humorista Paulo Gustavo, que morreu em 2021 por complicações da covid-19, pediu votos para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e criticou o senador Flávio Bolsonaro (PL), adversário do petista na disputa presidencial de 2026.
Em vídeo publicado no perfil de Lula nas redes sociais, ela relembrou a morte do filho e responsabilizou o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pela demora na chegada das vacinas contra a doença. As informações são do Poder360.
“Essa vacina deveria ter vindo antes, muito tempo antes”, declarou Déa. Segundo ela, Paulo Gustavo demonstrava preocupação com a covid-19 e insistia na necessidade de imunização. “Essa vacina tem que chegar, essa vacina tem que chegar, essa vacina tem que vir”, disse, ao reproduzir as falas do filho. “E não deu tempo. O governo foi negligente”, declarou.
Ao criticar a condução da pandemia pelo governo Bolsonaro, Déa declarou sentir raiva ao recordar as manifestações do então presidente sobre a doença. “E o governo ria, o nosso presidente ria. Isso daí eu falo com ódio. Ele ria”, declarou.
A mãe do humorista pediu mobilização nas urnas em favor de Lula. “Flávio é retrocesso. Se eu olhar o sobrenome, me dá arrepio. Gente, mudar para aquele passado terrível vai destruir o nosso futuro. A gente precisa sair de casa e votar. Vamos com Lula, gente, pelo amor de Deus! Temos que votar”, afirmou Déa.
Paulo Gustavo morreu em 4 de maio de 2021, aos 42 anos, depois de ficar internado por mais de 50 dias em decorrência da doença.
Brasileiros pedem R$ 173 bi emprestados para comprar carro
Crise, que crise? Segundo o Banco Central, R$ 173 bilhões foram concedidos pelos bancos para a compra de veículos entre janeiro e julho de 2026. A maior parte foi destinada a pessoas físicas. O valor já supera os cerca de R$ 150 bilhões registrados no mesmo período de 2025 e 2024. Diante do avanço do financiamento, manter uma vida financeira saudável passa por avaliar não apenas a capacidade de assumir uma nova parcela, mas também o impacto dela no orçamento dos próximos meses. Quando há atraso nos pagamentos, uma das consequências pode ser a busca e apreensão do veículo financiado. O procedimento pode ocorrer quando o consumidor deixa de pagar as parcelas previstas em contrato, permitindo que a instituição credora solicite a retomada do bem dado como garantia na operação.
Antes que isso aconteça, porém, na maioria dos casos, é possível buscar uma negociação da dívida com a instituição financeira. O tema é especialmente relevante no cenário brasileiro atual. No país, o financiamento é uma das principais formas de compra de veículos, de acordo com dados divulgados em janeiro de 2026 pela B3. Em 2025, um total de 7,2 milhões de unidades foram financiadas, sendo 4,6 milhões de veículos usados e 2,6 milhões de novos. Em geral, nos contratos de financiamento com alienação fiduciária, em que um bem é apresentado como garantia de pagamento, o veículo permanece vinculado ao credor até a quitação integral da dívida.
Ou seja, embora o consumidor use o carro ou a moto para circular normalmente, na prática, o bem ainda não é totalmente seu até a quitação. “A alienação fiduciária é um mecanismo que oferece segurança para a concessão do crédito. Quando ocorre inadimplência, a legislação prevê procedimentos para que o credor possa recuperar o bem objeto da garantia”, explica Claudia Andrade, diretora de Cobrança da Recovery, empresa do Grupo Itaú e plataforma especialista em recuperação de crédito no Brasil.
Com quantas parcelas em atraso o veículo pode ser apreendido? Não existe um número mínimo de parcelas definido em lei para que o processo seja iniciado. O que determina a possibilidade de cobrança é a inadimplência contratual. Por isso, é importante que o consumidor leia o contrato e acompanhe qualquer comunicação enviada pela instituição credora. “A recomendação é que o consumidor trate da situação de inadimplência logo nos primeiros sinais de dificuldade financeira, pois isso amplia as possibilidades de negociação e evita que o veículo seja apreendido”, afirma Claudia.
O que é busca e apreensão de veículo financiado?
A busca e apreensão é um procedimento usado por credores para recuperar veículos com contratos em atraso. Quando o consumidor não cumpre as condições do financiamento, o credor pode adotar medidas para reaver o bem e usar o valor obtido com a venda na redução ou quitação do saldo devedor. Recentemente, o Marco Legal das Garantias (Lei nº 14.711/2023) passou a permitir a retomada extrajudicial de veículos financiados, desde que prevista em contrato e observados os requisitos legais. A regulamentação específica para veículos ficou a cargo do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), por meio da Resolução nº 1.018/2025. Além disso, adotou-se a notificação eletrônica, para que o devedor inadimplente tome ciência do processo.
O que acontece após a apreensão do veículo? O veículo passa por procedimentos de avaliação e pode ser destinado à venda ou leilão. O valor arrecadado é utilizado pelo credor para abater a dívida existente, mas isso não significa que o débito será encerrado automaticamente. Caso o valor obtido com a venda seja inferior ao saldo devedor total, incluindo juros, encargos e despesas previstas em contrato, o consumidor deverá pagar a diferença. Por outro lado, quando há saldo excedente após a quitação integral da dívida e dos custos envolvidos, a legislação prevê sua devolução ao devedor.
Como evitar a busca e apreensão do veículo?
Não ignore os primeiros atrasos nas parcelas e entre em contato com o credor quando identificar dificuldades financeiras. Além disso, solicite informações atualizadas sobre o saldo devedor e avalie sua capacidade real de pagamento antes de fechar acordos. Por fim, formalize todas as negociações por escrito e guarde comprovantes e documentos relacionados ao financiamento.
É possível negociar a dívida depois da apreensão?
Depende do momento do processo. Enquanto o veículo ainda não foi vendido, a única forma de reavê-lo é por meio da purgação da mora, ou seja, o pagamento integral do débito em atraso, com os respectivos juros, encargos e despesas. Já se o bem já tiver sido vendido e restar saldo devedor remanescente, esse valor pode ser negociado com o credor. Por isso, o consumidor deve acompanhar a evolução do processo, manter seus dados atualizados junto ao credor e solicitar esclarecimentos sobre eventuais acordos.
Jetour S08: geladeira, aquecedor e bancos com massagem – A chinesa Jetour apresenta mais uma novidade para seu portfólio brasileiro: o S08, primeiro SUV híbrido plug-in (PHEV) de sete lugares da marca. Ele é capaz de gerar 339cv (249 kW) de potência total instalada e 52 kgfm de torque. O S08 chega exclusivamente numa configuração premium de sete lugares e é o quinto lançamento da empresa no mercado brasileiro, de um total de seis novidades (o sexto será o G700). O porte é um de seus grandes destaques. São 4.810 mm de comprimento, 1.930 mm de largura, 1.705 mm de altura e 2.820 mm de entre-eixos, além de 180 mm de altura livre do solo. Os ângulos de entrada e saída são de 20° e 22°, respectivamente.
