No Dia dos Pais, o almoço com os filhos Magno Filho e João Pedro no Leite, meu restaurante preferido, que eles adoram também.
No Dia dos Pais, o almoço com os filhos Magno Filho e João Pedro no Leite, meu restaurante preferido, que eles adoram também.
A governadora Raquel Lyra (PSD) prestou queixa sobre uso de seus dados pessoais e sua imagem para pedidos de Pix. Ontem (8), ela divulgou vídeo nas redes sociais para alertar o crime e se colocando como vítima dos adversários políticos. Ela cita que sempre trabalhou honestamente, tendo passado por concursos públicos da Polícia Federal e Procuradoria. As informações são do portal Dantas Barreto.
“É impressionante até onde algumas pessoas estão dispostas a ir durante uma eleição. Pegaram meus dados pessoais, produziram um vídeo truncado com a minha imagem e começaram a pedir Pix em meu nome. Uma ação coordenada do gabinete do ódio, para espalhar informação falsa e tentar enganar as pessoas”, postou Raquel Lyra.
A governadora, que tenta a reeleição, não citou nomes, mas espera que a investigação policial descubra quem são os responsáveis. “Mas não se preocupem. Eu jamais vou entrar no vale-tudo deles. Vou fazer uma campanha limpa, debatendo Pernambuco e apresentando o trabalho que estamos fazendo. E vou continuar fazendo o que sempre fiz: trabalhar com seriedade”, acrescenta.
Por Mariana Teles*
Há sete anos eu não saio procurando me encaixar na sua agenda de compromissos do final de semana. Painho nunca ficou um dia dos pais sem trabalhar, e isso diz muito do que ele me ensinou todos os dias. Eu saía me encaixando na sua programação para passar o final de semana inteiro com ele, não importava onde fosse. Ele só dizia: “que horas é a sua primeira aula na segunda feira?”. A preocupação com os estudos que me faz ouvir sua voz até hoje quando eu começo ou termino um livro, um curso, um processo.
Esses dias eu disse que uma das coisas que mais me faz administrar o luto inadministrável é a sensação de ter vivido 25 anos ao seu lado com muita intensidade, em todos os extremos. Eu disse todos os dias a painho o quanto o amava, não acordava nem dormia sem lhe pedir a benção e tive sempre verdadeira devoção pelo seu jeito tão peculiar mas tão apaixonado de ser pai.
Leia maisHoje eu resolvi não chorar. Rezei, comunguei, e agora estou aqui assistindo o que foi a nossa vida juntos, a nossa casa cheia, mergulhada em milhares de vídeos no YouTube e nas tantas poesias que já lhe escrevi.
O senhor continua sendo, continua no meu jeito de procurar o lado bom em todas as coisas, na minha indisciplina muitas vezes, mas é tudo que eu sei sobre coragem, perseverança e talento.
Eu não estava pronta para caminhar sem sua direção, me perdi tantas vezes sem seu grito para me trazer de volta para mim mesma, mas aprendi a lhe encontrar na beleza dos recomeços, na eternidade dos serenos, na melodia das violas, na graça singular do improviso e nessa teima que eu tenho de não desistir fácil do que eu acredito.
Tudo que construo tem o senhor, tem a essência que foi plantada em mim pelas suas lições. Hoje é celebração, porque Deus me permitiu ter um pai e saber a real dimensão disso na vida. Que bom que eu disse tanto que amava o senhor, que eu vivi tanto a sua vida e aprendi como seguir a minha.
Gratidão por tudo que continuamos sendo juntos, o senhor será sempre o soneto mais bonito da minha existência!
Bibi
*Advogada e poetisa
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Do UOL
O ex-deputado federal Alexandre Ramagem explicou hoje, em uma rede social, o que fazia em uma piscina posando para foto ao lado de políticos e do advogado Willer Tomaz, investigado pela Polícia Federal.
A imagem foi encontrada pela Polícia Federal no celular do senador Weverton Rocha e obtida pela revista Piauí. O registro é de 23 de abril de 2023, durante um evento privado na propriedade de Willer Tomaz, em Planaltina (DF), com a presença de diversos parlamentares.
