PT solicita expulsão de Yves Ribeiro

A Executiva Estadual do Partido dos Trabalhadores e das Trabalhadoras de Pernambuco (PT-PE) anunciou que submeterá, no próximo sábado (14), ao Diretório Estadual, a decisão sobre a expulsão do prefeito de Paulista, Yves Ribeiro, do quadro de filiados do partido. A medida foi motivada pelas recentes posições políticas do gestor, que têm gerado insatisfação entre lideranças e militantes petistas.

Segundo o PT-PE, Yves tem demonstrado alinhamento contrário às diretrizes do Governo Federal, liderado pelo presidente Lula, e não reconhece as políticas públicas federais que, de acordo com o partido, beneficiam o município do Paulista e outras cidades pernambucanas. Em nota, a Executiva Estadual criticou o prefeito por atribuir problemas estruturais do município à gestão federal. “Atribuir o sucateamento resultante de sua má gestão municipal ao Governo Federal demonstra irresponsabilidade e descompromisso com a verdade”, declarou o partido.

Outro ponto de divergência destacado pelo PT é a postura do prefeito em suas comparações entre o Governo Lula e a gestão anterior, classificadas como “distorções que desconsideram o compromisso histórico do partido com a classe trabalhadora”. “Essas declarações só reforçam o quanto as posições do filiado estão desconectadas das trincheiras de luta histórica do partido”, pontua o comunicado. A decisão final será tomada pelo Diretório Estadual no próximo encontro.

Com informações do Paulista Urgente.

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O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, disse nesta terça-feira (20) que a Corte não participou das alterações de locais de votação para o segundo turno das eleições, no próximo domingo (25).

Segundo Nunes Marques, a mudança é de responsabilidade dos TREs nos estados e ocorre por problemas registrados durante o primeiro turno, como danos estruturais em escolas e desabamentos em razão das chuvas. As informações são da Agência Brasil.

Aliado de Flávio Bolsonaro (PL), o ex-coach Pablo Marçal desdenhou de eleitores de Renan Santos (Missão) ao provocar o candidato derrotado à Presidência na segunda-feira. A declaração ocorreu após Renan optar pela neutralidade no segundo turno, sem declarar apoio ao bolsonarista ou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

— Você que votou no Renan, fica com esse voto, anula, põe onde você quiser. E acabou — disse Marçal em entrevista ao podcast IronTalks TV. As informações são do jornal O GLOBO.

O debate presidencial transmitido pela TV Bandeirantes no último domingo (18) rendeu muita polêmica e críticas. O sociólogo e cientista político Antônio Lavareda fez coro às críticas, afirmando que é preciso “repensar” o modelo. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, o estudioso comparou o encontro entre os candidatos Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) a uma luta de artes marciais e apontou a influência do coach Pablo Marçal, apoiador do liberal, na condução do candidato durante o embate.

“É preciso repensar os debates. Aquilo está mais para MMA do que para debate de campanha presidencial. Acho que tem um consenso de que foi o pior debate presidencial dessas dez eleições, desde 1989 até agora. Quando acabou, comentei que quem teria adorado seria o (marqueteiro) Duda Mendonça, porque ele adorava briga de galo, era criador (risos). Aquilo não ajuda, e é preciso lembrar que os debates avançaram muito na degradação a partir das eleições municipais de 2024, da famosa eleição em São Paulo. E quem teve papel de protagonista naquela degradação? Pablo Marçal, que estava orientando, era uma espécie de coach do Flávio no domingo. Ou seja, Pablo teve papel especialíssimo na degradação da qualidade do debate”, disparou Lavareda.

Caruaru - Minha rua nova

O crescimento da campanha do presidente Lula (PT) à reeleição na última semana foi evidenciado nas pesquisas, com o petista chegando ao empate técnico com Flávio Bolsonaro (PL) em parte dos institutos. Para o sociólogo e cientista político Antônio Lavareda, no entanto, ainda é cedo para cravar uma virada, como vêm afirmando aliados do petista. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, o analista diz que é preciso aguardar as próximas pesquisas, entre elas a Quaest, nesta quarta-feira (21), e o Datafolha, na quinta-feira (22), para verificar se houve consolidação do movimento.

“É incontestável que a mudança de cenário da primeira para a segunda semana do segundo turno ocorreu por conta de uma onda produzida a partir de dois vetores, que foram as ruas e as redes sociais. Houve uma intensa movimentação, de certa forma inédita, já que há mais de dez anos não se via a esquerda e os progressistas terem tantas pessoas mobilizadas nas ruas. Mas nós veremos se essa onda, com as pesquisas a partir de amanhã, continua. Se continuar, torna-se absolutamente plausível a hipótese de ultrapassagem de Lula sobre Flávio na reta final. Se a onda continuar e o movimento assinalado pelas pesquisas da semana passada ganhar impulso e se for evidenciado na Quaest e Datafolha, mostrando uma hipotética maior capitalização das circunstâncias do debate por Lula, será plausível esse quadro”, pontuou Lavareda.

