A corridinha diária de 8 km, hoje, foi nas entrequadras da 202 Norte, em Brasília, já sob o início da temporada de frio no Planalto Central. Faço esse tipo de postagem para estimular as pessoas a largarem a vida sedentária.
Correr é muito saudável!
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O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, se encontraram nesta sexta-feira (30). Os dois participam de um encontro de chanceleres do G20, que acontece em Atlanta, no estado da Geórgia, nos Estados Unidos.
Segundo fontes do Itamaraty ouvidas pela GloboNews, o chanceler brasileiro e o secretário de Estado norte-americano conversaram e acertaram um novo encontro antes da cúpula do G20, marcada para dezembro deste ano. As informações são do g1.
Leia maisO encontro aconteceu durante a recepção de boas-vindas à Reunião de Ministros das Relações Exteriores do G20. Data e local do novo encontro ainda serão definidos.
O encontro acontece em meio à tensão diplomática provocada pela recusa do presidente Donald Trump em reconhecer o resultado das eleições brasileiras.
Nesta terça-feira (27) o presidente Donald Trump voltou a insinuar, sem provas, que houve fraude na eleição no Brasil.
Nesta quinta-feira (29), Trump disse que não tomou partido nas eleições do Brasil a pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O presidente norte-americano também afirmou que falará com Lula, mas, novamente não disse se reconhece a vitória do presidente brasileiro. Questionado sobre quem, para ele, havia vencido as eleições no Brasil, ele respondeu que “não quero comentar isso agora”.
O resultado do 2º turno foi confirmado pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, ainda na noite de domingo (25).
Lula (PT) derrotou Flávio Bolsonaro (PL), aliado de Trump, no segundo turno da eleição presidencial no último domingo (25). O petista recebeu 51,79% dos votos válidos, contra 48,21% do senador, com uma vantagem de 4,4 milhões de votos.
Além disso, outro episódio intensificou a instabilidade entre os dois países. O senador Flávio Bolsonaro (PL) deixou o país com a família rumo aos Estados Unidos, contrariando a proibição do Supremo Tribunal Federal (STF).
Flávio recebeu autorização do governo americano para permanecer por 1 ano no país, segundo aponta consulta ao sistema U.S. Customs and Border Protection – CBP (Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos).
Os registros mostram que o senador foi admitido em uma categoria identificada com o código “DT” e que pode ficar no país até 27 de outubro de 2027. O CBP identifica DT como “autorizado a entrar temporariamente” (Paroled). O g1 procurou a agência para esclarecer o status do senador no país, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.
Em uma operação secreta, Flávio Bolsonaro, derrotado nas eleições de domingo, deixou o Brasil após descumprir a ordem do STF.
Deputados democratas da bancada progressista do Congresso americano (CPC, na sigla em inglês) vão emitir uma nota condenando o “negacionismo eleitoral” do presidente Donald Trump e exigindo que os EUA reconheçam o resultado da vitória de Lula (PT) no Brasil.
A coluna teve acesso antecipado à nota, assinada pelo presidente da bancada, Greg Casar, pela vice-presidente, Ilhan Omar, e pelo líder da bancada, o deputado Jesús G. “Chuy” García. As informações são da Folha de S. Paulo
Leia mais“Trump continua intensificando seu negacionismo eleitoral. No domingo, o presidente Lula da Silva venceu de forma decisiva a eleição no Brasil, com uma vantagem de mais de 4 milhões de votos. Ainda assim, Trump chamou a eleição de ‘fraudada’ e ‘corrupta’ e se recusou a reconhecer o resultado”, diz o início do texto.
A nota lembra ainda que o candidato derrotado, Flávio Bolsonaro (PL), divulgou carta em que agradece a Trump pelo apoio e se declara como o “verdadeiro presidente eleito” do Brasil —posteriormente, em outra versão, ele trocou o título de presidente eleito por “líder do Brasil”.
