Zé Queiroz é condenado por improbidade administrativa durante seu último mandato em Caruaru

O ex-prefeito de Caruaru, Zé Queiroz (PDT), foi condenado, em sentença publicada no último dia 08, pelo juiz José Adelmo Barbosa, em uma Ação Civil impetrada pelo Ministério Público de Pernambuco, por crimes contra à Administração Pública relacionados à sua gestão do CaruaruPrev em 2012.

Segundo a sentença, Queiroz terá que ressarcir os cofres públicos o valor de R$ 737.411,77, devido ao não recolhimento das contribuições previdenciárias para o CaruaruPrev. A decisão também estabelece perda do cargo, função e/ou mandato que exerça e suspensão dos direitos políticos pelo prazo de oito anos. Clique aqui e confira a sentença na íntegra.

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O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), defendeu o enquadramento das facções criminosas que atuam Amazônia como terroristas. A medida, segundo ele, permitiria maior cooperação internacional e atuação mais ampla das Forças Armadas para combater o avanço do crime organizado na região.

“A Amazônia brasileira é 100% comandada pelo Comando Vermelho e o PCC. Mais de 250 municípios hoje são 100% comandados pelo Comando Vermelho e pelo PCC. Muita gente diz ‘Caiado, você vai implantar a tese do terrorismo?’ Imediatamente”, disse Caiado em debate promovido pela Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham) em São Paulo.

Sebrae - Semana do mei

A União dos Vereadores de Pernambuco (UVP) realizará, durante esta semana, o Congresso Estadual da UVP, na cidade de Triunfo, no Sertão do Pajeú. O encontro reunirá vereadores(as), prefeitos(as), servidores públicos, representantes de instituições e lideranças políticas de diversas regiões de Pernambuco.

Entre as autoridades confirmadas está a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), que apresentará o programa “Caminhos de Pernambuco”, destacando ações, investimentos e perspectivas para o desenvolvimento dos municípios pernambucanos. O evento também contará com a participação do ex-prefeito do Recife e pré-candidato ao governo do Estado, João Campos (PSB), além de representantes do Ministério Público de Pernambuco, da Defensoria Pública de Pernambuco e da AMUPE.

Jaboatão dos Guararapes - Operação Chuvas

Pré-candidato do PSD à Presidência da República, o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, volta ao meu podcast ‘Direto de Brasília’, em parceria com a Folha de Pernambuco, com transmissão para 165 emissoras do Nordeste, amanhã. Na pauta, a crise instalada na direita, especialmente no PL e no núcleo bolsonarista, com o envolvimento do senador Flávio Bolsonaro no escândalo do Banco Master.

Recentemente, Caiado afirmou que o Brasil vive uma “desordem institucional” e disse que o atual modelo político não pode mais ser chamado de presidencialismo. Ele criticou o peso das negociações envolvendo emendas parlamentares e votações no Congresso.

Petrolina - Destino

Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã

Não será surpresa se a polêmica envolvendo a Ferrogrão – a estrada de ferro projetada para ligar a cidade de Sinop, no Mato Grosso do Sul, ao porto de Mirituba, no Pará – acabar parando em alguma Corte internacional. Na quinta-feira (21), o Supremo Tribunal Federal (STF), por 9 votos a 1, considerou constitucional a lei que altera a área do Parque Nacional do Jamanxim, tirando dele 862 hectares para que passe a estrada de ferro.

O que pode levar a um julgamento internacional é o fato de a decisão poder contrariar uma convenção da Organização Internacional do Trabalho (OIT), da qual o Brasil é signatário. Trata-se da Convenção 169, e por conta dela que as comunidades indígenas conseguiram seguram a ferrovia.

Ipojuca - Na palma da sua mão

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou, hoje, por um procedimento de radioterapia superficial no couro cabeludo. A informação foi divulgada pelo Hospital Sírio Libanês que classificou a intervenção como preventiva e um tratamento complementar da retirada de um câncer de pele.

Segundo o hospital, o presidente seguirá suas atividades diárias sem restrições, mantendo acompanhamento médico. Lula realizou a radioterapia na unidade de Brasília. A retirada do câncer de pele ocorreu em 24 de abril, em São Paulo. As informações são do portal G1.

Caruaru - São João na Roça

Por Rinaldo Remígio*

Há algo de muito grave acontecendo silenciosamente no Brasil – e talvez estejamos normalizando o absurdo. Crescem, diariamente, os relatos de agressões verbais e até físicas contra médicos, enfermeiros, técnicos e demais profissionais da saúde que atuam em UBSs, hospitais públicos, clínicas particulares, UPAs e diversas unidades de atendimento espalhadas pelo país.

