O plenário da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) vota, na tarde de hoje, dois projetos enviados pelo Executivo para atender vítimas das chuvas no estado. Os deputados firmaram compromisso para acelerar a análise e votação das matérias tão logo o Governo encaminhou as propostas para presidência da Casa, na semana passada.
O primeiro projeto trata da implantação do Auxílio Pernambuco, destinando R$ 2.500 às famílias de baixa renda residentes nos municípios em situação de emergência, com valor total de R$ 8,7 milhões. A segunda matéria cria o Fundo de Proteção, Defesa Civil e Recuperação Ambiental de Pernambuco que contará com recursos permanentes a serem aplicados em ações de prevenção e redução dos impactos de eventos climáticos.
O presidente da Alepe, deputado Álvaro Porto, falou sobre a importância dos projetos serem analisados o mais rápido possível para atender as vítimas das chuvas. “A Assembleia Legislativa tem o dever de agir com rapidez diante da tragédia que atingiu tantas famílias pernambucanas. Nosso compromisso é com a vida, a dignidade e a reconstrução das comunidades afetadas”, afirmou
Já o presidente da Comissão de Constituição e Justiça, deputado Alberto Feitosa, destacou a relevância do projeto que cria o Fundo de Proteção, Defesa Civil e Recuperação Ambiental de Pernambuco por se tratar, segundo ele, de uma “solução contínua” no enfrentamento dos impactos causados por eventos ambientais. “Vamos analisar tudo de maneira ágil porque as pessoas atingidas pelas chuvas precisam de auxílio financeiro e ações permanentes para a questão climática”, disse Feitosa.
União de forças – Além de agilizar a votação dos projetos de Lei, a Assembleia Legislativa lançou uma edição solidária do ‘Alepe Cuida’, programa itinerante que oferece serviços gratuitos de saúde e cidadania à população. A primeira cidade beneficiada foi Goiana, na Zona da Mata. A ação, realizada em parceria com instituições públicas e privadas, começou nesta segunda-feira (11/05) e se estende até esta terça-feira (12/05). O público prioritário será a população desabrigada, vítimas das inundações. Os serviços são gratuitos e não dependem de agendamento.
Com o compromisso de acelerar a aprovação dos projetos de lei que beneficiarão as vítimas das chuvas no Estado, o presidente da Comissão de Constituição, Legislação e Justiça da Alepe, deputado Alberto Feitosa (PL), anunciou a análise e votação das matérias na próxima terça-feira (12/05), com imediata votação das mesmas no plenário da Casa. As matérias serão pautadas na reunião do colegiado, pelo qual inicia a tramitação de projetos no Legislativo Estadual.
MONTANHAS DA JAQUEIRA – Saibam todos que lerem estes papiros ou deles forem informados que o Reino de Pindorama tem caleidoscópios nos olhos e no coração. Eu vos direi: o coração desta Terra de Vera Cruz, a terra da verdadeira Cruz, tem catedrais imensas, nas orações do poeta dos Anjos e pecadores, Augusto. E também tem capelas humildes, feito a Capela dos Aflitos e a Capela da Jaqueira.
Os brasileiros debulham suas aflições na Capela azul dos Aflitos e na capela da Jaqueira. As aflições da vida são debulhadas a cada dia feito grãos de milho e grãos de feijão. “Miserere nobis”, Senhor, tende misericórdia de nós! Repreendei o coração dos homens perversos que censuram, roubam e infelicitam nosso Brazil! Meu coração é vermelho, dirão os lobisomens do cordão encarnado. Paciência.
As pessoas contemplam a vida com os olhos do coração, como diria o poeta Alvacir Fox, guru da Freguesia de Apipucos, Jaqueira et Orbi.
Haverá um momento de inflexão ideológica na América Latina este ano. Cá entre nós, se a seita vermelha for vitoriosa, irá consolidar a hegemonia das esquerdas no País. Caso contrário, o bloco conservador será fortalecido com o poder na Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai e Peru. O Brazil é fator dominante na hegemonia política do Continente.
A longa manus do cowboy Donald Tramp está de olho nas sístoles e diástoles do coração auriverde. Esquerda, volver! Direita, volver! Tum-tum-tum! O guru vermelho desafiou o tremendão e falou: Não vem que não tem. Em 2022 a longa manus globalista de Joe Biden deu uma colher de sopa para a vitória das esquerdas. Os vermelhos adoraram.
