Com metade das urnas apuradas no segundo turno das eleições municipais de Paulista, Ramos (PSDB) lidera com 72,63% dos votos contra 27,37% de Junior Matuto (PSB).
Com metade das urnas apuradas no segundo turno das eleições municipais de Paulista, Ramos (PSDB) lidera com 72,63% dos votos contra 27,37% de Junior Matuto (PSB).
Neste sábado (17), o deputado federal Coronel Meira (PL) e Cabo Aênia (PL) realizaram um “adesivaço” em Paulista, na Região Metropolitana do Recife (RMR), em apoio ao candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL). O evento contou com a distribuição de adesivos perfurados e materiais de campanha.
“Cada carro adesivado, cada bandeira balançando representa a esperança do brasileiro de ver o nosso país seguindo o caminho da ordem, da segurança e da prosperidade. Estamos juntos com Flávio Bolsonaro rumo à vitória no dia 25 de outubro”, declarou Coronel Meira.
Do Blog do Dantas Barreto
A eleição de 2026 em Pernambuco já foi definida com a vitória da governadora Raquel Lyra (PSD), no 1º turno, mas a de 2028 pelo visto já começou. Ontem, em dois eventos em que estava presente, a vice-governadora Priscila Krause (PSD) foi citada como “a filha do Recife”, num sinal de que pode se candidatar à Prefeitura. Já tem até postagens nas redes sociais.
Em 2016, então filiada ao DEM, entrou na disputa municipal e terminou na quarta colocação, com apenas 47.399 votos (5,43%). Passaram para o 2º turno Geraldo Júlio (PSB) e João Paulo (PT), e a vitória ficou com o socialista. Dez anos depois, o nome de Priscila volta à baila, embora ela e pessoas próximas digam que essa pré-candidatura não existe.
Leia maisPara Priscila concorrer, é preciso ter muita certeza de que derrotará a prefeito Victor Marques (PCdoB), já que o ex-prefeito João Campos (PSB) fará de tudo para manter seu grupo no comando da Capital, depois de não ter desbancado Raquel Lyra. Em 2030, certamente, a governadora renunciará ao cargo para tentar, pelo menos, o Senado.
Se Priscila for eleita prefeita, em 2028, o futuro presidente da Assembleia Legislativa substituirá Raquel e isso pode gerar uma batalha entre os deputados. Caso Priscila concorra à Prefeitura e perca, chegará na eleição do Governo enfraquecida. A sucessão de Raquel Lyra será daqui a quatro anos, mas ela precisa, desde já, pensar no pleito que virá daqui a dois anos e, fora Priscila Krause, neste momento não dá para vislumbrar outra opção.
Opções surgem para a concorrer na Capital
Além de Priscila Krause (PSD), outros nomes começam a ser citados para enfrentar o prefeito do Recife, Victor Marques (PCdoB). Pelo campo da direita, aparecem os deputados federais eleitos Anderson Ferreira (PL) e Eduardo Moura (Novo). Na esquerda, mesmo sendo aliada, Marília Arraes (PDT) é vista como uma possibilidade. E até a deputada estadual Dani Portela (PT) já se colocou à disposição, apesar de PT e PCdoB integrarem a mesma federação.
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Quatro anos após o lançamento, o documentário “Samba de Latada”, protagonizado pelo cantor Josildo Sá, está disponível no YouTube. Dirigida por João Lucas Melo e produzida por Roberta Jansen, a obra foi gravada em Tacaratu, no Sertão pernambucano, e acompanha o artista em uma jornada por suas raízes e ancestralidade em busca da memória dos antigos sambas de latada do Sertão nordestino.
Também conhecido como samba de matuto, o ritmo transita entre o samba e o forró. O filme reúne participações de artistas como o sanfoneiro Gennaro, o músico Anchieta Dali e o compositor Apolônio da Quixabinha, além de depoimentos do etnomusicólogo Carlos Sandroni e do jornalista José Teles. Em 2023, a produção recebeu o prêmio de melhor som no Festival Nacional de Cinema de Triunfo. A trilha sonora original também está disponível em um EP no Spotify.
