Lula sanciona lei que destina crédito de até R$ 30 bilhões para taxistas e motoristas de aplicativo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou nesta segunda-feira (14) um projeto de lei de conversão que destina até R$ 30 bilhões em linhas de crédito disponíveis para motoristas de aplicativo, de transporte escolar, taxistas e cooperativas de taxistas para aquisição de veículos novos que atendam a critérios de sustentabilidade.

Lula editou uma Medida Provisória (MP) em junho deste ano como uma continuidade do programa Move Brasil, que não teve todos os seus recursos utilizados no crédito colocado à disposição. As informações são do g1.

O texto foi aprovado pelo Congresso Nacional e perderia a validade se não fosse aprovado em definitivo. O prazo de validade da MP terminava em 15 de setembro. No final de agosto, a Câmara aprovou a MP, mas fez modificações no texto.

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Direto de Brasília

Por causa de um pedido de vista do ministro Flávio Dino, a sessão do STF, que acabou, há pouco, não entrou no mérito do julgamento do processo sobre o ministro Alexandre de Moraes. A análise, no entanto, foi interrompida por um pedido de ordem de Gilmar Mendes, que solicitou que a sessão fosse suspensa e a ação sobre Moraes fosse julgada apenas no próximo dia 23, junto com o processo que investiga supostas irregularidades cometidas por André Mendonça.

Fachin votou para manter as ações separadas e foi acompanhado por Mendonça, Cármen Lúcia e Luiz Fux, enquanto Zanin e o próprio Moraes votaram na direção oposta, apoiando o pedido de Gilmar.

Flávio Dino chegou a manifestar apoio à junção das ações, mas pediu vista (mais tempo para análise) e seu voto não foi computado na ata final da sessão. O placar oficial, portanto, ficou em 4 votos a 3 por manter separadas as ações.

A sessão chegou ao fim sem decisão e o assunto somente volta a julgamento em 90 dias, prazo de um pedido de vista.

Sebrae - Fazer dar certo

A sessão do Supremo Tribunal Federal desta terça-feira (15) que trata da crise que atinge a Corte terminou com 4 votos a 3 para manter separadas as análises pela Corte das condutas de Alexandre de Moraes, na relação com Daniel Vorcaro, e de André Mendonça, na condução do relatório do caso Master.

Fachin votou para manter a separação. Ele foi acompanhado pelos ministros André Mendonça, Luiz Fux e Cármen Lúcia.

Já Gilmar Mendes, Cristiano Zanin e Alexandre de Moraes votaram para que as análises sejam conjuntas. O ministro Flávio Dino, que havia votado com essa corrente, mudou o voto para um pedido de vista, o que suspendeu o julgamento. As informações são do g1.

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Direto de Brasília

A ministra Cármen Lúcia votou com o presidente do STF, Edson Fachin, para manter separados os julgamentos envolvendo Alexandre de Moraes e André Mendonça. Com isso, o placar chegou a 4 a 4. Durante uma sessão marcada por fortes discussões entre os ministros, Flávio Dino criticou a condução de Fachin e pediu vista, suspendendo o julgamento. Pelo regimento do Supremo, Dino tem até 90 dias para devolver o processo, embora possa fazê-lo antes.

Caruaru - Minha rua nova

A ministra Cármen Lúcia, do STF (Supremo Tribunal Federal), afirmou que o “clamor público” não influencia seu discernimento e não teve peso em seu voto diante da petição que envolve o ministro Alexandre de Moraes.

Durante a abertura de seu voto na sessão extraordinária desta terça-feira (15), a ministra afirmou que defende a “independência” dos magistrados para que tomem as decisões sem interferência do interesse público.

Cármen possui o voto decisivo em relação ao pedido de julgamento conjunto das ações envolvendo os pedidos de investigação dos ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça. O placar está em 4×3 para a apreciação conjunta. As informações são da CNN.

