O cantor e compositor Josildo Sá, conhecido por sua alegria e irreverência no palco, acaba de lançar o seu mais novo single, que promete ser um sucesso neste Carnaval. Confira!
O cantor e compositor Josildo Sá, conhecido por sua alegria e irreverência no palco, acaba de lançar o seu mais novo single, que promete ser um sucesso neste Carnaval. Confira!
Por Houldine Nascimento – Poder 360
A comunicadora Bia Lula, neta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), fez críticas nesta quinta-feira (8) à decisão do chamado Centrão –grupo de partidos sem coloração ideológica clara que adere aos mais diferentes governos– de apoiar o candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, no 2º turno. Siglas como PP, União Brasil e Podemos entraram no arco de alianças do senador fluminense.
“Eles estão contando que o Flávio vai ganhar e, para mim, eles vão cair do cavalo. Daqui a pouco vão estar chorando para a gente, pedindo ministério, tudo mais. Aquela velha história da política de sempre”, declarou Bia em entrevista ao Poder360.
Segundo a neta mais velha de Lula, não houve erro da campanha em manter uma aliança restrita à esquerda e centro esquerda. Disse ainda acreditar numa virada e em conversas com o Centrão em eventual quarto mandato do petista.
Leia mais“Eles têm que pensar também que o jogo pode virar e estou esperançosa de que vai virar, e aí eles vão recorrer a nós novamente. E como a gente também precisa do Centrão, a gente também vai ter que ceder, até porque a gente faz uma política de diálogo, não uma política do ódio”.
ONDA DE DIREITA
Bia Lula também falou sobre a onda que elegeu deputados e senadores de direita, alinhados a Flávio. “É a minha maior preocupação, porque a gente sabe que se ele [Lula] é eleito, vai ser maravilhoso para o povo. Porém, muita gente não sabe, mas o presidente não governa sozinho. Ele pode querer fazer um mundo de coisas, mas quem define mesmo é a Câmara. Uma vez que a gente tem um poder maior do outro lado, vai ser muito mais difícil a gente governar”, declarou.
QUEM É BIA LULA
Maria Beatriz Lula da Silva de Miranda, conhecida como Bia Lula, tem 31 anos. Nasceu em São Caetano do Sul, no ABC paulista. É graduada em comunicação e gestão pública. É filha da jornalista Lurian Cordeiro, primogênita de Lula com a enfermeira Miriam Cordeiro.
Tem atuação na área de comunicação política, criando roteiros e conteúdos em vídeo. Com mais de 405 mil seguidores no Instagram, costuma publicar vídeos críticos nas redes sociais, com enfrentamento ao bolsonarismo.
Leia menos
O Pleno do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) elegeu, nesta sexta-feira (9), o desembargador Erik Simões para a Presidência da Corte. Ele assume o cargo neste sábado (10), sucedendo o desembargador Fernando Cerqueira, que encerra seu biênio à frente da instituição.
Erik Simões ficará na Presidência do TRE-PE até fevereiro de 2028. Durante o discurso de posse, no entanto, anunciou que pretende renunciar ao cargo ao final de 2027 para permitir que o desembargador Alexandre Pimentel, previsto para assumir a vice-presidência em janeiro de 2027, tenha mais tempo à frente do tribunal. As informações são do Blog da Folha.
Leia mais“Já comuniquei ao desembargador Alexandre Pimentel e comunico a toda a Corte que renunciarei ao final do próximo ano para que ele tenha um período maior na Presidência”, afirmou.
O desembargador substituto Paulo Augusto de Freitas Oliveira assumirá interinamente a vice-presidência até janeiro de 2027, quando Alexandre Pimentel deverá ocupar o posto em definitivo.
Continuidade
Em seu discurso, Erik Simões agradeceu pela escolha e demonstrou emoção ao falar sobre a nova responsabilidade. Ele também destacou a importância dos servidores para o funcionamento do tribunal e afirmou que pretende manter uma gestão próxima das pessoas.
“Eu olho com carinho cada pessoa. Cada pessoa tem a sua importância, do mais invisível ao mais importante. Tenho tratado todos da mesma forma, com o maior respeito e consideração”, declarou.
O novo presidente também reconheceu o trabalho desenvolvido por Fernando Cerqueira e afirmou que terá o desafio de dar continuidade à gestão do antecessor.
