Lula prometeu 13 ministérios; conheça as pastas e os cotados

O agora presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prometeu criar 13 ministérios durante sua campanha. Descontados os desmembramentos, a Esplanada sob Lula deve ter ao menos 34 ministérios. O petista proibiu seus aliados de discutir espaços no governo durante a campanha presidencial. Dizia que isso era assunto para se tratar depois de ganhar a eleição. Agora, o debate será desinterditado. As informações são do portal Poder360.

A aposta do entorno de Lula é que ele se cercará de ex-governadores de partidos aliados. As maiores especulações são sobre quem comandará a área econômica. São cotados o deputado Alexandre Padilha (PT), o senador eleito Wellington Dias (PT) e o senador Jaques Wagner (PT) – esse, porém, diz que prefere cumprir tarefas do novo governo no Senado.

O vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), foi por um tempo a pedida do mercado para comandar a área. Ele disse que não deve ter essa função. As especulações do PIB agora são sobre a possibilidade de Henrique Meirelles (União Brasil) assumir a área econômica.

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O candidato a deputado federal Miguel Coelho, que foi preterido na disputa ao Senado pela governadora Raquel Lyra, que escolheu outros nomes, divulgou hoje, em suas redes sociais, a composição de sua chapinha para as eleições.

O que chama atenção é que, assim como a chapa da governadora Raquel Lyra, a de Miguel Coelho também não tem candidato a presidente da República.

Ironia do destino. E fica a curiosidade para saber como será o comportamento de Miguel no day after da eleição, a depender do resultado da disputa presidencial.

Conhecendo bem, como todos conhecem, a família Coelho, é óbvio que, se der Lula amanhã, eles vão jurar amor, como já fizeram no passado, e depois vão traí-lo. Se der Flávio Bolsonaro, também será a mesma coisa. É o DNA da família.

O candidato João Campos (PSB) anunciou, na manhã deste sábado (3), que seu primeiro ato como governador será revogar o reajuste da conta de água previsto para novembro. Segundo o líder da Frente Popular de Pernambuco, a medida se justifica pelo fato de os contratos com as concessionárias terem sido assinados há menos de seis meses e de o serviço que ficará a cargo delas ainda não ter sido plenamente assumido. A concessão da distribuição de água e da coleta e tratamento de esgoto foi feita pela gestão da governadora Raquel Lyra (PSD) e terá, logo depois das eleições, seu primeiro reajuste, levando em conta a inflação acumulada de quase três anos.

“Como é que um contrato assinado em abril já vai ter aumento de conta em novembro? Você já viu aluguel ter reajuste em menos de um ano? Não. Por que reajustar a inflação de três anos em seis meses? A empresa sequer começou a operar e a conta já vai aumentar. Como governador, eu vou barrar esse reajuste da água. Já analisei com a equipe jurídica e há espaço para fazer isso. Eu quero água na torneira das pessoas com preço justo. E nós vamos fazer isso acontecer”, disse João.

O candidato disse que, se eleito, ainda no período de transição, já começará a trabalhar nas negociações para evitar que o aumento da conta de água aconteça em novembro deste ano. João assegurou que, se o reajuste não for evitado por Raquel Lyra no fim da gestão dela, ele próprio revogará o aumento em janeiro de 2027, quando for chefe do Poder Executivo estadual. O compromisso de João Campos leva em conta um universo de oito milhões de consumidores. Ao longo da campanha, o líder da Frente Popular também já havia assumido a proposta de zerar a conta de água de quem está na tarifa social e não recebe água de forma regular em seus domicílios.

O contrato com a Vita Sertão, que ficou responsável pelo serviço na maior parte do Sertão, foi assinado em 7 de abril deste ano. Já o consórcio Pernambuco Saneamento, composto pelas empresas BRK e Acciona e que assumirá um lote composto por municípios do Grande Recife, do Agreste e do Sertão do Pajeú, oficializou o vínculo com o Governo do Estado em 29 de abril, também há menos de seis meses. A previsão é de que a operação dos serviços comece em outubro. Já para novembro, depois das eleições, está previsto um grande reajuste, equivalente à inflação acumulada desde setembro de 2023.

Jaboatão dos Guararapes - Saúde nas escolas 2026

Por Gastão Cerquinha Neto*

Quando falamos sobre as mudanças climáticas, é comum pensarmos primeiro nos impactos mais visíveis: inundações, secas, incêndios florestais, deslizamentos de encostas, ondas de calor e outros eventos extremos. Nos preocupamos com as vidas perdidas, nas famílias que precisam deixar suas casas e nos prejuízos econômicos causados por esses acontecimentos.

Mas existe outro impacto, menos visível, que também merece atenção: o efeito das mudanças climáticas sobre a forma como nos sentimos e enxergamos o futuro. As pessoas estão preocupadas com o caminho que estamos percorrendo e com a saúde do planeta. A repetição de eventos extremos e a percepção de que eles podem se tornar mais frequentes ou intensos despertam sentimentos de medo, estresse, raiva, tristeza e impotência.

Caruaru - Minha rua nova

Por Marcelo Tognozzi
Colunista do Poder360

Antes de votar amanhã, pense. Você acha que está tudo fora do lugar, mas onde está escrito que o Brasil tinha de dar certo? No livro de Stefan Zweig, “Brasil, País do Futuro”? Ali não foi registrada previsão, mas mera possibilidade. 

