Se o leitor não conseguiu assistir à exibição ao vivo do podcast Direto de Brasília com o ex-ministro do Turismo da era Bolsonaro e agora deputado federal Gilson Machado Neto (Podemos), clique no link abaixo e confira. Está imperdível!
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Começam a surgir detalhes de como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acompanhou as notícias e os resultados da apuração dos votos do 1º turno, em 4 de outubro de 2026. O petista reuniu alguns políticos mais próximos e amigos numa sala do hotel Renaissance, que fica na esquina da alameda Santos com a rua Augusta, em São Paulo. As informações são do Poder 360.
Havia cerca de 40 pessoas junto com Lula no domingo passado. A sala tinha duas TVs disponíveis e algo chamou a atenção de todos: os 2 aparelhos ficaram o tempo todo desligados, mesmo quando passava de 17h e a apuração dos votos estava sendo transmitida por vários canais.
Alguns dos presentes saíam da sala para saber como estava a apuração dos votos. Outros, olhavam no celular, mas eram repreendidos por Lula, que demonstra irritação quando conversa com alguém e o interlocutor checa alguma coisa no telefone.
Leia maisNão está claro se Lula ou a primeira-dama, Janja Lula da Silva, foram os que determinaram que as TVs na sala VIP do Renaissance ficassem desligadas. Janja não estava com o seu tom efusivo mais comum e havia um certo desânimo na sala. Exceto Lula, que em todas as rodinhas de conversas repetia, com convicção, que logo mais estaria eleito no 1º turno para ser presidente da República pela quarta vez. No final, o petista teve 45,16% dos votos válidos contra 47,03% de Flávio Bolsonaro (PL).
No início da noite, Lula saiu da sala VIP e foi para a suíte do hotel Renaissance que estava reservada para ele se preparar para o pronunciamento que faria em seguida.
Há algum tempo os eventos com Lula tem 3 compartimentos. Há uma sala geral para a mídia e outras pessoas. Há uma sala reservada para convidados. E também sempre há um local super VIP, que é onde ficam Lula e os autorizados a entrar, que precisam de chancela da Presidência da República, mas, sobretudo, de Janja. A primeira-dama decide, inclusive, quem pode ou não subir em carros de som quando o presidente está nas ruas em campanha.
Na sala super VIP em que Lula recebeu seus convidados com as TVs desligadas no domingo, estavam pelo menos estas pessoas: Alexandre Padilha (ministro da Saúde), Aloizio Mercadante (presidente do BNDES), Dilma Rousseff (ex-presidente da República), Edinho Silva (presidente do PT), Emídio de Souza (deputado estadual pelo PT de São Paulo), Gilberto Carvalho (amigo de Lula e um dos coordenadores da campanha), Guilherme Boulos (ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República), Ludhmila Hajjar (médica), Luiz Cláudio Lula da Silva (filho de Lula), Marco Aurélio Carvalho (advogado do Grupo Prerrogativas e amigo de Lula), Roberto Kalil Filho (médico de Lula), Sandro Luis Lula da Silva (filho de Lula) e Sidônio Palmeira (marqueteiro de Lula).
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Por Heron Cid – Mais PB
O ex-ministro do turismo e deputado federal eleito por Pernambuco, Gilson Machado (PODE), observou, nesta terça-feira (6), que a votação de Lula no Nordeste tem diminuindo.
Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, do jornalista Magno Martins em parceria com a Rede Mais Rádio encabeçada pela Pop Fm, em João Pessoa, Gilson Machado afirmou que região “está mudando” e deixado de ser tornar uma ‘ilha da esquerda’.
Dessa forma ele acredita que a direita tem conquistado espaços, mesmo sabendo que isso “não será da noite para o dia”.
Leia maisEle citou o caso de Alagoas, onde foram eleitos Henrique Caldas (PSDB), para o governo, e Arthur Lira (PP) e Marina JHC para o Senado.
“O Nordeste cada vez mais tá diminuindo a quantidade que Lula tem. Cada vez mais as pessoas estão ficando mais conscientes, principalmente os mais jovens que têm acesso as redes sociais. A tendência e o Nordeste se tornar em um local onde a competência tenha validade”, destacou.
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Ex-ministro do governo Bolsonaro, Gilson Machado (Podemos) se elegeu deputado federal no último domingo (4) e já mira a disputa presidencial do segundo turno. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, ele avaliou que o PT subestimou o adversário, Flávio Bolsonaro (PL), e calcula que seu aliado vencerá no segundo turno com 57%.
“A previsão é em torno de 57% para Flávio. O Brasil estava querendo uma mudança, porque não aguenta mais essa ditadura do Judiciário, da qual fui vítima. Fui preso por uma denúncia anônima, passei um ano preso antes de ser julgado. Me levaram para um presídio horroroso em Pernambuco, minha família sofreu, tentaram me desonrar, mas não conseguiram. E não acharam nada. É uma coisa tão absurda que o brasileiro está com isso entalado, a gente não aguenta mais essas ações que vão de encontro a uma democracia normal. Foi o motivo maior dessa vitória acachapante que tivemos no Congresso Nacional, fizemos uma grande maioria no Senado, uma grande maioria de parlamentares conservadores e de centro na Câmara, que botarão a nossa democracia no rumo que ela merece”, afirmou Gilson.