“Sei do tamanho da minha alegria, que não é menor que a minha responsabilidade. Se Deus quiser, iremos todos juntos cumprir essa missão da melhor forma possível”, disse.
Sobre os desafios imediatos, Erik Simões destacou a realização do segundo turno das eleições presidenciais. Segundo ele, o tribunal está preparado para conduzir mais uma etapa do processo eleitoral.
“O desafio é o segundo turno, mas, como deu certo no primeiro, estaremos preparados para o segundo. A população pode ficar tranquila”, afirmou.
O desembargador também demonstrou confiança na equipe da instituição. “As expectativas são positivas. O tribunal é muito competente, o corpo funcional é extraordinário. Tenho certeza de que iremos dar continuidade ao trabalho já feito por Cerqueira”, declarou.
Balanço
Ao se despedir da Presidência, Fernando Cerqueira afirmou que deixa o tribunal em um ambiente de harmonia e com estrutura preparada para o segundo turno das eleições de 2026.
“Concluo a gestão do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco neste dia. Deixo o tribunal pacificado, harmônico, depois de realizar um trabalho exitoso nas eleições de 2026. Deixamos o tribunal preparado para enfrentar uma nova eleição no segundo turno”, afirmou.
Em seu balanço, destacou a redução do acervo processual da Presidência, os investimentos em modernização e as iniciativas voltadas à estrutura do tribunal.
“Desde o primeiro dia, estabelecemos uma dinâmica muito clara: aquilo que chegasse à Presidência precisava ser analisado, decidido e encaminhado. Conseguimos algo que, para mim, tem um significado especial: zeramos o acervo de processos da Presidência e deixamos praticamente zerados os processos do PJe”, declarou.
Segundo o desembargador, permaneceram pendentes apenas processos recebidos na última semana de sua gestão. Ele ressaltou que a redução do acervo representa mais do que um resultado administrativo, pois envolve pessoas que aguardam respostas da Justiça Eleitoral.
Entre as entregas mencionadas, Cerqueira citou a criação do Centro de Inteligência, a aquisição de três veículos elétricos e de uma nova van institucional, o avanço da implantação de energia fotovoltaica, projetos de melhoria da estrutura física e a implementação de um programa de jornada extraordinária para policiais militares.
“Essas entregas tinham um propósito: melhorar as condições de trabalho, economizar recursos, dar mais segurança, modernizar a instituição e preparar o TRE-PE para o futuro”, afirmou.
Homenagens
A despedida de Fernando Cerqueira foi marcada por homenagens de integrantes da Corte, servidores e representantes de instituições, entre elas a Ordem dos Advogados do Brasil em Pernambuco (OAB-PE) e o Instituto de Direito Eleitoral e Público de Pernambuco (Ideppe).
A diretora-geral do TRE-PE, Bruna Barreto Campello, destacou a relação do desembargador com os servidores e afirmou que sua gestão contribuiu para fortalecer o sentimento de pertencimento à instituição.
Leia menos
O deputado estadual Coronel Alberto Feitosa esteve nesta sexta-feira (9) na Faculdade de Ciências da Administração de Pernambuco (FCAP-UPE), no Recife, para questionar a realização de um ato político organizado pelo DCE da universidade. Participaram do evento os deputados federais eleitos Jones Manoel (PSOL) e Liana Cirne (PT), além do deputado estadual reeleito João Paulo (PT). Feitosa afirmou que o uso de uma instituição pública para a atividade poderia configurar irregularidade eleitoral e informou ter registrado denúncia no aplicativo Pardal, do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE).
O parlamentar também acusou Jones Manoel de divulgar informações falsas sobre propostas atribuídas ao candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), entre elas mudanças em aposentadorias e cortes em políticas sociais. Feitosa registrou o ato em vídeo e afirmou que encaminhou o caso às autoridades eleitorais.
Feitosa disse ainda ter sido alvo de ofensas verbais ao chegar ao local e relatou ter acionado a Polícia Militar. A legislação eleitoral veda o uso de bens públicos em benefício de candidaturas, enquanto o Supremo Tribunal Federal já reconheceu a liberdade de manifestação e debate em universidades públicas, cabendo às autoridades eleitorais avaliar as circunstâncias específicas do caso.