O Brasil trata mal seu povo desde 1500. O conceito de nação e de povo nunca existiu de fato e, mesmo depois da Independência, demorou a aparecer. Enquanto o Peru inaugurou a Universidade de San Marcos em 1551, a Faculdade de Direito do Recife é de 1827 e a Universidade do Paraná, a primeira do Brasil, nasceu em 1912.

Ipojuca - Na palma da sua mão

A campanha de reeleição de Raquel Lyra (PSD) acaba de sofrer o seu mais duro revés institucional. Se o escândalo da laqueadura forçada já havia aberto uma fissura profunda na imagem da governadora, as conclusões da Polícia Federal enviadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), ontem (2), transportam a crise do suposto “gabinete do ódio” para o terreno do crime comum e eleitoral. Aí vem o pior: é a própria chefe do Executivo quem aparece no centro do furacão.

Não se trata mais de especulação de bastidor ou retórica de oposição. O relatório da PF aponta formalmente indícios de envolvimento direto da governadora em crimes de associação criminosa, peculato e desvio de verbas públicas para alimentar uma estrutura clandestina de difamação digital: o já batizado “gabinete do ódio” pernambucano.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

A governadora Raquel Lyra (PSD) já afirmou que trabalha para garantir “vez e voz” às mulheres. Mas quando uma mulher chegou à presidência da Associação dos Peritos Papiloscopistas Policiais Civis de Pernambuco (ASPPAPE), um direito que já havia sido concedido em situações anteriores foi negado pelo Governo de Pernambuco e precisou ser levado à Justiça.

“Eu sempre trabalhei como mulher que sou, especialmente para que as mulheres possam ter direito a vez e voz.” A frase é da governadora Raquel Lyra e ganha um significado particular diante de um episódio envolvendo a ASPPAPE.


Palmares - Forró Mares 2026

As últimas pesquisas eleitorais antes do primeiro turno das eleições de 2026 saem neste sábado (3), véspera da votação, marcada para amanhã (4). Serão divulgadas, no final do dia, novas rodadas do Datafolha e da Quaest. A rodada mais recente da pesquisa Datafolha para o Governo de Pernambuco, divulgada na última quinta-feira (1º), aponta a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) com 46% das intenções de voto, enquanto João Campos (PSB) soma 44% do total na consulta estimulada para o primeiro turno.

A Coligação Pernambuco de Coração, liderada pela governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD), solicitou ao Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) a impugnação da pesquisa Quaest com as intenções de voto para o governo do estado, prevista para este sábado (3). As informações são do Diário de Pernambuco.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Por Anthony Santana
Do Blog da Folha

No último dia permitido pela legislação eleitoral para a campanha de rua, os dois principais candidatos ao governo de Pernambuco apostam todas as fichas na Região Metropolitana do Recife.

Considerada estratégica para a disputa, a região será o principal território das agendas dos candidatos, que intensificam a mobilização na reta final em busca dos votos dos eleitores indecisos e daqueles que ainda podem mudar de posição.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

Raquel chega ao último dia sob o peso de uma campanha marcada por recuos e episódios negativos

A governadora Raquel Lyra (PSD) chega ao último dia da campanha tentando a reeleição tendo de administrar uma sucessão de episódios que, ao longo das últimas semanas, alteraram o ambiente da disputa. Em vez de encerrar a campanha ditando os termos do debate, a gestora chega à véspera da eleição reagindo a uma agenda que passou a ser cada vez mais imposta pelo adversário.

O movimento mais simbólico ocorreu nos últimos dias, quando sua campanha incorporou a defesa da isenção de IPVA para motocicletas de até 180 cilindradas, uma proposta que João Campos já havia apresentado durante a campanha. O episódio ganhou relevância menos pelo conteúdo da medida, que passou a ser compartilhado pelos dois candidatos, e mais pelo momento em que ocorreu.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, enviou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) uma investigação sobre um suposto “gabinete do ódio” que seria utilizado pela governadora Raquel Lyra (PSD) para atacar o adversário na eleição deste ano, João Campos (PSB). A decisão desta sexta-feira foi tomada após a Polícia Federal (PF) abrir um inquérito para apurar indícios da atuação de uma milícia digital para disseminar notícias falsas com uso de recursos da gestão.

A informação sobre a investigação foi revelada pela “Folha de S. Paulo” em agosto. O caso tramitava no STF no âmbito do inquérito das fake news. No mês passado, Fachin retirou o ministro Alexandre de Moraes da relatoria na esteira da crise na Corte derivada dos desdobramentos do caso Master. As informações são do jornal O GLOBO.

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta sexta-feira, 2, acreditar que os 21 dias entre o primeiro e um eventual segundo turno podem ser “os mais sangrentos e sujos da história de todas as eleições no Brasil”, por uma suposta ação do PT.

Ele voltou a atribuir ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a articulação pelas decisões da Justiça que afetaram o debate cancelado pela TV Globo, o que comparou a “um gol de mão”. As informações são do Estadão.

O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) indeferiu a liminar da coligação Pernambuco de Coração, da governadora Raquel Lyra (PSD), que pedia a suspensão da pesquisa Quaest. A decisão foi proferida pelo relator Luiz Gustavo Mendonça de Araújo.

A representação eleitoral com pedido de tutela de urgência foi movida contra a Quaest Pesquisas e a Globo Comunicação. A campanha de Raquel Lyra alegou falta de detalhamento prévio sobre ajustes estatísticos no registro da pesquisa. As informações são do JC.