Sindicato dos Policiais Civis condena o segundo incêndio criminoso de veículos na Delegacia de Araripina

Nota oficial

O Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco vem a público condenar com veemência os recorrentes incêndios intencionais de veículos (segundo em 2 meses) no estacionamento e área da Delegacia de Araripina, Sertão pernambucano. Esses ataques revelam total desrespeito ao sistema de segurança pública, além de prejudicar investigações e escancarar a falta de estrutura da Polícia Civil pernambucana.

O SINPOL alerta: Quando criminosos ousam queimar veículos apreendidos pela autoridade policial, no estacionamento ou frente de uma Delegacia, fica claro que a sensação de impunidade atingiu níveis inaceitáveis. E que a falta de estrutura na Polícia Civil se tornou um problema crônico que atinge todas as Regiões do Estado.

O SINPOL parabeniza os Policiais Civis de Araripina que, apesar de toda falta de estrutura do governo do estado, identificaram e prenderam de imediato os autores do incêndio, ocorrido na tarde de ontem, no caminhão guincho da PRF carregado com motos apreendidas, que se encontrava na frente da 24ª Delegacia Seccional Araripina.

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Quem te viu e quem te vê. Essa é uma expressão que cai como uma luva para definir o neo-direitista Túlio Gadelha (PSD), candidato da chapa governista da governadora Raquel Lyra (PSD) ao Senado em Pernambuco.

Sem conseguir pontuar nas pesquisas, sem demonstrar viabilidade eleitoral e muito menos entusiasmo depois do lançamento da candidatura de Mendonça Filho, Túlio, que se desvinculou da esquerda em busca do eleitorado de direita, acabou descobrindo que a direita também não o abraçou. Mendonça resgatou um eleitorado que jamais se identificaria com Túlio, enquanto ele, ao se afastar da esquerda, perdeu justamente a base com a qual tinha alguma identidade.

O senador Flávio Bolsonaro (PL) desembarca, hoje, em Alagoas, em sua primeira viagem ao Nordeste desde o início oficial da campanha presidencial sem a expectativa de ter ao seu lado dois dos principais nomes que esperava agregar ao palanque no estado. O candidato ao governo JHC (PSDB) e o ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL), que disputa o Senado, não devem participar dos compromissos do presidenciável em Maceió e Arapiraca.

No caso de Lira, a distância deve ficar ainda mais evidente no segundo dia da passagem de Flávio. O deputado confirmou presença na quarta-feira, às 14h, em uma agenda eleitoral própria no município de Feliz Deserto, enquanto o presidenciável ainda estará em Alagoas. Material de divulgação do encontro anuncia Lira ao lado de lideranças políticas locais. Procurado, o ex-presidente da Câmara não se manifestou. As informações são do portal O Globo.

O desenho da viagem expõe uma dificuldade que acompanha Flávio em sua primeira incursão pelo Nordeste: transformar alianças estaduais que incluem o PL em apoio à candidatura presidencial. Embora tenha escolhido para a estreia justamente o estado de seu candidato a vice, Alfredo Gaspar (PL), o senador chega a Alagoas sem a perspectiva, até agora, de reunir em torno de si os principais nomes da chapa local.

A cautela ocorre na região em que Flávio enfrenta sua maior desvantagem eleitoral. No recorte do Nordeste da última pesquisa Datafolha para o primeiro turno, Lula aparece com 53% das intenções de voto, contra 25% do candidato do PL, uma diferença de 28 pontos. O desempenho do petista pesa no cálculo de políticos envolvidos em disputas locais sobre o grau de envolvimento na campanha nacional e dificulta a tentativa de Flávio de reproduzir na região o movimento de aproximação com aliados que busca construir em outros estados.

Flávio inicia a programação nesta terça-feira em Maceió. Depois de desembarcar no Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares, participa de uma carreata de cerca de oito quilômetros. À tarde, encontra empresários do setor produtivo na Associação Comercial e, à noite, participa da convenção que comemora os 111 anos da Assembleia de Deus em Alagoas. A viagem prossegue na quarta-feira, com compromissos em Arapiraca.

A ausência esperada de JHC chama atenção porque o PL integra a aliança que sustenta sua candidatura ao governo de Alagoas. O ex-prefeito de Maceió, porém, deixou o partido em março e migrou para o PSDB, que adotou neutralidade na disputa pelo Planalto. A assessoria do candidato informou que não há previsão de que ele participe dos compromissos de Flávio.