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal se posicionou contra a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial. Em vídeo publicado nas redes sociais, a entidade relembrou episódios de ataques de Jair Bolsonaro a jornalistas durante seu governo e citou levantamento da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), que registrou 1.442 casos de violência contra profissionais de imprensa e ataques à categoria entre 2019 e 2022. A publicação também recorda ofensas públicas feitas pelo ex-presidente a jornalistas e episódios de hostilização promovidos por apoiadores.
No vídeo, o sindicato relaciona esse histórico à candidatura de Flávio Bolsonaro e questiona se o cenário poderia se repetir em um eventual governo do senador. “O filho dele anda com a mesma turma. Você acha que vai ser diferente?”, diz a publicação. Ao final, a entidade afirma: “Jornalistas precisam de segurança para fazer bom jornalismo. Não votaremos em quem não nos respeita”.
O candidato ao governo do Distrito Federal pelo PT, Leandro Grass, faz caminhada ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, também do PT, em Ceilândia, no Distrito Federal, na manhã desta sexta-feira (9). A vice na chapa de Grass, Dora Gomes, também acompanha o ato.
“Vamos virar essa eleição, vamos conquistar o Distrito Federal. É sobre o apoio aos feirantes, aos trabalhadores. O nosso lado é o lado do povo”, disse Grass durante o ato. As informações são do g1.
Leia maisO principal apoio nacional à candidatura de Grass é o de Lula.
“Esse país não será governado pelo sócio do Banco Master, pelos parentes do Vorcaro. Esse país não será governado por aqueles que roubaram R$ 12 bilhões do BRB”, disse Lula em seu discurso nesta sexta.
No primeiro turno, o presidente e candidato à reeleição também participou de ato no DF, quando pediu votos para Grass e afirmou que se dedicaria à eleição do candidato petista ao governo local.
No primeiro turno, Leandro teve 569.930 votos, ou 34,47%. A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (8) mostra o candidato atrás de Celina Leão (PP), que busca a reeleição no DF.
Ele tem 37% das intenções de voto na pesquisa estimulada, em que o Datafolha mostra aos eleitores entrevistados os nomes dos candidatos.
O segundo turno das eleições acontece no dia 25 de outubro.
Apoio
Nessa reta final, Leandro Grass – que já faz parte da coligação DF do Povo, formada pela Federação Brasil da Esperança, PDT e Federação PSOL Rede – ganhou reforços para a campanha. Ricardo Cappelli declarou apoio ao petista, e o PSB oficializou a adesão à candidatura nesta quinta.
Grass afirmou que pretende incorporar ao programa de governo propostas apresentadas por Cappelli no primeiro turno, incluindo medidas destinadas a trabalhadores e entregadores de aplicativos.
Deputados distritais eleitos pela esquerda também já se posicionaram a favor do petista. Entre os parlamentares citados estão Gabriel Magno (PT), Chico Vigilante (PT), Ricardo Vale (PT), Max Maciel (PSOL), Keka Bagno (PSOL), Dayse Amarilio (PSB) e Múcio Botelho (PSB).
Na Câmara dos Deputados, Grass também destacou o papel dos eleitos Fábio Felix (PSOL) e Agnelo Queiroz (PT) na campanha.
Leia menos
Uma ação de investigação judicial eleitoral apresentada pela campanha do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) questiona publicações de perfis nas redes sociais alinhados ao presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Entre os conteúdos mencionados na petição está uma publicação associada ao perfil da deputada federal eleita Liana Cirne (PT), feita em 7 de outubro, sobre o fim da escala de trabalho 6×1, a qual afirmava que o candidato era contrário à redução da jornada de trabalho. As informações são do Blog da Folha.
Leia maisNo documento, o perfil de Liana é mencionado em uma publicação em colaboração com outras cinco contas: @pernambucoresiste, @jovenspelademocracia_, @eutocomlula, @agrestecomlula e @comitevirtualdelula.
A campanha pede “a suspensão temporária dos perfis relacionados no Quadro B-1, até as 23h59 do dia 26 de outubro de 2026, com ordem ao Facebook Serviços Online do Brasil Ltda. (Meta Platforms, Inc.) para que, no prazo de 24 horas, impeça a publicação de novos conteúdos e o acesso público aos perfis, preservando integralmente seus dados (art. 22, I, “b”, da LC nº 64/90; art. 9º-D, §§ 5º e 6º, da Res.-TSE nº 23.610/2019)”.