O cenário é preocupante. Profissionais que estudaram anos, que enfrentam plantões exaustivos, estruturas precárias, falta de medicamentos, superlotação e pressão emocional constante, agora também precisam trabalhar sob ameaça.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

Senador e presidenciável, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) desembarca nos Estados Unidos, na manhã de hoje, com a expectativa de um encontro com o presidente Donald Trump. As informações são do portal Metrópoles.

A reunião está prevista para acontecer amanhã. Segundo aliados de Flávio, o convite partiu da Casa Branca. Ainda não há, contudo, confirmação oficial da agenda.

No fim de semana, um fato deixou assessores do senador brasileiro com pé atrás. Trump cancelou a ida ao casamento do próprio filho, na Flórida, para ficar em Washington DC focado no acordo com o Irã. O americano está focado nas negociações para um acordo de paz com os iranianos. No sábado (23/5), ele disse que o acerto já foi em grande parte negociado e que os detalhes devem ser anunciados em breve.

O temor dos aliados de Flávio é de que essa questão do Irã acabe dominando a agenda de Trump nesta semana e leve o atual chefe da Casa Branca a desmarcar ou a adiar o encontro com o senador brasileiro.

Caso isso aconteça, a avaliação na campanha do Flávio é de que a narrativa ficará ruim para o político brasileiro, que planejava usar o encontro com Trump para tentar superar a crise de imagem recente.

A intenção de Flávio é usar a reunião para ofuscar as revelações dos contatos do senador com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e para tentar demonstrar prestígio no cenário internacional.

Palmares - Sala lúdica

Blog da Andréia Sadi

Integrantes do entorno de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, avaliam que uma eventual soltura do pai do banqueiro, Henrique Vorcaro, pode representar um novo fôlego para a estratégia de defesa montada no caso. A leitura entre aliados de Vorcaro é a de que a movimentação no Supremo Tribunal Federal (STF) pode abrir espaço para uma reconfiguração do cenário jurídico hoje considerado desfavorável ao empresário.

Segundo relatos feitos ao blog, a principal aposta da defesa segue concentrada no STF, especialmente na Segunda Turma, como o blog revelou.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

O jornal britânico Financial Times publicou uma reportagem, hoje, afirmando que Dark Horse – filme para o qual o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pediu dinheiro ao banqueiro Daniel Vorcaro, do Master, segundo revelações do site Intercept Brasil este mês – é uma ameaça à pré-candidatura do senador. As informações são do portal G1.

“Antes mesmo de seu lançamento, a cinebiografia em inglês [sobre Jair Bolsonaro] está se transformando em uma comédia de erros, após revelações de que Flávio Bolsonaro obteve milhões de dólares em financiamento para o filme com um suspeito de corrupção, apontado como o responsável pelo colapso de um banco de US$ 10 bilhões”, diz o jornal.

Flávio Bolsonaro nega ter cometido qualquer irregularidade. O jornal britânico diz que Vorcaro cultivava “contatos de alto nível em importantes instituições enquanto ostentava um estilo de vida luxuoso, em um esquema que, segundo críticos, configurava tráfico de influência para promover seus interesses”.

“A crise levantou dúvidas sobre a viabilidade eleitoral de [Flávio] Bolsonaro. Ele foi escolhido como herdeiro por seu pai, depois que o patriarca recebeu uma sentença de 27 anos em setembro por planejar um golpe para se manter no poder após sua derrota para Lula nas eleições de 2022.”

O jornal afirma que Jair Bolsonaro segue sendo, em última instância, o líder da direita brasileira, e que decisões sobre a candidatura de Flávio, segundo um dos analistas ouvidos, dependem dele.

O Financial Times também diz que aliados de Bolsonaro acreditam que o filme Dark Horse pode ter um bom público tanto dentro do Brasil como no exterior.

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – A palavra gângster sumiu do noticiário. Onde anda você, sumida? Há tempos não leio este substantivo, nem ouço, nem visualizo. Isto, não por falta de personagens para incorporar essa vestimenta. Al Capone ganhou fama de Gângster nas décadas de 1930 e 1940 nos Estados Unidos, durante a Lei Seca. O cara liderava a máfia americana, contrabandeava bebidas, explorava jogos clandestinos, agiotagem e prostituição. E mandava matar os rivais no mundo do crime.

