Eleição é como café: só presta se for quente!

Por Gleison Rodrigues*

As eleições em Tabira são marcadas pela polarização, em que grupos das mais diversas correntes ideológicas visitam os cidadãos para apresentarem suas propostas. Alguns aparecem apenas de quatro em quatro anos com o canto da sereia, imaginando que as pessoas possuem memória curta e que esqueceram de todas as vezes que chegaram ao hospital e não tinha médico, sendo obrigados a irem para Afogados da Ingazeira em busca de atendimento.

Pensam até que os servidores esqueceram dos salários atrasados que prejudicava até o comércio de nossa cidade. Tabira hoje vive uma nova realidade, com dois médicos diariamente no hospital, retorno do bloco cirúrgico, mais de 40 ruas calçadas, ruas asfaltadas, construção de um estádio de futebol e salários rigorosamente pagos em dias a funcionários e fornecedores.

Veja outras postagens

O tudo ou nada da última semana

A última semana do segundo turno das eleições presidenciais, que acontecem no próximo domingo, começou com um confronto na TV entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). E será marcada pela mobilização de eleitores, a articulação com aliados e a preparação para o debate decisivo na Globo, na próxima sexta-feira.

As estratégias incluem atos públicos, presença nas redes sociais e agendas voltadas a regiões com grande concentração de eleitores, especialmente o Sudeste. O cenário regional ganhou importância na reta final. Pesquisa do Instituto Vox Brasil divulgada ontem mostra diferenças nas intenções de voto conforme a região do país.

O debate da Band foi de razoável para bom, mas a emissora cometeu um grave equívoco: abrir espaço no estúdio para uma enorme plateia, formada pelas torcidas dos dois candidatos, que não conseguiram se comportar, claro, nem se controlar, o que já era previsível. Quem saiu perdendo foi a Band. Pegou muito mal.

É por isso que a Globo nunca permitiu plateia. Só entram no estúdio dois assessores, no máximo, de cada candidato. Flávio Bolsonaro (PL) foi treinado por Pablo Marçal, o candidato que levou uma cadeirada num debate para prefeito de São Paulo, que não tem escrúpulos, para não responder a nenhuma pergunta.

A Polícia Militar (PM) de São Paulo foi acionada após uma suspeita de bomba na região dos estúdios da TV Bandeirantes, no bairro Morumbi, zona sul da capital paulista, onde foi realizado o debate entre os candidatos à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) na noite de hoje.

A suspeita foi confirmada por fontes da Secretaria de Segurança Pública (SSP), mas ainda não há certeza de que há algum artefato explosivo de fato no local. O Grupo de Ações Táticas Especiais (GATE) da PM foi acionado para se encaminhar ao local e atender à ocorrência. As informações são do portal Metrópoles.

Caruaru - Minha rua nova

O presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), adversários no segundo turno das eleições, trocaram acusações de corrupção, fizeram perguntas que deixaram o outro sem resposta, provocaram e envolveram familiares no primeiro debate entre os dois, na Band, na noite de hoje.

No primeiro bloco do encontro, Flávio explorou o caso que envolve a lobista Roberta Luchsinger, investigada em conjunto com Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho mais velho do presidente, em três inquéritos sob suspeita de corrupção e tráfico de influência. As informações são da Folha de São Paulo.

Ipojuca - Na palma da sua mão

O candidato do PL à presidência da República, Flávio Bolsonaro, voltou a defender mudanças na Constituição para, segundo ele, endurecer o combate à criminalidade. Ao questionar Lula sobre segurança pública, o senador afirmou que pretende reduzir a maioridade penal e implementar a lei antifacção. Também defendeu a aprovação de um projeto de castração química de estupradores e acusou a bancada do PT de votar em favor do que chamou de “direito dos bandidos”.

O candidato prometeu ampliar o uso da tecnologia na segurança pública por meio do Smart Brasil, programa inspirado no Smart Sampa, de São Paulo. A proposta prevê a instalação de mais de mil câmeras, em parceria com estados e municípios, conectadas para auxiliar na identificação de suspeitos e no combate ao crime organizado.

Flávio também prometeu colocar em funcionamento o Cadastro Nacional de Pedófilos e afirmou que, em seu eventual governo, criminosos terão medo de circular pelas ruas. Ao cobrar de Lula uma postura mais rigorosa na área, questionou por que o presidente não priorizaria a população em vez dos criminosos.

Olinda - Refis 2026

Durante o debate na Band, o presidente e candidato à reeleição, Lula (PT), continuou falando da relação de Flavio (PL) e da Família Bolsonaro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. “Seu irmão está lá instigando golpe contra Brasil, enquanto nós estamos trabalhando para Brasil ser país mais qualificado para atrair investimentos”, afirmou.

Lula então fez uma proposta a Flavio: “Você fala muito sobre corrupção, vamos amanhã abrir nossa conta bancária e sigilo telefônico para o Brasil saber quem é ladrão?” Lula diz que topa abrir o sigilo de toda sua família. Flávio Bolsonaro não aceitou a proposta.