A ação também pede “o bloqueio temporário da coautoria (“collab”) entre os perfis relacionados nos Quadros B1 e B-2, pelo mesmo prazo, com ordem à Meta para que impeça, na medida da viabilidade técnica, o envio e a aceitação de convites de coautoria por esses perfis e informe, em 48 horas, as providências adotadas”.
Para Liana, o caso levanta preocupações sobre a liberdade de expressão e o espaço da militância política nas redes sociais, especialmente durante o período eleitoral.
“Isso é uma tentativa de censura. Querem calar a esquerda e esconder do povo a verdade. Esse é o verdadeiro medo de Flávio Bolsonaro. Uma esquerda que não se cala, que denuncia, que informa e que está nas redes sociais dialogando com o povo brasileiro”, reagiu Liana.
Para ela, o debate sobre a jornada de trabalho precisa permanecer acessível à população e não pode ser afastado do espaço público por disputas judiciais.
“Essa ação busca impor restrições a uma rede de mobilização da esquerda em todo o Brasil. Querem limitar a nossa voz justamente quando estamos discutindo o futuro do país e defendendo a reeleição do presidente Lula”, declara.
Leia menos
Os candidatos à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) retomaram nesta sexta-feira (9) a propaganda eleitoral na televisão para o segundo turno. Flávio reforçou o discurso de “mudança” e prometeu manter programas sociais, enquanto Lula fez críticas ao governo de Jair Bolsonaro (PL), pai do senador, agradeceu votos e pediu mobilização nas redes sociais e nas ruas.
As peças seguiram as estratégias adotadas pelos candidatos na primeira semana de campanha após o primeiro turno. As informações são do g1.
O programa de Flávio destacou o resultado do primeiro turno, em que o senador ficou à frente do presidente Lula em número de votos. “A gente não está começando aqui uma nova campanha de segundo turno. A gente está dando o passo final para uma mudança que já começou”, disse na abertura da peça.
Leia maisA campanha apresentou uma sequência de perguntas e respostas sobre a continuidade do Farmácia Popular, do Minha Casa Minha Vida e do Bolsa Família. O trecho foi precedido por um alerta para que os eleitores tenham cuidado com notícias falsas.
“Eu vou manter e reajustar o Bolsa Família. E quem tem emprego não perde o benefício”, afirmou o candidato.
Flávio também prometeu reduzir as prestações do Minha Casa Minha Vida e afirmou que o SUS terá “padrão Einstein”, em referência ao hospital. A peça não detalhou como essas medidas seriam implementadas.
A defesa dos programas sociais ocorre depois de Lula publicar, na quinta-feira (8), um vídeo nas redes sociais no qual afirma que a eleição do adversário colocaria em risco benefícios e serviços de saúde.
Na gravação, dirigida àqueles “que não fazem o L e nem arminha”, o presidente diz: “Se Flávio Bolsonaro vencer, você perde. Perde a Farmácia Popular, o especialista no SUS e o tratamento com a caneta emagrecedora”.
Ao longo da peça, a propaganda de Flávio Bolsonaro repetiu o slogan “Brasil do mesmo lado”. O tom propositivo e o discurso de mudança haviam sido antecipados por integrantes da equipe do senador.
O programa de Lula abriu com críticas à proposta de “tesouraço” de Flávio e exibiu trechos de notícias sobre cortes de recursos durante o governo de Jair Bolsonaro(PL). A peça mencionou áreas como Farmácia Popular, combate ao câncer, financiamento habitacional e merenda escolar.
“Quando um dos Bolsonaro fala em corte, é preciso relembrar para não repetir”, afirmou a locução. Na sequência, a propaganda associou uma eventual vitória de Flávio à perda de benefícios: “Não deixe esse pesadelo voltar. Com o Flávio Bolsonaro, você perde”.
Em sua fala, Lula agradeceu aos eleitores que votaram nele no primeiro turno e se dirigiu a quem não o apoiou. O presidente afirmou que chega à sua “última eleição” preparado para promover mudanças e vinculou a ideia de prosperidade à geração de empregos de qualidade, melhores salários e oportunidades de crescimento.
“Você quer prosperidade. Eu estou junto com você”, disse. A peça também direciona pedido de votos aos eleitores que votaram em outros candidatos que não Flávio no 1º turno.