Confira!
Por Anthony Santana
Do Blog da Folha
O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve a agenda de campanha em Pernambuco confirmada pelo presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) em Pernambuco, o deputado federal Carlos Veras.
Em novo vídeo divulgado no Instagram o parlamentar atualizou a data da vinda do líder-mor do PT ao estado para a próxima terça-feira (20). Lula disputa o segundo turno da eleição presidencial contra o senadro Flávio Bolsonaro (PL). No primeiro turno, o mandatário recebeu 63% dos votos dos pernambucanos, enquanto Flávio teve 31%
Leia mais“Vamos ocupar as ruas de Petrolina, de Juazeiro, fazer uma grande atividade. Juazeiro, Petrolina, Petrolina, Juazeiro, mostrando nosso amor ao presidente Lula e nossa empolgação. Porque é de virada. Bora time de Lula, vamos à vitória. Terça-feira tem encontro marcado”, declarou Carlos Veras.
De acordo com a senadora e líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT), o ato de campanha deve ser realizado na ponte que liga Petrolina, no Sertão pernambucano ao município baiano de Juazeiro.
O presidente deve chegar ao local a partir da Bahia, de acordo com o que planejam os organizadores do evento. Lula esteve pela última vez em Pernambuco a poucos dias do primeiro turno, em 25 de setembro.
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Por Agência O Globo
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou, por unanimidade, a decisão do ministro Marco Aurélio Bellizze que determinou à Meta, responsável pelo Instagram, Facebook e WhatsApp, que não limite injustificadamente o alcance de conteúdos políticos nem favoreça as candidaturas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ou do senador Flávio Bolsonaro (PL) por meio de suas ferramentas de inteligência artificial.
O julgamento da decisão de Bellizze ocorreu no plenário virtual realizado ontem (16). A decisão de Bellizze foi tomada na quinta-feira (15), em uma ação apresentada pela campanha de Lula, que acusa a Meta de restringir o alcance de publicações favoráveis ao presidente e de permitir a circulação de conteúdos produzidos por inteligência artificial contra sua candidatura.
Leia maisAo analisar o caso, o ministro determinou que a empresa adote critérios isonômicos na distribuição de conteúdos políticos, no funcionamento de ferramentas de inteligência artificial generativa e na moderação de publicações relacionadas aos dois candidatos que disputam o segundo turno da eleição presidencial.
A determinação também busca impedir que restrições aplicáveis aos perfis oficiais das campanhas sejam estendidas indevidamente a publicações feitas em colaboração com terceiros, como apoiadores e outros usuários das redes sociais.
Bellizze, no entanto, não reconheceu que a Meta tenha manipulado deliberadamente seus algoritmos para favorecer uma candidatura. O ministro considerou que não há, até o momento, provas suficientes de tratamento desigual, mas entendeu ser necessário adotar medidas preventivas para assegurar a igualdade de condições na disputa eleitoral.
A decisão também prevê providências relacionadas a falhas no impulsionamento de anúncios da campanha de Lula e à apuração de uma rede de 255 perfis suspeitos de divulgar conteúdos políticos produzidos com inteligência artificial.
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A Justiça Eleitoral mudou o local de votação de 4.352 seções eleitorais para o segundo turno das eleições de 2026, marcado para domingo, 25 de outubro. O número corresponde a 0,87% das 499.248 seções instaladas no país.
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), as alterações foram feitas por motivos como fortes chuvas, reformas de última hora, problemas na acessibilidade dos prédios e falta de energia elétrica. As informações são do g1.
Leia maisEm algumas situações, locais danificados tiveram as seções transferidas preventivamente para prédios próximos considerados mais seguros. Por isso, mesmo quem votou normalmente no primeiro turno deve conferir novamente o endereço antes de sair de casa.
A consulta pode ser feita pelo aplicativo e-Título ou pelo Autoatendimento Eleitoral, no site do TSE. Segundo o tribunal, mudanças feitas pelos cartórios eleitorais aparecem imediatamente nesses canais.
