Pressionado, o presidente Lula divulgou, há pouco, um vídeo em que manda uma mensagem confirmando seu apoio aos pré-candidatos ao Governo de Pernambuco e ao Senado, Danilo Cabral e Teresa Leitão, respectivamente. Confira.
Pressionado, o presidente Lula divulgou, há pouco, um vídeo em que manda uma mensagem confirmando seu apoio aos pré-candidatos ao Governo de Pernambuco e ao Senado, Danilo Cabral e Teresa Leitão, respectivamente. Confira.
O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência, disse nesta sexta-feira (16) em sabatina na Globo, depois do Jornal Nacional, que votou a favor do fim da escala 6×1, após ter chamado a medida de oportunista e eleitoreira, porque ouviu trabalhadores nas ruas.
Ele disse ainda que “não está no radar” um cargo para seu pai, Jair Bolsonaro, em seu eventual governo. “O presidente Bolsonaro nunca tratou de cargo comigo, nunca sugeriu que gostaria de trabalhar no governo”. As informações são da Folha de S. Paulo.
Leia maisAfirmou também que seu irmão Eduardo Bolsonaro não será chanceler caso ele seja eleito presidente.
“Eu sempre defendi mais liberdade para que os trabalhadores pudessem inclusive montar a sua própria jornada de trabalho”, disse o candidato sobre a 6×1. “Eu sempre citava o exemplo daquela mãe solo, que sustenta o seu filho sozinho, que às vezes não tem com quem deixar a sua criança e com essa escala seis por um engessada, ela não consegue um emprego.”
“Eu rodei o Brasil inteiro, ouvi muitos trabalhadores. Eu votei conforme o que eu vi nas ruas. Como eu vi a grande maioria dos trabalhadores estavam favoráveis ao fim da escala 6×1 resolvi, seguir a vontade da maioria dos trabalhadores brasileiros”.
Flávio prometeu que o ajuste fiscal ventilado por sua campanha, se eleito, não implicará em perdas para o salário mínimo, para as aposentadorias e nem para os gastos mínimos previstos com saúde e educação.
A campanha de seu adversário, o presidente Lula (PT), tem apostado na acusação de que a contenção das despesas proposta pela campanha do candidato do PL, estimada em R$ 250 bilhões, representará no fim de garantias e benefícios sociais.
“Tem circulado muitas fake news. Meu concorrente está promovendo um verdadeiro terrorismo dizendo que acabaria com as aposentadorias, com os servidores públicos, que eu privatizaria Banco do Brasil, Caixa, Petrobras”, disse Flávio. “O maior ajuste fiscal que o Brasil pode fazer é tirar o Lula.”
Sobre a ligação de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) com o caso Master, Flávio atacou Alexandre de Moraes, mas questionado sobre Kassio Nunes Marques, indicado por Jair Bolsonaro para a corte, disse que a lei também vale para ele.
Antes da entrevista, houve panelaço contra Flávio Bolsonaro em diversas regiões de São Paulo e no Rio de Janeiro.
Na quinta-feira (15), o presidente Lula (PT), seu adversário no segundo turno, já havia sido sabatinado pela emissora —ele defendeu reduzir a maioridade penal no caso de crimes hediondos, disse desconhecer que o Bolsa Família não havia sido reajustado e assumiu a responsabilidade pela avaliação ruim de seu governo.
Pesquisa Datafolha desta quinta mostrou empate técnico entre os candidatos, com 51% das intenções de votos válidos para Flávio, ante 49% de Lula.
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O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, nesta sexta-feira (16/10), que a saída do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) do governo seria “o maior ajuste fiscal que o Brasil pode fazer”. A declaração foi dada durante sabatina no Jornal Nacional, da TV Globo, ao ser questionado sobre propostas para mudanças nas regras de despesas públicas.
Durante a entrevista, Flávio foi perguntado se manteria os reajustes do salário mínimo acima da inflação. Ele respondeu que sim. Em seguida, negou que pretenda desvincular o reajuste das aposentadorias do percentual aplicado ao salário mínimo ou alterar a Constituição para eliminar os pisos de gastos com saúde e educação. As informações são do Metrópoles.
Leia mais“O meu concorrente está promovendo um verdadeiro terrorismo em cima dos servidores públicos e das estatais, dizendo que eu acabaria com as aposentadorias, com os servidores públicos, que eu privatizaria o Banco do Brasil, a Caixa e a Petrobras, enfim, um monte de coisa. E o maior ajuste fiscal que o Brasil pode fazer é tirar o Lula”, declarou.