A nova versão da Doutrina Monroe – América para os americanos – no império de Donald Tramp, a “Doutrina Donroe está no ar. O cowboy aciona o “Big Stick”, o grande porrete. A intervenção mais explícita aconteceu na Venezuela. O regime escravagista-comunista de Cuba sobrevive em clima de velório.
Organização de conquista ideológica das esquerdas, o Foro de São Paulo foi criado em 1990 pelo energúmeno Fidel Castro, com licença da palavra, e o guru da seita encarnada, entre outros feiticeiros. O momento histórico aconteceu pós queda do maldito muro de Berlim. A ideia era compensar na América Latina e Caribe as perdas do comunismo no Leste Europeu. Haverá uma peleja entre os imperialistas do Big Stick de Tramp e os zumbis da caterva vermelha.
Feito o morcego da covid, Fidel voava nos ares e inoculava, via lavagem cerebral, o vírus do comunismo na cabeça dos intelectuais que veneravam o regime de Cuba. A doença venérea do comunismo causou mais aleijões cerebrais que as viradas de trem, de ônibus e caminhões nas décadas de 1960, 1970 e 1980 na América Latina. O comunismo é uma virada de trem.
O ímpio Donald Tramp é fazedor de mil pecados neste vale de lágrimas e de silício, mas também possui uma virtude proverbial: é anticomunista de nascença. Por isso será perdoado de todos os pecados no Dia do Juízo.
Aquarta edição da Revista Folha Energia, sob o tema “Matriz de Oportunidades”, iniciou, há pouco, no Mar Hotel Conventions, em Boa Viagem, Zona Sul do Recife. O encontro é uma realização da Folha de Pernambuco e do Grupo EQM, com patrocínio de Banco do Nordeste, Copersucar, Copergás, Fertine, Maersk e Suape Energia.
Estão presentes no evento a governadora Raquel Lyra (PSD), a vice-governadora Priscila Krause (PSD), o prefeito do Recife, Victor Marques (PCdoB), a ministra de Ciência e Tecnologia, Luciana Santos (PCdoB), o ministro da Agricultura, André de Paula (PSD), o presidente do Sindaçúcar-PE, Renato Cunha, além do senador Fernando Dueire (PSD).
O debate sobre os caminhos da transição energética ganha espaço, hoje, no Recife, com a quarta edição da Revista Folha Energia. Sob o tema “Matriz de Oportunidades”, o evento reúne autoridades e representantes de diferentes segmentos da economia para discutir como o etanol, o biometano e outras fontes renováveis podem ampliar sua participação na matriz energética e abrir novas oportunidades para a indústria brasileira.
Realizado no Mar Hotel Conventions, em Boa Viagem, Zona Sul do Recife, a partir das 8h30, o encontro é uma realização da Folha de Pernambuco e do Grupo EQM, com patrocínio de Banco do Nordeste, Copersucar, Copergás, Fertine, Maersk e Suape Energia.
O evento tem apoio da Prefeitura do Recife e da NovaBio e apoio técnico do Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool no Estado de Pernambuco (Sindaçúcar-PE).
A programação é dividida em três painéis, que conectam os biocombustíveis a áreas como navegação, geração de energia e infraestrutura portuária. Para a vice-presidente da Folha de Pernambuco, Mariana Costa, reunir diferentes setores é fundamental para discutir os desafios e as oportunidades da transição energética.
“O Nordeste tem um enorme potencial quando a gente fala em transição energética e na produção de fontes renováveis. Por isso, é importante reunir diferentes setores para entender os desafios que precisam ser enfrentados e quais oportunidades de negócios e de soluções podem surgir a partir dos investimentos nesse segmento”, afirma.
Painéis
O primeiro painel, “Transição energética da navegação: desafios e oportunidades para o etanol brasileiro”, coloca em discussão o potencial dos biocombustíveis na descarbonização do transporte marítimo. O assunto será apresentado pelo vice-presidente da América Latina de Políticas Públicas e Regulatórias da Maersk, Danilo Veras.
A mesa será mediada pelo presidente e CEO da Datagro Consultoria, Plínio Nastari, e terá a participação do presidente da Unica, Evandro Herrera Bertone Gussi; do presidente da Bioenergia Brasil e da Siamig-MG, Mário Campos Filho; do presidente do Sindaçúcar-AL e vice-presidente da Coagro CNI, Pedro Robério de Melo Nogueira; e do presidente do Sindaçúcar-PE, vice-presidente da Fiepe e da Bioenergia Brasil, Renato Cunha.