O veículo possui o melhor entre-eixos de sua categoria e faixa de preço (R$ 260 mil). Segundo a marca, privilegia o conforto. A proposta de sete lugares foi desenvolvida para permitir diferentes usos do veículo no cotidiano. Com todas as fileiras em posição (sete lugares disponíveis), o compartimento de bagagens oferece 94 litros de capacidade. Com a terceira fileira rebatida (cinco lugares disponíveis), são 658 litros e cerca de 1 metro de comprimento disponível na área do porta-malas. Mantendo apenas os bancos dianteiros em posição (dois assentos disponíveis), a capacidade chega a 1.708 litros, com aproximadamente 2 metros de comprimento disponíveis para acomodar objetos. Há, ainda, 41 porta-objetos distribuídos pela cabine. A versatilidade é reforçada pelas 32 configurações possíveis dos bancos. As segunda e terceira fileiras de banco contam com acionamentos elétricos, e o Easy Entry permite rebater eletricamente o banco direito (atrás do passageiro) da segunda fileira para facilitar o acesso aos últimos assentos (terceira fileira). Quatro configurações são pré-programadas: Parking Sofa, Travel Pallet, Home Bed e Driver Bed. Na primeira, os bancos dianteiros ficam reclinados; o Travel Pallet rebate os assentos traseiros para ampliar o espaço de carga; o Home Bed combina bancos dianteiros reclinados e traseiros rebatidos para criar uma grande área de descanso; e o Driver Bed cria uma posição destinada ao motorista. Os bancos dianteiros possuem aquecimento, ventilação, memória, sucção de ar e massagem em dez pontos.
Geladeira, aquecedor ou esterilizador – A proposta de conforto do S08 vai além da quantidade de equipamentos. A Jetour buscou fazer da cabine um ambiente capaz de assumir diferentes funções durante a utilização do veículo. Um equipamento pouco convencional está no console central: um compartimento de 6,4 litros, capaz tanto de refrigerar quanto de aquecer. Nesse espaço a temperatura pode chegar a — 6,6°C no modo de refrigeração e até 50°C no aquecimento, além de haver sistema de esterilização por luz UV (muito conveniente, especialmente para famílias com filhos pequenos).
O sistema tem também a função de retenção de temperatura por até 24h (quente ou frio). O sistema multimídia utiliza uma tela LCD de 15,6 polegadas, com movimentação de até 20° em direção ao motorista ou ao passageiro e menu específico para quem ocupa o banco dianteiro direito. O quadro de instrumentos é digital, com tela LCD de 10,25 polegadas. Há espelhamento Apple CarPlay e Android Auto sem fio, comando de voz para quatro zonas, carregador por indução refrigerado de 50 W, quatro portas USB e sistema de áudio com 12 alto-falantes, surround e subwoofer. O ar-condicionado é automático de duas zonas, com climatização traseira independente e saídas dedicadas para a segunda e terceira fileiras. O sistema também conta com recursos como ionizador, filtro CN95 e detecção de CO na cabine.
Adas nível 2 completo – O modelo traz um amplo pacote de assistências à condução, com Adas nível 2 completo. Entre os sistemas estão controle de cruzeiro adaptativo, assistência em congestionamentos, assistente de cruzeiro integrado, frenagem autônoma de emergência, alertas de colisão frontal e traseira, assistente de manutenção e alerta de saída de faixa, monitoramento de ponto cego, alerta de tráfego cruzado traseiro e aviso de abertura de portas. Um dos destaques é o sistema de câmeras com visualização panorâmica de 540°, que combina a visão ao redor do veículo com uma representação da área abaixo da carroceria para auxiliar o motorista durante manobras.
O sistema híbrido plug-in do S08 é formado por um motor 1.5 TGDI a gasolina que desenvolve 135 cv (99 kW) e 20,4 kgfm de torque, associado a um motor elétrico dianteiro de 204 cv (150 kW) e 31,6 kgfm. A potência total instalada é de 339 cv (249 kW), enquanto o torque total instalado chega a 52 kgfm. Com o conjunto, o SUV acelera de 0 a 100 km/h em 8,4 segundos. O consumo elétrico no Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular é de até 30,5 km/l/e. O alcance homologado em modo 100% elétrico é de 62 km, com classificação “A” de eficiência energética. Com o tanque de 70 litros completo e a bateria totalmente carregada, o S08 pode percorrer até 1.200 km sem a necessidade de abastecer ou recarregar.
Linha Duster ganha nova versão de entrada – A Renault acaba de reforçar a linha Duster com o lançamento da nova versão Zen Plus 1.6, uma configuração desenvolvida para brigar numa faixa de mercado em torno dos R$ 100 mil, competitiva para clientes que desejam entrar no universo dos SUVs — e que ofereçam alguma robustez, praticidade e espaço. O preço sugerido para ela é de R$ 108 mil. A nova versão Zen Plus preserva todas as características do Duster. A começar pelo motor 1.6 SCe flex (neste caso, associado ao câmbio manual de cinco marchas).
Assim como as demais versões da linha, o Duster Zen Plus traz itens importantes de segurança e conforto, como seis airbags, controles eletrônicos de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, direção elétrica, sistema Stop & Start, faróis com assinatura em LED e grade frontal com acabamento em preto brilhante. No interior, a versão conta com bancos revestidos em tecido com tons preto e cinza, com detalhes em azul nas costuras. Detalhes na cabine em cromado reforçam o design da versão, preparada para diferentes tipos de uso cotidiano. O SUV oferece excelente espaço interno e um dos maiores compartimentos de bagagem da categoria, com 475 litros de capacidade. O Duster também preserva sua reconhecida aptidão para enfrentar diferentes tipos de terreno. Com 237mm de altura do solo, além dos melhores ângulos de entrada e saída da categoria, o SUV entrega a robustez que se tornou uma de suas principais marcas ao longo de sua trajetória no mercado brasileiro.
Ficha técnica
Motor 1.6 SCe flex
Câmbio manual
Seis airbags
Controle eletrônico de estabilidade
Controle eletrônico de tração
Assistente de partida em rampa
Direção elétrica
Faróis com DRL em LED
Grade frontal em preto brilhante
Rodas de 16″
Sistema Stop & Start
Ar-condicionado
Chegou o Mercedes-AMG GLC 53 4MATIC+ – A Mercedes-Benz brasileira acaba de anunciar a estreia no Brasil de mais um modelo de alta performance: o Mercedes-AMG GLC 53 4MATIC+, disponível nas versões SUV e cupê. Os veículos combinam a versatilidade e o desempenho da família GLC cp, a motorização eletrificada, tecnologias avançadas de condução e um design bastante esportivo. Ambas já estão disponíveis pelos preços públicos sugeridos de R$ 730 mil e R$ 750 mil. As duas versões são equipadas com motor de seis cilindros em linha de 3,0 litros e sistema híbrido leve de 48 V, que entrega 449 cv de potência e 61,2kgfm de torque.