O plano de governo de Flávio Bolsonaro prevê reduzir despesas públicas, diminuir a estrutura do governo federal e criar uma nova regra fiscal para controlar a dívida pública.
Entre as medidas, estão o corte de pelo menos dez ministérios, a redução de cargos comissionados e o combate a supersalários e benefícios considerados excessivos no serviço público.
A campanha também defende a redução de impostos e a revisão de despesas consideradas ineficientes.
No entanto, o programa oficial não detalha como todas as medidas seriam implementadas nem apresenta uma regra fiscal completa.
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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à presidência da República, afirmou nesta sexta-feira (16/10) que não pretende reverter o fim da escala de trabalho 6×1 caso seja eleito. Durante sabatina ao Jornal Nacional, da TV Globo, o parlamentar também justificou a mudança de posição sobre a redução da jornada, aprovada pelo Congresso Nacional nesta semana.
Questionado sobre a intenção de aliados de aprovar uma proposta alternativa, com remuneração e benefícios proporcionais às horas trabalhadas, Flávio negou que pretenda desfazer a medida. As informações são do Metrópoles.
Leia mais“Não, não vou. Direitos trabalhistas garantidos”, respondeu.
A declaração se dá dois dias depois de o senador votar a favor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que extingue a escala de seis dias de trabalho por um de descanso. O texto foi aprovado no Senado na quarta-feira (14/10), com 75 votos favoráveis e um contrário, e promulgado pelo Congresso nesta sexta-feira.
Flávio havia criticado a proposta e defendido maior liberdade para a negociação da jornada entre trabalhadores e empregadores. Na entrevista, afirmou que mudou de posição por considerar a vontade dos trabalhadores brasileiros.
“Eu resolvi seguir a vontade dos trabalhadores brasileiros”, declarou. O candidato acrescentou que percorreu o país e ouviu pessoas favoráveis à mudança. Apesar disso, voltou a defender regras mais flexíveis para a contratação. “Eu sempre defendi mais liberdade para que os trabalhadores pudessem, inclusive, montar sua própria jornada de trabalho”, disse.
A posição de Flávio contrasta com a articulação de integrantes do próprio partido. O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), declarou que pretende trabalhar pela aprovação de uma proposta de remuneração por hora em 2027, caso o senador vença a eleição presidencial.
O foi apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio.
A iniciativa permitiria ao trabalhador optar por um regime de contratação por hora, com remuneração e direitos como férias e 13º salário calculados proporcionalmente ao período trabalhado.
Já a emenda constitucional promulgada nesta sexta-feira estabelece dois dias de descanso semanal remunerado, sem redução salarial. A transição prevê uma jornada máxima de 42 horas semanais depois de 60 dias e de 40 horas após mais 12 meses.
Na sabatina, Flávio também afirmou que pretende recuperar o poder de compra dos trabalhadores e combater a insegurança pública.
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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à presidência da República, afirmou hoje (16) que não quer se reeleger e que “só precisa de um mandato” como presidente.
“Eu só quero um mandato para consertar o Brasil de verdade. Eu estou disputando o futuro da nação. O centro do meu governo vai ser devolver seu poder de compra ao brasileiro”, destacou. As informações são do UOL.
Capitais e outras cidades brasileiras tiveram registros de panelaços no início da sabatina realizada pela Rede Globo com o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), no fim da edição do Jornal Nacional desta sexta-feira (16). A emissora convidou os dois presidenciáveis para uma entrevista comandada pela jornalista e apresentadora Renata Lo Prete. Na última quinta-feira (15), foi a vez do presidente Lula (PT) responder as perguntas.
Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Fortaleza e Salvador foram algumas das cidades em que moradores filmaram as fachadas dos prédios de suas ruas ao som das batidas nas panelas. As informações são do jornal O GLOBO.
A manifestação política contra o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro foi convocada pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), que vem articulando ações de eleitores de Lula nesta campanha de segundo turno.
“Pessoal, urgente! Hoje, às 9 horas da noite, o Brasil inteiro, de ponta a ponta, vai bater panela enquanto o nosso adversário, que eu nem falo o nome, estiver dando entrevista lá na Globo. Eu quero que vocês peguem uma colher e batam na panela, mas batam até amassar. Depois, troquem, comprem outra panela, comprem outra colher. Depois vocês dão um jeito. Mas é para bater a colher na panela sem dó!”, convocou o deputado, nas redes sociais.