“A parceria entre Trump e Bolsonaro na negação dos resultados eleitorais deve acabar imediatamente. Exigimos que os Estados Unidos se juntem ao restante do mundo no reconhecimento dos resultados da eleição no Brasil”, dizem os democratas.
“Nas duas maiores democracias do hemisfério, não podemos tolerar iniciativas autoritárias para negar resultados eleitorais, reverter a vontade de centenas de milhões de eleitores ou interromper violentamente a transferência pacífica de poder”, prossegue o texto.
A nota afirma ainda que os parlamentares estão “empenhados em usar todos os instrumentos do Congresso à nossa disposição para defender a integridade eleitoral em nosso país e impedir a interferência e o negacionismo eleitoral de Trump no exterior”.
Existente desde 1991, a CPC reúne quase cem parlamentares.
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A Polícia Civil continua as buscas para prender o deputado estadual eleito Emerson Freitas (MDB), que é investigado por crime de extorsão em um caso de violência doméstica. O pedido de prisão preventiva foi expedido pelo juiz da 15ª Vara Criminal da Capital, Albérides Nicéas de Albuquerque Filho, na quinta-feira (29). Nesta sexta, uma liminar foi concedida para a defesa do emedebista ter acesso ao processo, conforme esclareceu o advogado Weryd Simões ao repórter Rodrigo de Luna, da TV Jornal.
“O TJPE põe fim às ilegalidades praticadas contra Emerson Freitas. É importante destacar que este processo, que este mandado de prisão, que foi expedido após o encerramento do expediente forense, nada tem a ver com a política e atividade partidária. Mas chama a atenção que esse inquérito teve início, justamente, no período eleitoral. A quem interessa calar a voz de Emerson Freitas? Por que o inquérito instaurado no dia 13 de julho em plena campanha política partidária, quando ele estava nas comunidades? Esse inquérito foi instaurado porque Emerson estava nas redes sociais denunciando a invasão e o toque de recolher por parte do crime organizado”, assinalou o advogado. As informações são do Blog Dantas Barreto.
Leia maisDe acordo com ele, “a Polícia Civil não apresentou nenhuma decisão que determine a prisão de Emerson”. “A polícia diz que existe uma decisão. Onde está a decisão? Quem tomou ciência dessa decisão”, questionou Weryd Simões.
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A senadora Teresa Leitão (PT-PE), líder do governo no Senado, recebeu, na quinta-feira (29), o Colar Pedro Jorge, condecoração criada pela Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) para homenagear personalidades que contribuíram para o engrandecimento do Ministério Público Federal (MPF). A parlamentar foi a primeira pessoa viva a receber a honraria, entregue durante a abertura do 41º Encontro Nacional dos Procuradores da República (ENPR), na Bahia.
A homenagem reconhece a iniciativa de Teresa que garantiu a inscrição do nome do procurador da República Pedro Jorge de Melo e Silva, assassinada em Pernambuco, no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria, por meio do Projeto de Lei 3.663/2023, que foi aprovado pelo Congresso Nacional e transformado na Lei nº 15.446, de 30 de junho de 2026, sancionada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, no exercício da Presidência da República. As informações são do Blog da Folha.
Leia maisHonraria
Instituído em 2026, o Colar Pedro Jorge é a primeira condecoração criada pela ANPR para reconhecer pessoas que tenham contribuído de maneira significativa para o fortalecimento do Ministério Público Federal. Segundo a entidade, a escolha dos homenageados segue critérios seletivos, levando em consideração a relevância das contribuições prestadas, e não apenas o exercício de cargos ou funções de autoridade.
Antes da homenagem à senadora, a condecoração havia sido concedida apenas a Pedro Jorge de Melo e Silva (em memória). Teresa Leitão se tornou, assim, a primeira personalidade viva agraciada com o Colar, em reconhecimento à atuação para assegurar que o nome do procurador integrasse oficialmente a memória nacional.
