Governo Lula rebaixa nível da relação diplomática com a Argentina após novos ataques de Milei

O GLOBO

O governo brasileiro decidiu rebaixar o nível das relações diplomáticas com a Argentina após novos ataques do presidente Javier Milei ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Com a decisão, o embaixador Julio Bitelli não voltará para Buenos Aires.

A representação diplomática do Brasil no país passará a ser comandada por um encarregado de negócios. A informação foi revelada pelo jornal argentino Clarín e confirmada pelo GLOBO com um integrante do governo brasileiro.

No domingo, durante entrevista à emissora local LN+, Milei retomou os ataques contra Lula e chamou o petista de “ladrão” e “corrupto”.

Veja outras postagens

O senador Eduardo Girão (Novo) afirmou, nesta terça-feira (4), que fez uma ligação telefônica para a ex-primeira dama Michelle Bolsonaro (PL) após aceitar convite para concorrer como vice ao lado de Romeu Zema (Novo) em chapa à Presidência da República. Girão elogiou a “coragem” de Michelle em expor o acordo do PL com Ciro Gomes (PSDB) para formar chapa nas eleições do Ceará. As informações são do g1.

“Ela teve a coragem de expor esse acordão indecoroso que aconteceu aqui no estado do Ceará, do PL com as pessoas que estão querendo voltar para o poder, que colocaram o PT no poder”, falou o candidato durante convenção do Novo em Fortaleza.

Sebrae - Fazer dar certo

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) divulgou uma nota nesta terça-feira (4) repudiando a decisão dos Estados Unidos de revogar o visto da embaixadora do Brasil nos Estados Unidos e afirmou que as justificativas usadas são “falsas”.

“A decisão de hoje não é um fato isolado. Faz parte de uma escalada deliberada de medidas hostis ao Brasil, motivadas por razões ideológicas incompatíveis com uma parceria bilateral que sempre foi pautada pelo respeito mútuo. Fica óbvio também o interesse descabido de interferir na próxima eleição para presidente”, diz a nota. As informações são do g1.

O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, vai anunciar nesta quarta-feira sua candidatura a vice. Em nota, a campanha do presidenciável disse que “foi definido o nome do candidato ou da candidata à vice-Presidência da República na chapa encabeçada pelo senador Flávio Bolsonaro”.

Flávio havia dito em discursos públicos nas últimas semanas que tinha preferência para uma mulher como candidata a vice. A escolha passa por tentar reduzir resistências que o candidato sofre entre o eleitorado feminino. As informações são do jornal O GLOBO.

Caruaru - Transparência 2026

A jornalista e pesquisadora Juliana Romão lança, nesta quinta-feira (6), às 19h, na Livraria do Jardim, no Recife, o livro “A Linguagem das Mulheres Políticas: desmecanizar o pensamento é emancipar a fala pública”. A obra analisa a relação entre linguagem, poder e participação feminina e reúne reflexões desenvolvidas a partir de oficinas realizadas com candidatas, mulheres eleitas, ativistas e lideranças políticas.

Organizado em três eixos — conceitos, práticas e provocações —, o livro aborda como gênero, raça, classe e território interferem na credibilidade atribuída à fala pública. “A proposta é promover uma reflexão mais profunda sobre a relação entre linguagem, poder e participação política feminina e plural”, afirma Juliana. O lançamento terá um bate-papo com a jornalista Ana Veloso e será realizado na Avenida Manoel Borba, 292, no bairro da Boa Vista.

Ipojuca - Na palma da sua mão

No final de julho, o governo Lula (PT) lançou o Plano Brasil Soberano 3, oferecendo R$ 18,5 bilhões em crédito para empresas afetadas pelo novo tarifaço imposto pelos Estados Unidos, além da crise com o Oriente Médio. Instituído por medida provisória, o programa terá recursos advindos do Tesouro Nacional e do BNDES. Apesar de elogiado, o ex-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, classificou a iniciativa como um “paliativo” e disse que “não resolve” o problema da economia brasileira.