Ipojuca - Na palma da sua mão

O acirramento da disputa presidencial, segundo as pesquisas de intenção de voto, tende a prevalecer até sábado (24), véspera da eleição. Para o sociólogo e cientista político Antônio Lavareda, Flávio Bolsonaro (PL) segue favorito, mas em condição vulnerável. Esse quadro, porém, pode voltar a se tornar mais confortável para o candidato, a depender da evolução dos próximos levantamentos, avaliou em entrevista ao podcast Direto de Brasília.

Segundo as projeções de Lavareda, mesmo que Flávio chegue à véspera da eleição numericamente empatado com o presidente Lula (PT), ainda terá mais chances de vencer o segundo turno por causa da abstenção. “Chamo a atenção para o fato de que, se o presidente chegar empatado numericamente no sábado à noite, minha leitura é de que as chances serão de 55% para Flávio contra 45% para Lula. A justificativa é a abstenção, que afetou no primeiro turno e provavelmente afetará no segundo. Embora a abstenção costume afetar a todos, o problema é o diferencial dela, que é adverso para Lula. E se Flávio chegar com uma diferença de 1,5 ou dois pontos, a chance se abre para 70% para ele, contra 30% para Lula, nas minhas projeções”, detalhou o cientista político.

Olinda - Refis 2026

O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a cobrar que o também candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) autorize a quebra do sigilo bancário. A cobrança foi feita durante carreata do petista que partiu de Juazeiro, na Bahia, até Petrolina, em Pernambuco, nesta terça-feira (20).

Mais cedo, Lula protocolou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a autorização para que os sigilos bancário, fiscal e telefônico dele e de sua família sejam liberados desde que Flávio faça o mesmo. As informações são da Folha de Pernambuco.

Palmares - Creche Quilombo II

O presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmou que a eleição representa uma escolha sobre os rumos do Brasil e defendeu a soberania nacional durante discurso em Petrolina, no Sertão de Pernambuco. Na ocasião, o candidato questionou se o país deve manter uma postura de defesa dos interesses nacionais ou se aproximar dos Estados Unidos.

Lula também destacou os investimentos em educação e a proposta de criação de uma modalidade universitária do programa Pé-de-Meia. As informações são do JC.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

A senadora eleita Marília Arraes (PDT) participou, nesta terça-feira (20), de uma caminhada ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, entre Juazeiro, na Bahia, e Petrolina, em Pernambuco. O ato reuniu apoiadores e lideranças políticas e marcou a última agenda de campanha de Lula nos dois estados antes do segundo turno.

Também participaram da mobilização o presidente nacional do PSB, João Campos, o governador reeleito da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), o governador eleito do Piauí, Rafael Fonteles (PT), o presidente estadual do PT em Pernambuco, Carlos Veras, o senador Humberto Costa (PT) e a senadora Teresa Leitão (PT). No primeiro turno, Lula obteve 60,2% dos votos válidos em Petrolina e 63,30% em Juazeiro.

Antes da caminhada, Marília afirmou, em entrevista à imprensa local, que pretende atuar em demandas de Petrolina, como acesso à água e obras de infraestrutura, incluindo o novo hospital regional. Já Lula falou sobre o Bolsa Família, combate à pobreza e voltou a afirmar que autorizou a abertura de seus sigilos bancário e telefônico ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Camaragibe - IPTU Verde 2026

O presidente Lula (PT) participou, nesta terça-feira (20), de um ato que une Juazeiro (BA) e Petrolina (PE), no Vale do São Francisco, a cinco dias do segundo turno.

Ao lado de aliados políticos, como a eleita senadora Marília Arraes (PDT), o governador do Piauí Rafael Fonteles (PT) e o governador da Bahia Jerônimo Rodrigues (PT). As informações são do Diario de Pernambuco.

Se o leitor não conseguiu assistir à exibição ao vivo do podcast Direto de Brasília com o cientista político Antonio Lavareda, clique no link abaixo e confira. Está imperdível!

A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva escalou o vice-presidente Geraldo Alckmin para explorar uma das principais propostas econômicas de Flávio Bolsonaro na reta final do segundo turno, o corte de quase R$ 200 bilhões do Orçamento federal. Em vídeo divulgado nesta terça-feira nas redes sociais do petista, Alckmin questiona quais despesas seriam atingidas pela medida e recorre ao exemplo da Argentina, governada por Javier Milei, para comparar as propostas econômicas do adversário com as políticas de ajuste fiscal adotadas no país vizinho.

A equipe do candidato do PL estuda um ajuste equivalente a 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro ano de um eventual governo, cerca de R$ 200 bilhões. Coordenadora da agenda econômica, a ex-presidente da Caixa Daniella Marques defende rever o arcabouço fiscal, a âncora criada pelo governo Lula, e trocá-lo por uma regra que leve em conta a trajetória da dívida pública. A campanha também fala em reduzir supersalários, cargos comissionados e ministérios, e em envolver os outros Poderes no esforço fiscal. Não h[a detalhes ainda, porém, de onde sairia a economia para sustentar o ajuste já no início da gestão. As informações são do jornal O GLOBO.

A quatro dias do segundo turno da eleição presidencial entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), o cientista político Antonio Lavareda é o convidado do podcast Direto de Brasília de daqui a pouco. Um dos mais conhecidos especialistas em pesquisas eleitorais do país, Lavareda fará prognósticos e avaliações sobre a disputa, além de analisar os levantamentos realizados pelos principais institutos nacionais.

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