A crônica domingueira

Viro, neste domingo abençoado de 23 de agosto, mais uma página do calendário da vida. Feliz, bem-humorado, manifestando no quotidiano um sentimento muito mais arraigado do amor. Amor que não acaba nunca, que emana da família. Meus filhos, irmãos e minha amada Nayla Valença, que mudou o transcurso do meu rio de vida.

Tesouros que caíram do céu, como caí uma chuva para molhar a terra sedenta no mundo de vidas secas do Pajeú, de onde parti, e fazê-la renascer num passe de mágica. Levo a vida sonhando. Quem não sonha, não vive. Tenha até pesadelos, se necessário for. Mas sonhe!