O conjunto permite acelerar de 0 a 100 km/h em 4,2 segundos e alcançar velocidade máxima de 250 km/h, tanto na configuração SUV quanto na cupê. O visual dele, claro, reforça sua identidade de alta performance: na dianteira, a grade específica AMG, o logo histórico no capô e os para-choques esportivos AMG. Na traseira, o difusor exclusivo e as ponteiras de escapamento duplas e redondas. As opções de rodas AMG incluem conjuntos de 20 e 21 polegadas. Na versão SUV, duas diferenças – além da visual: nas dimensões e na capacidade de carga o SUV possui porta-malas de 620 a 1.680 litros, enquanto o cupê oferece de 545 a 1.490 litros.
Performance e controle – O novo Mercedes-AMG GLC 53 4MATIC+ conta com suspensão que permite adequar o comportamento do veículo a diferentes condições e preferências de condução. O eixo traseiro esterçante contribui para a agilidade em manobras e para a estabilidade em velocidades mais elevadas, enquanto a tração integral 4MATIC+ auxilia na distribuição da força entre os eixos. No interior, haja conforto e conectividade. Entre os principais itens estão os assentos esportivos, o display do motorista de 12,3 polegadas, a central multimídia MBUX de 11,9 polegadas e o sistema de som Burmester 3D Surround Sound.
O pacote de série também inclui teto solar panorâmico deslizante, ar-condicionado Thermotronic de quatro zonas, luz ambiente, carregamento sem fio para smartphones e integração com Apple CarPlay e Android Auto. O volante AMG conta com botões satélites, que permitem acessar com rapidez as principais funções e configurações de condução. O pacote de tecnologias inclui assistente ativo de direção, assistente ativo de manutenção de faixa, sensor dianteiro de tráfego cruzado e câmera 360°. Os automóveis contam ainda airbag central, faróis LED de alta performance, assistente de farol alto etc. Com a chave digital, o cliente pode utilizar o próprio smartphone como chave do veículo por meio da tecnologia NFC, garantindo uma experiência ainda mais moderna e conectada.
Legislação de trânsito – O bloqueio de bens de motoristas sob efeito de álcool ou drogas que causarem acidentes com vítimas poderá vir a ser uma realidade. O Projeto de Lei 2759/26 tem como objetivo garantir recursos para pagar despesas médicas, indenizações e outros custos do acidente – inclusive o funeral. A iniciativa, ainda no começo da tramitação, prevê que a polícia e o Ministério Público poderão pedir à Justiça esse bloqueio dos bens antes mesmo do fim do inquérito policial. Basta existir elementos concretos que comprovem a embriaguez. O juiz deverá analisar o pedido com prioridade.
Entre os bens que poderão ser bloqueados estão imóveis; contas bancárias; veículos; criptoativos; e outros. Os valores bloqueados deverão ser usados, prioritariamente, para pagar despesas médicas, hospitalares e de reabilitação da vítima; custear tratamento psicológico; pagar indenizações por danos materiais e morais; e cobrir despesas com funeral. Se a vítima morrer ou ficar permanentemente incapacitada, o juiz poderá fixar pensão provisória mensal. O pagamento será feito com os valores bloqueados cautelarmente. A proposta é do deputado Vanderlan Alves (Solidariedade-CE). À Agência Câmara, ele afirmou que a medida pretende evitar que o culpado oculte seu patrimônio para não pagar indenizações. “O governo brasileiro não pode permitir que vítimas fiquem abandonadas enquanto o responsável preserva integralmente seu patrimônio”, defende Alves. E mais: o projeto garante prioridade na tramitação dos processos judiciais quando o acidente com motorista embriagado causar morte ou invalidez permanente da vítima.
Por que o GPS do carro não serve para um caminhão? – Digitar o endereço e seguir a rota mais rápida. Para quem dirige um carro de passeio, essa lógica costuma funcionar. Para quem está ao volante de uma carreta, o caminho indicado pelo celular pode terminar em uma rua onde caminhões não podem circular, em uma restrição de horário ou em um trecho incompatível com o veículo. A diferença está nas variáveis que precisam entrar no cálculo. Dimensões e peso do conjunto, número de eixos, restrições à circulação de veículos pesados, horários permitidos e possibilidade de manobra podem mudar completamente o trajeto. O próprio Waze informa em sua central de ajuda que não oferece suporte à navegação para caminhões.
São Paulo é um exemplo dessa complexidade. A capital mantém áreas e vias com regras específicas para veículos de carga, como a Zona de Máxima Restrição de Circulação (ZMRC), onde há horários em que os caminhões não podem circular, além das exceções previstas na regulamentação. “Quando você está de carro, errar uma entrada normalmente significa recalcular a rota e perder alguns minutos. Com uma carreta, pode significar chegar a um lugar onde não há espaço para avançar ou fazer uma manobra, além de rodar quilômetros a mais para corrigir o caminho. Para o caminhoneiro, saber se pode passar é tão importante quanto saber como chegar”, afirma Leonardo Busin, sócio do Parada Top.
Acertar a rota é só uma parte da viagem – Mesmo quando o caminho está definido, outras decisões continuam pela frente. Quem passa dias na estrada precisa saber onde abastecer, estacionar, cumprir o período de descanso e encontrar uma oficina, borracharia, auto elétrica e guincho capaz de atender um veículo pesado. A infraestrutura formal ajuda a mostrar o tamanho desse desafio. Segundo dados do Ministério dos Transportes reunidos pelo Parada Top, o Brasil possui cerca de 190 locais reconhecidos como Pontos de Parada e Descanso, distribuídos por mais de 40 rodovias federais e aproximadamente 145 municípios em 23 estados. Fora desses pontos, há uma extensa rede privada de postos, estacionamentos, restaurantes, oficinas e outros estabelecimentos que fazem parte da rotina dos profissionais. Encontrá-los, especialmente em uma região desconhecida, ainda depende muito da experiência e da troca de informações entre motoristas.
Ferramentas – É justamente nessa outra camada da viagem que começam a ganhar espaço ferramentas voltadas à rotina profissional de quem vive na estrada. Alguns, como o Parada Top, por exemplo, reúne motoristas, transportadoras, postos, paradas e prestadores de serviços em um mesmo ambiente digital, permitindo localizar estabelecimentos e serviços relacionados ao transporte, além de acessar oportunidades de frete e trabalho.
“Quem está há muitos anos na estrada constrói seu próprio mapa mental. Sabe onde parar, onde encontra estrutura e a quem recorrer quando surge um problema. A tecnologia pode ajudar a organizar essas informações e fazer com que esse conhecimento não dependa apenas de anos de experiência ou do boca a boca”, diz Leonardo Busin. No fim, um carro e uma carreta podem ter exatamente o mesmo destino. O caminho e as informações necessárias para chegar até ele é que são diferentes.
