Morre o pai do deputado estadual Waldemar Borges

Faleceu, na manhã de hoje, aos 93 anos, de causas naturais, o ex-deputado estadual Waldemar Borges Rodrigues, conhecido como Deminha, pai do deputado estadual Waldemar Borges. Em seu Instagram, o parlamentar publicou a seguinte mensagem comunicando o falecimento de seu pai, confira:

“Comunico o falecimento de meu pai, ocorrido hoje pela manhã, no Recife. É um momento de muita dor e tristeza, mas também de agradecimento. Agradecer pelo privilégio, muito grande privilégio, de ter contado com um pai cuja vida foi um testemunho de decência, correção, generosidade e coerência. Valores que ele transmitiu, sobretudo, através de atitudes – algumas tomadas em momentos muito difíceis. Os ensinamentos repassados através dos inúmeros exemplos que deixou, continuarão sempre a inspirar nossos passos”.

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Por Luiz Queiroz – Capital Digital

A renovação por mais cinco anos do sistema de reconhecimento facial utilizado pela Receita Federal em aeroportos, portos e fronteiras terrestres traz uma discussão que ultrapassa os objetivos imediatos da fiscalização aduaneira. A documentação da contratação revela que o Fisco está adquirindo uma infraestrutura capaz de identificar pessoas automaticamente, em movimento e em tempo real, comparar seus rostos com bases de imagens e operar de forma modular e escalável.

O sistema contratado tem finalidade definida, mas sua capacidade tecnológica, combinada à expansão das bases biométricas mantidas pelo Estado, abre uma questão que os documentos não respondem de maneira suficiente: quais são as barreiras e limites para impedir que, no futuro, uma infraestrutura criada para localizar alvos da Receita possa ser utilizada para identificar e acompanhar cidadãos em escala muito maior?

Sebrae - Fazer dar certo

Após a divulgação de auditoria do Departamento Nacional de Auditoria do SUS (DENASUS) que apontou suposto prejuízo de R$ 905,2 mil relacionado à Casa de Saúde e Maternidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Garanhuns, a instituição apresenta sua versão sobre os fatos.

O relatório, que analisou serviços prestados entre janeiro de 2023 e julho de 2025, questiona a comprovação de parte dos procedimentos realizados e propõe a devolução dos recursos ao Fundo Nacional de Saúde. Confira abaixo a versão da unidade de saúde:

Jaboatão dos Guararapes - Trabalho em todo lugar 2026

Por Roger Stiefelmann Leal*

Encerrou-se nos últimos dias o calendário de convenções partidárias, e dele emergiu um dado que não tem recebido a atenção devida. Algumas das maiores legendas de centro — MDB, Republicanos, Podemos, a federação União Progressista, que reúne União Brasil e PP — recusaram-se, segundo noticiado, a tomar partido na disputa presidencial.

O PP foi adiante e sequer convocou convenção nacional. A explicação corrente é de ordem pragmática. Diante da polarização entre PT e PL, conviria a essas siglas poupar os palanques estaduais e concentrar energia na formação de bancadas.

Caruaru - Transparência 2026

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, hoje, que acredita nas declarações do filho Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, sobre investigação que o envolve e disse que não pretende pedir o encerramento do caso. O filho do presidente é alvo de ao menos três inquéritos autorizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a partir de pedidos da Polícia Federal.

Segundo o presidente, o processo deve seguir seu curso normal na Justiça. “Ele jura que não tem nada. Eu acredito nele. Mas já disse: ninguém vai pedir fechamento de processo do meu filho”, declarou. A declaração foi dada durante entrevista aos podcasts “Não Inviabilize” e “As Cunhãs”, no Palácio da Alvorada. As informações são do portal G1.

Ipojuca - Na palma da sua mão

Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã

No início da semana, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), declara seu apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Como presidente regional do Republicanos, também leva o partido a declarar esse apoio na Paraíba. No dia seguinte, Lula reúne-se com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, do União Brasil do Amapá. No mesmo dia, como num passe de mágica a pauta do Congresso, que estava travada desde antes do recesso de meio de ano, começa a andar e projetos já são aprovados.

Não está ainda resolvida a pauta de maior interesse do governo: o fim da escala 6×1. Mas no mesmo dia o MDB declarou seu apoio a ela. Impossível não perceber uma conexão entre esses fatos. Os partidos do Centrão declararam neutralidade quanto à eleição presidencial. E, tirante a posição do Republicanos na Paraíba, mantêm o mesmo quanto à maioria das alianças estaduais.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

A 26ª ExpoSerra começou, ontem, com uma noite marcada pela homenagem a João Duque, fundador da CDL de Serra Talhada e homenageado desta edição. Aos 98 anos, ele participou da cerimônia de abertura e foi celebrado por sua contribuição para o desenvolvimento do comércio e do empreendedorismo no município.

Além da homenagem, o primeiro dia da feira já apresentou resultados positivos para empresas participantes. A Tupan, tradicional expositora, registrou crescimento de aproximadamente 20% no faturamento desde o anúncio de sua participação na ExpoSerra, segundo Paulo César, gerente da empresa.

Palmares - 147 anos

Por João Neto

Minha última coluna, Sergipe 2030, foi sobre o futuro de Sergipe.

Já essa é sobre história sergipana. Porque um povo que não conhece e valoriza seu passado não tem futuro e está condenado a repetir os erros geração após geração!

Escrevi esse texto na esperança que ele ajude a despertar nos sergipanos (e também nos brasileiros) o orgulho de sua terra – um sentimento que eu também tenho.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

O candidato ao Senado e deputado federal Eduardo da Fonte (PP) teve aprovado, por unanimidade, pela Câmara de Vereadores de Ipojuca, ontem, o Título de Cidadão de Ipojuca. A honraria reconhece a trajetória e a forte ligação do parlamentar com o município, onde recebeu 9.600 votos em sua primeira eleição, em 2006, e construiu expressivas votações ao longo dos anos. A entrega do título será realizada em data ainda a ser definida.

Ao longo de sua trajetória na Câmara dos Deputados, Eduardo da Fonte já destinou R$ 2,7 milhões em emendas parlamentares para Ipojuca, contribuindo para o desenvolvimento do município em áreas como saúde e esportes. O reconhecimento reforça a relação construída com a cidade e o trabalho realizado em favor da população.

“É uma alegria imensa receber esse reconhecimento. Sou muito feliz em ser filho de Ipojuca e quero representar essa gente querida no Senado Federal. Essa homenagem aumenta ainda mais a minha responsabilidade de continuar trabalhando por Ipojuca e por Pernambuco”, afirmou.

Camaragibe - A prefeitura mudou

As redes sociais deste blog, mais lido e pioneiro no Nordeste, continuam de vento em popa, registrando um dos maiores crescimentos no País. No Instagram, o recorde de 10 milhões de contas alcançadas, há dois meses, já foi batido neste mês, com o acréscimo de mais de dois milhões, chegando a 12 milhões de contas alcançadas em apenas 30 dias.

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Por Jovino Filho*

Casas lotéricas atualmente são espaços de cidadania. Prestam serviços de utilidade pública à população. Mas lamentável é reconhecer que as lotéricas e seus concessionários, os empresários lotéricos, são tratados com descaso pelos agentes públicos – a saber, os permissionários deste serviço, no caso os Gestores da Caixa Econômica Federal.

Na realidade, as lotéricas funcionam como extensão da Caixa e sem ônus para o Governo. Ao contrário, acarretam lucros para os cofres públicos. De origem, as lotéricas são entes privados que funcionam como concessões obtidas através de leilões da Caixa.

Diário do Poder

O Diário do Poder irá ampliar suas plataformas de comunicação no Nordeste, numa parceria com o grupo Folha de Pernambuco, onde é publicada a coluna diária do jornalista Claudio Humberto, e o blog do jornalista Magno Martins, um dos mais importantes da região e do País.

O martelo foi batido durante encontro em Brasília e o acordo vai além da troca de conteúdo editorial entre os três veículos de comunicação, hoje com sites, emissoras de rádio, podcasts de Magno Martins e do DP, além de plataformas nas redes sociais.