“É um paliativo, porque, na realidade, a taxa de juros do Brasil é enorme. É a segunda ou terceira maior do mundo, realmente um absurdo. Esse paliativo diminui um pouco esse custo financeiro, mas não resolve o problema, que é de produção e estrutural. Ajuda as empresas a se manterem durante algum tempo com o financiamento, mas vai ter um custo, que é mais baixo do que os juros hoje, mas também não é sem custo. Se você considerar uma empresa que não está conseguindo produzir nem vender seu produto e que tem uma margem pequena, esse custo é muito alto ainda”, afirmou Robson, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.

Segundo o ex-presidente da CNI, o Plano Brasil Soberano 3 pode contribuir “por um escasso período” com essas empresas, mas o problema só será resolvido com um conjunto de outras medidas. “Temos que aumentar a produtividade, a produção, o mercado. Nós temos que ter outras medidas dentro do programa da indústria nacional, do programa da nova indústria. Temos que ter outras ações além dessas, um conjunto de ações que precisam ser tomadas. O Brasil Soberano é um remédio que não vai resolver o problema da doença da indústria nesse momento. Se ela sair da UTI, ficará no hospital e poderá voltar para a UTI”, completou.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

O Mobiliza passou a integrar a Frente Popular, que apoia a candidatura de João Campos ao Governo de Pernambuco. A adesão foi discutida nesta terça-feira (4), durante reunião de João com o presidente estadual do partido, Belarmino Silva, e o secretário de Articulação Política, Paulinho Patriota, e será oficializada na convenção da legenda.

“A chegada do Mobiliza fortalece ainda mais esse projeto coletivo que estamos construindo para Pernambuco”, afirmou João Campos. Com a entrada do partido, o grupo liderado pelo candidato passa a reunir 13 legendas, entre elas PSB, Republicanos, PDT, MDB e as federações PT/PCdoB/PV, PRD/Solidariedade e PSDB/Cidadania.

Palmares - 147 anos

O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) decidiu nesta terça-feira (4) afastar a juíza Gabriela Hardt de suas funções. A magistrada atuou como substituta de Sergio Moro na 13ª Vara Federal de Curitiba durante a Operação Lava Jato.

Por maioria, os conselheiros fixaram a duração da punição em dois anos, conforme o voto do relator. Parte do colegiado defendia que a magistrada permanecesse afastada por um ano. Durante a disponibilidade, a juíza continuará recebendo remuneração proporcional ao tempo de serviço. As informações são da CNN.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Nas últimas semanas, o Governo Lula (PT) anunciou que usaria a Lei da Reciprocidade como instrumento de pressão contra os Estados Unidos, em função do tarifaço imposto pelo presidente Donald Trump. No entanto, na avaliação do ex-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, a estratégia não é a mais correta, porque “não trará nenhum benefício” ao país.

“Não sou a favor de adotar a Lei da Reciprocidade, porque não vai nos levar a absolutamente nada. Não vai trazer nenhum benefício para a economia brasileira. E isso não é adotar uma postura passiva, é ser realista. Temos que adotar uma postura de negociar. Os motivos alegados pelo governo americano para esse tarifaço são frágeis, não são consistentes, podem ser rebatidos, demonstrados, discutidos. Quando você entra numa negociação, você está disposto a levar suas ideias, mas também a aceitar algumas colocações. Então essa negociação é importante”, afirmou Robson, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.

“Quais são os problemas que os americanos alegam? São os problemas do PIX, essas coisas. Então nós temos que chegar lá e mostrar para eles a realidade econômica brasileira. Agora, tem que negociar, e negociar quer dizer dar alguma coisa e receber outra coisa. Me parece que o governo do presidente Trump quer negociar. Isso depende de nós também termos essa intenção e partirmos para essa discussão”, completou.