Palmares - Creche Quilombo II

O cantor, compositor e pianista Benito di Paula faleceu, hoje, aos 84 anos, em São Paulo. Ele estava internado no Hospital 9 de Julho e enfrentava um câncer havia cerca de um ano. A doença foi a causa da morte.

Conhecido por unir o samba a sonoridades românticas, Benito desenvolveu uma linguagem musical própria e conquistou espaço entre os grandes nomes da música popular brasileira. Ao piano, acompanhado de sua voz característica, construiu uma carreira marcada por canções que permaneceram no repertório popular por décadas.

Sua obra alcançou diferentes gerações e ajudou a ampliar as possibilidades de aproximação entre o samba e outros gêneros da música brasileira. A maneira de interpretar e a presença do piano se tornaram marcas de sua identidade artística. Os detalhes sobre o velório e o sepultamento ainda serão divulgados.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Ainda debatendo o tema da Saúde pública, o presidente e candidato à reeleição, Lula (PT), perguntou ao senador e candidato do PL, Flávio Bolsonaro: “Vocês não gostam do SUS?”. Flávio respondeu reconhecendo que Bolsonaro não teve a melhor gestão na saúde. Na tréplica, Lula lembra do programa Mais Médicos e diz que o bolsonarismo destruiu a saúde no Rio de Janeiro. “Rapaz, você tem que tratar a saúde com respeito”, disse o presidente.

Flávio então muda de assunto, e começa a falar que vai criar o Ministério da Prosperidade e apresenta seu plano para o endividamento. “Vamos comprar dívidas dos bancos por valor menor”, diz ele, acrescentando que, uma vez eleito, a taxa de juros vai começar a cair rápido, dívidas serão congeladas por 6 meses para pessoas físicas e um ano para pessoa jurídica.

“Com esse dinheiro você vai poder ir no mercado, e você que é pessoa jurídica, vai ter gente para comprar no seu mercado e você vai ter dinheiro para repor estoque”, concluiu.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

Durante o debate da Band, o candidato Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que votou a favor do fim da escala 6×1 no Senado após ouvir a população. Até então, o senador fazia críticas à proposta e dizia que ela era “oportunista”, por ter sido apresentada às vésperas das eleições.

Flávio Bolsonaro defende uma “jornada flexível”, na qual, segundo ele, empregador e empregado chegariam a um consenso sobre as condições de trabalho. Durante o debate, ele afirmou que, nos dias de folga, as pessoas têm medo de ser assaltadas e que as mulheres temem sofrer violência sexual. Por isso, quer dar segurança, além de um dia de folga. “Não quero que seu dia de folga seja um dia de pesadelo”, disse.

Em sua resposta à jornalista Adriana Araujo, sobre a ampliação do SUS, Lula (PT) diz que Flávio (PL) não entende de saúde e nunca usou rede pública. “Eles tiveram experiência de quatro anos e foi o maior desastre do país”, disse Lula, citando as mais de 700 mil mortes durante a pandemia.

Citando proposta de Flávio de “colocar o Einstein no SUS”, Lula questiona se Flávio pretende privatizar o SUS. “Se você tiver que escolher, escolha quem conhece saúde pública”, afirmou o petista.

Ele reconheceu não ter feito tudo que podia, mas disse ter certeza de que fez muito pelo SUS. Durante a resposta de Lula, Flávio pediu um direito de resposta, que foi negado.

A jornalista Adriana Araújo perguntou aos dois candidatos como ampliar o atendimento do SUS e de onde viria o dinheiro. No questionamento, ela citou a fila do SUS e o atual orçamento já bastante grande do sistema público.

Em sua resposta, Flávio disse que convidou Cláudio Lottenberg, ex-presidente do Hospital Albert Einstein, para comandar o Ministério da Saúde em um eventual governo e que o SUS vai ter “padrão Einstein”.

O senador disse que tem o objetivo de ampliar o acesso à tecnologia e agilizar o atendimento. Entre as propostas, citou a expansão da telemedicina, a criação de um prontuário eletrônico único para integrar informações das redes municipal, estadual, federal e privada e um sistema para ajudar os pacientes a encontrar unidades com atendimento mais rápido. “Vou trabalhar usando tecnologia e inteligência artificial”, disse.

No segundo bloco do debate, Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) trocaram acusações, mas deixaram perguntas um do outro sem resposta direta. Lula questionou Flávio sobre o destino dos recursos pedidos ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o filme sobre Jair Bolsonaro e cobrou explicações sobre a proposta de retirar a identificação de projéteis balísticos.

“Ele se preparou para não responder nenhuma pergunta”, disse Lula. Flávio rebateu: “Por que são mentiras”. Flávio, por sua vez, insistiu em perguntas sobre Lulinha, filho do presidente, e a relação de Lula com a empresária Roberta Luchsinger. Questões sobre economia também ficaram sem respostas diretas.

O bloco foi marcado por cobranças e acusações mútuas, sem que os candidatos respondessem objetivamente a diversos questionamentos. As informações são da BBC News.