Pedro Jorge de Melo e Silva
O procurador da República Pedro Jorge de Melo e Silva foi assassinado em 1982, aos 35 anos, em Olinda, na Região Metropolitana do Recife, três meses depois de denunciar um esquema de corrupção conhecido como “Escândalo da Mandioca”. As fraudes ocorreram entre 1979 e 1981, no município de Floresta, no Sertão pernambucano, e envolveram a obtenção irregular de empréstimos e seguros agrícolas do Banco do Brasil. Mesmo diante de ameaças, o procurador manteve sua atuação na investigação e na denúncia dos envolvidos, tornando-se um símbolo da defesa do interesse público e do combate à corrupção.
Por Cláudio Humberto*
Na repressão que se seguiu ao golpe de 1964, houve uma verdadeira caça às bruxas. A crônica daquele tempo registrou a história de um agricultor pernambucano ligado ao movimento sindical fotografado em um comício do governador. “O sr. conhece Miguel Arraes?” perguntou o policial. “Conheço não, doutor. Só conheço ele de vista. Nunca falei com ele, não.” O policial, inquisidor: “E esta foto do senhor com ele, num comício?” O camponês olhou assustado para seus interrogadores e jurou: “Vixe, seu major! E não é que o dr. Miguel Arraes estava perto mesmo! Eu nem notei, juro! Se fosse uma cobra, tinha me mordido”.
*Jornalista
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), incluiu na pauta da próxima terça-feira (3) a votação da proposta de emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) condiciona a criação do Ministério da Segurança Pública à aprovação da PEC no Congresso. As informações são do g1.
Para ser aprovada, uma PEC precisa ter ao menos três quintos dos votos favoráveis em dois turnos de votação. Ou seja, precisa contar com o apoio de 49 senadores.
Leia maisA deliberação estava prevista para acontecer antes do segundo turno das eleições, mas um impasse sobre emendas que preveem a redução da maioridade penal levou Alcolumbre a adiar a votação.
A dez dias do segundo turno das eleições presidenciais — onde Lula acabou vencendo o senador Flávio Bolsonaro (PL) — a oposição apresentou uma emenda para diminuir a maioridade penal para até 14 anos, a depender da gravidade do delito.
Como reação, o líder do PT no Senado, Camilo Santana (CE), apresentou uma alteração para reduzir para 16 anos em casos de crimes hediondos.
Aliados de Alcolumbre afirmaram que a retirada de pauta ocorreu porque nem o governo nem a oposição teriam votos suficientes para aprovar suas as emendas – e o cálculo, neste caso, seria de deixar o assunto para depois.
Apesar da ideia de Camilo neutralizar a proposta da oposição, a emenda apresentada dividiu a bancada do PT. Historicamente, a bancada do PT no Congresso Nacional se posicionou contra a redução da maioridade penal.
Diante da divisão na bancada governista e da proposta da oposição, Alcolumbre retirou o tema da pauta com o argumento de que nem o governo e nem a oposição teriam votos suficientes para aprovar suas as emendas.
Lula se posicionou na sabatina da Globo
No mesmo dia em que a PEC saiu da pauta do Senado em meio ao racha na bancada governista do Senado, o presidente Lula se posicionou a favor da emenda de Camilo Santana ao ser questionado sobre o tema na sabatina da TV Globo.
“O meu pensamento, enquanto cidadão brasileiro, todo e qualquer crime hediondo, eu sou favorável a diminuir a pena. Para crimes hediondos. Eu sou a favor, sou a favor”, afirmou o presidente.
Apesar do posicionamento favorável a mudança sugerida por Camilo, Lula defendeu que esse tema não fosse tratado na PEC da Segurança.
“Primeiro você discute a PEC, aprova a PEC e aí você pode discutir a maioridade penal ou não”, disse.
Essa posição também é defendida por governistas, como a líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE).
Possibilidade de ‘fatiamento’
Caso algum trecho sobre maioridade seja aprovado e o texto precise voltar para a Câmara para aprovação dos deputados, governistas falam em “fatiar” a PEC.
Nesse cenário, a parte que já foi aprovada por deputados e senadores segue para promulgação, enquanto as partes que precisam de análise dos deputados, como a redução da maioridade penal, é enviada à Câmara como um texto separado.
