O prefeito de Petrolina, Simão Durando, declarou apoio à candidatura de Mendonça Filho ao Senado durante ato realizado ao lado de Miguel Coelho. Segundo o gestor, a decisão mantém a unidade do grupo político e direciona para Mendonça o apoio que antes estava concentrado na possível candidatura de Miguel. “Mendonça, inclusive, apoiava o projeto de Miguel ao Senado e agora está recebendo o nosso apoio”, afirmou.
Simão também destacou a trajetória política do ex-ministro e defendeu que o Sertão tenha representação no Senado. “Nossa região precisa continuar tendo protagonismo e um senador preparado para defender as pautas do interior, buscar investimentos e trabalhar pelo desenvolvimento de Pernambuco”, disse. Ao final, afirmou: “O nome dele é Mendonça Filho. O Sertão estará com ele”.
O Mobiliza passou a integrar a Frente Popular, que apoia a candidatura de João Campos ao Governo de Pernambuco. A adesão foi discutida nesta terça-feira (4), durante reunião de João com o presidente estadual do partido, Belarmino Silva, e o secretário de Articulação Política, Paulinho Patriota, e será oficializada na convenção da legenda.
“A chegada do Mobiliza fortalece ainda mais esse projeto coletivo que estamos construindo para Pernambuco”, afirmou João Campos. Com a entrada do partido, o grupo liderado pelo candidato passa a reunir 13 legendas, entre elas PSB, Republicanos, PDT, MDB e as federações PT/PCdoB/PV, PRD/Solidariedade e PSDB/Cidadania.
O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) decidiu nesta terça-feira (4) afastar a juíza Gabriela Hardt de suas funções. A magistrada atuou como substituta de Sergio Moro na 13ª Vara Federal de Curitiba durante a Operação Lava Jato.
Por maioria, os conselheiros fixaram a duração da punição em dois anos, conforme o voto do relator. Parte do colegiado defendia que a magistrada permanecesse afastada por um ano. Durante a disponibilidade, a juíza continuará recebendo remuneração proporcional ao tempo de serviço. As informações são da CNN.
A punição foi aplicada no julgamento do processo administrativo disciplinar (PAD) que apurou a participação da magistrada na tentativa de criação de uma fundação privada com cerca de R$ 2,5 bilhões recuperados pela Lava Jato.
Segundo as investigações, a 13ª Vara Federal de Curitiba classificou a Petrobras como “vítima” dos crimes investigados para justificar o repasse de recursos de acordos de leniência e de colaboração premiada à fundação, que seria administrada por integrantes da própria força-tarefa da Lava Jato.
Hardt foi investigada principalmente por ter homologado o chamado “acordo de assunção de compromissos”, que permitiria a criação dessa fundação.
Os relatórios apontam que a juíza discutiu previamente os termos do acordo com procuradores da Lava Jato, entre eles Deltan Dallagnol, por meio de mensagens de WhatsApp, antes mesmo de o pedido ser apresentado oficialmente à Justiça.
Também foi questionada a rapidez com que o acordo foi homologado, além de não ter havido a participação da União, apontada como a verdadeira titular dos recursos.
Ao votar pela condenação, o conselheiro relator Rodrigo Badaró afirmou que a homologação do acordo deveria ter sido precedida de “diligências institucionais mínimas”.
Ele disse concordar com os argumentos da defesa de que não há provas de que Hardt tenha buscado enriquecimento próprio, mas afirmou que isso não afasta sua responsabilidade funcional.
Segundo o relator, a magistrada recebeu informações antecipadas de uma das partes, teve acesso à minuta do acordo por um canal informal e baseou sua decisão na justificativa de urgência apresentada pelos interessados, sem ouvir os demais envolvidos nem consultar os órgãos competentes. Com isso, o conselheiro considerou o PAD procedente e concluiu que Gabriela Hardt cometeu “grave violação dos deveres do cargo”.
Nas últimas semanas, o Governo Lula (PT) anunciou que usaria a Lei da Reciprocidade como instrumento de pressão contra os Estados Unidos, em função do tarifaço imposto pelo presidente Donald Trump. No entanto, na avaliação do ex-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, a estratégia não é a mais correta, porque “não trará nenhum benefício” ao país.
