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Da CNN Brasil
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes determinou que os réus do “núcleo 2” da trama golpista comecem a cumprir as penas que receberam. O julgamento terminou em 16 de dezembro do ano passado e os envolvidos tentavam questionar trechos da decisão.
O grupo tem como membros o ex-diretor da PRF (Polícia Rodoviária Federal) Silvinei Vasques, a quem foi determinada pena de 24 anos e seis meses de prisão; Filipe Martins, ex-assessor internacional da Presidência; o coronel Marcelo Costa Câmara, ex-assessor de Jair Bolsonaro (PL); Marília Ferreira, que integrou o Ministério da Justiça; e o general Mário Fernandes, ex-secretário-executivo da Secretaria-Geral da Presidência.
Leia maisNo processo, as defesas dos integrantes do núcleo alegaram não haver provas suficientes para uma condenação. Também apontaram inconsistências na denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República) e defenderam que seus clientes não tinham competência para agir de acordo com o que foram acusados.
A acusação afirma que os integrantes teriam ajudado a elaborar a “minuta do golpe”, planejado o assassinato de autoridades e utilizado a estrutura da PRF no segundo turno de 2022, para dificultar o deslocamento de eleitores favoráveis a Luiz Inácio Lula da Silva (PT) até os locais de votação.
Mario Fernandes
Ex-secretário-executivo da Secretaria-Geral da Presidência, Fernandes é acusado de coordenar as ações mais violentas da organização criminosa. Em interrogatório, ele admitiu ter elaborado o Plano Punhal Verde e Amarelo, que previa o assassinato de Lula, Alckmin e Moraes. Segundo a acusação, também atuou como interlocutor dos bolsonaristas acampados que pediam intervenção militar.
Marília Ferreira de Alencar
Ex-diretora de Inteligência do Ministério da Justiça, Marília teria solicitado o projeto de BI para mapear regiões onde Lula venceu no primeiro turno, visando orientar operações da PRF no segundo turno que dificultassem o deslocamento de eleitores contrários a Bolsonaro. Em janeiro de 2023, assumiu a Subsecretaria de Inteligência da Segurança Pública do DF, indicada por Anderson Torres. Segundo a acusação, estava ciente da escalada de violência e dos riscos do 8 de janeiro e foi omissa.
Silvinei Vasques
Ex-diretor-geral da PRF, Silvinei teria coordenado o emprego das forças policiais para dificultar que eleitores considerados desfavoráveis a Bolsonaro chegassem a seus locais de votação no dia do segundo turno das eleições de 2022. Depoimentos de testemunhas relatam que o ex-diretor teria dito que era “hora de a PRF tomar um lado”.
Filipe Martins
Ex-assessor de Assuntos Internacionais da Presidência, Martins teria apresentado a Bolsonaro a minuta de decreto que instauraria medidas excepcionais para mantê-lo no poder. Também teria ajustado o texto a pedido do ex-presidente, incluindo um pedido de prisão de Alexandre de Moraes, e participado de reuniões com comandantes das Forças para tentar convencê-los do golpe.
Marcelo Câmara
Ex-assessor de Bolsonaro, Câmara teria coordenado as ações de monitoramento e assassinato de autoridades públicas, principalmente do ministro Alexandre de Moraes. Segundo a acusação, ele também teria sido responsável por atuar na coleta de dados e de informações sensíveis para subsidiar as ações mais violentas do grupo.
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O deputado federal Felipe Carreras (PSB) esteve, ontem (24) e hoje (25), no Agreste de Pernambuco cumprindo agenda institucional ao lado de prefeitos, vice-prefeitos, deputados estaduais, vereadores e lideranças locais.
Em São Bento do Una, Carreras foi recebido pelo prefeito Alexandre Batité (MDB), o vice-prefeito Paulo Renato, o deputado estadual Diogo Moraes (PSB) e vereadores do município durante a ExpoLeite. Ele também participou da primeira edição da Serenata do Vale do Una.
