Coluna da terça-feira

Petrolândia: prefeito a espera de um adversário

Em Pernambuco, as eleições municipais que despertam mais curiosidades rareiam. Caruaru é uma das exceções, porque é o único centro do Interior mais avançado, com densidade eleitoral expressiva, que a governadora Raquel Lyra (PSDB) não pode sair derrotada, não somente por ser sua terra natal, mas por ter governado o município e nele dado o start como gestora.

Ali, o prefeito Rodrigo Pinheiro, que era seu vice, lidera todas as pesquisas, mas com cenário de segundo turno, tendo como adversário o ex-prefeito Zé Queiroz (PDT). Além de não ser um adversário frágil, o segundo turno é uma nova eleição e vai depender das suas peculiaridades.

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O ex-procurador-geral da República, Augusto Aras foi aprovado, nesta quinta-feira (17/09), na Faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB) como professor titular da carreira do magistério superior. O título alcançado é resultado de uma carreira iniciada em 1989 na Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia (UFBA), onde Aras lecionou por 17 anos antes de ingressar na UnB em 2007.

Com quase 40 anos de magistério superior, o professor Aras teve uma trajetória marcada por grandes teses, sobretudo nas áreas do Direito empresarial, eleitoral e constitucional, nascidas da intersecção entre a docência, a pesquisa e a atuação institucional no Ministério Público Federal (MPF).

Na UnB, ele ministrou disciplinas de Direito Comercial, Direito Societário e Direito Eleitoral na graduação, além de cursos em Direito Constitucional Eleitoral na pós-graduação. Ao todo, conforme informações da universidade, foram 20 semestres letivos, 40 turmas e aproximadamente 2.400 horas-aula ministradas entre 2007 e 2019, quando se afastou temporariamente para exercer o cargo de Procurador-Geral da República.

Produção acadêmica

A produção intelectual de Aras é um dos pilares de sua trajetória. Ele é autor de quatro livros com temas inéditos e de autoria exclusiva sobre Direito Eleitoral e sistemas partidários. Dentre os quais, sobre o tema fidelidade partidária. Além disso, Aras também desenvolveu, como pesquisador, projetos nas áreas de Direito Processual Eleitoral, Reforma Política, Direitos Coletivos e Ética na Pesquisa.

Graduado em Direito pela Universidade Católica do Salvador (UCSAL), o professor Aras é mestre em Direito Econômico pela UFBA, com dissertação sobre “A Causa e os Contratos”, e doutor em Direito Constitucional pela PUC-SP. Também é membro do Instituto dos Advogados Brasileiros e Titular da Academia Brasiliense de Direito, na Cadeira nº 5.

Sobre a aprovação, ele divulgou nota enfatizando que chega “a esta etapa da vida acadêmica com muitas lembranças e gratidão aos professores e amigos, aos então alunos e hoje colegas professores, aos servidores e colaboradores que de forma abnegada vêm servindo esta nobre instituição de ensino”.

Por Joel de Hollanda*

“Não se pode ter justiça social sem a participação ativa das mulheres.”
— Wangari Maathai
(Primeira mulher africana a ganhar o Prêmio Nobel da Paz.)

“Quando uma mulher entra na política, muda a mulher, quando muitas mulheres entram na política, muda a política.”
— Michelle Bachelet

Outubro se aproxima. E, com ele, o sempre agitado encontro do cidadão com a urna.

Mais de 158 milhões de brasileiros estarão aptos a votar. Entre eles, 83,8 milhões de mulheres. São maioria. 52,84% do eleitorado nacional.

Os números impressionam. Mas também provocam uma pergunta:

Jaboatão dos Guararapes - Saúde nas escolas 2026

Gordinho Bolado, cantor e produtor de brega funk responsável pelo jingle “Raquel é ProMax”, usado pela campanha de Raquel Lyra (PSD), declarou apoio a João Campos (PSB) nesta sexta-feira (18). Ao lado do candidato e de Anderson Neiff, o artista apresentou uma nova versão da música, com o refrão “40 é ProMax, ProMax”.