“Não sou a favor de adotar a Lei da Reciprocidade, porque não vai nos levar a absolutamente nada. Não vai trazer nenhum benefício para a economia brasileira. E isso não é adotar uma postura passiva, é ser realista. Temos que adotar uma postura de negociar. Os motivos alegados pelo governo americano para esse tarifaço são frágeis, não são consistentes, podem ser rebatidos, demonstrados, discutidos. Quando você entra numa negociação, você está disposto a levar suas ideias, mas também a aceitar algumas colocações. Então essa negociação é importante”, afirmou Robson, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.
“Quais são os problemas que os americanos alegam? São os problemas do PIX, essas coisas. Então nós temos que chegar lá e mostrar para eles a realidade econômica brasileira. Agora, tem que negociar, e negociar quer dizer dar alguma coisa e receber outra coisa. Me parece que o governo do presidente Trump quer negociar. Isso depende de nós também termos essa intenção e partirmos para essa discussão”, completou.
A Lei da Reciprocidade foi aprovada pelo Congresso Nacional em abril de 2025 e regulamentada por decreto. Ela permite ao Brasil adotar contramedidas comerciais e diplomáticas a países ou blocos econômicos que imponham barreiras, restrições ou tarifas alfandegárias unilaterais e injustificáveis aos produtos nacionais. O uso da medida foi anunciado pelo Governo Lula como resposta ao novo tarifaço de 12,5% aos produtos brasileiros, comunicado por Trump no mês passado. Todavia, o Brasil também informou que não deixaria a mesa de negociações com o governo americano.
O presidente estadual do União Brasil, Miguel Coelho, anunciou, nesta terça-feira (4), apoio à candidatura de Mendonça Filho ao Senado. A adesão inclui o grupo político liderado por Miguel, formado por mais de 20 prefeitos de diferentes regiões de Pernambuco. “Onde estivermos, no Sertão, Agreste, Mata ou RMR, levaremos o nome de Mendonça”, afirmou durante reunião realizada no escritório da família Coelho, em Boa Viagem, no Recife.
O encontro contou com a participação dos deputados Fernando Filho e Antônio Coelho, além de prefeitos, candidatos e outras lideranças. Mendonça agradeceu o apoio e afirmou que a adesão amplia sua articulação política no Estado. “A cada dia que passa vocês verão o fortalecimento da nossa caminhada”, declarou.
Em entrevista ao jornalista Ruan Braga, o prefeito de Araripina, Evilásio Mateus, afirmou que a governadora Raquel Lyra traiu a confiança de Miguel Coelho ao não confirmar a indicação dele para uma das vagas ao Senado. Segundo Evilásio, Miguel havia retomado a aproximação com a governadora e condicionado o apoio à participação na chapa; após a definição contrária, o prefeito decidiu acompanhar o aliado e apoiar João Campos ao Governo de Pernambuco. Confira!
O presidente do União Brasil em Pernambuco, Miguel Coelho, foi questionado, durante coletiva de imprensa para anunciar apoio a Mendonça Filho (PL) para o Senado, se o presidente nacional da federação, Antônio de Rueda (UB), estará presente na convenção de amanhã (5) e afirmou que ele “tem mais o que fazer”. As informações são do Blog Cenário.
Existe uma expectativa de que o vice-presidente Ciro Nogueira (PP) apareça para participar do evento que vai homologar a candidatura de Eduardo da Fonte (PP) ao Senado. Dudu é presidente estadual da federação e travou um cabo de guerra com Miguel, que tinha a preferência da governadora Raquel Lyra (PSD) para a segunda vaga.
Com a caneta na mão, Eduardo foi escolhido pela candidata à reeleição sob o risco de ela perder o tempo de guia eleitoral da federação. Em nota oficial, o partido de Miguel se posicionou, depois da decisão de Raquel, afirmando que não concorda em coligar na majoritária.
Sobre o assunto, o presidente do União Brasil confirmou que amanhã estará na convenção e sinalizou que abrirá divergência. Mesmo reafirmando o apoio à governadora, o impasse sobre não coligar afeta justamente o tempo dela de rádio e TV. Ao ser indagado se restou alguma mágoa com Raquel, Miguel negou.