Para Cunha, Pernambuco pode ocupar posição estratégica na expansão das novas aplicações do etanol, especialmente pela estrutura portuária e localização do estado. “Pernambuco tem um papel por tradição, pela centralidade geográfica e pela importância socioeconômica que sempre teve na região. Suape tem uma relevância muito grande e está procurando criar as condições para ser um grande abastecedor das rotas marítimas”, ressalta.
Segundo o presidente do Sindaçúcar-PE, o uso do etanol no chamado biobunker, combustível marítimo que incorpora fontes renováveis, pode conectar a produção sucroenergética a novas cadeias de negócios.
O segundo painel, “Versatilidade do etanol e biometano”, com o diretor de Relações Institucionais da Copersucar, Henrique Araújo, amplia a discussão para diferentes aplicações dos combustíveis renováveis.
A mesa será mediada pelo presidente do Sifaeg-GO, André Rocha, e terá a participação do chefe do Estado-Maior da Armada da Marinha do Brasil, Almirante de Esquadra José Augusto Vieira da Cunha de Menezes; do presidente do Grupo EQM, Eduardo de Queiroz Monteiro; do diretor do Departamento de Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia, Marlon Arraes; e do gerente-geral de Vendas da Wartsila, Mario Barbosa.
O terceiro painel é dedicado ao “Mercado de motores estacionários com uso de etanol”, discutindo a aplicação do combustível na geração de energia, ficará sob o comando do diretor da Energética Suape II S.A., José Faustino da Costa Cândido.
A mediação será do vice-presidente do Conselho Superior do Agronegócio do COSAG/FIESP, Jacyr Costa Filho, com participação do presidente do Complexo Portuário de Suape, Armando Monteiro Bisneto; do presidente da UDOP, Hugo Cagno Filho; do diretor de Economia e Inteligência Setorial da Unica, Luciano Rodrigues; e do presidente do Porto do Recife, Wagner Maciel.
Agenda sobre sustentabilidade
Para Mariana Costa, a proposta da Folha Energia é fazer com que o debate ultrapasse o momento do evento e contribua para a construção de uma agenda permanente sobre inovação e sustentabilidade.
Segundo ela, a discussão sobre energia precisa ser traduzida para a sociedade e resultar em avanços concretos.
“Quando a gente fala em energia, o resultado final que queremos é um futuro mais sustentável. E o nosso papel, por meio do jornalismo e desses encontros, é ajudar a traduzir essas discussões e fazer com que elas possam gerar resultados efetivos”, completa.
Lula ouviu a diretório cearense do PT e pediu que Mauro Benevides Filho (União-CE) deixe o posto de vice-líder do governo na Câmara. O deputado declara abertamente apoio ao petista e até pede votos, mas coordena o programa de governo de Ciro Gomes (PSDB), que tenta se eleger governador do Ceará.
Esta coluna apurou que o senador Camilo Santana e o ministro José Guimarães (Relações Institucionais) atuaram incansavelmente para destituir Benevides do posto de vice-líder.
Meu filho Magno Martins Filho, de 18 anos, estudante do terceiro ano do ensino médio do colégio Saber Viver, ganhou Medalha Ouro na Olimpíada Nacional de Matemática. Feliz e honrado, acompanhei a entrega, há pouco, no auditório da sua escola, ao lado do irmão dele e meu filho caçula João Pedro, de 13 anos.
Lula e Flávio Bolsonaro devem ter respirado aliviados ao fim do debate da Band, realizado em pool com outros veículos. O nível da discussão foi tão pobre que o eleitor de ambos teve razões de sobra para trocar uma decepção com a ausência dos favoritos por uma solidariedade com sua decisão.
O desafio de Ronaldo Caiado, Renan Santos e Augusto Cury era se tornarem conhecidos para, no decorrer da campanha, quem sabe, despontarem como uma terceira via possível diante da polarização bastante consolidada. Nesse sentido, falharam miseravelmente.
O show de Renan para a machosfera, as pílulas de autoajuda lançadas por Cury e uma mal ajambrada coletânea de realizações de seu governo em Goiás produzida por Caiado não chegaram, em nenhum momento, a configurar um debate de fato, em que os candidatos —a presidente da República! — formulassem propostas viáveis para problemas concretos do país e dos eleitores.
As medidas extremas metralhadas por Renan entre uma ofensa de boteco e outra a Lula, Flávio e, de forma bastante gratuita, à primeira-dama Janja da Silva são todas inviáveis à luz da Constituição, e ele não falou em nenhum momento como pretende lidar com o Congresso para aprová-las.