A peça exibiu depoimentos de deputados chamados pela campanha para reforçar a ofensiva digital. Os participantes convocaram apoiadores a conversar com outros eleitores e fazer campanha nas redes sociais e nas ruas. Houve ainda uma manifestação em defesa do fim da escala de trabalho 6×1.
Entre os presentes, está a deputada eleita Ana Elisa (PT-MG), de 21 anos. Ela é uma das responsáveis pela ofensiva digital da campanha de Lula.
Ao final, Lula contrapôs o discurso de mudança de Flávio, evocando a possibilidade de retorno ao passado e a perda de direitos.
“Mudar não é voltar ao passado. Mudar não é perder o que a gente conquistou, nem voltar atrás nas conquistas das mulheres e dos trabalhadores”, afirmou.
O presidente encerrou com um chamado à mobilização: “Vamos para a rua, vamos para as redes, vamos juntos ganhar essa eleição”.
Leia menos
Movimentos sociais, organizações estudantis, coletivos populares e grupos ligados à cultura realizam, neste domingo (11), no Recife, a “Caminhada pela Democracia”. Com o lema “Juntos contra o bolsonarismo”, o ato terá concentração às 14h, no Parque 13 de Maio, e ocorre durante o segundo turno da eleição presidencial, disputado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).
A mobilização integra uma série de atividades organizadas nesta semana por grupos contrários à eleição de Flávio Bolsonaro. No material de divulgação, os organizadores afirmam que o ato não terá vinculação partidária formal e convocam participantes sob o mote “o único lado que importa é o lado do Brasil”.
A Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE) abre, no dia 14 de outubro, as inscrições para o Prêmio FIEPE de Jornalismo 2026. A iniciativa é voltada a trabalhos sobre o setor industrial de Pernambuco e terá quatro categorias: Impresso, Internet, Radiojornalismo/Podcast e Videojornalismo. As inscrições seguem até 31 de outubro.
Podem concorrer reportagens publicadas ou veiculadas entre 1º de novembro de 2025 e 31 de outubro de 2026 em veículos de comunicação sediados em Pernambuco. Os trabalhos devem abordar temas ligados à indústria, como política industrial, comércio exterior, ambiente de negócios, infraestrutura, inovação, sustentabilidade, formação profissional, saúde e segurança do trabalhador, associativismo e competitividade.
A premiação total será de R$ 28 mil, com R$ 7 mil para o vencedor de cada categoria. Cada profissional poderá inscrever até três trabalhos, e o mesmo conteúdo não poderá concorrer em mais de uma modalidade. Os três finalistas de cada categoria serão divulgados até 1º de dezembro, e os vencedores serão anunciados em cerimônia com data ainda a ser definida.
A Quaest registrou sete pesquisas eleitorais para medir a intenção de voto no segundo turno das eleições de 2026. Os levantamentos abrangem a disputa pela Presidência da República e as eleições para governador no Distrito Federal, Rio Grande do Norte, Acre, Amazonas, Espírito Santo e Tocantins. Os resultados estão previstos para divulgação entre segunda-feira, 12 de outubro, e quarta-feira, 14.
A primeira pesquisa a ser divulgada será a do Distrito Federal, na segunda-feira. No dia seguinte, estão previstos os levantamentos do Rio Grande do Norte, Acre e Amazonas. A rodada será concluída na quarta-feira, com a divulgação das pesquisas do Espírito Santo, Tocantins e da disputa presidencial. As informações são da Revista Veja.
Leia maisOs registros apresentados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) preveem, ao todo, 8.748 entrevistas. Os levantamentos estaduais terão margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos, enquanto a pesquisa nacional terá margem de dois pontos. Todos possuem nível de confiança de 95%.
Quando serão divulgadas as pesquisas estaduais?
O Distrito Federal abrirá a sequência de divulgações na segunda, 12 de outubro. Contratada pela Globo Comunicação e Participações, a pesquisa prevê entrevistas com 1.104 eleitores entre os dias 8 e 11 de outubro. O levantamento foi registrado no TSE sob o número DF-08737/2026.
Na terça-feira, 13, será a vez de três estados conhecerem os resultados de suas pesquisas.
No Rio Grande do Norte, a Quaest ouvirá 1.098 eleitores entre 9 e 12 de outubro. O levantamento foi contratado pela TV Cabugi e está registrado sob o número RN-03210/2026.
