A candidata ao Governo de Pernambuco Marília Arraes recebeu o apoio de mais um prefeito pernambucano neste sábado: Dr. Marcones Sá (PSB), do município de Salgueiro. As vereadoras da cidade, Eliane Alves (PSB) e Fátima Carvalho (PSB), também declararam apoio a neta de Miguel Arraes. O importante reforço ao palanque da coligação PERNAMBUCO NA VEIA foi articulada pelo ex-vereador da cidade e presidente estadual do Solidariedade, André Cacau, importante liderança no Sertão Central.
Para o prefeito de Salgueiro, Marília representa o melhor caminho para Pernambuco neste segundo turno. “Afirmamos nosso compromisso com Marília governadora e com o projeto de um Brasil melhor com Lula na Presidência”, afirmou Marcones.
André Cacau destacou a ligação de Marília com a cidade. “Marília tem uma ligação muito forte com o Sertão. Salgueiro conhece seu trabalho, sua coragem e disposição para defender as pautas da nossa gente. Agora é a hora e a vez do Sertão e de Salgueiro. Nosso time está do lado certo da história com Lula e Marília”, destacou Cacau.
Também participaram do encontro: Erivaldo Pereira, secretário de Planejamento de Salgueiro; Professor Antenor, ex-vereador; Eugênio Bezerra, ex-vereador; Veronaldo Gonçalves, secretário de Desenvolvimento Rural; João Alfredo e Antônio Vitorino.
A imprensa internacional repercutiu neste domingo (4) as eleições presidenciais no Brasil, destacando a polarização política no país, a crise do Banco Master, uma potencial interferência dos Estados Unidos no pleito e o futuro da própria América Latina. As informações são do g1.
O jornal “The New York Times” diz que o pleito do domingo pode “definir o futuro da América Latina”.
A agência de notícias Reuters afirma que uma vitória de Flávio Bolsonaro seria mais um trunfo da direita na região, e a de Lula, “uma dor de cabeça para Washington”.
O jornal espanhol “El País” cita a polarização e a apatia do eleitorado brasileiro.
A revista inglesa “The Economist” diz que o próximo presidente será um “herdeiro político vingativo” ou um “esquerdista fragilizado pela idade”.
O jornal “The New York Times” disse que a “disputa pode definir o futuro da América Latina” e cita o temor de interferência do governo Trump nas eleições brasileiras.
“Um amplo escândalo de corrupção envolvendo boa parte da elite política e do Judiciário — incluindo o próprio Flávio Bolsonaro — esfriou o ânimo dos eleitores.”, disse o jornal, se referindo à crise do Banco Master.
“Os dois principais candidatos apresentam projetos opostos para o futuro da maior democracia da América Latina. As divergências incluem a concessão de acesso preferencial aos Estados Unidos na exploração de terras raras, a proteção da Amazônia contra o desmatamento e o distanciamento das relações com a China”, explicou o NYT.
A agência Reuters ressaltou que “uma vitória do senador Flávio Bolsonaro ampliaria a onda de triunfos de candidatos de direita na América Latina alinhados ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Já a reeleição de Lula poderia gerar uma dor de cabeça para Washington, que tem histórico de atritos com o governo dele em questões de comércio e segurança.”
A Reuters também citou a crise do Banco Master e a renovação no Congresso brasileiro.
A revista inglesa “The Economist” foi mais crítica em seu título: “O próximo presidente do Brasil será um herdeiro político em busca de vingança ou um esquerdista fragilizado pela idade”, citando a polarização política e uma possível estagnação econômica.
O jornal espanhol “El País” diz que “embora os protagonistas não sejam os mesmos do último pleito, a polarização se mantém. Aos 80 anos e em busca de um quarto mandato, Lula afirma que o eleitor deve escolher “entre a democracia e a barbárie”, escreveu.
“Já o senador Flávio Bolsonaro (PL), de 45 anos, classifica a eleição como uma disputa “do Bem contra o Mal”. Herdeiro político do bolsonarismo e investigado por corrupção, o parlamentar atrai o voto de conservadores e do eleitorado antipetista.”
“Apesar de os dois favoritos apresentarem projetos antagônicos para o país e estarem empatados nas pesquisas há meses, o clima é de apatia. É improvável, embora não seja impossível, que a eleição presidencial seja definida matematicamente já na noite deste domingo.”