Caiado não conseguiu se distinguir de dois oponentes alheios à política e fazer da experiência que tem um trunfo capaz de conquistar os eleitores independentes, que oscilam entre os favoritos ausentes, ou os indecisos.
É lamentável que os favoritos fujam do confronto de ideias faltando menos de dois meses da eleição. Ainda mais diante de uma lista importante de esqueletos nos armários de ambos, como o escândalo Dark Horse do filho de Bolsonaro e as traficâncias de Lulinha, filho do presidente.
Vai ficar para em cima da hora do voto, no debate da Globo, o único momento de tête-à-tête entre Lula e Flávio, o que é um desserviço para o eleitor.
Dito isso, há que se alterar as regras dos debates de forma que candidatos a lacradores não capturem a discussão, como aconteceu com Pablo Marçal em 2024 e de novo ontem.
Esse tipo de comportamento de circo acaba por dar aos fujões uma justificativa com a qual o eleitor comum, que não está interessado em espetáculo, é capaz de se identificar.
Diante do que se viu — dois favoritos que não se dignam a debater, e um outro conjunto de candidatos fracos e sem propostas consistentes —, não admira que a disputa de 2026 esteja baseada, mais do que nunca, numa batalha de rejeições.
Em Pernambuco, a corrida para o Senado, com duas vagas em aberto nas eleições deste ano, está completamente indefinida, segundo a última pesquisa do Datafolha. E vai tomando um rumo que pode quebrar o paradigma do candidato a governador puxar os seus candidatos à Casa Alta, como se deu lá atrás, na eleição de Miguel Arraes, depois com Jarbas Vasconcelos e Eduardo Campos.
Marília Arraes (PDT) e Humberto Costa (PT), que lideram, numericamente, integram a chapa do candidato da oposição, o socialista João Campos, que apareceu com 7 pontos percentuais abaixo da governadora Raquel Lyra – 47% a 40%, na mesma pesquisa. Ambos usam como estratégia uma vinculação direta com o presidente Lula (PT).
Como Teresa Leitão foi eleita senadora pela força e o prestígio de Lula no pleito de 2022, numa chapa em que o candidato dela a governador, Danilo Cabral (PSD), não chegou ao segundo turno, Humberto e Marília deixam claro que apostam na influência de Lula como cabo eleitoral, mesmo João sendo extremamente competitivo, numa eleição que segue aberta para o Palácio do Campo das Princesas.
Já entre os candidatos da chapa da governadora, Túlio Gadelha (PSD) foca mais em Lula do que em Raquel, mesmo a governadora estando em cima do muro sem assumir se vota em Lula, Ronaldo Caiado, do partido dela, ou Flávio Bolsonaro, do PL, cujo partido e forças bolsonaristas estão atrelados ao palanque de Raquel.
Eduardo da Fonte, da federação União Progressista, o segundo postulante ao Senado na chapa da governadora, adotou como estratégia mostrar o que fez e faz por Pernambuco como deputado em Brasília, alavancando recursos, via emendas federais, principalmente na área de saúde, com destaque para a instalação de equipamentos ultramodernos no tratamento do câncer.
Apresenta-se como o senador da saúde, enquanto Mendonça Filho, que de última hora trocou o União Brasil pelo PL, faz suas apostas como azarão tentando atrair os votos do eleitorado de direita, dos conservadores e bolsonaristas. Vai dar certo? Segundo o Datafolha, está no páreo, empatado com Eduardo da Fonte.
Mas não tem perfil nem histórico bolsonarista. Se o segundo candidato de Raquel tivesse sido Miguel Coelho (UB), Mendonça não teria entrado na disputa para o Senado. Topou a parada porque acha que pode tirar a vaga de Eduardo da Fonte, que julga menos competitivo do que o ex-prefeito de Petrolina.
Não é bem assim, como os números vão mostrando. A última pesquisa Datafolha mostra Mendonça com apenas um ponto à frente de Eduardo, 12% e 11%, respectivamente, com uma vantagem para Da Fonte: o seu exército de prefeitos, vereadores e deputados trabalhando por ele, além de ser o candidato oficial da governadora.