O governo brasileiro teria demorado a agir e abrir negociações após o tarifaço imposto pelos Estados Unidos no início do ano. Essa é a avaliação do mineiro Robson Andrade, ex-presidente da poderosa Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, o empresário e uma das principais lideranças do segmento defendeu a negociação, pois os argumentos brasileiros são favoráveis a um entendimento com o presidente americano Donald Trump.
“Eu sou a favor da negociação. Acho que é o único caminho que temos para realmente resolver essa questão do tarifaço, que foi decidida de maneira unilateral e baseada em levantamentos ou em informações que não são corretas. E, como as informações deles não são corretas, o Brasil tem um grande espaço para abrir essa negociação. Agora, acho que estamos agindo tarde, já devíamos ter agido desde antes, quando havia uma ameaça concreta. Não era uma ameaça que a gente poderia relegar. O Brasil tinha que ter começado e aberto essas negociações antes. Acho que retardamos, e agora estamos correndo atrás do prejuízo”, afirmou Robson.
“Nós podíamos ter, de uma maneira bem prática e pragmática, sentado à mesa e levado nossas argumentações, e iríamos saber quais eram as questões levantadas pelo governo americano. Essas questões poderiam ter sido refutadas de maneira elegante e concreta, e a gente poderia hoje estar numa situação em que não teríamos esse tarifaço de 25% que foi imposto pelo governo americano”, completou.
Robson reforçou que o Brasil é democrático e soberano, mas precisa “fazer o dever de casa”. “A gente tem que ir lá, discutir, negociar. Não temos que ter receio dessa negociação. Temos que chegar, colocar na mesa o que podemos ceder e o que nós queremos em troca”, concluiu.
Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com o ex-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) Robson Andrade, clique no link abaixo e confira. Está imperdível!
O candidato ao Governo de Pernambuco pela frente PSOL/Rede e PCB, Ivan Moraes, aderiu, nesta terça-feira (4), à Agenda 227, documento elaborado por 520 organizações da sociedade civil com propostas de políticas públicas para crianças e adolescentes. A entrega foi feita pelos coordenadores da Rede Primeira Infância de Pernambuco, Rogério Morais e Flávia Veras, na sede do PSOL, no Recife. Segundo a organização, Ivan é o primeiro candidato ao governo estadual a assumir o compromisso com o documento.
“Considerem que essas propostas estarão integralmente no nosso plano de governo”, afirmou Ivan Moraes. Entre as medidas destinadas a Pernambuco estão a transformação do Plano Estadual da Primeira Infância em lei, a regulamentação da cooperação entre o Estado e os municípios e o aumento da destinação do Imposto de Renda aos fundos da criança e do adolescente.
O entrevistado do podcast ‘Direto de Brasília’ de hoje, meu projeto em parceria com a Folha de Pernambuco, é o ex-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) Robson Andrade. Hoje, atuando como empresário em Minas, Robson vai falar sobre o impacto da nova taxação americana aos produtos exportados para os EUA, a economia nacional, o Governo Lula, as altas taxas de juros e as eleições deste ano.
Eleito por unanimidade como presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em maio de 2010, foi empossado oficialmente em outubro deste mesmo ano, substituindo Armando Monteiro Neto. Robson é mineiro de São João Del Rei e engenheiro mecânico formado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Há 30 anos, preside a Orteng Equipamentos e Sistemas Ltda, empresa sediada em Contagem, cidade da Região Metropolitana de Belo Horizonte, que produz equipamentos para os segmentos de energia, petróleo, gás, mineração, siderurgia, saneamento, telecomunicações e transportes.
O Direto de Brasília vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, incluindo também cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste.
Retransmitem o programa a Gazeta News, do Grupo Collor, em Alagoas, a Rede Mais Rádios, com 25 emissoras, na Paraíba, e a Mais-TV, do mesmo grupo, sob o comando do jornalista Heron Cid. Ainda a Rede ANC, do Ceará, formada por mais de 50 emissoras naquele Estado, além da LW TV, de Arcoverde.