O candidato ao governo do Ceará Elmano de Freitas (PT) votou, há pouco, na cidade de Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). Ele chegou ao local de votação por volta de 9h30, acompanhado do senador Camilo Santana, a candidata à vice Gabriella Aguiar, o prefeito de Fortaleza Evandro Leitão, a candidata ao Senado Luizianne Lins (Rede), o candidato ao Senado Cid Gomes (PSB), entre outros apoiadores.
Após votar, Elmano falou sobre a expectativa de vitória dos aliados do presidente Lula no Ceará. Ele afirmou, ainda, que o enfrentamento ao crime organizado, a construção de novos hospitais no interior do estado e transformar todas as escolas do Ceará em escolas de tempo integral e profissionalizantes, são algumas das principais demandas em uma possível reeleição.
“Nós estamos aqui na expectativa muito positiva de que no final do dia nós teremos uma apuração que vai de fato consolidar uma grande vitória desse projeto político. Aqui é um time, aqui a gente trabalha de maneira coletiva, todos juntos (…) Mas, fundamentalmente pedir ao povo cearense que no dia de hoje nós possamos garantir uma grande vitória do time do Lula (…) A mensagem de esperança, uma mensagem de muita confiança, de que nós vamos poder fazer um estado que está avançando muito, sabendo que tem muita coisa para fazer”, declarou durante entrevista coletiva.
O ex-governador de Goiás e candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), votou na manhã deste domingo (4/10), no município de Nova Crixás (GO), acompanhado de aliados, entre eles o presidente nacional do PSD e candidato a vice-presidente na chapa, Gilberto Kassab, o candidato ao governo de Goiás Daniel Vilela (MDB), além de familiares.
Após a votação, Caiado seguiu para Goiânia, onde acompanhará os votos de Vilela e da esposa, Gracinha Caiado (UB), que é candidata ao Senado por Goiás. As informações são do Metrópoles.
Segundo a assessoria, Caiado deve acompanhar a apuração das eleições no Palácio das Esmeraldas, na capital goiana, acompanhado da família e de aliados políticos.
Alternativa à direita
Caiado iniciou oficialmente, em 16 de agosto, a campanha para tentar chegar ao Palácio do Planalto. Para compor a chapa, escolheu como vice o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab. O resultado do 1° turno do pleito se dará neste domingo.
A estratégia era se apresentar como uma alternativa de direita à polarização entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), com destaque para temas como segurança pública, saúde, educação e tecnologia.
Vindo de uma administração com alta aprovação em Goiás, entretanto, ele acabou convivendo com dificuldades na campanha e não decolou nas pesquisas. Ele lidou com afastamento, inclusive, de um setor ao qual é ligado na vida pessoal e desde o início da carreira: o agronegócio, que preferiu Flávio Bolsonaro (PL).
Na televisão e no rádio, Caiado contou com 2 minutos e 2 segundos de propaganda eleitoral. A campanha apostou na divulgação de resultados de sua gestão em Goiás e na defesa de que o modelo aplicado no estado poderia ser levado para o governo federal.
O discurso também procurou diferenciá-lo de Lula e Flávio, principalmente na área de segurança pública.
Pesquisas
Apesar da exposição, Caiado permaneceu distante dos dois primeiros colocados nas pesquisas. No Datafolha divulgado em 24 de setembro, apareceu com 4% das intenções de voto, enquanto Lula tinha 38% e Flávio Bolsonaro, 33%.
O desempenho permaneceu próximo desse patamar na reta final. Na pesquisa BTG/Nexus divulgada em 28 de setembro, Caiado marcou 5%, empatado numericamente com Augusto Cury. Lula aparecia com 42% e Flávio, com 37%. O levantamento ouviu 2 mil eleitores e tinha margem de erro de dois pontos percentuais.
Com a proximidade do primeiro turno, a campanha de Caiado concentrou parte importante da agenda em Goiás e manteve o discurso de que o eleitor deveria escolher uma alternativa aos dois grupos que lideravam a disputa.
O candidato também buscou ampliar a presença no debate nacional, mas terminou a campanha sem alcançar os primeiros colocados nas pesquisas.
Sem acordo
Já na reta final da campanha, Caiado negou um acordo com o candidato do Novo, o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, para desistirem de suas candidaturas e apoiarem Flávio Bolsonaro. A ação seria um esforço para derrotar o presidente Lula a menos de uma semana da realização do primeiro turno.
Procurado pelo Metrópoles, Caiado rejeitou a possibilidade em uma mensagem de texto com várias palavras em caixa alta.