Em Garanhuns, ao lado do prefeito Sivaldo Albino (PSB) e do deputado estadual Cayo Albino (PSB), o parlamentar tratou de pautas para o município, entre elas o andamento das obras do Hospital de Amor, voltado ao atendimento oncológico. Carreras também se reuniu com a prefeita de Jupi, Rivanda Freire (PSD), para discutir ações e investimentos.
Já em Lajedo, o deputado visitou, ao lado do prefeito Erivaldo Chagas (Republicanos), ruas da Vila dos Prazeres que recebem pavimentação com recursos destinados por seu mandato. Ainda neste sábado (25), Carreras segue para o Sertão do São Francisco, com destino a Orocó, onde participa da assinatura da ordem de serviço da Escola de Referência em Ensino Fundamental José Bento, ao lado do prefeito Ismael Lira (PSD).
A noite de ontem (24) no Festival do Jeans de Toritama registrou casos de furto em meio ao público estimado em 30 mil pessoas na Arena do Jeans. Um homem de 29 anos, identificado como Pedro Vitor Lima Bezerra, foi preso em flagrante após ser abordado por policiais. Segundo a ocorrência, ele tentou descartar celulares no lixo ao perceber a aproximação do patrulhamento e teria resistido à abordagem antes de ser detido pela Cavalaria.
De acordo com a polícia, o veículo utilizado pelo suspeito (um Jeep Compass estacionado fora da arena) foi localizado durante a ação. No interior do carro, foram encontrados outros aparelhos, somando oito celulares recuperados.
A ocorrência contou com a participação de equipes da Polícia Militar, do Batalhão Especializado de Policiamento do Interior (BEPI), da Polícia Rodoviária Federal (PRF), da Guarda Civil Municipal (GCM), da ROMU, da Polícia Civil e da CTTU.
O suspeito, o veículo, os aparelhos apreendidos e duas vítimas foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil de Santa Cruz do Capibaribe (17ª DESEC), onde o caso foi registrado. A orientação é que pessoas que tiveram celulares furtados durante o evento procurem a unidade para reconhecimento e eventual recuperação dos aparelhos.
Candidato a presidente em quatro eleições, o ex-ministro e ex-governador Ciro Gomes (PSDB) prometeu, neste sábado (25), decidir até o fim da primeira quinzena de maio se disputará a Presidência da República ou o governo do Ceará em 2026. Mesmo sem a confirmação, o tom do discurso foi predominantemente nacional, citando temas como economia, judiciário e a polarização entre PT e PL.
Ciro falou para correligionários durante encontro de pré-candidatos do PSDB, na primeira agenda pública do ex-ministro após receber o convite formal do presidente nacional da legenda, o deputado federal Aécio Neves, para encabeçar a chapa presidencial do partido. As informações são do jornal O Globo.
Leia maisAo justificar a disposição de voltar à disputa nacional, Ciro revisitou a derrota de 2022, quando teve seu pior desempenho nas quatro eleições presidenciais que disputou. O político disse ter sido impedido de competir em condições justas e que, não fosse a “gravidade do momento”, evitaria a política. Ciro afirmou ainda sentir-se “obrigado pelo apelo” de seu partido a considerar o convite.
“Na última eleição eu me senti profundamente humilhado por uma campanha fascista que me negou o próprio direito de participar. E eu, se tivesse juízo mesmo, não chegaria mais perto dessa quadra política fascista de lado a lado nem para dar os parabéns nem os pêsames. Nesse pleito é presidente ou governador. Um dos dois. No fim da primeira quinzena de maio, eu tomo a decisão.”
A ausência de Aécio Neves não passou despercebida. O presidente nacional do PSDB, que em 14 de abril fez o convite público a Ciro para encabeçar a chapa presidencial, enviou uma mensagem em vídeo aos pré-candidatos reunidos no Clube Juventus, na Mooca, zona leste de São Paulo — mas não citou o nome de Ciro Gomes em nenhum momento da gravação.
Na ocasião em que recebeu o convite de Aécio, Ciro já havia sinalizado que não descartava a candidatura, mas ponderou que a decisão precisaria ser amadurecida com sua base política no Ceará, estado pelo qual construiu sua trajetória e onde havia se posicionado como principal nome da oposição ao governo de Elmano de Freitas (PT).