Leia maisHavia diversos políticos entre os presentes: deputado Arthur Lira (PP-AL), deputado Juscelino Filho (PSDB-MA), senador Weverton Rocha (PDT-MA), deputado Elmar Nascimento (União-BA), deputado Paulo Azi (União-BA) e senador Efraim Filho (PL-PB). Ramagem justificou que o encontro contou com familiares dos convidados e o show de um cantor de quem o anfitrião é advogado.
Ramagem afirmou que o anfitrião atende clientes de diferentes espectros políticos, de direita à esquerda. “O advogado é proprietário de escritório que representa diversos parlamentares, de direita, esquerda e centro, diversas empresas brasileiras e estrangeiras, além do próprio artista que se apresentou. Entre diversos segmentos políticos, estão na foto um senador candidato a governo pelo PL, dois outros candidatos ao Senado apoiados pelo Flávio [Bolsonaro] e dois candidatos à reeleição a deputado que farão palanque para a direita na Bahia, onde precisamos virar votos”, declarou.
O ex-parlamentar destacou que mantém sua postura crítica, inclusive contra aliados de ocasião na imagem. “Entre os candidatos ao Senado, está o então presidente da Câmara [Lira], a quem nunca deixei de criticar e ser voz pública ativa sempre que entendi haver condução com irregularidades ou contra a direita. Não deixarei de contestar tudo que considero ser errado, seja contra a esquerda, o centro, a própria direita ou qualquer pessoa”, afirmou.
Ele associou a repercussão da foto a uma suposta perseguição política, semelhante à que sofreria o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). “Assim como ocorre com a maior figura política de direita do nosso país, podem revirar minha vida, tentar difamar, inventar, constranger, que não vai ter resultado. Não tenho nada de desvio, corrupção ou favorecimentos. Tiveram que inventar uma farsa de golpe para me perseguir e tentar me afastar da vida pública. Ainda assim, não interrompo a luta nem deixo de defender meus ideais”, disse Ramagem.
Fraudes no INSS
O advogado Willer Tomaz (na piscina com o punho cerrado) foi alvo de buscas na Operação Sem Desconto, que apura fraudes na previdência. A PF aponta um suposto esquema de lavagem de dinheiro envolvendo repasses de mais de R$ 11 milhões de empresas de Tomaz para a esposa do senador Weverton Rocha.
A PF também investiga a compra de uma casa de R$ 6 milhões usada pelo senador Weverton em Brasília. Embora a foto na piscina não conste na decisão do ministro André Mendonça, do STF, ela faz parte do material em análise pelos investigadores federais.
Defesas negam irregularidades
Willer Tomaz repudiou o vazamento da imagem privada e negou qualquer envolvimento em ilegalidades. O advogado declarou que os repasses financeiros para a esposa do senador correspondem a honorários advocatícios e que não é investigado na operação.
O senador Weverton Rocha pediu ao STF que apure o vazamento do celular, que chamou de criminoso. Ele alegou que as transações financeiras são lícitas e declaradas, e vê viés político-eleitoral na divulgação da foto.
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A Agência de Desenvolvimento Econômico e Social do Araripe (Adesa) formalizou nesta semana um pedido à Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) para alterar os estudos do novo ramal da Ferrovia Transnordestina. A iniciativa visa conectar o Vale do São Francisco ao Sertão do Araripe, com objetivo de estimular o setor mineral em Pernambuco. As informações são do portal Movimento Econômico.
Em ofício direcionado ao superintendente da Sudene, Francisco Ferreira Alexandre, o presidente da Adesa, Daniel Torres, sugeriu uma rota alternativa para o trecho entre Petrolina e Trindade, com uma extensão de 237 quilômetros, e solicita que o órgão realize os estudos técnicos necessários.
Leia maisO percurso defendido pela entidade parte de Petrolina, passa por Lagoa Grande e pelo trevo de Jutaí, segue até Santa Cruz da Venerada e cruza o distrito de Jacaré, em Ouricuri. A conexão final é prevista no município de Trindade, onde o ramal se integraria à malha ferroviária existente.
A rota sugerida passa por Jacaré, localidade com reservas estimadas em 1,5 milhão de metros cúbitos de calcário calcítico, insumo básico para a fabricação de cimento, e áreas de calcário dolomítico voltado à agricultura. De acordo com a Adesa, a estrutura ferroviária poderia viabilizar a futura instalação de uma fábrica de cimento por um grupo empresarial do Maranhão que detém direitos de lavra no local.