Caruaru - Minha rua nova

Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã

A ministra Cármen Lúcia talvez tivesse o biotipo para fazer a versão clássica da Tia May, que cria o Homem-Aranha. Mas mesmo ela a essa altura talvez não compreendesse bem o ensinamento do tio do personagem das histórias em quadrinhos e dos filmes de super-heróis: “Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”. A crise por que passa o Supremo Tribunal Federal (STF) decorre do fato de os ministros não terem sido capazes de entender as responsabilidades que vinham com os grandes poderes que obtiveram.

Da Corte atualmente com dez ministros, quatro estão mencionados de alguma forma nos documentos decorrentes das investigações do caso Master. Talvez devessem se considerar impedidos de julgar a si mesmos. Mas aí talvez não houvesse o quórum mínimo para o julgamento. Segundo o Regimento Interno, o quórum mínimo são seis ministros.

Ipojuca - Na palma da sua mão

O celular do ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, foi clonado, e golpistas passaram a enviar mensagens em nome dele a contatos do ministro nesta sexta-feira (18). Na abordagem, escrita com diversos erros de português, os criminosos anunciam um suposto evento em apoio ao Criança Esperança, pedem contribuições de R$ 5 mil e fornecem o contato de um homem apresentado como sobrinho de José Múcio. Pessoas próximas já estão sendo alertadas sobre o ocorrido e orientadas a ignorar qualquer mensagem desse tipo.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

Vorcaro foi preso pela segunda vez há mais seis meses e atualmente ocupa uma cela no 19º Batalhão da Polícia Militar no Distrito Federal, conhecido como Papudinha.

A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master, pediu nesta sexta-feira (18) a revogação da prisão preventiva dele decretada no âmbito da Operação Compliance Zero, que apura uma rede de crimes envolvendo a instituição financeira. As informações são do g1.

Segundo a Polícia Federal, o ex-banqueiro seria o líder de uma organização criminosa para captação de recursos ilícitos e teria montado uma rede de monitoramento e influência, com potencial infiltração nas mais elevadas instâncias de diversas instituições da República.

Palmares - Forró Mares 2026

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, em transmissão ao vivo nesta quinta-feira (17), que não autorizou o deputado federal Zé Trovão (PL-SC), seu aliado, a acionar a Justiça Eleitoral contra o reajuste de 15% do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Quero dizer que houve um deputado que acionou a Justiça para tentar barrar esse reajuste. Não foi com a minha autorização. Não concordo com isso. Ele não deveria ter entrado com a ação, mas entrou. Fez isso por conta própria. Não fui eu que pedi que ele fizesse isso”, afirmou. As informações são do g1.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

O deputado federal e candidato à reeleição Lucas Ramos (PSB) publicou nas redes sociais, na noite desta quinta-feira (17), registros de um ato de campanha realizado no Coqueiral. O encontro contou com a presença do prefeito Victor Marques, do deputado estadual Rodrigo Farias e de Ivo do Armazém.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

O debate da Rádio Cultura, realizado na quinta-feira (17), colocou frente a frente dois estilos distintos de atuação política. De um lado, João Campos (PSB) buscou concentrar sua participação na apresentação de propostas e na discussão dos problemas de Pernambuco. Do outro, Raquel Lyra (PSD) apostou em começar citando furto de bandeiras e ataques ao adversário, mas acabou confrontada com questionamentos sobre contradições e questões relacionadas à sua própria gestão.

Logo nas considerações iniciais, João Campos direcionou sua fala para o futuro de Pernambuco e para as propostas que pretende apresentar. Raquel Lyra, por sua vez, optou por falar em peças de campanha que podem ter sido furtadas nas ruas. A abertura também foi marcada por um primeiro confronto de tom mais elevado. Na avaliação da equipe de João, a fala da governadora ultrapassou os limites do debate e motivou um pedido de direito de resposta, concedido ao candidato do PSB.

Campos aproveitou o espaço para retomar a discussão sobre os problemas do estado, sem prolongar o embate em torno de ataques pessoais. A escolha ajudou a estabelecer o tom que procuraria manter ao longo do encontro: concentrar a discussão na gestão pública e nas propostas.

