Resultado de 83,20% das seções totalizadas até o momento para o Governo de Pernambuco. Teresa Leitão tem 46,30%, Gilson Machado 31,37%, André de Paula 11,38%, Carlos Andrade Lima 5,22% e Guilherme Coelho 3,87%.
Resultado de 83,20% das seções totalizadas até o momento para o Governo de Pernambuco. Teresa Leitão tem 46,30%, Gilson Machado 31,37%, André de Paula 11,38%, Carlos Andrade Lima 5,22% e Guilherme Coelho 3,87%.
A investida do presidente Lula (PT) no segmento evangélico seria um erro estratégico. Essa é a avaliação da cientista política e presidente da Associação Brasileira de Pesquisadores Eleitorais (ABRAPEL), Mara Telles. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, ela analisa que o petista deveria investir nos segmentos que lhe garantiram a vitória em 2022, a exemplo de mulheres e pessoas que ganham até dois salários mínimos, em vez de uma aproximação de última hora com o setor religioso.
“Já se consolidou que a maior parte do eleitorado evangélico tem ideologia mais próxima da direita. Isso cria uma dificuldade não apenas para Lula, mas para todos que sejam laicos. Hoje o eleitorado evangélico cresce, corresponde a quase 30% da população brasileira. E há uma visão de que a esquerda laica teve oito anos e nada fez por causa desse segmento. Por isso é pouco eficaz realizar encontros com um pastor progressista, isso impacta pouco na conquista de eleitores, que já são identificados com a direita”, analisou Mara.
“O presidente Lula cometeu um erro estratégico quando realiza essas aparições. Apostar nesse setor na última hora é um equívoco. Além de ineficiente, ele deveria investir mais em segmentos que contribuíram com sua vitória em 2022, entre os quais as mulheres e as pessoas que ganham de zero a dois salários mínimos”, completou a cientista política.
A nova pesquisa do Instituto Quaest sobre a disputa pelo Governo da Paraíba aponta crescimento de Lucas Ribeiro (Progressistas) na intenção de voto. O levantamento foi divulgado nesta terça-feira (22), durante o JPB2, das TVs Paraíba e Cabo Branco.
No cenário estimulado, em que os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Lucas aparece com 49% das intenções de voto. Na rodada anterior, realizada em agosto, o candidato registrava 38%.
Considerando a margem de erro de três pontos percentuais, o percentual de Lucas pode variar entre 46% e 52%. As informações são do Mais PB.
Leia maisNa segunda colocação aparece Efraim Filho (PL), que oscilou de 18% para 16% entre as duas rodadas da pesquisa. Considerando a margem de erro de três pontos percentuais, o percentual do candidato pode variar de 13% a 19%.
Cícero Lucena (MDB), por sua vez, passou de 19% para 15% das intenções de voto. Dentro da margem de erro, o candidato pode registrar entre 12% e 18%. Com os percentuais apresentados, Efraim e Cícero estão tecnicamente empatados.
Dados da pesquisa
A Quaest, contratada pelas TVs Cabo Branco e Paraíba, realizou 804 entrevistas com eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 18 e 21 de setembro. A margem de erro máxima para o total da amostra é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com os números PB-01325/2026 e BR-09990/2026.
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Faltando menos de duas semanas para o primeiro turno das eleições, as pesquisas de intenções de voto vêm projetando cenários apertados para a sucessão presidencial, que pode ser decidida por pequenos detalhes. Um dos principais fatores, segundo a cientista política e presidente da Associação Brasileira de Pesquisadores Eleitorais (ABRAPEL), Mara Telles, é a abstenção, que, este ano, terá um poder ainda maior para definir o resultado eleitoral.
“Nas pesquisas, quando perguntamos os fatores que influenciam na abstenção, está principalmente a distância da urna até a casa do eleitor. Quanto mais distante, menor é a disposição desse eleitor de votar. Isso ocorre especialmente entre a população que ganha de zero a dois salários mínimos, e que visivelmente integra o eleitorado lulista”, observou Mara Telles, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.
“As pesquisas não conseguem capturar a abstenção. Um momento de apatia pode gerar um menor comparecimento às urnas. E isso ocorre mais no eleitorado lulista e do Nordeste, que mora mais distante do local de votação, portanto se abstém mais”, completou.
