Recife teve um dia diferente hoje. O presidente da Heineken, Maurício Giamellaro, rodou pela cidade, visitando bares, sentindo o clima, observando balcões, copos e histórias. Mas, no fim das contas, o destino já estava traçado: o Bar do Xerém, em Setubal.
Não foi só uma visita institucional. Foi encontro. Foi curiosidade genuína. Foi respeito por quem faz bar do jeito certo. O Xerém, que já é parada obrigatória pra quem do Recife é de Pernambuco e descoberta feliz pra quem vem de fora, recebeu o visitante ilustre como manda a tradição: com conversa, acolhimento e comida que fala por si.
E o acaso caprichou. Justo hoje era dia da famosa “porcheta de Bebezinho” ou melhor, de Arnóbio, o dono da casa, figura central dessa história. Ao lado dos filhos, Vinícius e Vitor, ele fez o que sempre fez: abriu o bar, abriu a cozinha e abriu o coração.
Ali não tinha pose nem cerimônia. Tinha Pernambuco vivo. Tinha boteco raiz. Tinha aquela cultura que não se aprende em manual, só no balcão, no tempo e na insistência de fazer bem feito.
No fim, ficou claro: não foi a Heineken que escolheu o Xerém. Foi o Xerém que mostrou por que merece ser escolhido.