“Posso responder por mim. Não existe qualquer hipótese de desistência. Tá entendido?”, disse.
A mãe da candidata a deputada federal Tabata Amaral (PSB) está internada na UTI (Unidade de Terapia Intensiva), em estado grave, no Hospital São Camilo, em São Paulo. A informação foi divulgada pela parlamentar neste domingo (4), que pediu por orações.
Maria Renilda Amaral Pires acompanhava Tabata em uma agenda de campanha no sábado (3) no Parque da Independência, na capital paulista, quando caiu e bateu com a cabeça. As informações são da CNN.
Após o acidente, Renilda foi submetida a uma cirurgia de emergência e segue internada. Segundo a candidata, ela terá de passar por novos exames para “avaliar sua evolução após o procedimento”.
A mãe da parlamentar continua internada em estado estável, porém grave, segundo o relato da candidata. Nas redes sociais, Tabata pediu apoio pela recuperação da mãe: “Peço, de coração, que vocês mantenham minha mãe em suas orações”, escreveu.
O deputado federal e candidato à reeleição Carlos Veras (PT) acompanhou, neste domingo (4), a votação do ex-prefeito do Recife e candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB), na Escola de Referência em Ensino Médio (Erem) Professor Cândido Duarte, em Apipucos, no Recife. Veras afirmou estar confiante na eleição dos candidatos apoiados pelo presidente Lula em Pernambuco e citou, além de João, as candidaturas de Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT) ao Senado. “A nossa expectativa é total para a gente eleger o time de Lula de cima a baixo”, declarou.
A Austrália, China, Coreia do Sul, Filipinas, Japão, Coreia do Norte, Timor-Leste, Malásia, Nova Zelândia, Singapura, Tailândia e Taiwan já encerraram a votação da eleição presidencial neste domingo (4). As informações são do portal G1.
Ao todo, quase 1 milhão de brasileiros estão aptos a votar no exterior. Há urnas em 186 cidades de 134 países. A maior parte dos eleitores está concentrada em países como Estados Unidos, Portugal e Japão.
O resultado oficial da apuração no exterior, assim como no Brasil, será divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) somente após as 17h, no horário de Brasília. Veja abaixo o que indicam os resultados dos boletins de urna em alguns países e territórios em que as eleições já terminaram:
Austrália
Lula, 4.562 votos (53,98%);
Flávio Bolsonaro, 2.579 (30,52%);
Renan Santos, 316 (3,74%);
Escritor Augusto Cury, 329 (3,89%);
Zema, 132 (1,56%);
Ronaldo Caiado, 124 (1,47%);
Samara, 30 (0,36%);
Hertz Dias, 14 (0,17%);
Clariana Barão, 21 (0,25%);
Rui Costa Pimenta, 6 (0,07%);
Veterinário Wilson Grassi, 6 (0,07%);
Edmilson Costa, 10 (0,12%);
Leonardo Avalanche, 1 (0,01%).
Coreia do Sul
Lula, 123 votos (56,94%);
Flávio Bolsonaro, 72 (33,33%);
Renan Santos, 6 (2,78%);
Ronaldo Caiado, 6 (2,78%);
Escritor Augusto Cury, 6 (2,78%);
Rui Costa Pimenta, 1 (0,46%);
Zema, 1 (0,46%);
Samara, 1 (0,46%).
Filipinas
Flávio Bolsonaro, 33 votos (53,23%);
Lula, 26 votos (41,94%);
Renan Santos, 2 votos (3,23%);
Ronaldo Caiado, 1 voto (1,61%).
Malásia
Lula, 44 votos (53,66%);
Flávio Bolsonaro, 27 votos (32,93%);
Renan Santos, 7 votos (8,54%);
Escritor Augusto Cury, 3 votos (3,66%);
Zema, 1 voto (1,22%);
Ronaldo Caiado, 1 voto (1,22%).
Nova Zelândia
Lula, 234 votos (70,48%);
Flávio, 64 votos (19,28%);
Renan, 13 votos (3,92%);
Zema, 7 votos (2,11%);
Cury, 6 votos (1,81%);
Caiado, 5 votos (1,51%);
Samara, 2 votos (0,60%);
Hertz, 1 voto (0,30%).
Singapura
Lula, 190 votos (54,60%);
Flávio Bolsonaro, 92 votos (26,44%);
Renan Santos, 22 votos (6,32%);
Escritor Augusto Cury, 21 votos (6,03%);
Zema, 12 votos (3,45%);
Ronaldo Caiado, 6 votos (1,72%);
Rui Costa Pimenta, 2 votos (0,57%);
Samara, 2 votos (0,57%);
Clariana Barão, 1 voto (0,29%).