Crítica à polarização
Para embasar a volta ao palanque, Ciro enumerou o que chamou de “pior momento histórico, sob o ponto de vista estrutural, da vida republicana brasileira”.
O ex-ministro também criticou o que considera convergência entre PT e PL na condução da política econômica — câmbio flutuante, metas de inflação e autonomia do Banco Central — e cobrou dos dois campos uma posição sobre as terras raras, setor que classificou como “o petróleo do século XXI”.
“Que polarização é essa em que os dois defendem a mesma política econômica? É tudo igual: Lula 1, Lula 2, Lula 3, Dilma 1, Dilma 2, Bolsonaro, Michel Temer.”
Sobre o Judiciário, Ciro evitou a retórica de adversários que prometem reformas imediatas ou anistias, mas criticou o que chamou de “compadrio” nas nomeações para o Supremo. Disse também que fazer CPI para investigar um ministro e em seguida votar a favor de uma indicação política para a corte é “puro oportunismo”. Ao ser perguntado sobre suas bandeiras prioritárias, Ciro defendeu uma agenda ampla, mas com ênfase na economia.
“O Brasil precisa de uma ruptura. Será que nós estamos com base social para promover essa ruptura? Porque eu não quero decepcionar as pessoas. O Brasil precisa de uma alternativa. Agora, eu não sei se sou eu, porque eu cansei. Eu perdi a crença nas mediações brasileiras.”
O evento foi organizado pela Executiva Estadual do PSDB de São Paulo e reuniu pré-candidatos da legenda a deputado estadual e federal, além de parlamentares, prefeitos e vereadores tucanos do estado. Entre as lideranças presentes estavam o presidente estadual do PSDB paulista e pré-candidato ao governo de São Paulo, Paulo Serra, ex-prefeito de Santo André; a deputada estadual Ana Carolina Serra; o ex-senador José Aníbal; e o prefeito de Marília, Vinícius Camarinha.
O racha no Ceará
A eventual migração de Ciro para a disputa nacional deixaria sem nome de peso a oposição a Elmano no Ceará — e complicaria ainda mais a relação já rompida com o irmão, o senador Cid Gomes (PSB). Em entrevista publicada pelo Globo em 8 de abril, Cid disse ser “muito constrangedor ter um irmão e não votar nele”, ao comentar a possibilidade de enfrentar Ciro em chapas opostas no estado.
Cid, aliado do governador Elmano, avaliou que seria “quase incontornável” a candidatura do irmão ao governo cearense, dados o alinhamento de Ciro com PL e União Brasil e a ausência de outro nome capaz de liderar a chapa de oposição. O senador disse que apoiaria Ciro caso ele fosse candidato à Presidência, mas que na disputa pelo governo do Ceará os dois estariam em lados opostos.
O afastamento entre os irmãos remonta a 2022, quando discordaram sobre o candidato do PDT ao governo estadual. Ciro bancou Roberto Cláudio, ex-prefeito de Fortaleza, enquanto Cid defendia a então governadora Izolda Cela. A ruptura aprofundou-se em novembro de 2023, quando Cid deixou o PDT e migrou para o PSB junto com dois outros irmãos e cerca de 50 prefeitos municipais, esvaziando politicamente a base de Ciro no estado.
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Com cinco dias de programação, iniciada na última quarta (21), a 47ª edição da Expocarpina, tradicional feira agropecuária da Mata Norte de Pernambuco, segue até amanhã (22). Segundo a organização do evento, a estimativa de público para os cinco dias de programação é de 40 mil pessoas, dentre elas estiveram presentes Gilson Machado, pré-candidato a deputado federal, e Gilson Machado Filho, pré-candidato a deputado estadual.