JHC também manteve interlocução com o governo federal nos últimos anos. Em 2025, quando ainda comandava a prefeitura de Maceió, atuou em Brasília pela indicação de sua tia, Marluce Caldas, ao Superior Tribunal de Justiça. A nomeação aproximou o então prefeito de setores do governo Lula.

Marina Candia (PSDB), mulher de JHC e candidata ao Senado, deve seguir a estratégia eleitoral do marido e também evitar uma vinculação mais direta à campanha presidencial. Embora dispute uma das vagas em uma aliança que inclui o PL, ela é filiada ao PSDB e sua candidatura está diretamente ligada ao projeto do marido para o governo.

A postura contrasta com a expectativa manifestada pelo próprio Flávio. Em uma de suas lives, o senador citou JHC ao falar do palanque que esperava ter em Alagoas e mencionou também Marina e Lira entre os nomes dos quais esperava apoio no estado.

Lira é outra peça importante desse desenho. Além de candidato ao Senado, o ex-presidente da Câmara é uma das principais lideranças políticas de Alagoas e mantém influência sobre prefeitos e parlamentares. Até agora, porém, não há previsão de que acompanhe Flávio nos compromissos da viagem, e sua agenda própria na quarta-feira reforça a distância entre as duas campanhas.

Essa distância já havia aparecido nos bastidores da campanha. Neste mês, Lira passou pela sede do QG do presidenciável em Brasília, mas saiu sem conversar ou gravar com Flávio. Segundo interlocutores, havia dado carona a um vereador de Maceió que tinha gravações previstas para a campanha e aproveitou a passagem para tentar resolver assuntos relacionados a Alagoas e procurar Gaspar, que não estava no local.

Lira permaneceu algum tempo na sede, conversou com integrantes da campanha e parlamentares e depois saiu para cumprir uma audiência. Flávio estava no andar de cima, dedicado a uma sequência de gravações, e os dois não chegaram a se encontrar.

Jaboatão dos Guararapes - Trabalho em todo lugar 2026

O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) julga, amanhã, os recursos contra a cassação do prefeito de Cabrobó, Elioenai Dias Santos Filho, e da vice-prefeita Georgia Fernanda Torres de Oliveira. A análise do memorial apresentado pelo advogado eleitoral Delmiro Campos, que defende a manutenção das sentenças, aponta um cenário de difícil reversão da condenação, embora a decisão caiba ao plenário do Tribunal.

Em primeira instância, a Justiça Eleitoral determinou a cassação dos diplomas, inelegibilidade por oito anos e multa relacionada ao artigo 41-A da Lei das Eleições. A Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) também opinou pelo não provimento dos recursos.

Provas materiais pesam no julgamento

O principal argumento pela manutenção da sentença é a existência de um conjunto de provas materiais, periciais e digitais.

Durante investigação sobre abastecimentos ocorridos no dia de uma carreata da campanha de 2024, foram apreendidos R$ 55.548,58 em vales-combustível, além de celulares e HDs. Segundo o memorial, a perícia da Polícia Federal identificou diálogos nos quais o irmão do prefeito negociava os vales e o pai realizava pagamentos. O documento destaca ainda movimentação de R$ 126.352,51 no caixa de um dos postos, muito superior aos dias anteriores.

Outro obstáculo para os recursos é que o próprio TRE-PE já analisou questionamento sobre a legalidade da busca, apreensão e acesso aos dados, ao julgar habeas corpus relacionado ao caso. O memorial sustenta, por isso, que essa discussão já estaria superada na Corte.

Parecer da PRE reforça sentença

A Procuradoria Regional Eleitoral produziu parecer de 26 páginas e 118 itens, posicionando-se pela manutenção das condenações. Para a PRE, conforme reproduzido nos memoriais, o conjunto probatório seria robusto e suficiente para demonstrar a participação dos envolvidos.

O documento também cita precedente recente do TSE envolvendo Cachoeira Alta (GO), no qual foram mantidas sanções contra prefeito e vice em caso relacionado à distribuição massiva de combustível. Para os autores do memorial, o julgamento apresenta semelhanças relevantes com o processo de Cabrobó.

Reversão exigiria superar vários fundamentos

O cenário é considerado difícil porque a defesa precisaria superar simultaneamente a sentença condenatória, o conjunto de provas materiais e periciais, o parecer da PRE e questões sobre a licitude das provas já enfrentadas pelo próprio TRE-PE.

Isso não significa resultado antecipado. Caberá aos desembargadores avaliar os argumentos apresentados pelas partes.