A Lei da Reciprocidade foi aprovada pelo Congresso Nacional em abril de 2025 e regulamentada por decreto. Ela permite ao Brasil adotar contramedidas comerciais e diplomáticas a países ou blocos econômicos que imponham barreiras, restrições ou tarifas alfandegárias unilaterais e injustificáveis aos produtos nacionais. O uso da medida foi anunciado pelo Governo Lula como resposta ao novo tarifaço de 12,5% aos produtos brasileiros, comunicado por Trump no mês passado. Todavia, o Brasil também informou que não deixaria a mesa de negociações com o governo americano.

Camaragibe - A prefeitura mudou

O presidente estadual do União Brasil, Miguel Coelho, anunciou, nesta terça-feira (4), apoio à candidatura de Mendonça Filho ao Senado. A adesão inclui o grupo político liderado por Miguel, formado por mais de 20 prefeitos de diferentes regiões de Pernambuco. “Onde estivermos, no Sertão, Agreste, Mata ou RMR, levaremos o nome de Mendonça”, afirmou durante reunião realizada no escritório da família Coelho, em Boa Viagem, no Recife.

O encontro contou com a participação dos deputados Fernando Filho e Antônio Coelho, além de prefeitos, candidatos e outras lideranças. Mendonça agradeceu o apoio e afirmou que a adesão amplia sua articulação política no Estado. “A cada dia que passa vocês verão o fortalecimento da nossa caminhada”, declarou.

O prefeito de Petrolina, Simão Durando, declarou apoio à candidatura de Mendonça Filho ao Senado durante ato realizado ao lado de Miguel Coelho. Segundo o gestor, a decisão mantém a unidade do grupo político e direciona para Mendonça o apoio que antes estava concentrado na possível candidatura de Miguel. “Mendonça, inclusive, apoiava o projeto de Miguel ao Senado e agora está recebendo o nosso apoio”, afirmou.

Simão também destacou a trajetória política do ex-ministro e defendeu que o Sertão tenha representação no Senado. “Nossa região precisa continuar tendo protagonismo e um senador preparado para defender as pautas do interior, buscar investimentos e trabalhar pelo desenvolvimento de Pernambuco”, disse. Ao final, afirmou: “O nome dele é Mendonça Filho. O Sertão estará com ele”.

Em entrevista ao jornalista Ruan Braga, o prefeito de Araripina, Evilásio Mateus, afirmou que a governadora Raquel Lyra traiu a confiança de Miguel Coelho ao não confirmar a indicação dele para uma das vagas ao Senado. Segundo Evilásio, Miguel havia retomado a aproximação com a governadora e condicionado o apoio à participação na chapa; após a definição contrária, o prefeito decidiu acompanhar o aliado e apoiar João Campos ao Governo de Pernambuco. Confira!

O presidente do União Brasil em Pernambuco, Miguel Coelho, foi questionado, durante coletiva de imprensa para anunciar apoio a Mendonça Filho (PL) para o Senado, se o presidente nacional da federação, Antônio de Rueda (UB), estará presente na convenção de amanhã (5) e afirmou que ele “tem mais o que fazer”.  As informações são do Blog Cenário.

Existe uma expectativa de que o vice-presidente Ciro Nogueira (PP) apareça para participar do evento que vai homologar a candidatura de Eduardo da Fonte (PP) ao Senado. Dudu é presidente estadual da federação e travou um cabo de guerra com Miguel, que tinha a preferência da governadora Raquel Lyra (PSD) para a segunda vaga.

Com a caneta na mão, Eduardo foi escolhido pela candidata à reeleição sob o risco de ela perder o tempo de guia eleitoral da federação. Em nota oficial, o partido de Miguel se posicionou, depois da decisão de Raquel, afirmando que não concorda em coligar na majoritária.

Sobre o assunto, o presidente do União Brasil confirmou que amanhã estará na convenção e sinalizou que abrirá divergência. Mesmo reafirmando o apoio à governadora, o impasse sobre não coligar afeta justamente o tempo dela de rádio e TV. Ao ser indagado se restou alguma mágoa com Raquel, Miguel negou.