Os parceiros neste projeto são o Grupo Ferreira de Santa Cruz do Capibaribe, a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
O REDATA (Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter) foi instituído pelo governo, por intermédio da MP nº 1.318/2025. Concebido para transformar o Brasil em um hub global de tratamento de dados, ele previu conceder a suspensão de tributos federais (PIS/Cofins, IPI e Imposto de Importação), quando da aquisição de equipamentos e infraestrutura para data centers (vinculando o benefício a contrapartidas de sustentabilidade e investimentos).
A comissão mista do Congresso não votou o texto a tempo, e a MP perdeu a validade no final de fevereiro de 2026. Para evitar prejuízos e manter a política pública viva, o governo apresentou o PL 278/2026, com o mesmo teor da MP. A Câmara dos Deputados aprovou o PL em fevereiro. O projeto seguiu para análise no Senado Federal, onde o texto travou na fila de votações sem conclusão definitiva, e lá se encontra até hoje.
O resultado imediato desta confusão é uma incerteza regulatória e fiscal, com impacto no desenvolvimento do ecossistema digital do Brasil. Data centers são ativos globais e hyperscalers, como Microsoft, AWS, Google, Oracle e outros comparam custos operacionais entre diferentes países. Sem a desoneração de tributos federais na compra de servidores e infra, o custo de implantação de data centers no Brasil pode ser até 30% mais alto do que em concorrentes regionais, como México, Chile e Colômbia.
No plano do pragmatismo político de Brasília, o represamento de projetos serve como alavanca de negociação, passando a compor uma pauta nefasta de barganha. No caso específico do REDATA, a paralização agride a inovação. Isto fere a economia digital do país, e corrói um ativo importante, frente a seu potencial para prover aumento de eficiência de processos e catalização de investimentos externos.
Indignado com o sufocamento do REDATA e com o travamento da entrada de recursos internacionais eu compartilho, com os líderes da Nação, um elenco de recomendações para adicionar ao projeto atual. Espero, ao apontar caminhos, demonstrar de forma polida e inequívoca, a minha perplexidade diante do nosso descaso temporal com o porvir:
a) Aprimorar a versão atual do REDATA, para criar um corredor tributário livre para os projetos aprovados (garantindo que a supressão prevista de alíquotas possa prevalecer sobre quaisquer aumentos futuros de tarifas de importação).
b) Criar a obrigação para que, no mínimo, a metade da alíquota prevista no REDATA a reinvestir em P&D, seja direcionada a startups locais por meio de fundos de investimento (de forma a que os grandes construtores de data centers e as Big Techs participem do financiamento da inovação brasileira).
c) Garantir, no mínimo por 30 anos, a manutenção das regras do REDATA frente a projetos iniciados, assegurando que novas regulações de IA (como o PL 2338) não retroagirão sobre investimentos já aprovados.
d) Prover desonerações não apenas para o hardware, mas para o licenciamento de software de base, serviços de computação em nuvem e demais soluções voltadas ao treinamento de modelos de IA.
Vamos em frente, pois a despeito de todos as nossas mazelas, não podemos esquecer do compromisso para com as gerações futuras. Ainda dá tempo de posicionar o Brasil na cadeia global de valor da IA e suas adjacências.
*CEO da Quantum Tecnologia, diretor na FUNCEX (Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior) e especialista em inovação e governança de TI
A atriz e cantora Mayana Neiva lança, nesta quarta-feira (5), o videoclipe de “Onde Está Você”, gravado integralmente no Centro Histórico de João Pessoa. A estreia ocorre no dia do aniversário da capital paraibana e reúne cenas no Hotel Globo e em outros pontos da região, sob direção de Alex Chocolate.
A música, composta por Zezum José Abdon Silva, combina elementos do forró tradicional com uma sonoridade contemporânea. O arranjo conta com Cosme Vieira no acordeão, Guegué Medeiros na bateria e percussão e Yuri Queiroga na produção musical, além de piano, guitarra e baixo.
“Sempre acreditei que o forró é uma forma de guardar a nossa memória. ‘Onde Está Você’ nasce desse amor pelo forró de raiz, mas também do desejo de mostrar que a tradição continua viva, pulsante e contemporânea”, afirmou Mayana. “Escolhi lançar esse clipe no aniversário de João Pessoa porque essa cidade faz parte de quem eu sou. Filmar no Centro Histórico foi uma maneira de transformar suas ruas, sua arquitetura e sua poesia em personagem da música”, acrescentou.