Os recursos nº 0600397-53.2024.6.17.0077 e 0600398-38.2024.6.17.0077, sob relatoria do desembargador Washington Luís Macedo de Amorim, estão indicados para julgamento nesta quarta-feira (26), às 14h.

O julgamento poderá definir um novo capítulo na situação política de Cabrobó e esclarecer se o TRE-PE manterá ou reformará as decisões proferidas pela 77ª Zona Eleitoral.

Caruaru - Transparência 2026

O candidato ao governo de São Paulo Fernando Haddad (PT) afirmou que o vazamento de informações sigilosas pode acabar comprometendo a investigação que envolve Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A declaração foi dada enquanto Haddad comentava as críticas feitas pelo advogado de Lulinha, Marco Aurélio Carvalho, sobre a divulgação de informações relacionadas ao inquérito da Polícia Federal que apura suspeitas de corrupção e tráfico de influência envolvendo o filho do presidente. As informações são do portal Metrópoles.

Questionado sobre o assunto, Haddad destacou que a investigação precisa seguir os procedimentos legais para que eventuais irregularidades não prejudiquem o próprio processo. Segundo ele, uma quebra irregular de sigilo pode gerar consequências posteriormente e até colocar em risco o resultado da investigação.

“Se você quiser se valer da sua autoridade para quebrar um sigilo definido pela Justiça, você vai acabar incidindo num erro”, avaliou.

A defesa de Lulinha pediu que os vazamentos fossem investigados e, após o pedido, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça determinou que a Polícia Federal apure como informações sigilosas do caso chegaram a público. Para Haddad, o problema é que uma irregularidade cometida durante a investigação pode, no futuro, abrir espaço para questionamentos sobre a validade do processo.

“Você pode ter até dividendos políticos de curto prazo, mas não vai fazer justiça no médio e longo prazo”, disse.

O candidato ressaltou ainda que o governo federal não deve interferir no trabalho das autoridades responsáveis pela apuração. Segundo ele, ministros, superintendentes e delegados devem ter liberdade para conduzir as investigações. Haddad defendeu que o caso siga normalmente e que uma eventual condenação ou absolvição seja definida com base nas provas reunidas durante a investigação e no processo.

No fim, Haddad disse que, para ele, o resultado da investigação deve ser aceito independentemente de quem seja beneficiado ou prejudicado.

“O que importa é fazer justiça. Doa a quem doer, seja qual for o resultado”, declarou.

Ipojuca - Na palma da sua mão

O Globo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai evitar, na largada da corrida eleitoral, visitar estados em que mais de um candidato disputa o seu apoio, na tentativa de reduzir atritos que possam atrapalhar a campanha à reeleição. A situação ocorre em Pernambuco, na Paraíba e no Maranhão. A campanha tenta se equilibrar entre as pressões dos aliados locais e a estratégia que privilegia o palanque nacional. Em 2022, Lula alcançou 66% dos votos no segundo turno nos dois primeiros estados e chegou a 71% no Maranhão.

Integrantes do grupo mais próximo ao presidente avaliam que uma margem folgada no Nordeste é essencial para os planos, diante da possibilidade de o candidato do PL, Flávio Bolsonaro, ficar na dianteira em estados populosos como São Paulo e Rio.

Pernambuco tem a disputa mais evidente. Raquel Lyra (PSD), candidata à reeleição, e o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) defendem o voto em Lula, que apoia Campos enquanto tenta não desagradar Lyra. Em 12 de agosto, o presidente recebeu o ex-prefeito em Brasília e gravou uma participação no programa que ele levará à televisão.

João Campos pressiona

Outro pedido, no entanto, não foi atendido, ao menos até o momento. Campos levou à cúpula do PT um cronograma de possíveis agendas ao lado de Lula em Pernambuco e ressaltou que o titular do Palácio do Planalto nunca deixa de ir ao estado natal nas campanhas — o petista nasceu em Garanhuns, município de 142 mil habitantes no agreste pernambucano. Campos voltou ao Recife sem uma data confirmada, mas vem insistindo com os dirigentes petistas.

Enquanto isso, Campos usa as redes na tentativa de colar a imagem à do presidente, aparecendo inclusive em uma casa de taipa em Garanhuns e publicando fotos com Lula.

— Nunca tive dúvida. O presidente sempre afirmou que apoia a nossa candidatura. Isso é nítido e é um caminho natural, porque o PSB é o principal partido aliado a ele — disse Campos ao deixar a gravação com Lula, em 14 de agosto.

