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Kassio Nunes se retira da sessão

Direto de Brasília

O ministro Kassio Nunes Marques comunicou ao presidente do STF, Edson Fachin, que deixaria o plenário do tribunal após se declarar suspeito na sessão que analisa mensagens entre Daniel Vorcaro e Alexandre de Moraes. Ele afirmou que não participaria, em nome do equilíbrio nas eleições, uma vez que é presidente do TSE.

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O prefeito do Recife, Victor Marques, disse nesta terça-feira (15) que a resposta da população do “Recife virá nas urnas”. A declaração surge depois de áudio vazado do coordenador da campanha de Raquel Lyra, André Teixeira, que afirmou que a governadora poderia ganhar sem “nem precisar pisar no Recife”. A fala aconteceu durante reunião com prefeitos da situação.

O gestor também estranhou a declaração, considerando que o Recife concentra 17% do eleitorado de Pernambuco. “Querer desconsiderar a participação e a vontade do Recife na definição de uma eleição só mostra o pouco compromisso da coordenação de Lyra com a nossa cidade. Mas vamos em frente, pra mudar essa história e construir um tempo novo entre prefeitura e Governo do Estado, elegendo quem sabe respeitar e trabalhar junto com o Recife”, apontou.

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Direto de Brasília

O ministro Dias Toffoli, o segundo a se manifestar, também comunicou que não se sentia à vontade para votar na sessão de julgamento de Alexandre Moraes. “Embora não haja nada de suspeição, por motivo de foro íntimo não vou votar”, afirmou.

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Direto de Brasília

O ministro Kassio Nunes Marques, o primeiro a falar após a leitura do relatório de Edson Fachin, confirmou que não votará na sessão de hoje por impedimento de ser presidente do TSE. Refutou as versões de que tenha relação com Vorcaro. “Nunca troquei mensagens com Vorcaro. Nunca julguei processos do Master e nem meu filho prestou serviços, mas pelo fato de ser presidente do TSE não me sinto confortável em votar hoje”, afirmou.

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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, deu uma série de recados aos ministros no início da sessão que vai analisar o relatório da Polícia Federal que apontou mensagens do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, ao ministro Alexandre de Moraes às vésperas de ser preso pela primeira vez, em novembro de 2025.

Após semanas de embate, especialmente entre Moraes e Mendonça, que determinou a elaboração do relatório em julgamento, Fachin pediu serenidade aos colegas e defendeu que as decisões cabem ao plenário, não aos integrantes da Corte individualmente. É a primeira vez que a Corte analisa uma possível investigação envolvendo um dos seus integrantes. As informações são do jornal O Globo.

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Ao chegar para a sessão de julgamento do ministro Alexandre de Moraes, o ministro Gilmar Mendes, decano da corte e integrante do grupo aliado de Moraes, afirmou que não acredita em uma conclusão rápida do julgamento que definirá ou não a abertura de uma investigação sobre o colega Alexandre de Moraes. Disse que a questão a ser tratada pelos ministros é “muito complexa para terminar hoje”.

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Ao abrir a sessão inédita do Supremo Tribunal Federal, o presidente Edson Fachin pediu serenidade aos colegas e defendeu que as decisões cabem ao plenário, não aos integrantes da Corte individualmente. É a primeira vez que a Corte analisa uma possível investigação envolvendo um dos seus integrantes.

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Três ministros do STF podem se manifestar impedidos de votar na sessão inédita da corte, destinada a decidir se será aberta investigação envolvendo o ministro Alexandre de Moraes no escândalo do banco Master: Dias Tofolli, Nunes Marques e o próprio Alexandre. Os dois primeiros por terem seus nomes citados no caso Master e Moraes por razões óbvias.

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Por Andreza Matais
Do Metrópoles

Conversas extraídas do celular do banqueiro Daniel Vorcaro relacionam o advogado Kevin Marques ao valor de R$ 500 mil. Ao lado do nome do advogado aparece um número de telefone do filho do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Kassio Nunes Marques. À coluna, o ministro disse que o filho nunca trabalhou para o Master e, portanto, não recebeu valor algum do Master. Ele afirmou ainda que não teve acesso ao conjunto de mensagens.