Janones também é o criador do canal de WhatsApp “Exército do Lula”, onde dá orientações aos militantes e eleitores do atual presidente. No final de semana, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques determinou a suspensão do grupo a pedido da campanha de Flávio Bolsonaro, que alegou comportamento inautêntico dos integrantes do canal, difusão de boatos e “missões” de compartilhamento em massa. No entanto, ele voltou a funcionar, com autorização de Nunes Marques, depois que a área técnica do TSE afirmou não ter identificado postagens com fake news citadas por Flávio entre as mensagens do canal de apoiadores de Lula, já com milhões de participantes.
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O deputado federal eleito Gilson Machado e o deputado estadual eleito Gilson Machado Filho informaram que acionaram a Polícia Legislativa da Câmara dos Deputados, a Polícia Federal, o Ministério Público de Pernambuco, a Polícia Civil e a Polícia Militar após comentários publicados nas redes sociais sobre o ato “Bloco 22”, marcado para 22 de outubro, às 19h22, na Praça de Boa Viagem, no Recife, com a presença do deputado Nikolas Ferreira.
Segundo os parlamentares, algumas mensagens faziam referências a agressões contra Nikolas e participantes do evento. A partir disso, os dois também solicitaram reforço de segurança à Polícia Militar de Pernambuco para a realização do ato, que integra a campanha de Flávio Bolsonaro (PL). “Não vão nos calar com ameaças”, afirmou Gilson Machado Filho.
O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) participa, a partir das 21h15 desta sexta-feira (16), de uma sabatina ao vivo na TV Globo, logo após o Jornal Nacional. A entrevista será conduzida pela jornalista Renata Lo Prete, nos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro, com transmissão também pela GloboNews e pelo g1.
CNN
O Partido dos Trabalhadores (PT) sinalizou apoio à reeleição de Hugo Motta (Republicanos) para a presidência da Câmara dos Deputados. A apuração é do analista de Política da CNN Pedro Venceslau ao CNN 360°.
A movimentação ocorre em resposta à crescente pressão do PL, que, após ampliar sua bancada para 120 parlamentares — a maior do Congresso Nacional, tanto na Câmara quanto no Senado —, passou a reivindicar o comando da Casa.
Dois nomes do PL aparecem como cotados para disputar a presidência da Câmara: Altineu Cortes e Sóstenes Cavalcante.
Leia maisSegundo informações apuradas, Sóstenes Cavalcante afirmou que a decisão sobre qual dos dois será o candidato será tomada internamente, dentro do próprio partido. Ambos já estão em busca de aliados em outras legendas, de olho na eleição prevista para fevereiro do ano que vem.
Bloco do Centrão e estratégia de Hugo Motta
Antecipando-se às articulações do PL, Hugo Motta formou um bloco partidário em defesa de sua recondução à presidência da Câmara.
O grupo reúne União, PP, PSD, Republicanos, MDB, PSDB, Solidariedade e Podemos — oito partidos do Centrão que, juntos, já formam a maioria do Congresso Nacional.
A distribuição dos cargos dentro do bloco seria definida pelo tamanho de cada bancada, com a primeira vice-presidência ficando com o União, a segunda com o PP e assim sucessivamente.
Diante desse movimento, o PT se agregou ao grupo e abriu diálogo com Hugo Motta.
O objetivo do partido seria garantir a recondução de um de seus membros à Secretaria-Geral ou à Primeira Secretaria da Casa, cargo que funciona como uma espécie de prefeitura da Câmara dos Deputados.
Esse arranjo repetiria um acordo já firmado anteriormente, quando o PT apoiou Hugo Motta para a presidência e ficou com a secretaria da presidência.
Articulações no Senado e condicionantes do PL
No caso do PL, a estratégia para conquistar a Câmara ainda depende de outra articulação, desta vez no Senado. Integrantes da sigla admitem que não seria viável ao partido comandar simultaneamente o Senado e a Câmara dos Deputados.
Caso Flávio Bolsonaro (PL-RJ), apontado como favorito para presidir o Senado, abra mão da cadeira, Rogério Marinho seria cotado para outro cargo, abrindo espaço para que um nome do Centrão, como Tereza Cristina, assuma o comando do Senado — liberando assim o PL para disputar a presidência da Câmara.