Dados divulgados pelo TSE ontem (16) mostram que as alterações se concentraram em alguns dos estados com os maiores eleitorados. São Paulo teve 982 seções com mudança de local; Minas Gerais, 514; Rio de Janeiro, 431; e Bahia, 312.
O tribunal afirma que a troca de endereço não significa que houve redução no número de seções eleitorais nem prejuízo aos eleitores.
Quem decide mudar o local?
As alterações não são determinadas diretamente pelo TSE. Segundo o tribunal, a decisão cabe a cada zona eleitoral, que analisa as condições dos locais de votação e a infraestrutura disponível no município.
Em resposta à TV Globo, o TSE também informou que mudanças entre os dois turnos podem ocorrer em razão de eventos extremos, como alagamentos, temporais e outras condições climáticas que causem danos aos locais de votação. O tribunal orientou que as situações específicas de cada estado fossem verificadas junto aos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs).
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Esta foto vai além da mera manifestação política própria de alguém que vota no presidente Lula (PT) e confia na sua reeleição. Tem um recado: embute um drama familiar no aconchego do teto do meu amigo Anchieta Mascena, contemporâneo em Afogados da Ingazeira, a 386 km, de onde sai.
Um dos seus netos foi arrebatado para o mundo da escuridão mental por causa das bets. De tanto jogar, adoeceu. A família, atônita, já lançou todas as redes para trazê-lo de volta ao convívio social. Anchieta não é exceção. A jogatina, infelizmente, virou uma epidemia. Criou a geração alucinada, cega, da perda do controle, gerando danos na saúde mental.
O vício em apostas não destrói apenas o bolso. Ele corrói a saúde mental, afasta famílias e prende pessoas em um ciclo difícil de romper. A vida tem um valor superior a um palpite.
Por isso, o empresário aplaudiu de pé a decisão do presidente Lula de exterminar as bets. Confeccionou uma porção dessas camisas numa cruzada sensacional pela vida.
Que Deus resgate o seu neto!
Da CNN Brasil
O senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) empatam tecnicamente no segundo turno das Eleições 2026, de acordo com levantamento Ipespe/Abrapel divulgado neste sábado (17).
Apesar do empate técnico, o senador aparece numericamente à frente com 51,2% dos votos válidos. Ao mesmo tempo, o atual presidente alcança 48,8% da preferência do eleitorado. O cenário descarta possíveis votos em branco e nulos.
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Resultado do 1º turno das Eleições 2026
Com 100% das urnas apuradas, Flávio teve 47,03%, com 56,1 milhões de votos. Lula chegou a 45,16%, com 53,8 milhões. O resultado mostra que os candidatos disputarão o segundo turno da eleição presidencial de 2026, marcado para o dia 25 de outubro.
Com pouco menos de dois pontos percentuais de diferença, a margem de votos observada entre Flávio Bolsonaro e Lula foi a menor desde a redemocratização.
Metodologia
A pesquisa Ipespe/Abrapel entrevistou 1.500 eleitores de todo o país entre os dias 13 e 15 de outubro. A margem de erro do levantamento é de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95,45%. O estudo foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-00223/2026.
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Da Revista VEJA
A aprovação à maneira como Lula vem governando o país melhorou numericamente na nova pesquisa Ipespe/Abrapel, divulgada neste sábado, 17, a oito dias do segundo turno. O índice passou de 43% na rodada realizada entre 6 e 8 de outubro para 45% no levantamento feito entre os dias 13 e 15. No mesmo período, a desaprovação oscilou de 50% para 48%.
As duas variações estão dentro da margem de erro da pesquisa e, por isso, podem não configurar uma mudança estatisticamente conclusiva. Outros 7% não sabem ou não responderam, mesmo percentual registrado na rodada anterior.
Leia maisO que mudou na avaliação de Lula?
Na rodada anterior, a diferença entre desaprovação e aprovação era de 7 pontos percentuais: 50% desaprovavam e 43% aprovavam a forma como Lula administrava o país. Agora, essa distância numérica caiu para 3 pontos, com 48% de desaprovação e 45% de aprovação.
O próprio relatório apresenta esse indicador como “saldo”, calculado pela diferença entre aprovação e desaprovação. Ele passou de 7 pontos negativos para 3 pontos negativos entre as duas rodadas.
Como os eleitores de Lula avaliam o presidente?
Entre os entrevistados que declaram voto em Lula no segundo turno, 88% aprovam sua maneira de governar, enquanto 7% desaprovam. Outros 6% não sabem ou não responderam. O cruzamento mostra forte associação entre avaliação do governo e intenção de voto nesta reta final da eleição.
Lula x Flávio: surpresas e reviravoltas da corrida eleitoral
E o que pensam os eleitores de Flávio Bolsonaro?
Entre os eleitores de Flávio Bolsonaro, 93% desaprovam a maneira como Lula governa e 4% aprovam. Outros 3% não sabem ou não responderam. A polarização também aparece entre os eleitores que não escolheram diretamente nenhum dos dois candidatos. Entre quem declara voto branco ou nulo, 59% aprovam o governo Lula e 5% desaprovam, enquanto 36% não sabem ou não responderam.
Como a avaliação do governo se relaciona com a disputa eleitoral?
Na mesma pesquisa, Flávio Bolsonaro aparece com 48% das intenções de voto no cenário estimulado e Lula, com 46%. Branco ou nulo somam 3%, e outros 3% não sabem ou não responderam.
Nos votos válidos, o Ipespe calcula 51,2% para Flávio e 48,8% para Lula. Na rodada anterior, os percentuais eram de 52,7% e 47,3%, respectivamente, também uma oscilação dentro da margem de erro.
A melhora numérica significa uma virada na avaliação?
Não. Os dados mostram uma aproximação numérica entre aprovação e desaprovação, mas as oscilações registradas entre as duas rodadas estão dentro da margem de erro. A leitura correta, portanto, é de melhora numérica da aprovação e recuo numérico da desaprovação, sem afirmar uma mudança consolidada de tendência.
Qual a metodologia da pesquisa?
A pesquisa Ipespe/Abrapel ouviu 1.500 eleitores entre os dias 13 e 15 de outubro. O levantamento foi realizado por telefone e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-00223/2026. A margem de erro máxima é de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos, para resultados próximos de 50%.
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O ministro André Mendonça, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), suspendeu a propaganda da campanha de Lula (PT) que associava Flávio Bolsonaro (PL) a milícias.
Decisão atende a um pedido do candidato do PL. A medida alcança uma peça exibida no horário eleitoral gratuito na última terça-feira (13), na TV. Mendonça alegou uso irregular de personagens criados por inteligência artificial para simular depoimentos reais. Em caso de descumprimento, a campanha de Lula poderá ser multada em R$ 10 mil por exibição.
Leia maisA propaganda relacionava relatos de extorsão e violência atribuídos a milicianos a trechos de um pronunciamento de Flávio na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), em 2007. A peça afirmava que “Flávio não tem nenhuma moral para combater o crime organizado no país porque ele faz parte do crime”. Flávio nega, em entrevistas, ter ligação com o crime organizado. “Eu não defendo milícias, nunca defendi que haja um poder paralelo para extorquir trabalhador”, disse.
Acusação sem provas, alega TSE
Para Mendonça, a peça ultrapassou os limites da crítica política ao atribuir a Flávio Bolsonaro participação no crime organizado sem provas. O ministro afirmou que a sequência de depoimentos, declarações, notícias e opiniões conduzia o eleitor a essa conclusão.
Mendonça declarou que episódios envolvendo pessoas identificadas como integrantes de organizações criminosas não bastam para ligar Flávio ao crime organizado. Ele também citou a reprodução de pronunciamentos antigos e de opiniões jornalísticas.
“A propaganda desenvolve narrativa estruturada mediante a sucessão de depoimentos sobre práticas criminosas atribuídas a milícias, fragmentos de declarações do candidato, notícias jornalísticas e manifestações opinativas, conduzindo o espectador à conclusão de que Flávio Bolsonaro mantém vinculação com essas organizações criminosa”, diz trecho da decisão do ministro André Mendonça.
O ministro observou que o TSE já havia suspendido uma propaganda de Flávio que associava Lula ao crime organizado. “A associação de candidato a organização criminosa, quando desprovida de substrato fático mínimo que a sustente, tem sido considerada apta a ultrapassar os limites da crítica política, caracterizando grave descontextualização”, escreveu Mendonça.
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O ex-presidente José Sarney recebeu alta hoje (17), em São Luís, após passar por uma cirurgia abdominal para tratar uma obstrução intestinal. Aos 96 anos, Sarney deixou o UDI Hospital depois de nove dias internado. Segundo boletim médico divulgado pela unidade, ele teve evolução clínica considerada satisfatória e seguirá em acompanhamento ambulatorial.
Sarney estava internado desde 9 de outubro, quando foi submetido ao procedimento para reverter a obstrução. Ele procurou atendimento após sentir dores abdominais, passou por avaliação clínica e exames de imagem e, depois da cirurgia, ficou um período na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). As informações são do UOL.
Leia maisNa segunda-feira (12), o ex-presidente deixou a UTI e foi transferido para um quarto. Em uma publicação nas redes sociais, ele escreveu: “A cada dia, me sinto melhor! Já estou no quarto, me recuperando muito bem e, se Deus quiser, logo, logo estarei em casa”.
Histórico recente de internações
Esta foi a terceira internação de Sarney desde setembro. No mês passado, ele ficou três dias no UDI Hospital para tratar uma pneumonia.
Sarney também foi internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para avaliação e continuidade do tratamento de uma pneumonia bacteriana. Ele recebeu alta da unidade paulista em 30 de setembro.
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Do Brasil de Fato
O Bloco da Vitória reúne mais de 100 agremiações carnavalescas amanhã (18), a partir das 14h13, na Praça do Carmo, em Olinda, na Região Metropolitana do Recife. A manifestação é organizada em apoio à campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e em defesa da democracia. A saída do cortejo está prevista para as 16h13, com acompanhamento das orquestras Maestro Oseas e Henrique Dias.
A mobilização reúne troças tradicionais, blocos carnavalescos e grupos de dança que levam a cultura popular pernambucana para o debate político. Entre as agremiações confirmadas estão Eu Acho É Pouco, Elefante de Olinda, Pitombeira, Boi da Macuca, Cariri, Minhocão e Bloco Sem Terra, que já participaram de outras manifestações de apoio a Lula em Olinda.
Leia maisA presença desses grupos retoma uma articulação entre Carnaval e política que ganhou as ruas da cidade em diferentes momentos eleitorais. Em 2022, mais de 40 agremiações participaram do Lula em Bloco, que reuniu foliões na Praça do Carmo. Na ocasião, o Eu Acho É Pouco destacou, nas redes sociais, o objetivo de afirmar que “a violência, o ódio ao Nordeste, o racismo, o machismo, a misoginia, a LGBTfobia, a aversão aos pobres e aos indígenas aqui não se criam”.
Neste ano, durante o primeiro turno das eleições, as ladeiras de Olinda também receberam o cortejo Bora Lula!, com participação do Eu Acho É Pouco, do Minhocão e do Bloco Sem Terra. A concentração ocorreu no Largo do Amparo, com saída acompanhada pela Orquestra do Maestro Oséas.
As três agremiações têm trajetórias ligadas à presença da política na cultura carnavalesca. O Eu Acho É Pouco, que começou a desfilar na década de 1970, é conhecido por seu posicionamento progressista. Fundado em 1999, o Minhocão também participa de mobilizações políticas, enquanto o Bloco Sem Terra leva para a folia referências à luta do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).
A nova edição do Bloco da Vitória amplia essa mobilização, reunindo mais de 100 agremiações, entre elas nomes tradicionais do Carnaval olindense, como Pitombeira dos Quatro Cantos, Ceroula de Olinda e Vassourinhas de Olinda. O desfile será embalado pelas duas orquestras convidadas e pretende unir música, cultura popular e participação política em apoio à candidatura petista.
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