Ao mesmo tempo, Raquel Lyra mantém interlocução com o presidente, é apoiada por aliados dele e tem reforçado o discurso de parceria com o governo federal. Na comparação com o adversário, no entanto, ela nacionaliza menos a disputa. Em entrevista ao GLOBO, ela disse que é “pernambuquista” ao ser perguntada se apoiaria o candidato do PSD, Ronaldo Caiado, e afirmou que recebeu aval do presidente do partido, Gilberto Kassab, de conduzir a campanha com “liberdade”.

Interlocutores da governadora afirmam que ela vai reconhecer o empenho de Lula em atender pleitos do estado e buscará mostrar que sempre teve portas abertas em Brasília. Não há na campanha de Lyra expectativa de que Lula declare apoio, mas os aliados apostam em um voto casado que já aparece na campanha em camisas e bandeiras vermelhas, cor do PT, e roxas. A fim de escapar de uma disputa nacional,a governadora tenta destacar o aspecto regional do pleito.

Na Paraíba, a disputa pelo apoio de Lula é ao Senado. O candidato do presidente ao governo é Lucas Ribeiro (PP), que tenta a reeleição, com o ex-governador João Azevedo (PSB) e Nabor Wanderley (Republicanos) concorrendo ao Senado. Na última semana, Ribeiro e Azevedo gravaram em Brasília com Lula. Antes disso, o presidente já havia gravado, em julho, um vídeo declarando apoio a Veneziano Vital do Rêgo (MDB), que tentará se reeleger. Veneziano está na chapa do candidato do MDB ao governo, Cícero Lucena, que tentou ter apoio do PT, mas perdeu a aliança.

Pai do deputado Hugo Motta (Republicanos), presidente da Câmara, Nabor ficou fora da lista, o que gerou incômodo no filho — que, apesar disso, declarou voto em Lula.

— É como se Lula tivesse três candidatos ao Senado: dois na nossa chapa e um na chapa de oposição. Eu diria que é um bom problema para Lula — afirmou Azevedo.

Já no Maranhão, um racha no grupo que venceu a disputa em 2022 mudou o cenário. O PT lançou o vice-governador Felipe Camarão, depois que as negociações com o grupo do governador Carlos Brandão (MDB) não avançaram. Camarão, no entanto, enfrenta resistências frente ao favoritismo de Eduardo Braide (PSD), ex-prefeito de São Luís, e de Orleans Brandão (MDB), sobrinho do atual governador.

Disputa entre aliados

Orleans faz campanha usando o nome de Lula. Com apoio do tio, usa o discurso de que os resultados da gestão de Brandão ocorreram em parceria com o governo federal. Orleans foi secretário de Assuntos Municipalistas e conta com apoio inclusive de alas do PT.

— Vamos trabalhar divulgando as parcerias que o Lula tem com o Maranhão, pedindo voto e firme no compromisso de dar a ele votação mais expressiva do que nas eleições anteriores — diz Orleans.

Também na disputa ao governo, Braide, por sua vez, marca uma distância maior do pleito nacional e tenta fisgar também o eleitorado de direita. Ele, no entanto, tem na chapa como candidato ao Senado André Fufuca (PP), que foi ministro do Esporte de Lula e defende o voto no presidente.

Desde o início da campanha, Lula já visitou cinco estados e realizou atos eleitorais em quatro: São Paulo, Rio Grande do Norte, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

Picadeiro na Band

Com o máximo respeito à Band pela história de 40 anos na defesa da democracia com seus debates presidenciais, o de domingo passado não passou de um grande picadeiro, espetáculo grotesco. Serviu apenas para atacar o presidente Lula, que, acertadamente, não aceitou o convite da emissora.

Renan Santos, como escreveu o jornalista Bernardo Melo Franco, mostrou a que veio ao exibir duas fraldas com os nomes de Lula e Flávio. Ao longo do debate, despejou falas misóginas e xingou eleitores dos adversários. Chegou a ser repreendido por Cury, que se disse espantado com sua agressividade.

Também estreante em eleições, o psiquiatra se mostrou uma metralhadora de chavões de autoajuda embrulhada num exótico terno verde. Faltou explicar o que faz na corrida presidencial.

Palmares - Forró Mares 2026

O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) recuou nesta segunda-feira (24) da promessa de apresentar pessoalmente informações sobre o filme “Dark Horse” e afirmou que não é sua responsabilidade prestar contas sobre o caso.

A declaração foi dada após Flávio participar de uma reunião da diretoria da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), em São Paulo. As informações são da CNN.