No Acre, a pesquisa foi encomendada pela Rede Amazônica de Rádio e Televisão e terá a mesma quantidade de entrevistados e o mesmo período de coleta. Seu registro no TSE é AC-05379/2026.
O Amazonas também terá os resultados divulgados em 13 de outubro. Contratado pela Rede Amazônica, o levantamento prevê 1.098 entrevistas entre 9 e 12 de outubro e está registrado sob o número AM-09760/2026.
Quais pesquisas serão divulgadas na quarta-feira?
A quarta-feira, 14 de outubro, concentrará os três últimos levantamentos previstos nesta rodada da Quaest, incluindo a pesquisa nacional sobre a corrida presidencial.
No Espírito Santo, o instituto entrevistará 1.098 eleitores entre os dias 10 e 13 de outubro. A pesquisa foi contratada pela TV Gazeta e recebeu o registro ES-00468/2026.
No Tocantins, o levantamento também prevê 1.098 entrevistas no mesmo período. A pesquisa foi encomendada pela TV Anhanguera e está registrada no TSE sob o número TO-03829/2026.
As duas pesquisas estaduais terão margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.
Quando sai a nova pesquisa Quaest para presidente?
A nova pesquisa nacional da Quaest sobre a disputa presidencial está prevista para quarta-feira, 14 de outubro, mesma data da divulgação dos levantamentos do Espírito Santo e Tocantins.
O instituto entrevistará 2.154 eleitores em todo o país entre os dias 10 e 13 de outubro. A margem de erro prevista é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
O levantamento foi contratado pela Editora Globo e pela Globo Comunicação e Participações. O registro no TSE é BR-08729/2026.
A pesquisa nacional terá a maior amostra entre os sete levantamentos registrados para esta rodada.
Como serão realizadas as pesquisas?
As sete pesquisas da Quaest seguirão uma metodologia de entrevistas presenciais e domiciliares com eleitores de 16 anos ou mais.
A seleção dos entrevistados combina sorteio probabilístico de municípios e setores censitários, com cotas estabelecidas de acordo com sexo, idade, renda familiar e escolaridade. No Distrito Federal, o sorteio considera os setores censitários, sem a etapa de seleção de municípios.
Segundo os registros apresentados ao TSE, o instituto prevê procedimentos de verificação das entrevistas, incluindo georreferenciamento dos locais de aplicação e conferência de áudio de uma amostra de 30% dos questionários.
Os levantamentos estaduais terão entre 1.098 e 1.104 entrevistados, enquanto a pesquisa presidencial contará com 2.154 participantes. O nível de confiança será de 95% em todos os casos.
As datas de divulgação informadas nos registros representam a previsão apresentada pela Quaest à Justiça Eleitoral. Até a publicação dos resultados, os documentos não permitem identificar quem aparece à frente nas disputas nem apontar eventuais mudanças na intenção de voto dos eleitores.
Leia menos
Por Houldine Nascimento – Poder 360
A comunicadora Bia Lula, neta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), disse nesta 5ª feira (8.out.2026) que a comunicação da campanha do avô foi “muito falha” no 1º turno. Em entrevista ao Poder360, comparou os vídeos eleitorais com uma novela ao dizer que as peças eram “muito bondosas”, insuficientes para fazer um enfrentamento ao candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, no 1º turno.
“Pareceu uma novela sendo contada, com pouco enfrentamento. Pareciam vídeos de comercial de novela, uma coisa muito bondosa. Acho que não é assim, o bolsonarismo é o medo e a gente tem que enfrentar, ir para cima”, declarou.
Bia Lula fez ressalvas à atuação do ministro da Secretaria de Comunicação, Sidônio Palmeira, que mantém forte influência na campanha. Afirmou que o desafio é melhorar o que é apresentado nas redes e “sair da bolha” nos próximos 17 dias para uma virada.
Leia mais”A política da nova geração está aqui, está vindo, e a gente precisa dialogar com a política nova. Infelizmente, o Sidônio não soube fazer isso. Não sei se vai saber no 2º turno”, disse. Ela lembrou a 1ª campanha presidencial de Lula, em 1989, para fazer uma avaliação do trabalho feito pela comunicação em 2026. “Senti falta do Lula de 1989, mais combativo, que vai mais para o enfrentamento e que se posiciona. Acho que isso não foi nem dele, eu acho que foi realmente uma direção que deram para ele”, declarou.