Em mensagem enviada a Vorcaro às 10h41 do dia 4 de julho de 2025, o então diretor jurídico do Banco Master, Luiz Rennó, encaminha ao chefe um arquivo contendo o nome “Kevin Marques”, um número de telefone acompanhado do texto: “Esse aqui — 500 mil mês — mantém?”.

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O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, acabou de abrir a sessão que os ministros da corte vão decidir se será aberta investigação sobre o envolvimento do ministro Alexandre de Moraes no escândalo do banco Master.

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Nem todos os dez ministros do STF estão na corte e por isso mesmo a sessão que estava marcada para começar às 10 horas atrasou. Um dos que atrasaram foi Gilmar Mendes, que acabou de dar entrada no plenário da Casa.

Jason Miller, um aliado do presidente dos Estados Unidos Donald Trump, publicou uma imagem feita com inteligência artificial que mostra Alexandre de Moraes, ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), com uma tornozeleira eletrônica.

O ex-conselheiro de Trump compartilhou junto com a imagem uma reportagem do jornal britânico Financial Times, que afirma que a disputa “acirrada” entre os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes pode ter “impacto decisivo” nas eleições presidenciais brasileiras de outubro. As informações são da CNN.

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Texto extraído do editorial de hoje do jornal O Globo: “Hoje, tendo o Brasil como testemunha, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) podem seguir um de dois caminhos: reconstruir a Corte ou mantê-la no descompasso moral em que se encontra.

Se optarem pela reconstrução, farão uma sessão histórica, dolorida, mas respeitosa — e começarão a recuperar a credibilidade que, em conjunto, perderam. Se optarem pela manutenção do atual estado de coisas, farão um mal imenso a si próprios, mas, fundamentalmente, à nossa República e à nossa democracia.

Essa segunda hipótese deve ser afastada. Deste julgamento, só pode emergir um vencedor: o Brasil.

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Os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça, rivais no Supremo Federal, que sempre sentam um ao lado do outro, podem ficar separados na sessão que começa em instantes. O presidente Edson Fachin foi aconselhado a tomar essa decisão por uma questão de cautela, temendo a sessão virar um ringue.

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A sessão inédita do STF para julgar o ministro Alexandre de Moraes, que começa em instantes, se não der em nada pode arranhar ainda mais a imagem da justiça brasileira. Segundo pesquisa do instituto Quaest, 56% dos brasileiros não confiam na corte, um crescimento de dez pontos percentuais em pouco mais de um mês.

Embora a imensa maioria (46%) entenda que todos saem chamuscados com a septicemia do caso Master, a parte que cabe ao Supremo nesse latifúndio escalou de 2% em julho para 17%. Traduzindo: se tudo que está em jogo não der em nada, a alta corte da justiça vai ficar sangrando.

Os eleitores alagoanos mais uma vez confirmaram a preferência por Renan Calheiros (MDB) à reeleição ao Senado Federal. Foi o que revelou o levantamento do instituto Real Time Big Data, que mostra o candidato emedebista com 22% das intenções de votos.

A pesquisa foi contratada pela Rede Record e divulgada nesta terça-feira (15). Ela foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob a inscrição AL-09248/2026, tendo sido foi realizada entre os dias 10 e 14 de setembro, com 1.600 eleitores entrevistados. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança da pesquisa é de 95%.

Ainda de acordo com o levantamento, Marina JHC (PSDB) aparece com 21%, e o deputado Arthur Lira (PP), com 19%. Quem também assume a liderança na pesquisa é Renan Filho (MDB), que concorre ao Governo de Alagoas e mostra vitória no 1º e 2º turno contra JHC (PSDB).

Pela primeira vez desde o início da crise envolvendo o caso Master, o ministro Alexandre de Moraes falou publicamente sobre as suspeitas levantadas contra ele em relatórios produzidos no âmbito das investigações sobre o banqueiro Daniel Vorcaro.

Em manifestação enviada ao presidente do STF, Edson Fachin, nesta segunda (14), Moraes negou ter cometido qualquer irregularidade, afirmou que nunca favoreceu o Banco Master ou Vorcaro e disse que jamais julgou processos envolvendo o banqueiro ou a instituição financeira. As informações são do g1.