Yamaha aluga motos também no Nordeste – A Blustar, empresa do Grupo Yamaha Motor do Brasil dedicada à locação de motocicletas, amplia sua atuação no Nordeste com unidades em Fortaleza (CE), Maceió (AL), Teresina (PI) e São Luís (MA), operadas pela Mundo Sam. A expansão também inclui uma nova operação em Caruaru (PE), por meio da concessionária Moto Arte. A iniciativa faz parte do plano da Blustar de alcançar 23 pontos autorizados em todo o Brasil até o fim de 2026. Esse avanço acontece em uma região que concentra cerca de 11,5 milhões de motocicletas e similares em circulação, o equivalente a quase 30% da frota nacional, segundo dados mais recentes da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran).
No segmento de locação, o Nordeste encerrou 2025 com cerca de 16,8 mil motocicletas nas frotas das locadoras, de acordo com o Anuário Brasileiro do Setor de Locação de Veículos 2026, da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (ABLA). A Blustar opera por meio de um modelo de franquias integrado à rede de concessionárias Yamaha. A empresa atende tanto consumidores que buscam uma alternativa à compra da motocicleta para uso pessoal quanto profissionais que utilizam o veículo como ferramenta de trabalho. Em um único contrato, estão incluídos seguro, cobertura para terceiros, IPVA, licenciamento, manutenção preventiva, assistência 24 horas, rastreador e acessórios antifurto. Nesta primeira fase, a Yamaha Factor 150 é o modelo disponível para locação. A Blustar conta com planos mensal e anual, com diárias a partir de R$ 49 e pagamentos realizados semanalmente.
Yamaha a linha 2027 das YZ85LW e PW50; confira preços – As motocicletas Yamaha YZ85LW e PW50 acabam de chegar à linha 2027 no Brasil. A PW50, porta de entrada para as crianças começarem no mundo off-road, ganhou novos grafismos; a YZ85LW, moto especialmente projetada para jovens pilotos com rodas maiores para transição com confiança, recebeu novos grafismos e diversas melhorias.
YZ85LW
Modelo é preparado para a próxima fase do motocross, sendo especialmente projetada para jovens pilotos que estão prontos para subir de nível e querem uma moto mais próxima das “grandes” do motocross. Com rodas maiores, motor 2 tempos de alto desempenho e suspensões totalmente ajustáveis, ela é a escolha ideal para quem busca performance em competições e treinos sérios. Vem equipada com rodas maiores: aro 19 na dianteira e aro 16 na traseira. Essa configuração melhora a estabilidade e a tração em terrenos acidentados, além de facilitar a transição para motos maiores. Nela, os rolamentos da roda dianteira foram substituídos por modelos com vedação a óleo para facilitar a manutenção e aumentar a confiabilidade.
O motor 2 tempos de 85 cc com refrigeração líquida é equipado com um sistema YPVS que amplia a faixa útil de potência ao otimizar o torque em baixos e médios giros, sem comprometer o desempenho em altas rotações, com transmissão de seis velocidades. Para a linha 2027, a YZ85LW recebeu novo conjunto de admissão com válvula VForce4R. Com isso, os ajustes do YPVS e a revisão da carburação ampliam a faixa útil do motor. A entrega de potência fica mais linear e previsível, exigindo menos trocas de marcha e uso da embreagem, algo especialmente importante para pilotos jovens em evolução. A nova embreagem e o acelerador de ação rápida proporcionam resposta mais direta aos comandos do piloto.
O resultado é maior controle nas largadas e acelerações, além de melhor saída de curva. As revisões nos suportes do motor e da balança otimizam a rigidez do chassi, melhorando a estabilidade na pilotagem, a percepção do terreno e confiabilidade. Essas mudanças aumentam a confiança em curvas rápidas, grandes ondulações e aterrissagens de saltos. Além disso, a Yamaha YZ85LW agora está equipada com o mesmo protetor de guidão utilizado nos modelos da linha YZ de categoria superior. O preço sugerido de R$ 50 mil não inclui frete e seguro de frete.
PW50 2027
Moto pensada para tornar a pilotagem mais fácil e divertida. Além do limitador de aceleração, que permite ajustar a velocidade máxima, o chassi compacto com suspensão super macia e a baixa altura do assento garantem uma pilotagem confortável com mínimo esforço. Para 2027, traz um visual renovado com grafismo inspirado em modelos consagrados do motocross, como a YZ450F. A ideia é conectar o apelo visual do mundo competitivo ao modelo de entrada, mantendo sua herança de diversão, simplicidade e controle.
O motor 2 tempos de 50 cc e a transmissão totalmente automática oferecem aceleração suave. Compacta o suficiente para caber no porta-malas de um carro ou na caçamba de uma picape, a leve PW50 é fácil de transportar — e com a reconhecida qualidade da Yamaha, essa minimoto é ideal para proporcionar anos de diversão para toda a família. O motor refrigerado a ar da PW50 foi desenvolvido especificamente para atender às necessidades dos pilotos mais jovens. Com respostas rápidas e suaves, sua transmissão automática permite uma condução fácil e intuitiva — basta girar o acelerador. Além disso, a simplicidade mecânica faz desta minimoto um modelo fácil de manter. O preço de R$ 20 mil não inclui frete e seguro de frete.
Saiba o que define a escolha do carro 1.0 ideal – Na hora de comprar um carro 1.0, a primeira pergunta costuma ser a mesma: qual faz mais quilômetros por litro? Embora o consumo ainda seja um dos principais critérios de escolha, especialistas afirmam que é importante avaliar outros atributos. Nos últimos anos, os modelos 1.0 deixaram para trás a imagem de “carro popular”. Além de mais eficientes, passaram a oferecer recursos de tecnologia, conforto e segurança que antes eram exclusivos de categorias superiores.
Com isso, escolher o modelo ideal passou a exigir uma análise mais ampla, que envolve desde o perfil do motorista até os custos de manutenção ao longo dos anos. “O consumidor mudou bastante. Hoje ele procura economia, mas também valoriza inovação, praticidade e proteção. Por isso, a escolha deve considerar como o carro será utilizado no dia a dia, e não apenas o consumo informado pelo fabricante”, explica Daniel Pereira, diretor comercial da Saga Tudo Chevrolet.
Entenda como será o uso do carro
A primeira pergunta não deveria ser qual é o carro mais econômico, mas sim como ele será utilizado. Quem enfrenta trânsito diariamente ou precisa estacionar em espaços reduzidos, por exemplo, costuma se adaptar melhor aos modelos hatch, que corresponde a um modelo de veículo com traseira mais curta e reta. Já famílias maiores ou pessoas que viajam com frequência devem considerar fatores como espaço interno e capacidade do porta-malas. “Cada motorista possui uma necessidade diferente. O carro ideal para quem circula apenas na cidade pode não ser o mais adequado para quem viaja constantemente. Entender a rotina é o primeiro passo para fazer uma boa escolha”, afirma Daniel.