“Sempre venho prestigiar a Expocarpina e, inclusive, já fui expositor aqui também. É um setor que emprega milhares de pessoas em nosso Pernambuco e merece atenção. Hoje, eu vim escutar os colegas da agropecuária, atento às suas necessidades”, destacou o ex ministro de Turismo e Cultura. “É um lugar para vir com a família, com as crianças e você ainda vai conhecer o touro Bolsonaro que é uma atração na Exposição”, disse Gilson Filho. “Me sinto num lugar de memórias afetivas porque sempre vim com meu pai nessas exposições desde criança e hoje venho para ouvir o que os trabalhadores precisam”, concluiu.
Ontem (24), foram disponibilizados nas contas do município de Serra Talhada os valores referentes às diferenças do extinto Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental (Fundef), encerrando uma espera de aproximadamente 21 anos desde o início da ação na Justiça Federal.
A conquista é resultado de uma articulação iniciada ainda em 2021, quando a gestão da prefeita Márcia Conrado (PT) definiu como prioridade a conclusão do processo. A Procuradoria do Município atuou junto aos tribunais superiores, solicitando celeridade e alinhamento processual. Após o trânsito em julgado, no final de 2024, teve início a etapa para garantir o depósito integral dos valores, que contou com apoio institucional, incluindo a atuação do deputado federal Fernando Monteiro, contribuindo para a liberação definitiva do crédito.
Leia maisOs recursos depositados são compostos por duas partes: o valor principal, que possui vinculação com a educação, e os juros. Conforme entendimento do Supremo Tribunal Federal, a parcela principal deve seguir a subvinculação de 60% para os profissionais da educação e 40% para investimentos na área. Já os juros têm natureza indenizatória e não possuem vinculação obrigatória, podendo ser aplicados em outras áreas da gestão municipal.
O município já concluiu o levantamento dos profissionais que têm direito ao rateio da parcela vinculada à educação. A Secretaria de Educação solicitou à contabilidade a finalização dos cálculos para definição dos valores individuais, e um edital de convocação será publicado para informar os beneficiários, que deverão indicar seus dados bancários para recebimento.
“Esse é o resultado de uma prioridade que estabelecemos desde o início da gestão, destravando um processo histórico e garantindo que esse recurso chegue a quem tem direito. Já estamos com toda a estrutura organizada para iniciar a comunicação e o pagamento aos profissionais”, destacou a prefeita Márcia Conrado.
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Por AFP
Os palestinos da Cisjordânia e de uma zona central de Gaza comparecerão às urnas neste sábado (25) para eleger prefeitos e vereadores nas primeiras eleições desde o início da guerra, caracterizadas pelo desânimo e um panorama político reduzido.
Cerca de 1,5 milhão de pessoas estão registradas para votar neste pleito municipal na Cisjordânia, ocupada por Israel, bem como 70.000 pessoas na área de Deir al Balah, em Gaza, segundo a Comissão Eleitoral Central com sede em Ramallah.
Leia maisA maioria das listas eleitorais está alinhada com o partido Fatah, nacionalista, laico e liderado pelo presidente Mahmoud Abbas, ou concorre como independente.
Não há listas vinculadas ao movimento islamista Hamas, o arquirrival do Fatah que controla quase a metade da Faixa de Gaza. Na maioria das cidades, as candidaturas apoiadas pelo Fatah enfrentarão listas independentes lideradas por candidatos de facções como a Frente Popular para a Libertação da Palestina (marxista-leninista).
Mahmoud Bader, um empresário da cidade de Tulkarem, no norte da Cisjordânia, onde dois campos de refugiados adjacentes estiveram sob controle militar israelense por mais de um ano, disse que votaria embora tivesse poucas esperanças de uma mudança significativa.
“Sejam candidatos independentes ou partidários, não tem nenhum efeito e não terá nenhum efeito nem benefício para a cidade”, opinou ele para a AFP. “A ocupação [israelense] é quem governa Tulkarem. Seria apenas uma imagem exibida para a mídia internacional, como se tivéssemos eleições, um Estado ou independência.”
Em muitas cidades, incluindo Nablus e Ramallah, sede da Autoridade Palestina, apenas uma lista foi apresentada, o que significa que será a vencedora automaticamente, sem necessidade de votação.