“O traçado apontado por nós é uma sugestão. Estamos solicitando a Sudene e a UFPE que, ao fazerem o estudo técnico do traçado indicado no edital da Infra S/A, Juazeiro-BA a Juazeiro do Norte-CE passando por Petrolina, indo em direção a Salgueiro-PE, que seja levada em consideração outra alternativa: Petrolina-Trindade”, explica Daniel Torres ao Movimento Econômico.
Durante os seminários Conexões Transnordestina, promovido pelo Movimento Econômico em 2025, a Sudene anunciou um contrato com a UFPE para estudar um ramal ligando Petrolina e o Vale do São Francisco a Salgueiro. Posteriormente, em julho passado, a Infra S.A. lançou um edital para estudar a viabilidade do trecho entre Juazeiro (BA), Petrolina e Juazeiro do Norte (CE), via Salgueiro, para se conectar à malha principal da Transnordestina.
“Não tem estudo técnico elaborado ainda para as nossas sugestões. O edital da Infra é para fazer este estudo. Só que, antes de ser feito como consta no último edital, estamos sugerindo a possibilidade de estudar outra alternativa”, acrescenta.
Modelagem financeira e redução de custos operacionais
A respeito do financiamento e da redução nos custos de frete para o setor produtivo, Torres defendeu a união de capital público e privado. “Na análise da viabilidade econômica em questão, neste novo traçado por nós proposto será analisado o valor do investimento, e que tipo de financiamento, se público totalmente ou aporte do setor privado. Nós defendemos uma PPP – (Parceria Público Privada)”.
A Adesa é uma ONG que tem uma diretoria ativa composta de membros de vários setores da sociedade, principalmente técnicos em várias áreas, ressalta Daniel Torres. O órgão é sediado na região do Araripe pernambucano, onde foca sua atuação e está envolvido em vários outros projetos, além de participar do Comitê Prol Canal do Sertão. “Esse projeto de irrigação pretende atender a 120 mil hectares de terras no Araripe. É um projeto público”, conclui.
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Por José Américo Silva*
Pai nunca morre. Hoje eu sei disso.
Meu pai partiu há quase 15 anos. No próximo dia 10 de novembro, serão 15 anos sem sua presença física. Mas o tempo produziu em mim um efeito estranho: em vez de afastá-lo, aproximou. Em vez de diminuí-lo, tornou-o ainda maior.
Ele não era homem de muitos abraços ou declarações. Falava pouco. Mas ensinava muito. Seus ensinamentos vinham em frases simples, quase parábolas, que ele soltava pelo caminho e deixava para a vida explicar depois.
Leia maisUma delas nunca me abandonou: “A única herança que eu quero deixar para vocês é o estudo. Por favor, estudem.” Demorei anos para compreender a grandeza dessas palavras.
Meu pai talvez soubesse que bens acabam, dinheiro se perde, patrimônio muda de mãos. Mas aquilo que aprendemos ninguém consegue nos tirar. Por isso apostava no saber como a maior riqueza que poderia deixar aos filhos. Para ele, estudar era também uma forma de conquistar liberdade, dignidade e a possibilidade de escolher o próprio caminho. E foi exatamente isso que aconteceu comigo.
O estudo me levou mundo afora. Deu-me uma profissão, abriu portas, apresentou pessoas, lugares, ideias e possibilidades que talvez meu pai nem imaginasse quando repetia aquelas palavras. Hoje percebo que essa foi a maior herança que recebi dele.
Talvez um pai de verdade seja exatamente isso: alguém que não precisa deixar uma estrada pronta, mas ensina aos filhos como caminhar quando ele já não estiver por perto.
Meu pai se foi, mas nunca deixou de ser meu pai. Com o passar dos anos, tornou-se até mais. Virou memória, referência, consciência. E gosto de acreditar que virou também meu anjo da guarda.
Ele apenas mudou de lugar. Antes caminhava ao meu lado. Hoje caminha dentro de mim. E enquanto seus ensinamentos continuarem guiando meus passos, meu pai continuará vivo. Porque pai nunca morre.