Tailândia
Flávio Bolsonaro, 51 votos (50%)
Lula, 40votos (39,22%)
Renan Santos, 3 votos (2,94%)
Escritor Augusto Cury, 3 votos (2,94%)
Zema, 1 voto (0,98%)
Samara, 1 voto (0,98%)
Taipei
Flávio Bolsonaro, 107 votos (48,86%)
Lula, 77 votos (35,16%)
Renan Santos, 14 votos (6,39%)
Escritor Augusto Cury, 6 votos (2,74%)
Clariana Barão, 4 votos (1,83%)
Zema, 4 votos (1,83%)
Hertz Dias, 2 votos (0,91%)
Ronaldo Caiado, 2 votos (0,91%)
Edmilson Costa, 1 voto (0,46%)
Leonardo Avalanche, 1 voto (0,46%)
Samara, 1 voto (0,46%)
Até a publicação desta reportagem, os dados de outros países não estavam disponíveis. Este texto será atualizado ao longo do dia com boletins de urnas de locais de votação no exterior.
Seguindo o exemplo da governadora Raquel Lyra (PSD), que disputa a reeleição em cima do muro, sem assumir preferência para presidente da República, o prefeito de São José do Egito, Fredson Brito, também se omite na corrida ao Planalto. Seu material de campanha com os candidatos que apoia não inclui o postulante a presidente. O Sertão do Pajeú, região onde está o município de São José do Egito, tem histórico como santuário lulista.
O ex-prefeito do Recife e candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) votou na manhã deste domingo (4), na Erem Professor Cândido Duarte, em Apipucos, Zona Norte do Recife. Acompanhado de aliados e familiares, João afirmou estar confiante após a campanha. “A gente está animado demais para a vitória. Quem vai dizer como vai ser o primeiro, o segundo turno é o povo”, declarou. O candidato também disse que encerra a campanha com “gratidão e esperança” e afirmou acreditar em “uma grande vitória”.
O deputado federal e candidato a reeleição pelo PSB Pedro Campos diz que a candidatura do seu irmão e candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), está pronta para o segundo turno, caso seja necessário.
A movimentação é tranquila na Escola Vera Cruz, um dos principais pontos de votação do bairro das Graças, na Zona Norte do Recife. Durante a manhã deste domingo (4), o local registra poucas filas e fluxo considerado tranquilo de eleitores.
Cada eleitor está levando, em média, até 10 minutos para chegar à cabine de votação e registrar o seu voto.
Neste domingo, os pernambucanos vão às urnas para escolher o próximo presidente da República, governador, dois senadores e deputados estadual e federal.
O candidato ao Senado Paulo Rubem (Rede) esteve na manhã deste domingo (4) na Escola Vera Cruz, no bairro das Graças, no Recife, onde acompanhou o candidato a governador de Pernambuco, Ivan Moraes (PSOL), durante a votação. No local, Paulo Rubem afirmou estar confiante no desempenho da federação Rede-PSOL e disse que o resultado das urnas poderá surpreender.
“Como a gente disse a campanha toda, nós temos alternativa. Pernambuco precisa encontrar um outro caminho e esse caminho foi construído pelos candidatos da federação Rede-PSOL, não só para o Recife e para a Região Metropolitana, mas para todo o estado”, declarou.
Paulo Rubem também reforçou a expectativa em relação ao resultado da eleição. “Estamos muito confiantes nisso que o nosso governador disse: vai ter surpresa nessas eleições”, afirmou.
Após a votação, a agenda prevê que Zema siga de carro para Belo Horizonte, onde acompanhará a apuração no Bar da Esquina. O candidato também tem uma entrevista coletiva prevista para o fim da apuração.
Após a votação, a agenda prevê que Zema siga de carro para Belo Horizonte, onde acompanhará a apuração no Bar da Esquina. O candidato também tem uma entrevista coletiva prevista para o fim da apuração.
As intenções de votos para Zema estavam em 1%, segundo a pesquisa Datafolha divulgada no sábado, 3. As 4.006 entrevistas que resultaram no levantamento foram encomendadas pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo. Foram feitas em 122 municípios na sexta, 2, e sábado, 3. O registro do trabalho na Justiça Eleitoral tem o código BR-01708/2026. As informações são do Estadão.