O menor preço nem sempre representa a melhor compra
Outro erro comum é avaliar apenas o valor de compra do veículo. Custos como seguro, revisões, disponibilidade de peças e assistência técnica também influenciam diretamente no orçamento ao longo do tempo. “O consumidor deve olhar para o custo total de propriedade. O valor do seguro, as revisões programadas, a rede de atendimento da marca e até as opções de financiamento fazem diferença na experiência de quem ficará vários anos com o veículo”, destaca. Segundo Daniel, modelos consolidados no mercado costumam reunir características valorizadas pelos consumidores, como baixo consumo, manutenção acessível e boa liquidez na revenda.
Segurança deve entrar na lista de prioridades
Se antes os carros 1.0 eram conhecidos pela simplicidade, hoje itens como controle eletrônico de estabilidade, controle de tração e múltiplos airbags passaram a fazer parte de diversas versões. “Hoje esses equipamentos são indispensáveis. Segurança deve estar entre os primeiros critérios de avaliação, até antes de alguns itens de conforto”, ressalta o especialista.
Avalie antes de comprar
Promoções e condições especiais de financiamento costumam atrair a atenção do consumidor, mas nem sempre representam o melhor negócio. “Vale fazer um test-drive, comparar versões e entender todos os custos envolvidos antes de tomar a decisão”, orienta Daniel. Segundo ele, também é importante analisar as diferentes modalidades de compra disponíveis, como financiamento, consórcio ou a utilização de um veículo usado como parte do pagamento.
Para o especialista, a permanência dos carros 1.0 entre os mais vendidos do país está ligada justamente à capacidade de acompanhar a evolução do mercado. “Poucos produtos fizeram parte da rotina de tantas famílias brasileiras. Os modelos mudaram, ganharam tecnologia, segurança e desempenho, mas continuam oferecendo aquilo que sempre foi valorizado pelo consumidor: economia e praticidade para o dia a dia”, reforça.
Renato Ferraz é especializado em jornalismo automobilístico. Além da coluna “De Bigu com a Modernidade”, também assina a “Multieixos”, no Correio Braziliense.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ultrapassou Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em popularidade digital após o primeiro turno das eleições, apesar da vantagem do senador nas urnas. Os dados são do IPD (Índice de Popularidade Digital), desenvolvido pela empresa de pesquisa e consultoria Quaest, e foram obtidos com exclusividade pela Folha.
O resultado aferido mostra uma virada do candidato à reeleição ante o rival — até então, o filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) liderava nas redes sociais.
Calculado por um algoritmo que coleta e processa 175 variáveis das plataformas Facebook, Instagram, X (ex-Twitter), TikTok, YouTube, Google e Wikipédia, o índice traz resultados que variam de 0 a 100 pontos.
O monitoramento feito de 4 a 15 de outubro mostra que o petista saltou de 70,7 pontos para 82,6 pontos. A performance de Flávio seguiu o caminho inverso: saiu de 80 pontos no domingo do primeiro turno para 76,4 pontos.
No IPD, são cinco métricas monitoradas: presença nas principais redes sociais; fama (visibilidade e alcance de conteúdo); engajamento; mobilização (compartilhamento e menções espontâneas); valência (razão entre reações positivas e negativas); e interesse (acessos e volume recente de buscas).
O algoritmo do cálculo pondera também o “ruído” das redes, principalmente de bots, para conseguir chegar ao mais próximo possível do comportamento real do eleitor.
Segundo Felipe Nunes, diretor da Quaest, desde 2020, tem havido um alto nível de correlação entre aquilo que o IPD mostra e o que a urna mostra. Para ele, o avanço de Lula nas redes sociais é explicado por um somatório de fatores, a começar pela guinada na comunicação do petista com a entrada dos deputados federais eleitos Ana Elisa (PT-MG) e André Janones (Rede-MG) na campanha. Ela, pela introdução de vídeos legendados, na vertical e em formato selfie; ele, pelo canal “Exército do Lula” no WhatsApp, com “missões” em outras plataformas.
A isso, se somam eventos que ocorreram fora do ambiente digital, como manifestações na Avenida Paulista (SP) e em Copacabana (RJ), além da aprovação do fim da escala 6×1 no Senado. “O indicador é uma sinalização de mudança de quadro. Sugere que Flávio perdeu a condição de favorito que ele sustentava no primeiro turno, muito pelo que chamamos de ‘wake-up call’, ou despertar, da campanha petista, depois do resultado das urnas”, diz o diretor da Quaest.
Do lado de Flávio, o pós do primeiro turno foi pontuado pelas declarações de apoio de presidenciáveis derrotados —Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Augusto Cury (Avante)— além do ex-presidente Michel Temer (MDB). O senador ainda foi autorizado a visitar o pai, em prisão domiciliar desde agosto do ano passado.
Os apoios, porém, surtiram pouco efeito na popularidade digital do postulante ao Planalto. Pelo contrário: houve um desengajamento da campanha do PL nas redes sociais, embora ainda permaneça perto do teto.
Nunes explica que, para o eleitor, o endosso dos presidenciáveis derrotados tem perdido importância ao longo do tempo, e o eleitorado tem optado por outros mecanismos, que não os tradicionais formadores de opinião, na hora de decidir o voto.
Outro fator que pesou na performance do senador foi o clima de “já ganhou” na base bolsonarista. Ele marcou 47,03% nas urnas e Lula, 45,16% –na história das eleições brasileiras, nunca um candidato que terminou atrás na primeira rodada venceu o pleito. Nos dados, foi como se parte dos agentes da campanha tivesse “tirado férias”, diz Nunes.
Daqui para frente, segundo ele, as métricas de engajamento e mobilização deverão ser as mais decisivas para o resultado final, sobretudo ao considerar o recorde de abstenções no primeiro turno, de 33,4 milhões.
“No IPD, há sinais de que Lula está conseguindo mobilizar eleitores no segundo turno e possivelmente aumentar a presença nas urnas. Flávio, que já tem uma base engajada há mais tempo, está estável. O eleitor de Lula está mais motivado, e é possível que isso impacte na eleição, porque pode provocar uma redução, mesmo que mínima, nas abstenções, o que já favoreceria a campanha de Lula em um cenário tão apertado.”
Na primeira Quaest do segundo turno, divulgada na quarta-feira (14), o senador marcou 46%, contra 44% de Lula –o que configura empate técnico dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para cima e para baixo.
No último levantamento Datafolha, de quinta-feira (15), nos votos válidos, em que são excluídos brancos e nulos, o senador tinha 51% ante 49% de Lula, configurando também empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.
O presidente do PT, Edinho Silva, afirmou ontem (17) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva buscará o confronto direto com Flávio Bolsonaro (PL) no debate da Band na noite deste domingo (18). O petista, que disputa a reeleição, passaou o sábado no Palácio da Alvorada se preparando para o encontro.
“O que nós mais queremos é o confronto direto. Nós queremos que o povo brasileiro possa saber o que representa o Flávio Bolsonaro, que mente o tempo todo”, afirmou Edinho, que é coordenador-geral da campanha de Lula.