O que diz a PEC
A PEC estabelece na Constituição o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP), com o objetivo de integrar a atuação das forças de segurança no combate ao crime organizado.
De acordo com o texto, União, estados e Distrito Federal poderão criar leis na área de segurança pública, incluindo forças-tarefa intergovernamentais, a organização das polícias e guardas municipais e o sistema socioeducativo.
Outro ponto central da PEC da Segurança Pública é o combate a crimes violentos e facções criminosas.
Entre as medidas está a obrigatoriedade de prisão em estabelecimento penal de segurança máxima ou de natureza especial.
Também ficam proibidas ou restringidas a progressão de regime, a concessão de liberdade provisória, com ou sem fiança, e de saída temporária.
A PEC também permite a expropriação de todo e qualquer bem, direito ou valor econômico envolvidos com as atividades criminosas. As regras valem para organizações criminosas, paramilitares e de milícia privada.
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A prefeita de Sertânia, Pollyanna Abreu (PSD), reuniu-se, nesta sexta-feira (30), com vereadores da base governista e confirmou apoio à candidatura de Junhão Lins (PSD) para a presidência da Câmara Municipal no biênio 2027-2028. A vice-prefeita Teresa Raquel também participou do encontro. O grupo de parlamentares já vinha articulando o nome de Junhão para suceder o atual presidente da Casa, Vando do Caroá (PL).
A definição ocorre após semanas de disputa pelo comando do Legislativo. No início de outubro, Vando havia confirmado que pretendia concorrer à reeleição e afirmado que a sucessão ainda estava em aberto. Na mesma época, vereadores governistas formalizaram apoio a Junhão, mas ainda não havia manifestação pública da prefeita em favor da candidatura.
A composição discutida anteriormente pelos vereadores prevê ainda Luiz Abel como 1º vice-presidente, Dodô Chaves como 2º vice-presidente, Patrícia da Conceição Silva como 1ª secretária e Niltinho Sousa como 2º secretário. A escolha, porém, depende da votação formal da Mesa Diretora da Câmara.
O vereador Raul Silva (PCdoB), de Paulista, acusou a Prefeitura de impedir, nesta sexta-feira (30), a realização de uma festa do Dia das Crianças organizada por seu mandato no Jardim Paulista Baixo. Segundo o parlamentar, a fiscalização municipal não permitiu a instalação da estrutura do evento, que teria brinquedos infláveis, distribuição de lanches e atividades recreativas. “Quando o prefeito toma uma atitude como essa, ele não está atingindo apenas a mim ou ao meu mandato; ele está perseguindo o próprio povo da periferia, as famílias mais carentes e as crianças que só queriam um momento de lazer”, declarou. A Prefeitura não havia apresentado, até o material enviado, manifestação sobre o motivo da proibição.
Raul atribuiu a medida a uma suposta retaliação política e relacionou o episódio às críticas que vem fazendo à gestão municipal. Entre elas, citou a situação da Praça Aníbal Fernandes, sobre a qual afirma ter acionado o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) cobrando reativação e reforma.
A decisão sobre a indicação para a vaga no Supremo Tribunal Federal divide o entorno do presidente Lula (PT). De um lado, uma ala defende a reapresentação do nome de Jorge Messias. De outro, aliados avaliam que o caminho mais seguro seria indicar Rodrigo Pacheco.
“A turma mais próxima do Congresso Nacional acredita que o caminho seria pacificar a relação com o Senado Federal e garantir a aprovação do nome do atual ministro do Tribunal de Contas da União”, afirmou o analista de política Matheus Teixeira durante o Hora H desta sexta-feira (30).
Por outro lado, há uma corrente que defende a reapresentação de Jorge Messias. Esse grupo argumenta que Lula, após se reeleger de forma “surpreendente”, estaria politicamente mais forte e teria condições de emplacar seu candidato. As informações são da CNN.