“Temos também a questão da corrupção, que é muito complexa, principalmente quando se discute a questão do Supremo Tribunal Federal (STF). Se o eleitor passa a perceber que todos são corruptos, isso desmobiliza a campanha. Além disso, outros elementos podem entrar, como compra de votos. Afinal, o dinheiro também mobiliza o comparecimento, com aqueles que buscam e levam o eleitor para votar. Não para presidente, mas em eleições proporcionais”, concluiu Mara.
A cientista política e presidente da Associação Brasileira de Pesquisadores Eleitorais (ABRAPEL), Mara Telles, avalia que as pesquisas de intenções de voto podem mudar os rumos das eleições presidenciais. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, ela ressaltou que os institutos “não têm que acertar”, mas que possuem o poder de influenciar as escolhas na reta final.
“Sim, as pesquisas mudam os rumos das eleições na reta final. Pode ser que influenciem um plebiscito, pelo voto útil. Claro que o eleitor pode ser racional, sobretudo agora que temos essa polarização, mas as pesquisas criam cenários e têm capacidade de impactar nas escolhas”, afirmou Mara. “Estamos numa guerra de narrativas, sobretudo nos tempos da inteligência artificial. Por isso o eleitor tem que prestar atenção”, observou.
“As pesquisas dão uma fotografia do momento atual. Mas o eleitor pode mudar de opinião. Temos inúmeros elementos que podem mudar a opinião do eleitor que não está cristalizado, que não tem uma posição de afeto com o candidato”, completou a presidente da ABRAPEL.
Segundo Mara, até o momento o quadro presidencial demonstra estabilidade nas últimas semanas, com poucas variações e dentro da média. “É um cenário de empate técnico. O quadro não mudou. No geral, o presidente Lula (PT) está muito forte no Nordeste, com uma redução na votação que teve em 2022. Ele voltou a crescer um pouco entre as mulheres, e em 2022 ele ganhou entre mulheres e pessoas de zero a dois salários mínimos. Já Flávio Bolsonaro (PL) tinha crescido entre mulheres, mas parece que estagnou. Ou seja, o quadro está congelado”, avalia a cientista política.
Sobre a queda do escritor e candidato Augusto Cury (Avante), Mara definiu como um “voo de galinha”. “Ele chegou a 11% nas pesquisas, teve um voo de galinha, o que não é incomum. Tem a ver com o fato de ele ser novidade, ele cresceu nesse espaço porque apresentou algo interessante, se mostrou como alguém com um discurso que não era de guerra, mas de cura. A fórmula foi repetir outros ‘outsiders’, como João Dória em São Paulo e Alexandre Kalil em Belo Horizonte. Só que o Cury foi além, tentou ser um ‘outsider’ dentro do afeto. Ele caiu porque é fácil crescer num primeiro momento, mas é difícil transformar visibilidade em intenção de voto. Foi o que ele não deu conta”, descreveu Mara.
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Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com a presidente da Associação Brasileira de Pesquisadores Eleitorais (ABRAPEL), Mara Telles, clique no link abaixo e confira. Está imperdível!
A confirmação da vinda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Recife, nesta sexta-feira (25), animou a militância do PSB, partido do candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos. Para incentivar a participação dos jovens na caminhada com Lula, a Juventude do PSB publicou nas redes sociais um vídeo de convocação para o ato, marcado para as 10h. O local ainda não foi divulgado.
O candidato a governador João Campos (PSB) reúne-se, no fim da tarde desta terça-feira (22), com lideranças femininas para detalhar propostas para o segmento. O objetivo é consolidar o nome dele como o que mais apresenta compromissos concretos para ampliar direitos, oportunidades e políticas públicas voltadas às mulheres em Pernambuco. O encontro vai ocorrer no comitê central da Frente Popular, no bairro de Casa Forte, na Zona Norte do Recife.