*Jornalista
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A ausência da Secretaria de Cultura e do Conselho de Cultura de Paulista chamou atenção na reunião que discutiu, na última quinta-feira (6), o andamento das obras do Cineteatro Paulo Freire. O encontro foi realizado pela Secretaria de Infraestrutura, no Centro Administrativo, em Maranguape I, e reuniu artistas, representantes da sociedade civil e vereadores.
A obra está com 33% de execução, segundo a Secretaria de Infraestrutura. A pasta informou que os trabalhos foram intensificados após o trânsito em julgado, em fevereiro, dos processos judiciais que haviam afetado o cronograma. A estrutura terá 250 lugares, além de acessibilidade, climatização e tratamento acústico.
A reunião contou com a participação da secretária de Infraestrutura, Jaina Poesi; do secretário executivo de Imprensa, Flávio Alves; do vereador João Pereira e de Caio Luiz, assessor parlamentar do vereador Fabiano Paz. Entre os representantes da cultura estavam o ator e produtor Vinícius Coutinho, a atriz e poetisa Bernadete Serpa Lopes, o presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Paulista, Ricardo Andrade, além de Nivaldo Souza, José Ricardo e Fernando Cunha.
Como encaminhamento, foi criada uma comissão com representantes da classe artística, sociedade civil e Legislativo para acompanhar a obra por meio de visitas periódicas. Os artistas também sugeriram a criação de um espaço dedicado à preservação da memória do cineteatro, com fotografias e registros históricos do equipamento.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT) se enfrentam neste domingo (9) pela primeira vez no debate entre os candidatos ao governo paulista, promovido pela Band, a partir das 20 horas.
Nos bastidores, a expectativa das campanhas é de um confronto com cara de segundo turno, já que os dois são os únicos candidatos que aparecem competitivos nas pesquisas de intenção de voto.
Tarcísio, que lidera as sondagens, deve usar o debate para defender o legado de sua gestão. Haddad, por sua vez, pretende explorar as principais fragilidades do governo paulista, sem deixar de lado a defesa do governo Lula (PT) e a tentativa de associar Tarcísio à campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), numa estratégia para nacionalizar a disputa estadual. As informações são do Estadão.
Do UOL
O pedido de visita dos filhos ao ex-presidente Jair Bolsonaro no Dia dos Pais, que foi negado por Alexandre de Moraes, virou um instrumento político, avaliou o professor do Insper Leandro Consentino, no UOL News, do Canal UOL.
Para o professor, a família Bolsonaro já contava com uma negativa e antecipou o pedido para reforçar uma narrativa de vitimização, em meio ao embate político com o Supremo Tribunal Federal (STF).
Leia mais“A grande questão agora é que isso se tornou um instrumento político, até por conta de todo o uso, do mau uso que se fez dessas medidas. E aí, Alexandre de Moraes fixou, de fato, essa proibição e está sustentando. E aí, eu acho que não cabe exceção no sentido de qualquer data comemorativa, seja porque senão seria sempre um novo pedido. Tenho certeza também que Flávio Bolsonaro, seus irmãos, sua equipe, já fizeram esse pedido, já antecipando a decisão exatamente para usar essa narrativa que tanto vem usando largamente”, diz Consentino.
Consentino disse que a reação de aliados era previsível porque a negativa permite sustentar a tese de que haveria uma “conspiração” por trás da decisão, ao retratar Bolsonaro como um pai impedido de ver os filhos. “Exatamente a narrativa que a família Bolsonaro vem usando, o pré-candidato Flávio Bolsonaro vem usando, no sentido de vitimizar essa questão e dizer: ‘Um pai que está privado de ver seus filhos'”.
O professor afirmou que, na prática, Bolsonaro já via os filhos com frequência maior do que seria comum em um sistema prisional tradicional, e que a disputa ganhou outra dimensão por causa do uso político do tema.
No debate sobre o STF na campanha, o cientista político Aldo Fornazieri disse que era previsível o bolsonarismo transformar a Corte em alvo central e citou exemplos internacionais de líderes autoritários que atacam o Judiciário para tentar dominar os demais poderes. “Onde tem ditaduras, ditaduras de direita, de extrema direita, o judiciário é o centro do ataque. […] Então os ditadores, eles querem dominar os outros poderes”, disse Fornazieri.
