Setor sucroalcooleiro cobra inclusão em acordo para reduzir tarifa de 40% dos EUA

Os produtores de frutas do Vale do São Francisco estão comemorando muito o fim da taxa extra de 40% para os produtos que os Estados Unidos importam do Brasil. No entanto outros setores continuam à espera da ampliação desses acordos para que, pelo menos, voltem aos 10%. Entre os quais estão os produtores de açúcar das regiões Norte e Nordeste, que são os responsáveis por abastecer o mercado norte-americano. O presidente do Sindaçúcar, Renato Cunha, está programando reuniões, nos próximos dias, com o Itamaraty e Ministério da Agricultura para pedir uma atenção maior ao setor. As informações são do blog Dantas Barreto.

“São 270 mil empregos diretos no Nordeste e com os indiretos são um milhão, e 280 municípios envolvidos na produção da cana e do açúcar. Está na hora de incluir no acordo para acabar essa sobretaxa de 40%. Queremos isonomia”, ressalta Renato. Segundo ele, até o momento, foram exportadas 60 mil toneladas para os EUA com prejuízo, pois metade do valor é de tarifa. E ainda faltam 90 mil ton para alcançar a cota de 150 mil que os americanos importam do Brasil para suprir uma parcela do déficit de 2,4 milhões de toneladas nesta época. Devido a isso, parte da produção está sendo estocada na expectativa da normalização do comércio do açúcar entre os dois países. O presidente do Sindaçúcar defende que o produto atende ao critério de alimentos essenciais, apesar de os EUA produzirem o açúcar.

Além das agendas de negociações governamentais de política ambiental, a programação da COP30, em Belém do Pará, também destacou o papel do setor privado na resiliência climática. Entre as representantes do Nordeste presentes nos debates ocorridos durante os 10 dias de evento esteve o Grupo JCPM. Em dois painéis promovidos pela ONG britânica Responding to Climate Chance (RTCC), na Zona Azul, área restrita da ONU, a empresa líder do setor de Shopping Centers na região apresentou experiências de regeneração ambiental urbana, eficiência energética e cadeias produtivas sustentáveis.

 Em um painel sobre o papel das empresas na construção de cidades mais resilientes, na última terça-feira (18), a gerente de Sustentabilidade do Grupo JCPM, Thayara Paschoal, apresentou o Projeto Revitalização de Áreas Verdes (PRAV), desenvolvido no entorno do shopping RioMar Recife, na Bacia do Pina, na Zona Sul da capital pernambucana.

Jaboatão dos Guararapes - Trabalho em todo lugar 2026

Do jornal O Globo

Participantes da COP 30 tiveram que evacuar a Blue Zone (Zona Azul), onde ocorrem as negociações por causa de um incêndio. O foco do fogo é no pavilhão dos países, próximo do Pavilhão do Brasil.

A energia elétrica foi cortada em uma parte da estrutura da COP. Ainda não se sabe a razão do incêndio. É possível que tenha sido um curto-circuito num estande ou em algum gerador, segundo a Globonews.

Caruaru - Transparência 2026

Um incêndio foi registrado nesta quinta-feira (20) em um dos pavilhões da COP30. Pessoas que estavam no local estão sendo retiradas por ordem da segurança.

O incêndio ocorre na zona azul, na área chamada de Pavilhão dos Países. Não há informações de feridos. As informações são do g1.

Mais informações em instantes.

Ipojuca - Na palma da sua mão

Durante o Fórum de Sustentabilidade em Cooperativismo e Seguros, realizado ontem, na Casa do Seguro, dentro da COP30, o deputado federal Fernando Monteiro defendeu maior previsibilidade orçamentária e modernização institucional para fortalecer o seguro rural no Brasil. O evento, promovido pela CNseg e OCB, reuniu especialistas para discutir a integração entre cooperativas e o setor de seguros como estratégia para ampliar a resiliência do país diante dos desastres climáticos.

A fala de Fernando ganhou destaque ao reforçar que o Brasil precisa aprender a conviver com a seca, colocando o seguro rural como instrumento essencial para garantir segurança alimentar e dar estabilidade à produção agropecuária. “No Brasil, discutimos combater a seca quando, na verdade, precisamos aprender a conviver com ela. O seguro rural faz parte dessa convivência e é essencial para garantir a segurança alimentar”, pontuou.

O painel foi mediado por Clara Maffia, gerente de Relações Institucionais do Sistema OCB, e reuniu também Andres Elola (ICMIF Américas), Matheus Marino (Coopercitrus) e Leonardo Botelho (BNDES). Os debatedores defenderam o fortalecimento das redes de cooperação, a ampliação do acesso ao seguro rural e investimentos em tecnologias de monitoramento climático. Para eles, integrar cooperativismo, mercado segurador e instituições financeiras é decisivo para preparar o Brasil para os desafios presentes e futuros impostos pelas mudanças climáticas.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, cumpre agenda na COP30, em Belém (PA), amanhã (17). Ele participa de um painel sobre a “Proteção social flutuante e territorial das populações vulneráveis no contexto da crise climática”, quando apresentará ao público a política do PREVBarco no atendimento a comunidades ribeirinhas, indígenas e quilombolas. Também participam do Painel o secretário de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, Weibe Tapeba, e a Secretária-Executiva do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável (Conselhão), Raimunda Monteiro.