Ao longo da campanha, João Campos já apresentou propostas como o Pacto de Proteção à Vida das Mulheres, a ampliação da rede de acolhimento e a duplicação do número de delegacias da Mulher, garantindo funcionamento ininterrupto. O candidato também prometeu rigor com agressores, assegurando mais monitoramento eletrônico, e iniciativas voltadas à promoção de emprego, renda e autonomia financeira para mulheres e suas famílias.
O encontro de João Campos com lideranças femininas ocorre em paralelo a um momento de baixa na campanha de Raquel Lyra (PSD), que vem sofrendo um “cancelamento” em nível nacional depois de ter vindo à tona um vídeo em que a governadora sugere a realização de um procedimento de laqueadura sem o consentimento de uma paciente. Diversas jornalistas, influenciadoras e ativistas dos direitos das mulheres em todo o país vêm fazendo duras críticas à candidata, que corre o risco de perder terreno em meio ao eleitorado feminino.
A convidada do podcast ‘Direto de Brasília’ de hoje é a presidente da Associação Brasileira de Pesquisadores Eleitorais (ABRAPEL), Mara Telles. Cientista política e professora da UFMG, Mara vai falar sobre a influência das pesquisas eleitorais, a reta final da campanha, do quadro nacional e a repercussão da crise no judiciário nas campanhas presidenciais.
Helcimara de Souza Telles, conhecida como Mara Telles, é cientista política, professora universitária e pesquisadora na área de comportamento eleitoral. Graduada em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), é também doutora em Ciência Política pela Universidade de São Paulo (USP) e realizou pós-doutorado na Universidad Complutense de Madrid, na Espanha.
Ao longo da carreira acadêmica, dedicou-se a estudos sobre opinião pública, eleições, comunicação e comportamento político. Com trajetória destacada na academia e em pesquisas eleitorais, Mara ganhou projeção nacional ao participar do Big Brother Brasil 18, em 2018. A cientista política foi a primeira eliminada da edição, após disputar o primeiro ‘paredão’ do programa.
A passagem pelo reality ampliou sua exposição pública, sem afastá-la da carreira acadêmica, à qual retornou posteriormente como professora da UFMG. Atualmente, preside a Associação Brasileira de Pesquisadores Eleitorais (ABRAPEL), entidade que reúne pesquisadores e especialistas dedicados ao estudo das eleições e da opinião pública no país.
Em parceria com a Folha de Pernambuco, o podcast ‘Direto de Brasília’ vai ao ar amanhã, das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, e mais 165 emissoras de rádio no Nordeste.
Retransmitem a Rede Nordeste de Rádio, a Rede Mais Rádios, da Paraíba; a Rede ANC, no Ceará; a revista Mais Nordeste, em Fortaleza; e a TV LW, em Arcoverde.
Entram como parceiros na mídia institucional a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
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A candidata a deputada federal Juliana de Chaparral (União Brasil) anunciou a proposta de criar a Caravana da Inclusão, iniciativa que pretende implantar caso seja eleita para a Câmara dos Deputados. O projeto tem como objetivo ampliar o acesso de crianças e jovens atípicos a atendimento especializado em Pernambuco.
De acordo com Juliana, a caravana percorreria municípios do estado com equipes de terapeutas e outros especialistas, atendendo famílias que enfrentam dificuldades para acessar esses serviços. “Como deputada federal, vamos implantar a Caravana da Inclusão, que irá percorrer Pernambuco todo, levando terapeutas, especialistas para garantir que, na sua rua, no seu bairro o seu filho ou sua filha tenha o atendimento como merece”, afirmou.
A candidata também declarou que pretende incluir as demandas de mães de crianças e jovens atípicos entre as pautas de sua atuação parlamentar. Juliana relacionou a proposta a ações que, segundo ela, desenvolveu durante sua gestão à frente da Prefeitura de Casinhas. “Como prefeita, fiz isso no município e agora, se Deus quiser, serei deputada federal para ajudar todas as crianças e jovens atípicos do nosso Estado”, declarou.
Por Muciolo Ferreira*
Quando os ponteiros dos relógios indicarem 21h05m (horário de Brasília), começa hoje, oficialmente, a primavera no nosso país – a conhecida “Estação das Flores”.
Todavia, esse exato horário do equinócio de primavera no hemisfério sul não garante que tudo sejam flores para os brasileiros.
