Por Marcelo Damasceno*
Desde meados dos anos 1970, o operário de origem pernambucana, Luiz Inácio Lula da Silva, liderou no ABC paulista um movimento que pedia um cumprimento mais justo das relações trabalhistas e um horizonte mais confortável aos trabalhadores. Seu discurso inflamou as massas e nascia naquele ambiente a candidatura presidencial do político mais popular em terras brasileiras.
Como presidente, praticou uma administração nacional com programas de inclusão de massas mais pobres e um conjunto constitucional de direitos, que produziu resultados inequívocos no amparo social desde a escola gratuita, com direito a formação superior, a casa própria e saúde pública universal. Uma modernidade que rompeu preconceitos e alcançou o Brasil mais profundo.
Leia maisNesse ambiente político em transição, ainda conduzido por Lula, uma nova geração política assegura respaldo para a juventude que acaba de aterrissar em postos estratégicos e decisivos para o futuro. Nesse contexto, se revela, por exemplo, Lucas Ramos, nessa safra de altíssima sintonia com uma modernidade que preserva conceitos de justiça social.
Lucas Ramos é essa geração que recebe de Lula um reordenamento político no qual a prioridade é o ser humano. Lucas, com liderança política em Pernambuco desde 2014, exercida por meio de mandatos eletivos e funções executivas, como secretário de Ciência e Tecnologia, em pouco tempo passou a liderar, na Câmara Federal, políticas públicas estratégicas. Essas iniciativas apontam para um novo Brasil civilizado, nas concepções de trabalho e nas ofertas auspiciosas da inovação tecnológica.
Essa travessia assegura uma nova geração que vai assumir Pernambuco e o Brasil, sem expedientes autoritários ou corporativos, mas sensíveis ao conjunto de oportunidades e garantias sociais e democráticas.
*Radialista na Rádio Ponte FM
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