Leia mais“Essa é a divisão, aqueles que entendem que indicar Pacheco seria o caminho mais tranquilo e garantido, e os outros que entendem que, agora que o presidente Lula está mais forte e conseguiu fazer mais de 60 milhões de votos, o Senado Federal vai ter que aceitar a sua indicação”, afirmou Teixeira.
De acordo com o analista, quando o nome de Jorge Messias foi vetado anteriormente, Lula ficou “muito irritado”.
“Portanto, virou meio que uma questão de honra para o presidente conseguir emplacar o advogado-geral da União no Supremo Tribunal Federal”, ressaltou Teixeira.
Com a reeleição garantindo mais quatro anos de mandato, a ideia, caso prevaleça essa corrente, seria aproveitar a composição atual do Senado Federal, considerada “menos à direita do que será a próxima”, para viabilizar a aprovação de Messias.
Teixeira ressaltou que ainda não há nada definido. Lula realizou uma reunião com Davi Alcolumbre (União-AP) logo após a vitória nas eleições, com a participação também do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB).
O analista lembrou que Pacheco era o nome preferido por Davi Alcolumbre desde o início, além de ser bem avaliado por ministros do próprio STF.
“O presidente vinha falando nos bastidores, que a escolha do nome a ser indicado ao STF é prerrogativa do Executivo. O Senado escolhe ou veta, mas quem escolhe o nome é o presidente Lula”, afirmou Teixeira.
Além disso, Teixeira apontou que o apoio ao nome de Alcolumbre para a presidência do Senado Federal também deve entrar no cálculo político: “Tudo indica que ele será o candidato do governo, mas presidente Lula também vai cobrar uma fatura.”
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Se o leitor não conseguiu acompanhar a entrevista com o percursionista Sérgio Rosa, integrante do grupo de samba paulistano Demônios da Garoa, ao quadro “Sextou”, do programa Frente a Frente, ancorado por este blogueiro e exibido pela Rede Nordeste de Rádio, não se preocupe. Clique aqui e confira. Está incrível!
A declaração do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), admitindo a possibilidade de disputar a Presidência da República em 2030 provocou mal-estar entre integrantes do PL, que viram na manifestação uma atitude oportunista do aliado apenas quatro dias após a derrota de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A avaliação de parte da sigla é que o governador “queimou a largada” ao se colocar como uma alternativa para a próxima eleição presidencial enquanto o senador, que deixou o Brasil nesta semana, ainda reivindica a liderança do movimento bolsonarista.
O incômodo ocorre em meio às primeiras movimentações pela liderança da direita após o resultado das urnas. Embora tenha deixado o país, Flávio sinalizou a intenção de continuar à frente da oposição a Lula. Segundo aliados, o senador pode anunciar nos próximos dias uma nova candidatura à Presidência da República, em 2030, numa tentativa de preservar seu protagonismo. A possibilidade vem sendo discutida com Eduardo Bolsonaro e aliados nos Estados Unidos, conforme revelou a Folha de S.Paulo. As informações são do g1.
Leia maisAlém de Tarcísio, a ex-primeira-dama e senadora eleita Michelle Bolsonaro (PL-DF) é vista com preocupação por setores do bolsonarismo que defendem a manutenção do protagonismo de Flávio.
Entre aliados de Flávio, a avaliação é que Tarcísio escolheu um momento especialmente inoportuno para tratar de suas pretensões presidenciais. Reservadamente, integrantes do PL afirmam que o governador se apressou em ocupar o espaço do senador antes mesmo de a direita assimilar a derrota eleitoral. O desconforto é ampliado pelo fato de o próprio Tarcísio ter apoiado a candidatura de Flávio neste ano e defendido publicamente a escolha feita por Jair Bolsonaro.