CARTA FORA – Dos postulantes ao Senado, Túlio Gadelha (PSD), embora na forçação de barra para colar no prestígio de Lula no Estado, é o único que ainda não decolou. Mesmo sendo o queridinho da governadora, que conseguiu convencê-lo a não desistir na véspera da convenção, estagnou na faixa dos 5% e tudo indica que não sairá disso, por falta de propostas e não ter perfil que convença o eleitorado. Enquanto estiver fazendo loas a Lula a um eleitorado conservador e bolsonarista, não chegará a lugar nenhum.
Eleitos fora da chapa de governador – Esta eleição para o Senado também pode quebrar outro paradigma: eleger dois senadores de chapas distintas, no caso um aliado de João Campos e outro de Raquel. Se nenhum dos candidatos a governador tiver a força eleitoral para puxar os dois, a tendência é João eleger Humberto ou Marília e Raquel Eduardo da Fonte, que disputa ainda com Mendonça. Qualquer candidato que emplacar 25% dos votos nessa disputa imprevisível tem chances de ser eleito, independentemente de estar vinculado ao candidato A ou B a governador.
A força de Lula – Pelos números do Datafolha em Pernambuco na corrida presidencial, Lula continua dando um banho em Flávio Bolsonaro: 56% a 24% das intenções de voto. Se João Campos conseguir, numa campanha casada com Lula, avançar nesse eleitorado cativo do presidente da República, a partir da propaganda eleitoral que começa na próxima sexta-feira, tem amplas chances de virar o jogo, ultrapassando Raquel, que está com 7 pontos de vantagem na pesquisa Datafolha. É aí que reside a aposta dos aliados do ex-prefeito do Recife.
Impeachment tem embasamento e sustentação indiscutível – Do presidente da Assembleia Legislativa, Álvaro Porto (MDB), ao reafirmar, ontem, que o pedido de impeachment da vice-governadora tem amparo legal e está embasado em desvio de recursos: “É claro que tem movimentação política, mas o que a gente está vendo é o que o DenaSUS confirmou com a fiscalização. A gente sabe das transferências que foram feitas através da vice-governadora quando ela assumiu o governo, onde todo mundo sabe que teve um benefício próprio, teve um benefício de dinheiro repassado para o hospital do seu marido”.
Rui Costa conspira 24 horas – Mas para que João possa dar de fato uma alavancada na sua campanha, Lula terá que não apenas falar na propaganda do seu aliado no Estado, mas marcar presença num grande ato na Região Metropolitana, no Agreste ou Sertão. Tem forças poderosas junto ao presidente conspirando para ele não incluir Pernambuco na sua agenda de campanha, uma delas o ex-ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), que virou o grande defensor e amiguinho da governadora.
CURTAS
TENSÃO 1 – O andamento da investigação de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, elevou a tensão entre o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), e o procurador-geral da República, Paulo Gonet.
TENSÃO 2 – De um lado, o chefe do Ministério Público afirma que o inquérito contra o filho do petista deve ser enviado à primeira instância da Justiça por não haver elementos envolvendo autoridades com prerrogativa de foro na Corte. Do outro, há um entendimento de pessoas próximas a Mendonça de que a conexão com o escândalo do INSS, que revelou o envolvimento de um parlamentar, e as citações a Lula em mensagens de celular encontradas ao longo da apuração podem manter o caso por ora no STF.
PODCAST – O ministro da Fazenda, Dario Durigan, é o entrevistado do meu podcast Direto de Brasília, em parceria com a Folha. Excepcionalmente, devido à agenda do ministro, irá ao ar na quarta-feira, e não na terça. Na pauta, o que vem fazendo para manter o controle das despesas obrigatórias, mantendo as diretrizes fiscais caso haja continuidade do atual projeto político.
Perguntar não ofende: Quem o Datafolha terceirizou para fazer o campo das suas pesquisas em Pernambuco?
No ‘Band Eleições’, na BandNews, que antecedeu a transmissão do debate entre candidatos à Presidência na noite de domingo (23), a apresentadora Paula Valdez fez duro questionamento aos três ausentes, Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL) e Zema (Novo).
“Eu me sinto, como jornalista, completamente desrespeitada por esses candidatos, porque é trabalho”, disse. As informações são da UOL.
“É um trabalho sendo feito desde o início do ano. Reuniões com todas as equipes de campanha para, juntas, ajudarem a definir as regras do debate.”
A âncora não disfarçou a irritação, inclusive nos gestos à câmera.
“É como se o nosso tempo tivesse sido completamente desrespeitado. Desrespeitando jornalistas que estão se dedicando e debruçados em cima desse debate”, afirmou.