Fornazieri também apontou que o Senado pode ser decisivo nesse embate, porque é a Casa que aprova ou rejeita indicações ao Supremo, e avaliou que a composição da Casa terá peso nas disputas até a eleição.
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Por Américo Lopes, o Zé da Coruja*
Magno, hoje você abordou um assunto muito caro para os homens e as mulheres deste mundo, mesmo para os mais abjetos, que têm no pai sua maior referência, seja de amor ou temor. Que sorte a sua, meu amigo, seu pai foi uma cascata de luz e amor, que homem extraordinário.
Você me levou, em um feliz dia, a degustar um carneiro feito por ele com amor e humor. Percebi, na hora, naquele momento, que aquele homem não guardava uma mágoa na vida ou de quem quer que fosse. Ele ficou na primeira etapa do homem de Rousseau, que é a que diz que “o homem nasce bom e livre por natureza”, e dessa etapa ele não saiu, não arredou pé.
Leia maisAcredito que quem tinha a Winchester na mão, na família, era a senhora sua mãe, Dona Margarida, o grande amor de seu Gastão. Esses generais de guerra, feito ela, são importantes demais para a defesa da família.
Outro momento de feliz lembrança em que estive com o seu pai Gastão Cerquinha foi no seu aniversário de noventa anos, na mítica Macondo, ops, Afogados da Ingazeira.
Fui com a minha amada mãe Maria Euza Góis de Siqueira (Mãe Euza) e minha mulher Mary Alencar Lopes, onde vivemos momentos de pura felicidade e alegrias intensas. Fizemos mesa com o notável empreendedor e poeta das mercadorias Eduardo Monteiro, com os irmãos desembargadores Alberto e Cláudio Virgínio, com o jurista Luiz Piauhylino, com Joezil Barros e João Alberto Martins Sobral, a prima querida Branca Góes e a queridíssima amiga Margareth Padilha, filha da lenda humana Josesito Moura do Amaral Padilha.
Tenho como lembranças mais fortes desse aniversário o fraternal abraço que recebemos de Seu Gastão — ele inverteu os ponteiros do relógio e do tempo, o nome homenageado era ele — o discurso que Eduardo Monteiro fez em nome dos visitantes, com voz firme e solene, honrando seu avô Agamenon Magalhães. Eduardo e o avô Agamenon foram muito aplaudidos.
Há um gesto jamais esquecido e pago que você e Seu Gastão tiveram com a minha amada Mãe Euza, apresentando ela àquelas pessoas presentes que eram somente névoa e lenda na sua memória. Ah, Seu Gastão, ah, Magno, como vos pago em dinheiro da terra?
Meu amado pai, Walfrido Lopes de Siqueira — ou Pai Walfrido —, “encantou-se” cedo, aos quarenta e nove anos, em terras alheias, de saudade do seu inesquecível Pajeú das Flores.
Meu amado pai e sua família foram vítimas do cangaço violento que assolava o sertão, ceifando vidas e esperanças, daí ele ter sabiamente arribado para o sertão do Araripe, nossa segunda pátria. Fomos cinco irmãos, Maria Helena, Marcos Magela, João Alberto, José Américo e Rildo Lopes (in memoriam) e não faltou nem carinho nem justiça desse notável homem para nós. Que pai gigantesco, meus amigos.
Para nós, Pai Walfrido comprou o Tesouro da Juventude, a Enciclopédia Prática Jackson, além de ter assinado durante muitos/poucos anos, até o seu encantamento, o maravilhoso O Cruzeiro, que me ensinou a gostar de misses bonitas, do Amigo da Onça, personagem do cartunista Péricles, e a temer a Guerra Fria no meu coração e mente de matutinho medieval.
Pai Walfrido não queria filho analfabeto, ladrão e sem caráter. O esforço para honrá-lo é gigantesco de todos nós. Até hoje. Fomos marcados por ele no ferro e no fogo, na melhor direção do vento norte, onde há “clarões na noite”, como ensinaram Lennon e McCartney, e viver significa compromisso com o Deus de Israel, com a família, com os amigos leais, com a hora.
“Nosso pai era um homem cumpridor, ordeiro, positivo, e sido assim desde mocinho e menino, pelo que testemunharam as diversas sensatas pessoas”, disse João Guimarães Rosa no conto “A terceira margem do rio”.