A neta de Lula reforçou a necessidade de abrir diálogo com outros eleitores. “Do jeito que estava, realmente não dava para ganhar. Falar só com a gente, a gente não ganha”, disse. Na sua visão, também faltou falar com alguns setores da sociedade, como os empreendedores. Eis o que disse:
“Minha geração quer empreender, quer fazer alguma coisa, e aí com isso falta oportunidade. E aí falta oportunidade. O que acontece? O advogado, que, poxa, era tão grato ao presidente Lula, virou Uber. O engenheiro, que também era tão grato ao presidente Lula, está tendo que trabalhar de outra coisa para poder sustentar a família com R$ 3.000. Sendo que fez engenharia com o objetivo de ganhar R$ 20.000, R$ 30.000 […] A gente tem que falar com essa galera. Eu acho que a gente também deixou de falar com eles no 1º turno”.
DIMINUIR ABSTENÇÕES
Bia Lula falou sobre a necessidade de mirar os eleitores que se ausentaram na votação de 1º turno. A média nacional, de 21,08%, é o maior percentual desde 1998. Foram 33.469.244 faltantes nas eleições deste ano.
“A gente não pode perder para a gente mesmo, porque é isso. Se a gente perder por abstenção é perder para a gente mesmo. Vamos levar essas pessoas para as urnas, vamos convencer voto por voto”, declarou.
CRÍTICAS À PRIMEIRA-DAMA
Petistas intensificaram críticas à primeira-dama Janja Lula da Silva depois de Lula ter ficado atrás de Flávio na 1ª rodada de votação. Entretanto, essas ressalvas à atuação de Janja na campanha se mantêm em reserva para não desagradar Lula.
Bia tem uma boa relação com Janja e defendeu a primeira-dama: “Só pelo fato de ser mulher, ela ia ser criticada, independentemente dela participar ou não. Se ela participa demais, ela é criticada. Se ela não participasse, ela também seria criticada porque largou a mão do marido e está aí, vivendo a vida normalmente […] Ela é uma mulher estudada, que sabe muito bem de política e não se enquadra numa caixa de primeira-dama tradicional”.
A neta de Lula, entretanto, afirmou que o vice-presidente Geraldo Alckmin “deve aparecer mais” na campanha. “Talvez o Alckmin, aparecendo mais, ele traga o público dele mais para perto da gente”, disse.
FUTURO NA POLÍTICA
Bia Lula disse ser incentivada por pessoas próximas a disputar cargo eletivo e abriu espaço para concorrer a partir de 2030. “Então, me colocam muito aqui no logo deputada federal. A Câmara dos Deputados é uma bela de uma escola. Então, se for [candidata], por exemplo, com certeza seria deputada federal”.
QUEM É BIA LULA
Maria Beatriz Lula da Silva de Miranda, conhecida como Bia Lula, tem 31 anos. Nasceu em São Caetano do Sul, no ABC paulista. É graduada em comunicação e gestão pública. É filha da jornalista Lurian Cordeiro, primogênita de Lula com a enfermeira Miriam Cordeiro.
Tem atuação na área de comunicação política, criando roteiros e conteúdos em vídeo. Com mais de 405 mil seguidores no Instagram, costuma publicar vídeos críticos nas redes sociais, com enfrentamento ao bolsonarismo.
É casada com o empresário Felippe Miranda e mãe de Analua, de 9 anos.
Leia menos
A Justiça de Alagoas condenou, nesta sexta-feira (9), a senadora Soraya Thronicke (PSB-MS) a pagar R$ 50 mil por danos morais ao deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro. A decisão é do juiz Henrique Gomes de Barros Teixeira, da 3ª Vara Cível de Alagoas, e se refere a declarações em que Soraya acusou Gaspar de estupro de vulnerável. O magistrado entendeu que as falas ultrapassaram os limites da liberdade de expressão e não estavam sustentadas por provas suficientes.
A acusação havia sido apresentada durante a CPMI do INSS, em meio à atuação de Gaspar como relator da comissão. Posteriormente, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), arquivou o pedido de investigação contra o deputado após acolher manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR). Segundo o STF, as diligências preliminares não encontraram elementos suficientes para confirmar a ocorrência dos crimes narrados nem justificar a abertura de inquérito.