Ipojuca - Na palma da sua mão

A minsitra Cármen Lúcia, do STF (Supremo Tribunal Federal), criticou a “espetacularização” da sessão da Corte nesta terça-feira (15), voltada à análise de um relatório da PF (Polícia Federal) que reúne mensagens entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

“Eu peço desculpas ao povo brasileiro. Eu queria ter sido melhor em poder ter ajudado a acalmar as coisas, mas eu não consegui. Houve uma espetacularização desse caso e dessa sessão”, disse. As informações são da CNN.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

O GLOBO

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), se disse envergonhada ao votar durante julgamento que trata de mensagens enviadas pelo banqueiro Daniel Vorcaro ao ministro Alexandre de Moraes.O sentimento, segundo a ministra, tem relação com o fato de, a menos de 20 dias da eleição, “estarem todos voltados a questões” do Supremo. Segundo a ministra, o Poder Judiciário existe para “tranquilizar o povo”, mas o STF “gerou intranquilidade” nos últimos dias, “inebriando o sentimento de justiça da cidadania brasileira”.

— Eu estou nesta sessão, como talvez muitos de meus colegas, em estado de profunda consternação e tristeza. Hoje um dos colegas me dizia se eu estava aborrecida com alguma coisa. Eu disse, eu estou triste. Não apenas pelo tema que nos traz aqui, que teria sido aquele a ser decidido, mas porque este Supremo Tribunal Federal provocou, acho, um mal-estar cívico em todas as cidadãs e cidadãos brasileiros nesses últimos dias — relatou.

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O GLOBO

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu vista para interrompeu a sessão desta terça-feira que analisa o relatório da Polícia Federal com as mensagens do banqueiro Daniel Vorcaro ao ministro Alexandre de Moraes.

O pedido veio após um bate-boca entre os ministros.

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu a palavra para negar que tenha relacionamento de proximidade com Vorcaro. Afirmou que só se encontrou uma vez com Vorcaro e disse que não tem amizade com banqueiro.

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Direto de Brasília

O ministro Flávio Dino pediu vista. Em seguida, o presidente Edson Fachin convidou os ministros Luiz Fux e Carmén Lúcia a anteciparem os votos.

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Direto de Brasília

Alexandre de Moraes e André Mendonça protagonizaram um embate durante o julgamento da petição. Após o voto de Menonça, Moraes afirmou que os argumentos do ministro “reforçam a necessidade de um julgamento conjunto”. Os magistrados, então, passaram a debater sobre relatório de inteligência que baseou a investigação. Mendonça reagiu às declarações de Moraes: “Meu Deus do céu”, afirmou.

Direto de Brasília

Ao ser citado por André Mendonça, o procurador-geral da República (PGR) Paulo Gonet pediu a palavra e iniciou sua manifestação. “Não existe nem tive relacionamento de proximidade com Daniel Vorcaro”, afirmou Gonet.

O ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), pediu que Gilmar Mendes “não coloque palavras na boca” dele durante julgamento nesta terça-feira (15).

“Eu me lembro do debate que tive lá atrás sobre delação, em que o ministro André [Mendonça] dizia que estava recebendo advogados para conduzir as delações”, disse Gilmar, logo interrompido por Mendonça.

“Eu nunca disse isso, não, ministro Gilmar”, rebateu Mendonça. ”Não ponha palavras na minha boca, eu não disse.” As informações são da CNN.

FOLHA DE S. PAULO

O ministro Alexandre de Moraes afirmou nesta terça-feira (15) que não há pedido de investigação contra ele e questionou ao presidente do tribunal, Edson Fachin: “Vossa Excelência, vai votar o quê?”.

O magistrado disse que foi intimado a prestar informações a respeito do que consta na petição que o aponta como interlocutor de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Segundo ele, o que existe no documento é um pedido de nulidade e arquivamento.

“Consta pedido de investigação feito pela Polícia Federal? Não. Consta pedido de investigação feito pelo Ministério Público? Não. Consta pedido de investigação feito pelo ministro André Mendonça? Não. Consta algum pedido de investigação em relação a mim?”, disse.

Moraes também reclamou de prazos diferentes dados a ele e ao ministro André Mendonça, que, em outro processo, pode ser investigado por possíveis irregularidades. “Temos um miscelânia procedimental”, declarou. (Isadora Albernaz e Anna Júlia Lopes)