As seções eleitorais na Cisjordânia permanecerão abertas das 7h às 21h locais (de 1h às 15h em Brasília), enquanto em Deir al Balah as urnas fecharão às 17h (11h em Brasília) para que a apuração seja feita sob a luz do dia pela falta de eletricidade nesse território devastado pela guerra, informou a comissão eleitoral à AFP.
O coordenador da ONU, Ramiz Alakbarov, elogiou a comissão por organizar um “processo crível”. “As eleições deste sábado representam uma oportunidade importante para que os palestinos exerçam seus direitos democráticos durante um período excepcionalmente difícil”, disse Alakbarov em comunicado.
‘Confirmação de que seguimos existindo’
Controlada pelo Hamas desde 2007, Gaza realizará sua primeira votação desde as eleições legislativas de 2006, vencidas pelo movimento islamista.
Nesse território, a Autoridade Palestina liderada por Abbas participa do pleito de Deir al Balah apenas “como um experimento” para colocar à prova o seu próprio “sucesso ou fracasso, pois não há pesquisas de opinião no pós-guerra”, explicou à AFP Jamal al Fadi, cientista político da Universidade Al Azhar do Cairo, no Egito.
Abbas, que atualmente tem 90 anos e está há mais de 20 no poder sem nunca ter sido reeleito, promete com frequência eleições legislativas e presidenciais que nunca ocorreram.
Deir al Balah foi escolhida porque era um dos únicos lugares de Gaza onde “a população se manteve majoritariamente no local e não foi deslocada” por mais de dois anos de guerra promovida por Israel, disse Fadi.
Farah Shath, de 25 anos, estava emocionada de votar pela primeira vez. “Embora não se pareça com nenhuma outra eleição no mundo, é uma confirmação de que seguimos existindo na Faixa de Gaza apesar de tudo”, disse ela à AFP.
A comissão eleitoral assegurou que recrutou pessoal de organizações da sociedade civil e contratou “uma empresa de segurança privada para proteger os centros de votação” em Gaza, assinalou o porta-voz Fared Tamala à AFP.
No entanto, uma fonte dentro da comissão em Gaza, que pediu anonimato, afirmou que “a polícia do Hamas insistiu em garantir a segurança do processo eleitoral em Deir al Balah”.
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A queda de parte do teto da emergência do Hospital da Polícia Militar de Pernambuco, no Derby, reacendeu críticas à situação estrutural da unidade e motivou posicionamento do deputado estadual Coronel Alberto Feitosa (PL) na tribuna da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).
O incidente ocorreu no último dia 16 e, segundo relatos, por pouco não atingiu pacientes que estavam no local. Para Feitosa, o episódio escancara um problema antigo que segue sem solução. Durante o pronunciamento, o parlamentar, que é policial militar da reserva, demonstrou indignação e apresentou registros de outros problemas estruturais no hospital, como infiltrações, novos pontos com risco de queda, elevador com fiação exposta e extintores de incêndio vencidos.
“Um local que atende bombeiros militares estar com extintores de incêndio vencidos é um completo contrassenso. É um verdadeiro absurdo”, afirmou. Além das falhas na estrutura física, o deputado também denunciou a falta de profissionais de saúde e a demora no atendimento, com consultas ambulatoriais levando meses para serem realizadas.
Feitosa destacou que os problemas não são recentes. Em maio do ano passado, uma comitiva de deputados estaduais realizou vistoria na unidade e identificou as mesmas irregularidades. Na ocasião, o Governo do Estado anunciou a liberação de R$ 60 milhões para reestruturação e reforço no atendimento, medidas que, segundo o parlamentar, parece que não saíram do papel. “Um ano depois, a situação continua praticamente a mesma. Agora, com agravante: o risco deixou de ser teórico e passou a colocar vidas em perigo”, criticou.
O deputado afirmou que irá formalizar um Pedido de Informação ao Governo do Estado, encaminhando também as imagens apresentadas na tribuna, e cobrando explicações sobre a aplicação dos recursos anunciados e as medidas adotadas até agora. Feitosa também reforçou o posicionamento em suas redes sociais.