O presidente do PT ainda disse que Lula representa o projeto que garante direito aos trabalhadores e o adversário o que tira direitos. “Esses projetos têm que ser confrontados amanhã”, disse. Edinho ainda destacou que Lula também irá ao debate da Globo na próxima sexta-feira.
“Vai participar do debate da Globo e nós queremos confrontar o projeto que o Flávio Bolsonaro defende de perda dos direitos. Nós vamos desmascarar todas as mentiras do Flávio Bolsonaro e queremos que ele se explique.”
Na manhã de ontem, estiveram com Lula no Alvorada, além de Edinho, o ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Sidônio Palmeira, o governador do Piauí, Rafael Fonteles, e o senador Camilo Santana (PT-CE).
O comando da preparação caberá a Sidônio. A estratégia do ministro é preparar Lula para discutir propostas e apresentar um presidente propositivo ao público. Interlocutores de Sidônio afirmam que Lula vai evitar ataques pessoais e centrar o embate nos riscos de cortes de programas sociais diante do “tesouraço” proposto por Flávio.
Também será feita a comparação com entregas do governo de Jair Bolsonaro. Lula deve falar de novas propostas, como o perdão de dívidas para MEIs e as promessas do programa Pé-de-Meia Universitários para estudantes de universidades públicas e de passe livre no transporte público aos finais de semana.
Lula contará mais uma vez no treinamento para os debates com o auxílio da jornalista Olga Curado, preparadora de candidatos que mistura princípios do aikido (arte marcial japonesa), psicologia, budismo e meditação.
A consultora já havia auxiliado o petista nas eleições de 2006 e 2022. Na disputa de 20 anos atrás, antes de um debate com Geraldo Alckmin, então candidato a presidente pelo PSDB, Olga deu uma chave de braço e tentou enforcar o então presidente da República no treino para o encontro. Em 2018, Olga Curado ajudou o então candidato do PT, Fernando Haddad, na preparação para debates, entrevistas e discursos
O cantor João Gomes, 24, após grande cobrança para se posicionar politicamente, leu uma carta durante um show em Londrina (PR). João não declarou voto em nenhum candidato, mas disse ser a favor da educação, de cotas como política pública e de segurança. “Primeiramente sou a favor da educação. Dos meus mestres, doutores e professores, que me ensinaram a ler e a escrever. Graças a isso posso me comunicar com o mundo inteiro e ter opinião também”, disse.
Ele também ressaltou ser a favor de “auxílios”, do SUS e da democracia. “Eu acho que eu não tenho muito tempo pra falar tudo que eu quero mas eu só queria dizer uma última coisa? Eu sou a favor sim da democracia!”. As informações são do UOL.
“A gente conquistou o direito de votar nesse nosso Brasil, e isso foi através de muita luta, então, que a gente vote pensando nas nossas crianças, que a gente vote pensando no futuro do nosso país!”, disse o cantor.
Cobrança de posicionamento
Ary Mirelle, mulher de João Gomes, disse que o artista enfrentava depressão e trauma por se posicionar politicamente nas últimas eleições. Nos últimos dias, as redes sociais foram tomadas de comentários com cobranças para que ele se posicionasse.
Em setembro de 2022, durante uma apresentação no Rock in Rio, João puxou um coro ofensivo contra Jair Bolsonaro, então presidente da República e candidato à reeleição. O episódio viralizou e provocou uma onda de críticas ao cantor, que decidiu se retratar publicamente dois dias depois.
“Da última vez que João se posicionou em uma eleição, ele foi extremamente cancelado, tem que ouvir coisas horríveis até hoje, e até hoje também ele toma antidepressivos fortes, porque se não tomar, ele nem consegue levantar para trabalhar”, comentou Ary Mirelle, em uma publicação no Instagram. “Eu não aguento mais ver a pessoa que eu amo entrando em desespero e sem conseguir dormir por que não para de ler as notícias.”
Veja seu discurso na íntegra:
Estou com um nó na garganta. Mas não arrancaram a minha cabeça. Com uma dor no peito. Mas não levaram meu coração. Eu não mereço sofrer. Eu não mereço adoecer porque o mundo está doente.
Me questionaram pra que lado eu tava a favor. Eu pensei, me calei… Mas agora posso falar depois de tanto conversar comigo mesmo.
Primeiramente sou a favor da educação. Dos meus mestres, doutores e professores, que me ensinaram a ler e a escrever. Graças a isso posso me comunicar com o mundo inteiro… e ter opinião também. Que eles possam receber mais dinheiro pelo seu trabalho tão importante
Que pessoas brilhantes ocupem as faculdades, que os alunos mais necessitados não desistam do ensino. As cotas não são chacotas e serão multiplicadas.
Também já ganhei bolsa de estudo pra morar na escola por causa da gravidade da situação do bairro em que eu morava. Isso aconteceu porque no caminho da escola fui roubado mas não deixei de ir porque precisava estar lá, eu não desisti ali.
Sou a favor da segurança. Que a gente não seja uma vítima assim que sair de casa e que possamos voltar em paz pra ela também. Pra nossos filhos, pra nossos pais.
Sou a favor de que que conquistemos nossos sonhos também. Que a gente possa ser enxergado no meio de tanto desengano. Todo trabalho é digno de respeito e as pessoas também.
Que todo auxílio aos que precisam seja respeitado. Eu tenho um grande amigo que se chama Italo, que nunca pode jogar aquele campeonato da escola, porque depois da aula já trabalhava pra ajudar a mãe em casa. Nos fins de semana tambem não tinha tempo! Era um menino bom, guerreiro. Tantos como ele podiam jogar em qualquer time do mundo que você pode imaginar. Por tanto tempo lutaram, só sobrou tempo pra lutar, eu sou a prova viva disso.
Sou a favor do SUS, da pesquisa. Que mais pessoas consigam se capacitar para cuidar da gente. Que a gente não sofra em filas, que a gente seja cuidado.
Nossa geração hoje é tão ansiosa que a saúde mental seja levada a sério e que não seja motivo de desdem. A gente chora, pede socorro e que nessas horas a gente ganhe um abraço também.
Mais que isso: Que a gente sinta o prazer de se sentir vivo! um sorriso, uma palavra, tenhamos bons amigos e que possamos conviver com as nossas diferenças.
O meu primeiro psicólogo, de joelhos no quarto, eu clamava, não sabia como falar mas ele me ouvia e conseguiu me ajudar.
Eu acho que eu não tenho muito tempo pra falar tudo que eu quero mas eu só queria dizer uma última coisa: eu sou a favor sim da democracia!
Que a gente possa falar e ser ouvido. E se não falar também, ser compreendido. Que não sejamos oprimidos, que tenhamos liberdade de expressão e que as pessoas se amem sem se justificar. Que a gente possa perdoar até o que a gente não tem culpa.
A gente demorou muito tempo para conquistar o direito a votar e isso foi através de muita luta, então, que a gente vote pensando nas nossas crianças, que a gente vote pensando no futuro do nosso país!
Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) se enfrentam pela primeira vez neste domingo (18), no debate da Band, a uma semana da eleição presidencial. O debate está marcado para as 20h nos estúdios da Band, em São Paulo. Haverá transmissão simultânea no Estadão, na TV Cultura, TV Gazeta e Jovem Pan.
O encontro será dividido em três blocos. No primeiro, Flávio e Lula vão responder perguntas feitas pelos apresentadores Adriana Araújo e Eduardo Oinegue, em ordem definida por sorteio prévio. Em seguida, ocorre o primeiro embate direto, com 15 minutos para cada candidato administrar como quiser. As informações são do UOL.
O segundo bloco e terceiro bloco também começam com perguntas dos jornalistas. Depois, um candidato direciona perguntas diretamente ao adversário, com possibilidade de réplica e tréplica com tempo contado.
Esse será o primeiro embate entre os dois desde o início da campanha. No primeiro turno, Flávio condicionou sua participação nos debates à presença de Lula. O presidente optou por não ir a nenhum dos encontros e concedeu entrevistas à TV Record e ao Flow Podcast no mesmo horário da transmissão dos debates.
No segundo turno, a estratégia mudou. “Agora é importante ter debate na televisão, porque agora é tête-à-tête, agora é um contra um”, disse Lula.
Inicialmente, Flávio disse que não participaria do debate da Band. Ele recuou e mudou de ideia após o adversário confirmar presença. “Lula, como você é previsível, né? Bastou eu falar que não ia no debate da Band para você no minuto seguinte falar que vai no debate. É claro que eu vou no debate, eu só queria que você confirmasse”, afirmou.
Campanhas ainda avaliam se vão ao último debate antes do segundo turno. O encontro promovido pela TV Globo está marcado para 23 de outubro, no Rio, dois dias antes da votação.
Pesquisa Vox Brasil divulgada neste domingo (18) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) numericamente à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL). Enquanto o petista registra 51% dos votos válidos, o congressista tem 49%. Os dois candidatos estão empatados dentro da margem de erro.
Eis os resultados:
O levantamento entrevistou 2.100 eleitores de todo o Brasil de 15 a 17 de outubro. A margem de erro é de 2,15 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-04332/2026. Custou R$ 50.000. Foi paga com recursos próprios.
Em relação à rejeição, Lula e Flávio Bolsonaro estão numericamente empatados. Os dois têm 45,3% de eleitores que afirmam que não votariam neles “de jeito nenhum”.
Chance de vencer
O levantamento também perguntou aos eleitores quem tem mais chances de vencer a eleição presidencial no 2º turno. Para 46,9%, Lula será o vencedor, enquanto 41,6% acreditam na vitória de Flávio Bolsonaro.
Ser médico é muito mais do que exercer uma profissão. É assumir responsabilidades, enfrentar desafios diários e dedicar anos da própria vida ao estudo, ao conhecimento e ao cuidado com o próximo. É escolher um caminho que exige atualização constante, equilíbrio emocional, ética e compromisso com a vida humana.
Por trás do jaleco, existe um profissional que também sente cansaço, enfrenta preocupações, lida com pressões e precisa conciliar as exigências do trabalho com a vida pessoal e familiar. A rotina médica envolve decisões difíceis, jornadas intensas, burocracia e a responsabilidade de lidar com a dor, o sofrimento e as expectativas de pacientes e familiares. Nem sempre os resultados são os esperados, e aprender a conviver com os limites da medicina também faz parte dessa jornada.
Apesar das dificuldades, a profissão oferece recompensas que vão muito além do reconhecimento ou da remuneração. A possibilidade de aliviar uma dor, recuperar a saúde, melhorar a qualidade de vida e devolver a esperança a alguém representa uma das maiores satisfações da prática médica. Saber que o seu conhecimento e a sua dedicação fizeram diferença na vida de outra pessoa dá sentido a cada esforço realizado.
Ser médico também significa compreender que cada paciente tem uma história, necessidades próprias e uma maneira particular de vivenciar o adoecimento. A ciência é indispensável, mas a escuta, o acolhimento e a sensibilidade humana são igualmente importantes para uma assistência verdadeiramente integral. Nem sempre é possível curar, mas é possível cuidar, orientar, aliviar o sofrimento e oferecer dignidade.
Neste Dia do Médico, celebrado em 18 de outubro, é importante reconhecer a grandeza dessa profissão, sem ignorar os desafios enfrentados por quem a exerce. Valorizar o médico também significa defender condições dignas de trabalho, respeito, reconhecimento e o direito de cuidar da própria saúde física e emocional.
Ser médico é carregar grandes responsabilidades, enfrentar dificuldades e, ainda assim, encontrar sentido na oportunidade de transformar vidas. É uma profissão que exige muito, mas que também oferece o privilégio de fazer a diferença na história de tantas pessoas.
Feliz Dia do Médico a todos aqueles que exercem a medicina com conhecimento, ética, responsabilidade e humanidade.
*Médico com atuação em Psiquiatria, Neurologia Clínica e Medicina da dor | Instagram: @drsilvinoteles
No sertão onde nasci e fui criado não havia televisão. A energia, escassa e com hora marcada para nos jogar no mundo das trevas, de uma escuridão assustadora, era gerada por um motor super barulhento a diesel. Quando quebrava, dormíamos à luz de candeeiros. Era um mundo também sem fotografias. São raras as fotos que tenho dos tempos de infância.
Diferente de hoje, onde os celulares permitem até as autofotos, as chamadas selfies, naquele tempo registros fotográficos só pagos, porque ninguém tinha máquina fotográfica. Em Afogados da Ingazeira, papai recorria a “seu” Adamastor, o precursor da fotografia na cidade. As imagens eram entregues sob encomenda, muitos dias depois, em preto e branco.
Adamastor ganhou um concorrente: José Barros Tenório, pai do meu amigo e contemporâneo Sérgio Tenório, hoje empresário em Brasília. Barros, na verdade, viu na arte de fotografar um nicho de mercado promissor e abriu um negócio mais sofisticado para a época, o Foto Popular, espaço para os retratos 3 x 4 exigidos em documentos — identidade, a reservista do Exército e outros derivados. Trouxe equipamentos de São Paulo para acompanhar casamentos, festas e eventos em geral.
O tempo foi passando e houve a primeira revolução: os binóculos. Tinham uma lente de aumento de um lado e um pequeno fotograma do outro, com uma tampinha translúcida na parte de trás. Para ver a foto era preciso fechar um dos olhos, colocar a lente grudada no outro olho e apontar a parte de trás para a luz (o sol, uma lâmpada ou a janela) para conseguir enxergar a foto minigigantesca e ampliada lá dentro
O precursor em Afogados da Ingazeira entre os anos 60 e 70 foi Zé Pedra, figura extremamente engraçada, típica de enredo para filmes. Fazia registro de festas, casamentos, bailes, aniversários e batizados. Era um verdadeiro paparazzo.