No auge da Lei Seca faturou 100 milhões de dólares. Uma ninharia em comparação com os bilhões de corrupção de centenas de milhões investidos por um gângster em Pindorama para montar sua guarda pretoriana. O agente secreto Eliot Ness o enquadrou na malha fina do Fisco porque não gostava de pagar impostos. Pelo simples fato de ser mafioso, pegou 11 anos de cana.

Al Capone foi um desventurado na vida. Contraiu sífilis e tuberculoso nas quebradas de Chicago. Depois de sair da cadeia virou um zumbi nesta vida severina, como diria meu colega o poeta neto de Seu João Cabral de Melo. Quem sou eu? quem sou eu? ele perguntava tresvariando. Morreu com 48 anos, pobre, doente e descatembado.

Raul Seixas, o aiatolá do rock brasileiro que nasceu há 10 mil anos, um dia topou com Capone durante uma parada psicodélica e faz uma cantiga para ele. 

“Ei Al Capone, vê se te orienta, assim dessa maneira, nego, Chicago não aguenta”.

Elvis Presley vive. Raul Seixas vive. Al Capone está vivinho da silva neste reino de Pindorama.  Na linguagem politicamente correta de hoje, Al Capone seria apenas suspeito de ser gângster. Ele navega a bordo de um submarino nos palácios e nas cavernas de Brasília.

Um passarinho me contou que um clone piorado de Al Capone deu um golpe de 50 bilhões no sistema financeiro. O bicho está na cadeia e negocia uma delação premiada. Al Capone destinou mais de 500 milhões de denários para subornar os aiatolás verde-amarelos e montar uma guarda pretoriana, de modo a blindá-lo contra raios, tempestades, assombrações e mosquitos. A engrenagem já está em ação neste momento em que a delação falsiê do clone de Al Capone foi recusada pela Polícia Federal.

Aprendi com meu guru o sábio Nelson Rodrigues que só os profetas enxergam o óbvio. Sendo eu suspeito de ser profeta, lanço aqui minhas singelas profecias: o ministro-relator do golpe bilionário será torpedeado noite e dia pelos agentes da guarda pretoriana de Al Capone. A carga é pesada, pois o mal sempre vence o bem. Vide bula o caso do Petrolão, que acabou desmontado pelas lobas e lobos adeptos da impunidade.

Diante do clone bilionária de Al Capone neste reino de Pindorama, o Al Capone original de Chicago seria apenas suspeito de cometer fraudes, considerado inocente até que houvesse uma sentença transitada em julgado no dia do Juízo Final. Quem o chamasse de gângster seria preso em primeiríssima instância por atentado contra a democracia. É assim que a banda podre toca nesta Terra de Vera Cruz, a terra da verdadeira Cruz.

*Periodista, escritor e quase poeta

Apoios e números não decidem eleição

Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB), protagonistas de uma eleição extremamente polarizada, que promete contagiar corações e mentes, andam pelo interior com botas de sete léguas. Parecem numa olimpíada, na qual quanto maior o exército de aliados, maiores as chances de triunfo.

Mas eleição não se define pelo tamanho do engajamento de prefeitos nem por leituras convencionais. Miguel Arraes (PSB) perdeu para Jarbas Vasconcelos (MDB) em 98 com mais de 100 gestores a tiracolo. Eduardo Campos (PSB) derrotou Mendonça Filho, então no PFL, que detinha o poder da máquina e um grupamento incontável de prefeitos, sem apoios, sem tempo de TV e sem apadrinhamento.

Por Mônica Bergamo
Da Folha de S.Paulo

Jair Bolsonaro veta a possibilidade de sua mulher, Michelle Bolsonaro, ser candidata a presidente da República neste ano. O escândalo que abalou a pré-candidatura de seu filho Flávio Bolsonaro (PL) não convenceu o ex-presidente, até agora, a permitir que a ex-primeira-dama se prepare para entrar no páreo.

A possibilidade de ele indicá-la a vice, no entanto, está no horizonte, de acordo com aliados que têm proximidade com a família. De acordo com um deles, o ex-presidente teria muito medo de que, candidata à Presidência, a esposa se torne alvo de “um jogo sujo e pesado” com o qual ela não saberia lidar. Já como vice, ela estaria protegida.

Michelle permaneceria, portanto, como um plano B caso a candidatura de Flávio não se sustente nas pesquisas. Mas a possibilidade maior seria colocá-la candidata a vice numa chapa, por exemplo, com Ronaldo Caiado ou a ex-ministra da Agricultura Tereza Cristina na cabeça.

Até agora, o nome de Flávio está mantido. Ele só seria trocado se seguisse caindo nas pesquisas e candidatos a deputado e a senador do PL, temendo naufragar no mesmo barco, pressionassem pela troca.