Moradores da zona rural de Belém do São Francisco denunciam que a prefeitura estaria utilizando água retirada diretamente do Rio São Francisco para abastecimento por meio de carros-pipa, sem qualquer tipo de tratamento prévio.
Imagens enviadas a este blog mostram estruturas improvisadas de captação às margens do rio, com encanamentos expostos e sem indícios de filtragem ou desinfecção antes da distribuição à população. De acordo com um leitor que prefere não se identificar, a água estaria sendo destinada diretamente aos moradores da zona rural, o que gera preocupação quanto ao risco de doenças.
Se estivesse vivo, meu pai Gastão Cerquinha faria hoje 104 anos beijando a pedra do seu Pajeú das flores, cantinho adorável, refúgio da sua serena passagem por este planeta Terra. Fincou raizes sólidas por lá. Contrariou a canção “Último pau de arara”, resistiu a todas as tentações da busca pela sua Canaã, a terra prometida.
Era um ser humano exemplar, diferenciado. Um doce na relação com a humanidade. A todos, tratava carinhosamente de “beleza”. Indistintamente, enxergava no próximo a beleza da vida, o amor verdadeiro e cristão.
Leia maisNão gostava de celebrar aniversários. Fugia da velhice como o diabo da cruz. Conservou-se com a mentalidade jovem até a sua morte, aos 100 anos e sete meses, em novembro de 2022. Morreu de velhice, como se diz no Sertão. Foi saudável até o último suspiro.
Sofri para fazer a cabeça dele quando inventei de festejar seus 90 anos. Acabou cedendo. A festa entrou para a história. Levei meus melhores amigos para cantar os parabéns para ele em Afogados da Ingazeira, como Eduardo Monteiro, Américo Lopes, Branca Góes e tantos outros.
Agarrado a sua flor Margarida, dançou a noite inteira ao som da Super Oara, tomou até uma taça de vinho. Diferente de mamãe, grande apreciadora de vinhos — “quer vinho, venha”, dizia, brincando — papai nunca bebeu. Certa vez, tomou um gole de cerveja e reprovou. Achou amarga que nem jiló.
Também nunca fumou, mas namorou muito. Deixou uma penca de filhos neste mundo de Deus — nove ao todo — cinco homens e quatro mulheres. Adorava política. Aliás, a maior paixão da sua vida: quatro mandatos de vereador, um de vice-prefeito.
Quando iria concretizar o sonho de ser prefeito, o tombo: a traição do líder do seu grupo político se traduziu na maior frustração da sua vida pública. Papai também foi comerciante no ramo de miudezas em geral, servidor público federal dos Correios, criador de gado e caprinos.
Escreveu três livros sobre Afogados da Ingazeira e seus mais ilustres filhos, puxando o perfil dessa gente da sua memória de elefante. Papai foi, enfim, um exemplo de honestidade e dedicação, um trabalhador incansável que sempre colocou a família em primeiro lugar.
Sua força e determinação me inspiram a cada dia a ser uma pessoa melhor. De tudo que vivi ao seu lado, fica o exemplo de perseverança. Como filho, agradeço as lições do valor do amor que me ensinou. Eu sempre digo aos meus filhos que a persistência de um pai é o alicerce para o sucesso dos filhos.
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O PT começou a avaliar a ex-senadora e ex-ministra Simone Tebet (PSB) como o nome mais competitivo na chapa de Fernando Haddad (PT) ao governo de São Paulo. Por isso, vai manter em aberto a definição da segunda vaga ao Senado pelo maior tempo possível.
Tebet apresentou o melhor desempenho entre os nomes testados em cenários internos, superando outras opções avaliadas pelo partido. A leitura é de que a pessebista ampliaria o alcance da chapa junto ao eleitorado de centro — e, sobretudo, ao público feminino, considerado estratégico pela campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As informações são do Poder360.
Leia maisTebet já confirmou em 12 de março que iria para a disputa de uma das duas vagas na chapa de Haddad para a Casa Alta em 2026. Ela lidera as intenções de voto ao Senado. O partido intensifica articulações para ampliar alianças. A estratégia passa por atrair siglas de centro e centro-direita, como MDB, PSDB, União Brasil e PSD.