Para mim, nosso pai era um semideus, sempre soube disso, aquele homem não era só um ser humano, que privilégio desses filhos. Benção, mamãe. Benção, papai. Meus queridos, meus amores para sempre.
Neste dia especial, presto sincera homenagem ao meu sogro Tutu, que me acolheu como filho em momento difícil e de afirmação de minha vida, além de me presentear com a sua inegociável filha Meirinha. Como esquecer?
Do seu amigo,
Zé da Coruja, do “Pajeú das Flor”, das fazendas Cachoeira Seca e Riacho do Mel, reduto sagrado dos Lopes, de quem sou sangue vivo.
*Diretor operacional da Folha de Pernambuco
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De João Alberto – Social 1
Jornal do Commercio
Causou surpresa o fato do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes ter recebido para jantar na sua casa, em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Com a palavra, o mestre José Paulo Cavalcanti, que opina sobre o inusitado encontro:
“Em países culturalmente maduros, ninguém acreditaria nisso. Que um ministro do mais alto tribunal ocupasse o papel de articulador político. Sabendo que pode julgar, no futuro, casos que envolvam esses atores. Do ponto de vista jurídico, algo inconcebível. Do ponto de vista político, inaceitável. Do ponto de vista ético, uma indecência.”
Do Blog da Folha
Um movimento de apoio à candidatura de Túlio Gadêlha (PSD) ao Senado vem ganhando espaço nas redes sociais entre prefeitos, ex-prefeitos e outras lideranças políticas de municípios aliados à governadora Raquel Lyra (PSD). Nas publicações, o deputado federal aparece de forma recorrente ao lado da governadora, em manifestações que reforçam a adesão das bases municipais ao projeto político de Raquel para as eleições de 2026.
As manifestações seguem um padrão semelhante. Lideranças municipais têm publicado fotos ao lado de Túlio ou mensagens declarando apoio ao candidato, geralmente associando seu nome ao de Raquel Lyra e, em alguns casos, também ao de Eduardo da Fonte (PP), que disputa uma das vagas ao Senado na chapa majoritária.
Leia maisEntre as publicações, aparecem expressões como “Bora com Raquel e Túlio”, “estamos juntos”, “time formado” e “fechados”, além de referências ao trabalho realizado pelo governo estadual nos municípios. O conteúdo reforça a ideia de alinhamento político entre as administrações municipais e a chapa majoritária.
Em Moreilândia, por exemplo, a mensagem publicada nas redes afirma que o grupo está “fechado” com Raquel e Túlio e destaca a união em torno de um Pernambuco mais forte. Em Verdejante, a publicação ressalta a chegada de um “grande líder político” ao grupo, associando o apoio a Túlio ao da governadora e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Em Afrânio, o ex-prefeito Rafael Cavalcanti afirmou que o município estaria ao lado da governadora e de Túlio em uma “grande corrente” para a eleição. Já em Camocim de São Félix, o prefeito Sostenes Rubano vinculou o apoio ao trabalho conjunto com Raquel e ao deputado estadual Joãozinho Tenório, além de declarar Túlio como “futuro senador”.
A movimentação não se restringe a prefeitos. Vereadores, deputados e ex-prefeitos também passaram a utilizar as redes para reforçar a composição.
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O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) viu seu patrimônio crescer de R$ 36 mil para R$ 3,8 milhões ao longo do primeiro mandato no Congresso Nacional, segundo dados da Justiça Eleitoral divulgados na sexta-feira (7). A maior parte do patrimônio do parlamentar corresponde a um imóvel financiado.
Corrigido pelo valor da inflação, o valor declarado na eleição de 2022 equivale a aproximadamente R$ 43,5 mil. Naquele ano, Nikolas Ferreira, que tinha sido eleito para vereador de Belo Horizonte em 2020 pelo PRTB, havia declarado apenas depósitos bancários, aplicações de renda fixa e caderneta de poupança. No primeiro pleito que disputou, ele não declarou bens.
Já neste ano, o parlamentar declarou R$ 2.231.664,61 em um imóvel financiado. O R$ 1,6 milhão restante está distribuído em aplicações, investimentos, ações e participações empresariais. As informações são do jornal O Globo.