Ao mesmo tempo em que criticam a manifestação de Tarcísio, parlamentares da oposição ponderam que ainda é cedo para iniciar as discussões sobre a sucessão presidencial de 2030. A avaliação é que, com a eleição encerrada há apenas quatro dias e antes mesmo da posse de Lula para seu quarto mandato, há uma série de fatores políticos que podem alterar o cenário nos próximos anos. Para esses aliados, antecipar a disputa presidencial neste momento é precipitado, sobretudo diante da necessidade de reorganizar a oposição e definir sua atuação no Congresso a partir de 2027.
A desconfiança em relação ao governador, porém, não começou nesta semana. Durante as articulações para a eleição presidencial deste ano, Tarcísio era um dos nomes considerados para representar o campo bolsonarista e tinha a expectativa de receber o apoio de Jair Bolsonaro para concorrer ao Planalto. O ex-presidente, contudo, optou por lançar o filho, enquanto o governador permaneceu na disputa pela reeleição em São Paulo.
Ao longo da campanha, Tarcísio participou de agendas ao lado de Flávio, viajou com o candidato e colaborou com sua preparação para debates presidenciais. Apesar desse envolvimento, integrantes do entorno do senador mantiveram reservas sobre o grau de empenho do governador. A avaliação de parte desses aliados é de que ele poderia ter feito mais pela candidatura, embora reconheçam sua participação em momentos importantes da disputa.
Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Tarcísio afirmou que a possibilidade de disputar a Presidência dependerá do desempenho de seu segundo mandato à frente do governo paulista. Ele ressaltou, no entanto, que a decisão não seria individual.
— A gente tem que ver qual é o cenário de momento e, claro, vou estar terminando o segundo mandato aqui no estado de São Paulo. Terminando bem o segundo mandato, obviamente abre uma possibilidade. Mas isso é uma coisa que você avalia em grupo, não sozinho — afirmou.
O governador também ponderou que sua prioridade é cumprir o mandato para o qual foi reeleito em primeiro turno e disse que “2030 é outra conversa”.
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O Sextou de daqui a pouco, programa musical que ancoro nas sextas-feiras, no lugar do Frente a Frente, está imperdível! O entrevistado é o percursionista Sérgio Rosa, filho de Arnaldo Rosa, fundador do grupo de samba paulistano Demônios da Garoa, o mais antigo em atividades no Brasil, com 83 anos ininterruptos. Já entrou, inclusive, para o Livro dos Recordes.
Demônios da Garoa nasceu no bairro da Mooca, em São Paulo, em 1943, conservando influências de uma variedade de fontes culturais para construir suas próprias características. Sua história musical cresceu quando seus fundadores conheceram Adoniran Barbosa, um dos mais importantes compositores da MPB, durante as filmagens de ‘O Cangaçeiro’, em terras nordestinas. Em 1949, juntos, foram vistos como uma personificação dos movimentos socioculturais da época.
Leia maisEntre os sucessos mais conhecidos estão: “Trem das Onze”, “Iracema”, “Saudosa Maloca”, “O Samba do Arnesto”, “As Mariposas”, “Tiro ao Álvaro”, “Ói Nóis Aqui Trá Veiz”, “Vila Esperança” e “Vai no Bexiga pra Ver”. O grupo já lançou mais de 70 discos, com mais de 30 milhões de cópias vendidas e, aproximadamente, 11 mil shows realizados.
A formação original tinha Arnaldo Rosa (vocal e ritmo), os irmãos Antônio e Benedito Espanha (que marcavam ritmo tocando tantã e afoxé), Waldemar Pezuol (no violão), Zezinho (no violão tenor) e Bruno Michelucci (no pandeiro). Hoje, o grupo é composto por Sérgio Rosa, filho de Arnaldo, Dedé Paraizo, Everson Pessoa e Ricardo Rosa (Ricardinho).
O Sextou vai ao ar das 18h às 19h, pela Rede Nordeste de Rádio, que reúne 48 emissoras em Pernambuco, Paraíba, Alagoas e Bahia, tendo como cabeça de rede a Rádio Folha 96,7 FM, no Recife. Para ouvir pela internet, acesse o link do Frente a Frente no topo desta página ou baixe o aplicativo da Rede Nordeste de Rádio na Play Store.
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