Criado com o objetivo de levar o atendimento de serviços previdenciários a populações de regiões mais remotas e isoladas da Região Norte do Brasil, o PREVBarco existe há 28 anos e já transformou a vida de mais de 2 milhões de pessoas, que antes precisavam enfrentar longas e custosas viagens para chegar a uma agência física. Em 2025, as cinco embarcações em funcionamento pelo INSS percorrerão mais de 100 municípios brasileiros.

Previdência Social e os impactos climáticos

Nos últimos 10 anos, 83% dos municípios brasileiros sofreram com desastres naturais. Só em 2023, a Previdência Social fez um repasse emergencial de R$ 1,21 bilhão aos municípios que enfrentaram desastres associados a eventos extremos, como as enchentes no Rio Grande do Sul em 2024 e os deslizamentos em Petrópolis (RJ) em 2023.

No último dia 7, o estado do Paraná, atingido pelo tornado que assolou o município de Rio Bonito do Iguaçu, o INSS agiu rapidamente e promoveu três ações para atender a população local: antecipou o pagamento para o próximo dia 24 para todos os beneficiários; disponibilizou como empréstimo renda extra no valor de um benefício – sem juros e com o prazo de até 90 dias para começar a pagar; e está priorizando a análise dos requerimentos de benefícios dos moradores do município atingido.

Palmares - 147 anos

Da Agência Brasil

Máscaras de Chico Mendes e do cacique Raoni. Alegoria de boitatá. Carros de som alternando entre discursos políticos, ritmos de carimbó e brega. A Marcha Mundial pelo Clima ocupou neste sábado (15) as ruas de Belém com uma amostra expressiva da diversidade cultural e social do povo amazônico.

Segundo os organizadores, pelo menos 70 mil pessoas estiveram presentes na manifestação, que saiu do Mercado de São Brás, no centro histórico, até a Aldeia Cabana. Um trajeto de aproximadamente 4,5 km feito sob um sol forte de 35°C. Nada mais representativo para um ato que teme a falta de decisões efetivas de combate à emergência climática na 30° Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30).

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Um protesto realizado no começo da noite de hoje, segundo dia da COP30, deixou um segurança ferido e bloqueou a saída de pessoas que estavam credenciadas para a blue zone. A área concentra os espaços de negociação da Conferência do Clima. O incidente ocorreu por volta 19h20, logo depois da entrevista coletiva que apresentou o balanço do dia.

Um grupo com dezenas de pessoas tentou invadir a blue zone. Os manifestantes passaram pelas portas do pavilhão e tentaram entrar no espaço onde estavam os participantes da conferência. Eles foram impedidos e acabaram entrando em confronto com os seguranças do evento. As informações são do portal G1.

Vídeos que mostram o protesto mostram que a tentativa de invasão começou com a aproximação de um grupo com trajes indígenas. Eles passaram pela entrada principal e pela área das máquinas de raio-x. Na sequência, outros manifestantes carregando bandeiras de coletivos estudantis e faixas de protesto contra a exploração de petróleo chegaram ao espaço da blue zone e também foram contidos pelos seguranças. Após correria e bloqueio interno, os manifestantes foram retirados do espaço e as pessoas com credenciais puderam deixar o pavilhão.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

Poder360

O barco Iana 3 em que o presidente Lula (PT) e sua equipe estão hospedados, desde a última segunda-feira, para participar da COP30 e de eventos prévios gastará, no mínimo, 4.000 litros de diesel para ir de Manaus (AM) até Belém (PA) e retornar. O trajeto de ida pelo rio Amazonas leva 5 dias. A volta, 7 dias por causa da contra-correnteza.

O motor, de fabricação brasileira, consome 50 litros de diesel por hora de navegação. O combustível é considerado um dos mais poluentes. A embarcação navega entre 20 e 30 km por hora. E o caminho entre as duas capitais pelo rio é de 1.650 km. Considerando os 5 dias de ida e os 7 de retorno, o consumo deve ser de cerca de 4.000 litros de diesel.

Do UOL

Em um evento pré-COP30, o presidente Lula (PT) disse que até o dia 17 deste mês será anunciada em Brasília a criação de uma universidade indígena.

A promessa foi feita em visita à Aldeia Vista Alegre de Capixauã, no Pará. O presidente está visitando comunidades indígenas na Amazônia nestes dias que antecedem a Cúpula dos Líderes e a COP30.