Até porque o país tem sofrido, tem sido castigado com eventos severos e tragédias ao longo dos anos.
Leia maisTudo devido à destruição do meio ambiente, consequência da ganância dos homens.
São temporais nas regiões Sudeste e Sul, secas prolongadas no Nordeste e queimadas no Norte e na região do Pantanal.
Saudades dos tempos em que a primavera era apenas mais uma das estações do ano. Muito ansiosamente aguardada em algumas capitais, especialmente no Rio de Janeiro, que a tratava e recebia como uma realeza, estendendo tapete vermelho no Estádio do Maracanã.
Isso mesmo: eram os tempos dos Jogos da Primavera, evento que movimentava a juventude carioca, cujos alunos dos colégios e dos clubes aumentavam a temperatura da Cidade Maravilhosa disputando diversas modalidades esportivas, mas com o olhar atento, curioso para saber quem seria eleita a Rainha da Primavera.
Denise Rocha de Almeida, que ilustra esse comentário, permanece até hoje a eterna rainha dos jogos. E, se a Primavera fosse uma mulher, seu nome seria Denise.
“Estrela, eu lhe diria, desce à Terra, o amor existe e a poesia só espera ver nascer a primavera para não morrer” (Vinícius de Moraes/Carlos Lyra).
Existe uma pergunta que não quer calar: Por onde anda? Que fim levou Denise Rocha de Almeida? Dizem que ela vive reclusa morando numa pacata cidade no interior do Rio de Janeiro. Outros comentam ser uma estrela no céu.
Quem sabe se alguém ao ler essa crônica tenha a resposta definitiva nesse início da primavera.
*Jornalista
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A pesquisa AtlasIntel divulgada há pouco reforça um movimento que vem aparecendo nos levantamentos mais recentes em Pernambuco: o candidato do PSB, João Campos, avança e encurta a distância para a governadora Raquel Lyra (PSD), consolidando uma disputa cada vez mais equilibrada.
No levantamento, João aparece com 47,4%, enquanto Raquel registra 48,6%, configurando empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. O dado mais importante é a trajetória. Nos levantamentos realizados nas últimas semanas, João vem reduzindo a diferença e se aproximando da governadora. A sequência das pesquisas mostra uma eleição cada vez mais competitiva, com João ganhando espaço e a vantagem de Raquel sendo progressivamente reduzida.
E há um detalhe importante nesse resultado: o trabalho de campo da pesquisa AtlasIntel foi encerrado no dia 20 de setembro, antes de o escândalo da laqueadura ganhar dimensão nacional e repercutir fortemente em Pernambuco. O episódio ficou popularmente marcado pela expressão usada por Raquel Lyra: “Mas faz sem ela saber, vai.”
Ou seja, a pesquisa não captou a repercussão do episódio da laqueadura, que veio depois do encerramento do levantamento.
Pesquisa AtlasIntel divulgada nesta terça-feira (22/9) mostra que a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), lidera com 48,6% dos votos no 1° turno na disputa pela reeleição. O ex-prefeito de Recife (PE) João Campos (PSB) aparece logo atrás, com 47,4%.
Lyra está numericamente na frente, mas os dois candidatos estão empatados dentro da margem de erro da pesquisa, que é de 2 pontos percentuais. As informações são do Metrópoles.
Leia maisOs entrevistados responderam à pergunta: “Em quem você votará nas próximas eleições para Governador de Pernambuco?”. Veja os resultados:
O levantamento foi encomendado pela AtlasIntel e ouviu 1.836 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 15 e 20 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o código PE-02023/2026 e BR-09256/2026.
No levantamento divulgado em 17 de setembro, Raquel Lyra pontuou 48,7% das intenções de voto e João Campos, 45,6%. O que também configura empate técnico.
Em um eventual 2º turno, os dois também estão empatados tecnicamente: Raquel leva 49,2% dos votos ante a 48,5% do ex-prefeito do Recife. Os brancos/nulos são 1,3% e 0,9 não souberam responder.
No levantamento divulgado em 17 de setembro, Raquel pontuava 51,1% das intenções de voto no 2º turno contra João Campos, que pontuou 47,3%.
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