Nos bailes, tirava fotos de Deus e o mundo. Dias depois, saía pela ruas da cidade a procura dos personagens clicados para cobrar o resultado do seu produto. E ai de quem não aceitasse a oferta! Zé Pedra andava de paletó e gravata, no sol escaldante do Sertão, levando a tiracolo sua potente máquina e um punhado de binóculos.
Adamastor e Zé Pedra traziam o mundo de Afogados da Ingazeira de forma instantânea. Cada fotografia deles conta um pedaço da nossa história. Capturaram o enredo perfeito, a forma de expressão silenciosa, com imagens que falavam mais do que palavras.
A fotografia deles nos ensinou a observar, a prestar atenção aos detalhes e a encontrar a beleza nas coisas simples da vida. Parece que foi ontem, um pedaço de papel que guarda uma vida inteira. O tempo passa, mas a fotografia deles dá uma tremenda saudade daquilo que a gente ainda não sabia que ia ser tão especial.
Carlos Drumond de Andrade, ao falar da sua Itabira poeticamente, trouxe o sentimento da dor na fotografia: “Itabira é apenas uma fotografia na parede. Mas como dói”. Quem não tem uma foto dolorida numa estante de casa? Tenho fotografias que me emocionam todos os dias. A com meus pais Gastão e Margarida, pela ordem, são as mais dolorosas.
Os fotógrafos, temos que tirar o chapéu para eles, são os artistas que criam a obra-prima. Conseguem guardar para sempre um segundo que nunca mais vai se repetir. Uma foto conta histórias, transmite sentimentos e revela o invisível aos olhos comuns. Permite reviver detalhes, expressões e saudades cada vez que é vista.
A fotografia é a prova de que mesmo as coisas mais efêmeras podem se tornar eternas. É arte de congelar um momento no tempo. Às vezes, uma única foto é capaz de expressar o que mil palavras não conseguem transmitir. Enxerga o invisível aos olhos comuns. Cada fotografia é uma pequena cápsula do tempo, preservando para sempre a magia e a emoção daquele momento especial.
Uma foto, enfim, é a prova de que momentos efêmeros podem se tornar eternos, congelando o tempo e transformando a realidade em arte, memória e emoção. Através da lente da câmera, a foto revela a beleza oculta no mundo que está ao nosso redor.
SOBRE A FOTO ACIMA
Não sei o autor da foto, mas a imagem compõe um painel da minha adolescência ao lado dos meus irmãos em Afogados da Ingazeira. Sou o personagem em destaque, cabeludo, calça branca e cinto, com a mão de minha irmã Ana no meu ombro. Os demais: Marcelo, Augusto e Fátima.
A lobista Roberta Luchsinger afirmou que já presenciou “inúmeras vezes” o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, com ministros do governo. No entanto, disse não poder detalhar as circunstâncias dos encontros por causa de decisões judiciais. Ela afirmou que o petista “é um grande mentiroso” por, segundo ela, negar que o filho tenha se sentado com ministros.
“O Fábio Luís, o Lulinha, inúmeras vezes esteve com ministros, inclusive, viajou para a casa de ministros, ministro Camilo, no Ceará […] o filho dele sentava semanalmente com ministros, seja para trocar figurinhas, seja para trocar qualquer outro tipo de diálogo”, afirmou Luchsinger em entrevista divulgada pela CNN Brasil neste sábado (17).
Declarou também que recebia integrantes do governo em uma casa alugada em Brasília. Luchsinger citou o ministro da Educação, Leonardo Barchini, e o das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho. Eis o que disseram os citados por Luchsinger à CNN Brasil:
• Camilo Santana – nunca esteve com Lulinha para tratar de assuntos de governo;
• MEC – nunca houve qualquer discussão ou tratativa envolvendo o MEC com Roberta ou com Lulinha;
• Ministério das Comunicações – nunca houve nenhuma tratativa com Roberta ou Fábio para acesso à agenda da Presidência da República e que todos os contatos para agendar compromissos foram feitos pelas vias institucionais, e que eles nunca estiveram no Ministério das Comunicações.
Luchsinger é investigada junto de Lulinha em três inquéritos da Polícia Federal por tráfico de influência. A suspeita é que eles tenham trabalhado junto a autoridades de órgãos federais para favorecer empresas.
O que diz Lula
A Secretaria de Comunicação Social da Presidência informou que Lula desconhece os fatos relatados por Luchsinger. Declarou que o presidente “jamais manteve qualquer interlocução com ela, nunca recebeu suas demandas e tampouco tem conhecimento de supostas tratativas como as mencionadas”.
O Planalto disse também que “causa estranheza que essas declarações sejam lançadas justamente às vésperas do 2º turno da eleição. O Brasil já assistiu em outros processos eleitorais a divulgação de denúncias sem comprovação, usadas como instrumento de manipulação da opinião pública. A repetição desse expediente representa uma tentativa irresponsável de tumultuar o processo democrático e interferir na livre escolha dos eleitores”.
Eis a íntegra da nota do Planalto:
“O presidente Luiz Inácio Lula da Silva desconhece inteiramente os fatos relatados pela senhora Roberta Luchsinger. Como já esclareceu em outras ocasiões, jamais manteve qualquer interlocução com ela, nunca recebeu suas demandas e tampouco tem conhecimendo de supostas tratativas como as mencionadas. Importante ressaltar que não existe nenhum contrato do governo federal com a Roberta.
“Causa estranheza que essas declarações sejam lançadas justamente às vésperas do segundo turno da eleição. O Brasil já assistiu, em outros processos eleitorais, à divulgação de denúncias sem comprovação, usadas como instrumento de manipulação da opinião pública. A repetição desse expediente representa uma tentativa irresponsável de tumultuar o processo democrático e interferir na livre escolha dos eleitores.”
O deputado federal reeleito e presidente estadual do PT, Carlos Veras, reuniu, na última quinta-feira (15), o prefeito do Recife, Victor Marques (PCdoB), e representantes dos partidos PCdoB, PSOL, Rede, PDT, PSB e MDB para discutir a campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na capital pernambucana.
“Podem ter certeza, vai ter muito volume de campanha no Recife. Nós vamos virar cada voto, nós vamos para cima e vamos ganhar a eleição”, afirmou Veras. Victor Marques também convocou a mobilização em torno da candidatura. “É muito importante que você que está do outro lado assistindo se mobilize para a gente garantir a vitória do povo e da democracia”, declarou.
A deputada federal Erika Hilton (Psol-SP) anunciou, neste sábado (17), que está recolhendo assinaturas para instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das “big techs”, após a Meta, empresa dona de plataformas de redes sociais como o Facebook, Instagram e WhatsApp, admitir falhas técnicas durante a campanha eleitoral. Para a criação de uma CPI na Câmara dos Deputados, são necessárias ao menos 171 assinaturas.
A iniciativa ocorre após a divulgação de mensagens internas da Meta, reveladas ontem (16) pela Folha de S.Paulo, que indicam que a empresa tinha conhecimento de restrições que prejudicaram a campanha do presidente Lula (PT). As informações são do Valor Econômico.