“É como se eles achassem que o nosso trabalho é brincadeira. Mas não é. Esses candidatos fazem a gente trabalhar, pensar, e simplesmente resolvem não vir.”
Ao lado dela no estúdio, a comentarista Deysi Cioccari concordou, parafraseando Lula.
“Nunca antes na história deste país candidatos fugiram de forma tão covarde do debate. Você pede permissão para governar por quatro anos, mas não se expõe ao contraditório por algumas horas porque você tem medo de responder, medo de ficar desconfortável.”
Minutos antes, a jornalista Juliana Rosa, também na Band, havia reclamado da situação que esvaziou o confronto. “É antidemocrático não participar de debate, é contra a cidadania.”
O debate na Band e BandNews teve a participação de Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante). Os púlpitos reservados aos outros três convidados foram mantidos vazios no palco.
O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, na noite deste domingo (23), da Caminhada 40, em Timbaúba, na Mata Norte, ao lado do prefeito Marinaldo Rosendo (PP), integrantes da chapa majoritária e candidatos proporcionais da Frente Popular. Uma multidão de apoiadores acompanhou o ato pelas ruas do município durante a agenda de campanha.
É o aniversário do cara que nos instigou a ler e a conhecer os bastidores da nossa política, seja no âmbito municipal, estadual ou federal.
É dia de Magno Martins! O homem que tem nas veias o sangue do sertanejo que não sucumbe às caras feias e às situações mais hostis impostas pelos “poderosos”. Só que Magno não é brabo. Ele cala os críticos com suas crônicas e belas narrativas que viciam os que leem. E essa é a sua arma mais poderosa! O poder das palavras certas, no lugar certo e dirigidas às pessoas certas.
Sou um fã incondicional do homem Magno Martins e, por tabela, do Blog do Magno, o qual leio todos os dias.
Felicitações a você, nobre amigo, por mais uma primavera natalícia. Felizes os que te têm por perto porque são agraciados com a sua inteligência e sabedoria com as palavras. E felizes também somos nós que nos deleitamos com o conteúdo dos seus trabalhos.
Feliz aniversário, Magno Martins! Que Deus te abençoe e te proteja sempre com muita saúde, paz e sabedoria.
Um forte abraço deste seu admirador, leitor e amigo Anchieta Ferreira.
O deputado federal Fernando Monteiro (PSD) reuniu, nesse sábado (22), mais de 2 mil pessoas no evento Sintoniza RMR, realizado no Recife. O ato contou com a presença da vice-governadora Priscila Krause, do deputado estadual João de Nadegi, do vice-prefeito de Paulista, Felipe Andrade, da presidente do PSD Mulher em Pernambuco, Déa de Paula, e de outras lideranças políticas e apoiadores. “Há encontros que mostram força. Outros revelam confiança. O Sintoniza RMR foi os dois”, afirmou Fernando.
Durante o evento, o parlamentar falou sobre sua atuação e a continuidade do mandato. “Eu só tenho na minha vida um objetivo: transformar o que é público na saúde, na educação, no transporte com a mesma qualidade do privado”, disse. Priscila Krause também discursou e destacou a atuação de Fernando em Brasília e a destinação de recursos para Pernambuco.
O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) defendeu, neste domingo (23), a criação de um Pacto Antifacção para integrar estruturas de inteligência, fiscalização e segurança no combate ao crime organizado. A proposta foi apresentada durante a inauguração do comitê de Álvaro Porto, candidato à reeleição para a Assembleia Legislativa, e Gabriel Porto, candidato a deputado federal. “Pernambuco precisa que o Estado lidere e tenha protagonismo na pauta de combate às facções”, afirmou João.
Segundo o candidato, o plano prevê uma estrutura de inteligência voltada ao rastreamento de recursos financeiros, ao monitoramento de lavagem de dinheiro e à integração de políticas públicas na área fiscal e de segurança. “A gente vai lançar o Pacto Antifacção, com uma estrutura de inteligência para rastrear dinheiro e integrar políticas públicas na área fiscal e de monitoramento da lavagem de dinheiro e dos recursos do crime”, declarou.
Durante o evento, Álvaro Porto e Gabriel Porto também falaram sobre suas candidaturas e a aliança com João Campos. Participaram ainda o prefeito do Recife, Victor Marques; o candidato a vice-governador Carlos Costa; a senadora Teresa Leitão; e a prefeita de Canhotinho, Sandra Paes, além de outras lideranças políticas e apoiadores.