O PT mantém conversas abertas. Um dos nomes também sondados para vice de Haddad é o do ex-prefeito de Araraquara Marcelo Barbieri (PDT). Ele é citado como exemplo da tentativa de ampliar o diálogo para além da base tradicional da sigla. Mas Tebet se mostra mais forte.
A sigla também buscou interlocução com o agronegócio. A pecuarista Teresa Vendramini, conhecida como Teca, ex-presidente da Sociedade Rural Brasileira, foi sondada para vice, mas recusou o convite. Apesar disso, petistas confiam que ela estará junto, de alguma forma, nessas eleições.
A indefinição sobre a segunda vaga ao Senado faz parte desse desenho ao centro. Dirigentes avaliam que manter o posto em aberto aumenta o poder de barganha e permite ajustar a composição da chapa mais adiante.
A primeira vaga ao Senado na chapa de Haddad, por sua vez, deve ficar com o ministro Márcio França (PSB). Ex-governador de São Paulo, França é visto como um nome com trânsito entre empresários e forte presença no interior do Estado. Ele também se apressou e se lançou pré-candidato à frente da colega de Esplanada, Marina Silva (Rede).
A ex-ministra segue no radar como alternativa, sobretudo pelo apelo entre eleitores mais jovens. Integrantes da campanha afirmam que ela ainda pode compor a chapa, mas admitem que sua situação se enfraqueceu depois do revés que teve com o próprio partido. O PT tentou puxá-la no imbróglio, e sua permanência na Rede acabou sendo mal vista.
A estratégia também estabelece divisão de esforços na campanha. O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) tem ampliado agendas no interior paulista, enquanto Haddad deve intensificar compromissos ao seu lado em regiões metropolitanas.
A expectativa no partido é levar a definição das candidaturas até o limite do calendário eleitoral, como forma de maximizar o potencial de alianças e ajustar a chapa ao cenário político.
Integrantes da campanha também acompanham pesquisas que testam diferentes composições contra o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), inclusive cenários com seu atual vice, Felício Ramuth (MDB), que o governador tenta manter na chapa.
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Por Marcelo Damasceno*
Desde meados dos anos 1970, o operário de origem pernambucana, Luiz Inácio Lula da Silva, liderou no ABC paulista um movimento que pedia um cumprimento mais justo das relações trabalhistas e um horizonte mais confortável aos trabalhadores. Seu discurso inflamou as massas e nascia naquele ambiente a candidatura presidencial do político mais popular em terras brasileiras.
Como presidente, praticou uma administração nacional com programas de inclusão de massas mais pobres e um conjunto constitucional de direitos, que produziu resultados inequívocos no amparo social desde a escola gratuita, com direito a formação superior, a casa própria e saúde pública universal. Uma modernidade que rompeu preconceitos e alcançou o Brasil mais profundo.
Leia maisNesse ambiente político em transição, ainda conduzido por Lula, uma nova geração política assegura respaldo para a juventude que acaba de aterrissar em postos estratégicos e decisivos para o futuro. Nesse contexto, se revela, por exemplo, Lucas Ramos, nessa safra de altíssima sintonia com uma modernidade que preserva conceitos de justiça social.
Lucas Ramos é essa geração que recebe de Lula um reordenamento político no qual a prioridade é o ser humano. Lucas, com liderança política em Pernambuco desde 2014, exercida por meio de mandatos eletivos e funções executivas, como secretário de Ciência e Tecnologia, em pouco tempo passou a liderar, na Câmara Federal, políticas públicas estratégicas. Essas iniciativas apontam para um novo Brasil civilizado, nas concepções de trabalho e nas ofertas auspiciosas da inovação tecnológica.
Essa travessia assegura uma nova geração que vai assumir Pernambuco e o Brasil, sem expedientes autoritários ou corporativos, mas sensíveis ao conjunto de oportunidades e garantias sociais e democráticas.
*Radialista na Rádio Ponte FM
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