Essa aliança também dependeria do aval de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas conversas, aval que, segundo as informações apuradas, já teria sido concedido.
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Embora o presidente estadual do PT, deputado federal Carlos Veras, tenha anunciado que Petrolina entrou na pré-agenda do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a passagem do petista por Pernambuco ainda não está confirmada. O blog recebeu, de fonte segura, a informação de que, caso a visita seja mantida, ela deverá ocorrer só na terça-feira, após um compromisso de Lula em São Luís, no Maranhão, e não na segunda-feira, como chegou a ser divulgado.
Segundo a mesma fonte, a agenda em Pernambuco está, neste momento, com “viés de baixa”, o que indica uma possibilidade reduzida de realização. O compromisso pode acabar sendo retirado da programação, embora ainda não haja uma decisão definitiva.
Se o leitor não conseguiu acompanhar a entrevista do cantor, compositor, roteirista, ator e autor teatral Evandro Mesquita, fundador da banda de rock brasileiro Blitz, ao quadro “Sextou”, do programa Frente a Frente, ancorado por este blogueiro e exibido pela Rede Nordeste de Rádio, não se preocupe. Clique aqui e confira. Está incrível!
ESTADÃO
Diálogos de Daniel Vorcaro com advogados do Banco Master citam uma negociação por uma parceria do banqueiro com o presidente do União Brasil, Antonio de Rueda, em uma casa de apostas online chamada bet.bet. As conversas que citam o político estão no celular do banqueiro e tinham como interlocutores os ex-diretores jurídicos do Master Luiz Rennó e André Kruschewsky. Em mensagens com Rueda, Vorcaro comemorou o lançamento da bet. Procurado, Antonio de Rueda não se manifestou.
Nos diálogos obtidos pelo Estadão, em diferentes momentos, os advogados se referem a Vorcaro como o dono do dinheiro de um fundo de investimentos que investia na bet.bet. Rueda foi citado diversas vezes no contexto das tratativas para pôr de pé a casa de apostas ao lado de um empresário do ramo musical que é seu amigo, chamado Kleryston Pontes Silveira. Procurado pela reportagem, ele não se manifestou.
Leia maisA bet.bet foi aprovada em 2024 para operar no mercado de apostas pelo Ministério da Fazenda. À época, seus sócios formais eram o dono da PixBet, Ernildo Junior, próximo de líderes do Centrão, como mostrou o Estadão, e o empresário do ramo musical Kleryston Pontes, que agencia nomes como Xand Avião e Nattanzinho. Havia, também, um fundo de investimentos, chamado Oracle, na sociedade. Como mostrou o portal Metrópoles e confirmou o Estadão, o dinheiro desse um fundo de investimentos é de Daniel Vorcaro.
No dia 5 de setembro de 2024, Vorcaro foi abordado pelo advogado do Master André Kruschewsky sobre o negócio. Ele enviou a mensagem “MOU ASSINADO DA BET – LUTA GRANDE”, e, em seguida, um documento chamado “MOU Oracle – 2024.08.29 – v. assinada.pdf”. Ele ainda emendou: “acabou de assinar”.
MOU é a sigla em inglês para “Memorando de Entendimentos”. Trata-se de uma espécie de contrato de gaveta firmado entre futuros sócios para alinharem suas expectativas sobre o negócio que estão montando juntos.
Vorcaro respondeu: “Bet?? Que mou???? Segura essa porra. Eu nem li. Olja (sic) a confusao que tá isso”. O advogado, então, explicou: “Sim! Aquela bet.bet. Luiz estava me cobrando a assinatura diariamente, duas vezes por dia. Aquela que alugamos as salas (Fabiano), lembra? Que estava tocando com Rueda, Kleryston, etc. Esse MOU já era para ter sido assinado há 40 dias e eles ficaram enrolando e a gente cobrando. Tivemos aquela reunião no BI para tratar…”.
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Aliado da governadora Raquel Lyra (PSD), o prefeito de Arcoverde, Zeca Cavalcanti, reforçou, nesta sexta-feira (16), o apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e convocou os eleitores do município a votarem no petista no segundo turno, marcado para 25 de outubro. Em vídeo publicado nas redes sociais, Zeca destacou pautas como emprego, educação, saúde, valorização dos trabalhadores e o fim da escala 6×1. Assista:
