A prefeita de Floresta, Rorró Maniçoba, anunciou através das redes sociais o falecimento de seu irmão, Fernando Maniçoba, conhecido como Neguinho.
Fernando tinha 70 anos e lutava contra um câncer. Em função da morte do irmão, Rorró suspendeu as atividades de campanha até o domingo, dia 22.
“Me ausentarei das atividades de campanha até o próximo domingo (22), para estar ao lado da família, neste momento de grande consternação.
As palavras são insuficientes para expressar a dor que estamos sentindo, pois, Neguinho era um irmão presente e muito amado, mas, o seu legado e tudo que vivemos permanecerá vivo em nossas memórias”, escreveu a prefeita.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, hoje, em tom de brincadeira, que vai chamar o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, para conversar e criticou a taxa de juros. Lula firmou também que se o BC olhar para “pessoas como ele”, que foi metalúrgico, vai baixar taxa de juros.
O presidente comentava o fato de pessoas falarem que o governo só está preocupado com pessoas que estão enquadradas no programa CadÚnico. Nesse sentido, o presidente afirmou que está olhando, sim, para pessoas em categorias “médias”. As informações são do portal G1.
“Uma pessoa que ganha R$ 10 mil, R$ 9 mil, R$ 11 mil, se for uma pessoa muito equilibrada, ele tem um dinheirinho para pagar uma prestação de casa. E todo mundo quer trocar o aluguel por uma prestação de casa”, afirmou.
“Todo mundo quer trocar. As pessoas têm que ter uma chance só. E esse é o papel desse programa. É tentar criar condições para que as pessoas tenham uma casa, porque senão o cara, pô, esse Lula só governa para o CadÚnico. E eu, e eu, que sou metalúrgico, que sou torneiro mecânico igual a ele. Por que eu não tenho direito de ter uma casa?”, questionou.
Segundo Lula, foi a partir daí que eles pensaram em elevar o padrão dos programas habitacionais do governo, como “Minha Casa, Minha Vida” e “Reforma Casa Brasil”.
“A gente pensou em elevador o padrão e baixar a taxa de juro, gente. Veja que se o Banco Central olhar pra nós, vai baixar a taxa de juros. O Banco Central precisa olhar o que o Tesouro fez, o que o Planejamento fez aqui. Quando o Galipolo voltar da viagem dele da Europa, eu vou dizer, olha, os ‘meninos da gastança’ estão reduzindo dinheiro” declarou Lula.
O presidente não especificou exatamente sobre “os meninos da gastança”. O Banco Central reduziu a taxa Selic para 14,75% ao ano em março, foi o primeiro corte após quase dois anos. Essa não é o primeiro momento em que o presidente afirmar que os juros já poderiam estar em patamares menores no Brasil. Em março, Lula reclamou que a queda foi pequena e demonstrou insatisfação com o Banco Central.
As críticas de Lula com relação as decisões do Banco Central vêm ocorrendo deste quando assumiu o governo. A declaração foi dada durante reunião de anúncio de medidas econômicas para sustentar o crescimento habitacional.
A Prefeitura de Itaíba deu mais um passo importante na ampliação da atenção básica ao autorizar a construção de um novo posto de saúde, no Alto do Dema. A ordem de serviço foi assinada ontem, pelo prefeito Pedro Pilota, marcando o início de uma obra aguardada há anos pela comunidade. “Foi uma promessa e um pedido da população. Hoje estamos realizando esse sonho e seguimos firmes para tirar do papel obras que a nossa gente tanto precisa”, afirmou o gestor.
O cenário político do Sertão do Moxotó ganhou um novo capítulo com a filiação do ex-prefeito de Inajá, Leonardo Martins, ao Podemos. O ato foi carimbado pelo presidente estadual da legenda, Marcelo Gouveia, consolidando a expansão do partido no interior de Pernambuco. A chegada de Leonardo traz um grande diferencial pelo trabalho realizado por sua gestão, que transformou Inajá com obras estruturadoras e ações que colocaram o município em outro patamar. Além disso, Leonardo é o único ex-gestor na história de Inajá a ter todas as suas prestações de contas aprovadas pelo TCE-PE e pela Câmara de Vereadores.
Durante o encontro, Leonardo Martins ressaltou que sua decisão foi pautada pela admiração à trajetória de Marcelo Gouveia na defesa dos municípios. “Marcelo tem sido uma voz incansável pelo municipalismo em nosso estado. Essa é uma pauta que me interessa diretamente, pois acredito que é fortalecendo as prefeituras que conseguimos, de fato, transformar a vida das pessoas e elevar a qualidade dos serviços públicos em Inajá e todo sertão”, destacou Leonardo. Com o aval da cúpula estadual, o ex-prefeito se posiciona como um dos principais nomes do Podemos na região, unindo ficha limpa e articulação política.
O embaixador da colônia pernambucana em Brasília, meu amigo Aristeu Plácido, será homenageado pela Câmara Municipal de Caruaru com a concessão do título de cidadão caruaruense. A honraria será entregue no próximo dia 24 de abril, às 20h, em solenidade no plenário da Casa Jornalista José Carlos Florêncio, sede do Legislativo municipal. O reconhecimento destaca a trajetória e os serviços prestados pelo homenageado, reunindo convidados e autoridades para celebrar a ocasião.
A comunidade da Cocota, em Ponta de Pedras, conta agora com uma nova escola municipal padrão, inaugurada oficialmente na última segunda-feira. Com 2.400 m² de área construída e funcionamento em tempo integral para o Ensino Fundamental II, a unidade amplia a oferta educacional na região e marca um novo modelo de escola na rede municipal de Goiana.
A escolha do nome da nova unidade escolar do município homenageia a professora Edjanéte Maria Valença da Silveira, educadora reconhecida pela atuação na escola pública e pela dedicação à formação de crianças e adolescentes, dialogando com seu legado ao adotar uma proposta voltada à educação integral, mais humana, inclusiva e voltada para o futuro.
A inauguração reuniu moradores da comunidade, pais e mães de alunos, estudantes, vereadores, familiares e amigos da homenageada, secretários municipais, políticos e profissionais da educação de todo o município. Ao final da cerimônia, foi realizado o corte simbólico da fita, o descerramento da placa e a visita guiada aos espaços, permitindo que a população conhecesse, em detalhes, a nova escola que passa a fazer parte da vida da comunidade.
O advogado e analista político Melillo Dinis costuma classificar o Supremo Tribunal Federal (STF) como “um conjunto de onze ilhas que de vez em quando formam um arquipélago”. Atualmente, o Supremo está somente com dez ministros. Melillo lá esteve na semana passada.
Ele é advogado do Instituto Kabu, que representa o povo kaiapó e agora está na causa em torno da Ferrogrão. E sentiu o clima pesado. “O arquipélago faleceu. Se as ilhas pareciam se unir de vez em quando, neste momento isso não existe mais”, observa. A crise do Master elevou de tal forma a temperatura que agora os ministros parecem exercer como nunca suas individualidades. Sempre foram ilhas; agora, tornaram-se muito mais.
Há alguma saída para essa situação? “Não tem saída”, avalia Melillo. “Só tensão e tentação”. A forma como a ministra Carmen Lúcia, que é presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sentiu-se agredida com as críticas que foram feitas à decisão da Justiça Eleitoral quanto à forma como conduziu a questão das eleições para governador-tampão do Rio de Janeiro quebrou uma aliança que havia, especialmente na Primeira Turma.
O atual momento isola Cármen Lúcia e o presidente do STF, Edson Fachin, a partir de sua ideia de criação de um código de ética para os magistrados. Em outros tempos, muito provavelmente o relatório apresentado pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE) pedindo o indiciamento de três ministros do STF – Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gimar Mendes – uniria imediatamente os demais numa resposta corporativa da Corte. A nota de repúdio do presidente do STF, Edson Fachin, só foi divulgada já na noite de terça.
O que acontece é que, no íntimo, há hoje reprovação dentro da Suprema Corte à forma como alguns ministros se comportam. A farra das caronas de jatinhos e festas constrange quem não participa disso e gera reação dos demais. A verdade é que a crise que estoura agora já era algo percebido há 30 anos. Em 1996, Melillo foi um dos organizadores de um livro sobre o tema.
O livro foi publicado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), com artigos que discutiam a necessidade de uma profunda reforma do Judiciário. Se chama “Ética, Justiça e Direito – Reflexões sobre a Reforma do Judiciário”. E já defendia que os ministros deveriam passar a ter mandato.
Melillo defendia mandato de dez anos. PEC do deputado Luciano Ducci (PSB-PR), como mostramos aqui no Correio Político, propõe 12 anos. Hoje, um ministro pode ficar até 40 anos no STF. Outro ponto que os textos do livro de 1996 já discutia era a forma de indicação dos ministros.
Hoje, são indicados somente pelo presidente da República com aprovação e sabatina do Senado. É outro ponto abordado na PEC de Ducci: um modelo de indicação compartilhada entre os poderes e com nomes escolhidos a partir de uma lista tríplice produzida por ainda outras instituições.
Entre os pontos que já eram discutidos no livro da CNBB de 1996 estava também a criação de um código de ética e conduta para os senhores supremos. O ponto que hoje mais gera as desavenças na Corte. Reações que vêm – o que, é claro, não surpreende – mais exatamente daqueles que mais têm hoje questionadas certas atitudes suas.
Uma proposta ali discutida concretizou-se: a criação de um espaço de controle da atividade jurídica, uma espécie de controladoria da Justiça. Tal instrumento foi criado. É o atual Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que tem essa tarefa de controle e acompanhamento. Mas que no próprio STF dificilmente toca.
E já propunha também uma reestruturação da Justiça, talvez com a criação de novas instâncias. Hoje, o STF está entupido de julgamentos de temas coletivos que não exatamente constitucionais. A forma como virou tribunal penal por conta das prerrogativas de foro é outro ponto que atiça as vaidades.
Pesquisa Quaest, divulgada hoje, mostra o presidente Lula (PT) com 37% de intenções de voto e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com 32% no 1º turno das eleições para a Presidência em 2026. As informações são do portal G1.
O pré-candidato do PSD Ronaldo Caiado aparece em terceiro lugar com 6%. O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) teve 3% das citações, o que o deixa em empate técnico com Caiado, pois a diferença entre os dois está dentro da margem de erro, que é de dois pontos para mais ou para menos.
Em março, a Quaest testou cenários com diferentes pré-candidatos, entre eles Eduardo Leite e Ratinho Junior (ambos do PSD), que saíram da disputa. Na época, os percentuais de intenção de voto de Lula variaram entre 36% e 39%. Os de Flávio, entre 30% e 35%.
Agora, em abril, além de Lula, Flávio, Caiado e Zema, foram citados na pesquisa os pré-candidatos Aldo Rebelo (DC), Augusto Cury (Avante), Cabo Daciolo (Mobiliza), Renan Santos (Missão) e Samara Martins (UP).
O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 9 e 13 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O registro da pesquisa no TSE é BR-09285/2026.
Amanhã, vivo um momento especial da minha trajetória: recebo, em Triunfo, o título de cidadão triunfense, em sessão solene marcada para as 19h, no plenário da Câmara Municipal. A homenagem, proposta pelo vereador José Carlos Solon, me toca de forma particular pelo reconhecimento à minha caminhada na comunicação e, sobretudo, pelos laços que construí com uma das cidades mais simbólicas do Sertão pernambucano.
Triunfo, com sua história, tradição e importância cultural, sempre ocupou um lugar especial no meu olhar como jornalista. Ser acolhido oficialmente como filho da terra é uma distinção que carrego com gratidão e respeito à sua gente. O reconhecimento me honra e reforça ainda mais a minha ligação com o Sertão.
Faltam apenas 32 dias para o start das comemorações dos 20 anos deste blog: o jantar de adesão no restaurante Sal e Brasa Jardins, da Rui Barbosa. Depois, teremos o 1º Forró do Magno, em Arcoverde, no dia 13 de junho, uma forma de valorizar e prestigiar a grande massa de leitores do Interior.
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O terceiro será um jantar de adesão em Brasília, promovido em conjunto com a tradicional Confraria do Blog Candanga, à frente o meu amigo Aristeu Plácido Júnior, embaixador de Pernambuco na capital federal. Vamos reunir autoridades federais e a grande colônia nordestina na corte.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu ao presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), que organizasse um jantar com senadores para intensificar o corpo-a-corpo para aprovar a indicação de Jorge Messias, advogado-geral da União, para a vaga de ministros no Supremo Tribunal Federal (STF).
Lula pediu que Alcolumbre reúna os senadores em um jantar na residência oficial do Senado Federal. A indicação de Messias, que hoje comanda a Advocacia-Geral da União está sendo relatada pelo senador Weverton Rocha (PDT-MA) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A sabatina deve ser realizada em 29 de abril. As informações são do blog do Camarotti.
“Qual sua agenda?”, quis saber Lula, segundo relatos. “Se o senhor ficar perguntando da minha agenda eu também vou querer saber da sua”, respondeu Alcolumbre em tom de brincadeira. O presidente do Senado ainda sugeriu que Lula chamasse os senadores para um jantar no Alvorada.
O pedido foi feito ontem, no Palácio do Planalto, quando Alcolumbre esteve para participar da solenidade de posse do novo ministro das Relações Institucionais da Presidência, José Guimarães (PT). A posse de Guimarães marcou a volta de Alcolumbre a um evento na sede do Poder Executivo.
O presidente do Senado não pisava no Planalto há tempos. A ida ocorreu após Guimarães convidá-lo pessoalmente para sua posse. Lula já queria marcar o jantar com senadores nesta semana. Mas o presidente do Senado disse que já tinha uma agenda de jantar para esta quarta. Amanhã, Lula embarca em uma viagem internacional, ele terá agendas na Europa durante o feriadão de Tiradentes.
Avante avalia candidatura de Cury, mas segue alinhado a Lula, diz Waldemar Oliveira
A entrevista de ontem do novo líder do Avante na Câmara, Waldemar Oliveira, ao podcast Direto de Brasília, trouxe à tona o debate interno do partido sobre a possibilidade de lançamento de uma candidatura própria à Presidência da República, ao mesmo tempo em que mantém alinhamento com o presidente Lula.
Waldemar confirmou que foi o responsável por apresentar o psiquiatra e escritor Augusto Cury ao presidente nacional da sigla, Luís Tibé. Segundo ele, o nome do intelectual está sendo discutido como pré-candidato. “Ele (Tibé) está com essa ideia de lançar o nome (de Cury) como pré-candidato a presidente da República e ver o que a população acha dessa possibilidade”, afirmou, acrescentando que a iniciativa partiu de uma aproximação construída ao longo dos últimos anos.
Ao comentar o perfil de Cury, o deputado destacou a formação acadêmica e o posicionamento do possível candidato. “É uma pessoa muito culta, muito inteligente, muito preparado, com doutorado, diversos livros escritos, professor universitário. É um cara extremamente equilibrado, que não é radical e não gosta de radicalismo”, disse. Em outro momento, voltou a mencionar o ambiente político atual para justificar a discussão em torno de novos nomes. “O Congresso e o Brasil estão precisando de muita razoabilidade, de pessoas equilibradas”, afirmou.
Na avaliação do parlamentar, o ambiente de polarização tem prejudicado o debate legislativo. “Às vezes a gente está no Congresso discutindo um projeto de lei de direito ambiental, meio ambiente, e vem alguém para dizer que Lula é presidiário e o outro para dizer que Bolsonaro é homicida. Isso não tem nada a ver com o projeto de lei”, declarou. Ele relatou ainda que já defendeu maior controle sobre esse tipo de intervenção em plenário. “Se você está ali para discutir a questão do projeto de lei, você tem que discutir essa questão”, completou.
Apesar da possibilidade de candidatura própria, Waldemar reafirmou que o partido segue alinhado ao presidente da República. “A gente está alinhado com a reeleição do presidente Lula”, disse, destacando que a decisão final sobre eventual candidatura do Avante ainda dependerá de avaliação interna e do cenário político.
Sobre a viabilidade do nome de Cury, o líder do Avante indicou que o desempenho em pesquisas será determinante. “Vai ser feita uma pesquisa, ele vai analisar se realmente vale a pena ou não a candidatura. Acho que a tendência natural é que, se ele crescer nas pesquisas, ele seja candidato. Senão, acho que ele vai fazer como o Janones fez, retirar a candidatura”, afirmou, ao lembrar o movimento do ex-correligionário em 2022.
Waldemar também comentou o cenário nacional e admitiu dúvidas sobre a candidatura de Lula à reeleição, citando fatores como idade e o desgaste de uma campanha presidencial. “O presidente já foi candidato diversas vezes, está com 80 anos de idade, indo para 81. Acho que já prestou o seu serviço à nação. Não sei se ele realmente vem candidato. Eu tenho dúvida. Se eu fosse ele, eu iria descansar”, declarou. Em seguida, ponderou: “Mas, para derrotar o Flávio Bolsonaro, teria que ser o presidente (Lula). Senão facilita a vida do Flávio”.
No plano estadual, o deputado avaliou que a disputa em Pernambuco, concentrada entre a governadora Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB), tende a ser definida ainda no primeiro turno. “Acho que a eleição em Pernambuco vai ser dura. Vejo Raquel crescendo e João caindo. Acho que não está decidida, mas que pode ser decidida no primeiro turno sim”, afirmou. Segundo ele, o Avante está alinhado com a governadora Raquel Lyra e participa das articulações para a formação da chapa majoritária.
“Esqueceu dos colegas milicianos” – O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou, ontem, que o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) se “esqueceu dos seus colegas milicianos” no relatório da CPI do Crime Organizado. “Quando vi o meu nome inserido nessa tal lista de indiciados por parte do senador relator deste caso, eu disse: é curioso. Ele se esqueceu dos seus colegas milicianos e decidiu envolver o Supremo Tribunal Federal por ter concedido um habeas corpus”, afirmou. O comentário foi feito após o senador propor o indiciamento de Gilmar, dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes e do procurador-geral da República, Paulo Gonet.
Dino diz que foi ‘irresponsabilidade e erro’ – O ministro Flávio Dino (STF) também reagiu ao pedido de indiciamento dos colegas. Ele classificou como um “gigantesco erro histórico” a tentativa de apontar a Corte como “o maior problema nacional”. “É uma irresponsabilidade investigar o crime organizado e não tratar sobre milicianos, traficantes de drogas, vendedores de armas ilegais, garimpos ilegais, facções que controlam territórios, matadores e pistoleiros”, disse. “É um imenso erro, para dizer o mínimo. Friso: gigantesco erro histórico, que exige uma melhor reflexão quanto às consequências”, pontuou Dino.
Reação dos procuradores – A Associação Nacional dos Procuradores se insurgiu às imputações da Comissão Parlamentar de Inquérito, que atribui ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, “inércia”, “desídia” e “blindagem” de ministros do Supremo Tribunal Federal. O órgão rebateu as conclusões e afirmou que “não há qualquer cenário de omissão institucional” por parte do PGR e que “as investigações mencionadas seguem em regular andamento no âmbito da Polícia Federal”.
“Todo mundo passando dos limites” – O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), afirmou que o País vive “uma agressão permanente às instituições republicanas”. Durante a posse do novo ministro da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), José Guimarães, ele reclamou de “agressões” aos Três Poderes em um momento em que ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e políticos do Legislativo e do Executivo são ligados ao escândalo do banco Master. “Está muito bom agredir as instituições republicanas, seja do Executivo, do Legislativo ou do Judiciário. Está todo mundo passando dos limites institucionais que norteiam a boa convivência na relação republicana”, afirmou.
Colapso no metrô do Recife – O deputado federal Pedro Campos (PSB) denunciou, ontem, mais um colapso no sistema metroviário do Recife. Durante a manhã, as linhas Centro e Sul ficaram paralisadas devido a problemas de energia, afetando a rotina de milhares de usuários que dependem do transporte público na Região Metropolitana. Para o deputado, a proposta de condicionar investimentos de cerca de R$ 4 bilhões à concessão do sistema não atende à urgência do problema. “Prometem bilhões apenas após a privatização, mas, no presente, oferecem trens antigos. A população precisa de investimento imediato, porque depende do metrô para viver e trabalhar”, declarou. As informações são do blog da Folha.
CURTAS
RELATÓRIO REJEITADO – Ao fim do dia, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado rejeitou o relatório final apresentado pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE), relator dos trabalhos. O parecer foi rejeitado por 6 votos a 4. O texto pedia o indiciamento de três ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do procurador-geral da República (PGR).
ÔNIBUS NAS ELEIÇÕES – Os eleitores da Região Metropolitana do Recife terão direito ao transporte gratuito de passageiros nas linhas de ônibus sob concessão do Grande Recife Consórcio de Transporte nas Eleições 2026, tanto no 1º quanto no 2º turno, no próximo mês de outubro. A medida atende à solicitação da Presidência do Tribunal Regional de Pernambuco (TRE-PE) e foi informada à Justiça Eleitoral ontem pelo governo do estado, responsável pelo Grande Recife Consórcio.
ÔNIBUS NAS ELEIÇÕES II – O TRE-PE também enviou às Prefeituras de Caruaru (Agreste), Petrolina (Sertão) e Garanhuns (Agreste), todas cidades com sistema de transporte público pelo regime de concessão, o pedido para que fossem incluídas as previsões, nas respectivas Leis Orçamentárias Anuais (LOAs), dotações orçamentárias para viabilizar a gratuidade de passagens de ônibus para as eleições deste ano.
Perguntar não ofende: Quem herda o lugar de Lula se ele não for candidato?
A diretoria da Sociedade Teatral de Fazenda Nova – Nova Jerusalém (STFN) foi recebida pelo prefeito de Gramado, Nestor Tissot, e pela presidente da Gramadotur, em reunião que tratou da realização do espetáculo na Serra Gaúcha, em abril de 2027. A proposta prevê a encenação um mês após a temporada tradicional de Nova Jerusalém, em Pernambuco.
Participaram do encontro Lissandro Lamarque, diretor da SETUR Secretaria de Turismo do Rio Grande do Sul; a presidente da Gramadotur Rosa Helena Pereira Volk, Thiago Samejima, diretor da ParksNet; e Alexandre Lima, da Nordeste Sul Turismo. A STFN, presidida por Robinson Pacheco e com direção administrativa de Robinson Pacheco Filho, avalia a expansão como estratégica para ampliar o alcance nacional do espetáculo.