No primeiro confronto direto, João Campos abordou o tratamento do câncer no Sertão e apresentou propostas para ampliar a estrutura de saúde em Pernambuco. Entre os compromissos citados, destacou a construção de quatro novos hospitais, em parceria com o presidente Lula.

A discussão sobre as apostas on-line, as chamadas BETs, abriu outra frente de confronto. Raquel Lyra utilizou o tema para questionar João Campos, mas acabou sendo confrontada com contradições envolvendo Caruaru e contratos do próprio governo estadual para divulgação de apostas em ônibus. O episódio deslocou parte da discussão para a coerência entre as críticas feitas pela governadora e as práticas de sua administração.

Outro momento relevante ocorreu quando João questionou Raquel sobre a Caruaruense, empresa da qual ela foi sócia e que pertence à sua família. A governadora afirmou ter participação acionária de 1%, mas não respondeu de maneira suficiente aos problemas levantados sobre a empresa.

Ao longo do debate, João Campos procurou transmitir calma e segurança nas respostas, combinando críticas à gestão estadual com a apresentação de propostas. A imagem que buscou construir foi a de um candidato preparado para discutir tanto os problemas cotidianos da população quanto os projetos estruturantes para Pernambuco.

A sua fala sobre os 5 segundos que Raquel teria e não soube responder sobre delegacias que não foram abertas marcou um momento muito repercutido nas redes sociais. O embate segue firme. Mas João vem mostrando estar cada vez mais preparado para cada novo confronto com adversários para tratar do futuro de Pernambuco.

STF pode decidir eleição

Nunca uma eleição presidencial no Brasil esteve atrelada a um outro poder, o Judiciário, cuja crise no Supremo Tribunal Federal pode interferir no resultado do pleito. Até a imprensa internacional tem conduzido seu noticiário nessa direção.

O britânico Financial Times, um dos principais jornais de economia do mundo, descreve a crise no STF como uma “disputa acirrada” entre os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça. Ressalta que está “lançando uma sombra sobre a disputa” entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

O jornal cita analistas ao informar que a crise no STF é potencialmente prejudicial a Lula na disputa eleitoral. Um analista afirma que existe uma percepção em parte do eleitorado brasileiro de que Alexandre de Moraes está de alguma forma alinhado ao lado do governo.

O segundo debate entre os candidatos a governador de Pernambuco, encerrado há pouco, trouxe, na realidade, o mesmo cenário do confronto anterior: de um lado, um João Campos (PSB) convicto, assertivo e propositivo; do outro, uma Raquel Lyra, que vem acumulando dificuldades em sabatinas e confrontos públicos.

A expectativa em torno da participação da governadora era grande, mas ela não conseguiu controlar seu nervosismo, gaguejou e, em alguns momentos, como no embate sobre a empresa de ônibus do seu pai, da qual foi sócia, chegou, verdadeiramente, a ser nocauteada por um João bem informado sobre as condições da empresa e do grupo, além dos trabalhadores prejudicados.

Raquel não apresentou novidades, não respondeu de forma convincente às perguntas e voltou a demonstrar dificuldades para defender o seu governo e justificar o que não foi feito ao longo dos últimos quatro anos.

Por Houldine Nascimento – Poder 360

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reunirá na próxima quarta-feira (23), às 19h, com artistas em ato na Fundição Progresso, no Rio. A expectativa é de que nomes como Caetano Veloso, Chico Buarque e Maria Bethânia participem. Antes desse evento, o petista terá uma ação de campanha voltada ao setor da saúde na capital fluminense.

Lula recebeu endosso de integrantes da classe artística nos últimos dias, como a atriz Malu Mader, Caetano e Bethânia. Em 2022, o petista também participou de ato de campanha com artistas em São Paulo.

No domingo (13), Caetano Veloso declarou voto em Lula. O artista baiano fez o gesto “L” com os dedos e disse “bora, Lula” durante show do Sesc, no Taguaparque, em Taguatinga, no Distrito Federal.