Questionado sobre o compromisso assumido anteriormente de dar transparência ao contrato e aos recursos envolvidos no projeto, o candidato afirmou que a prestação de contas já teria sido apresentada no âmbito da investigação e, em seguida, disse:

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Relatório da Polícia Federal aponta que a lobista Roberta Luchsinger, amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho primogênito do presidente Lula, recebeu “significativas” quantias de dinheiro em espécie no meio do ano passado. Lulinha e Roberta são investigados em dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF) pela suposta prática de tráfico de influência. Eles negam as irregularidades.

Trechos do documento, revelados pelo jornal Folha de S. Paulo e confirmados pelo GLOBO, citam conversas extraídas do celular de Roberta. Em uma delas, a empresária diz a uma pessoa identificada como seu motorista para apanhar o montante e “avisá-la”. As informações são do jornal O GLOBO.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

Por Alex Fonseca – Blog da Folha

O senador Humberto Costa (PT) minimizou a ausência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no debate entre os presidenciáveis na Band, na noite de domingo (23). Antes de participar do lançamento da revista Folha Energia, organizada pela Folha de Pernambuco, na manhã desta segunda-feira (24), o congressista avaliou que o chefe de Estado não perderia votos por isso e que agiu corretamente ao não ir ao encontro.

Humberto criticou, ainda, o comportamento do candidato a Presidência pelo Missão, Renan Santos, que chamou o presidente de “bêbado” durante o debate.

Por Muciolo Ferreira*

Estava ontem aqui no aconchego do meu lar, um domingo de amenidades, apenas na companhia do meu fiel companheiro que atende pelo nome de Petekinha (uma ave calopsita macho bem esperto e atento a qualquer ruído que indique estranhos por perto que coloquem seu dono em risco), quando vozes do além começaram a cochichar no meu ouvido vindas não sei de qual planeta do Sistema Solar da galáxia Via Láctea.

As vozes imploravam, apelavam para que eu revelasse qual era o Anjo da Guarda de um certo senhor que se intitula periodista, escritor e um quase poeta, pois ele estava muito aflito.

As vozes diziam que o sujeito queria se livrar das perseguições diurnas, noturnas e das madrugadas adentro. O cara acredita que tais assombrações talvez sejam oriundas dos praticantes e dos seguidores de uma seita vermelha muito criticada nas suas escrevinhações.

O ex-governador Romeu Zema (Novo) defendeu sua gestão em Minas Gerais e afirmou que o aumento da dívida do estado com a União cresceu em função da cobrança de juros típica de “agiotas” do governo federal. Durante a sabatina da TV Globo, o presidenciável voltou a criticar as condenações dos envolvidos no 8 de janeiro, inclusive a do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e subiu o tom contra a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) no caso.

— Quero explicar. A dívida de Minas foi toda feita no passado. Não fiz um empréstimo. Essa dívida foi herdada dos anos 1990, e cresceu muito devido aos juros de agiota do governo federal. Eu paguei R$ 23 bilhões para aposentados que não recebiam aposentadoria, paguei R$ 13 bilhões para o governo federal, funcionários públicos, e hoje a dívida representa muito menos para a economia de Minas do que quando eu assumi. Alguém deve R$ 10 mil; se ele ganha R$ 3 mil por mês, essa dívida pode ser considerada elevada. Se alguém ganha R$ 40 mil, pode ser que ele tenha capacidade de pagar — disse. As informações são do jornal O GLOBO.

O prefeito de Sirinhaém, Manoel da Retífica, e o vice-prefeito de Paulista, Felipe Andrade, declararam, nesta segunda-feira (24), apoio à candidatura do deputado federal Eduardo da Fonte (PP/UP) ao Senado. A manifestação de Felipe ocorreu após uma reunião na sede do PP, na Zona Sul do Recife, enquanto Manoel anunciou a adesão em Sirinhaém.

Eduardo da Fonte afirmou que pretende ampliar, no Senado, a atuação que mantém na Câmara dos Deputados junto aos municípios pernambucanos. “Quero continuar trabalhando para que Sirinhaém tenha mais investimentos e oportunidades”, disse ao comentar o apoio de Manoel da Retífica. Sobre Felipe Andrade, afirmou que a adesão reforça a articulação na Região Metropolitana e no Litoral Norte.

As duas manifestações ampliam o grupo de gestores municipais que apoiam a candidatura de Eduardo da Fonte. O deputado tem usado a campanha para destacar pautas ligadas à relação com os municípios e à busca de recursos para diferentes regiões do Estado.