A parceria também se amplia para a área comercial, através do reforço de ambas as equipes, que passam a atuar em plano nacional, sobretudo no Nordeste. Cláudio também co-apresenta programas e faz comentários diários em veículos do Grupo Bandeirantes, além de assinas uma das mais lidas e prestigiadas colunas políticas do País, publicada em mais de 40 jornais brasileiros.

“Uma parceria que muito nos honra e que trará grandes resultados”, comemora o empresário Eduardo Monteiro, do Grupo Folha, que em breve estará lançando uma nova plataforma editorial no Nordeste alicerçada numa rede nacional de tv e rádio.

Por Diana Câmara

Com o início da campanha eleitoral, no próximo dia 16 de agosto, é natural que apoiadores, amigos, familiares e eleitores queiram demonstrar publicamente sua preferência por determinada candidatura. Nas redes sociais, isso acontece de diversas formas: compartilhando uma publicação, gravando um vídeo, publicando uma foto, utilizando uma hashtag ou simplesmente declarando o voto.

Tudo isso faz parte do debate democrático e, observados os limites legais, é permitido.

O problema começa quando o apoiador decide colocar dinheiro para ampliar o alcance dessa manifestação.

A legislação eleitoral estabelece uma distinção bastante clara: uma coisa é o eleitor manifestar espontaneamente seu apoio; outra é contratar impulsionamento para fazer esse conteúdo chegar a um número maior de pessoas. E essa segunda conduta não é permitida ao eleitor ou apoiador.

A regra está expressamente prevista na Lei nº 9.504/1997, a Lei das Eleições. O art. 57-B, IV, “b”, permite que qualquer pessoa natural produza ou edite conteúdo eleitoral em blogs, redes sociais, aplicativos de mensagens e plataformas semelhantes, mas estabelece uma condição objetiva: essa pessoa não pode contratar impulsionamento de conteúdo.

Na mesma linha, o art. 57-C estabelece como regra a vedação à propaganda eleitoral paga na internet, excepcionando o impulsionamento realizado nas condições previstas pela legislação.

A regulamentação do Tribunal Superior Eleitoral é ainda mais explícita. O art. 28, IV, “b”, da Resolução TSE nº 23.610/2019 veda à pessoa natural a contratação de impulsionamento e de disparo em massa. Já o art. 29 estabelece que o impulsionamento eleitoral somente pode ser contratado por partidos políticos, federações, coligações, candidatas, candidatos e seus representantes, observadas as demais exigências legais.

Portanto, a regra pode ser resumida de maneira simples: o eleitor pode usar sua própria voz, mas não pode usar seu próprio dinheiro para comprar alcance eleitoral nas plataformas.

Isso significa que o eleitor pode compartilhar uma publicação da campanha, produzir espontaneamente seu próprio conteúdo, utilizar hashtags, participar de mobilizações digitais e incentivar outras pessoas a conhecerem as propostas de determinado candidato. O que não pode fazer é pagar para que esse conteúdo alcance mais pessoas.

A razão é jurídica: o impulsionamento deixa de ser uma manifestação meramente espontânea e passa a constituir contratação de alcance mediante pagamento, submetida às regras específicas da propaganda eleitoral.

Essa distinção é especialmente importante porque as campanhas eleitorais são, cada vez mais, disputadas também no ambiente digital.

A legislação não pretende impedir que o cidadão participe desse debate. Ao contrário, a regulamentação do TSE reconhece expressamente a legitimidade da manifestação espontânea das pessoas naturais na internet e admite, inclusive, que pessoas com grande audiência manifestem apoio e participem de mobilizações destinadas a ampliar organicamente a circulação de determinada mensagem.

É possível, por exemplo, participar de ações coordenadas de compartilhamento, convocar pessoas para eventos e utilizar hashtags, desde que respeitados os limites legais e que não haja contratação de impulsionamento.

Portanto, ter muitos seguidores ou alcançar milhares de pessoas não torna, por si só, uma manifestação eleitoral irregular. O ponto central está na diferença entre alcance orgânico e alcance pago.

E essa diferença não é apenas uma questão de estratégia de comunicação. É uma diferença jurídica.

Nas eleições, um simples clique no botão “impulsionar” pode ser suficiente para transformar uma manifestação legítima de apoio em propaganda eleitoral irregular, sujeita a sanções.