Leia maisA avaliação do ex-ministro é que o presidente Lula “não ganhou tão bem como da outra vez” no Nordeste. “O volume de votos dele em Pernambuco não foi igual ao de 2022, em Alagoas ele perdeu, em várias cidades ele perdeu. Perdeu em São Paulo, perdeu por sete pontos em Minas Gerais, os maiores colégios do Brasil. O Nordeste talvez vá dar uma vitória localizada a Lula, mas no geral a ‘lapada vai ser sustenta’. Eles já sabem disso”, disparou.
“Todas as pesquisas no primeiro turno indicavam que o PT sairia na frente com 1,5% a 2%. Nenhuma das grandes pesquisas dava esse cenário de Flávio já na frente no primeiro turno. Cheguei a pensar no começo da apuração que poderia ser vitória nossa no primeiro turno, quando Flávio chegou a 52%. A vitória não é apenas do conservadorismo, mas do povo brasileiro. Foi uma vitória acachapante em cima de um PT que, junto com o STF, tentou impor a governança do Brasil. E o brasileiro não engoliu de goela abaixo”, completou Machado.
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O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta terça-feira que pretende usar a nova composição do Congresso para promover mudanças na Constituição. Durante ato em Goiânia ao lado do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), que declarou apoio à sua candidatura no segundo turno, Flávio disse que terá maioria no Senado e na Câmara para “mudar a Constituição” e “redemocratizar o país”.
— Temos maioria no Senado e na Câmara para a gente mudar a Constituição, para a gente redemocratizar o país — afirmou.
Flávio não deu detalhes sobre quais mudanças pretende fazer no texto constitucional nem quais propostas seriam apresentadas caso seja eleito. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisFlávio terminou o primeiro turno à frente de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% do petista. O segundo turno está marcado para o dia 25 de outubro.
A declaração ocorre após uma forte expansão da direita no Congresso nas eleições de domingo. O PL, partido de Flávio, terá as maiores bancadas nas duas Casas a partir de 2027. Serão 121 deputados, contra os 99 atuais, e 28 senadores, quase o dobro dos 15 que a sigla tem hoje.
O resultado abre espaço para que o candidato, caso vença o segundo turno, forme uma base mais ampla para aprovar propostas de interesse de sua campanha. Na Câmara, o PL, somado ao Novo, que declarou apoio a Flávio, parte de um bloco de 131 deputados. Para aprovar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), no entanto, são necessários 308 votos, o equivalente a três quintos da Casa em dois turnos.
A avaliação entre parlamentares é que Flávio precisaria atrair uma parcela significativa das bancadas de partidos de centro e do Centrão para alcançar esse número. Entre as siglas que podem ser alvo dessa articulação estão União-PP, Republicanos, PSD, MDB e Podemos, além de partidos menores como PSDB, PRD, Solidariedade e Avante.
No Senado, a correlação de forças é mais favorável à oposição de direita. A nova composição da Casa terá 28 senadores do PL, além de parlamentares de outras siglas que adotaram pautas alinhadas ao bolsonarismo. A expectativa entre integrantes desse campo político é de que exista uma maioria suficiente para aprovar mudanças constitucionais.
A eleição também ampliou a chamada bancada do impeachment, que reúne senadores favoráveis à abertura de processos contra ministros do Supremo Tribunal Federal. O grupo deve chegar a 49 integrantes, segundo levantamento publicado pelo GLOBO. O número, porém, ainda fica abaixo dos 54 votos necessários para aprovar o impeachment de um ministro do STF, conforme decisão liminar do ministro Gilmar Mendes.
A ampliação da bancada do PL também terá impacto na disputa pelo comando do Congresso. A legenda pretende lançar um candidato próprio à Presidência do Senado contra Davi Alcolumbre (União-AP). O nome mais cotado é o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador-geral da campanha de Flávio e apontado pelo presidente do partido, Valdemar Costa Neto, como candidato da sigla.
Na Câmara, a expansão da direita também deve influenciar a disputa pela sucessão de Hugo Motta (Republicanos-PB). A composição da Casa deverá aumentar a pressão para que os partidos de centro negociem com o grupo político de Flávio.
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No podcast ‘Direto de Brasília’ de hoje, parceria deste blog com a Folha de Pernambuco, a temática será a reinserção do bolsonarismo no mapa político-eleitoral do País, com a votação surpreendente do candidato do PL ao Planalto, Flávio Bolsonaro. Convidamos o ex-ministro do Turismo da era Bolsonaro, o agora deputado federal Gilson Machado Neto (Podemos), o sétimo mais votado em Pernambuco, alcançando a marca de 156.754 votos.
Além da expressiva votação, Gilson elegeu o filho, Gilson Filho, deputado estadual pelo Podemos, também superando a casa dos 100 mil votos – exatos 132.322 votos, o segundo mais votado entre os 49 deputados eleitos para a Assembleia Legislativa de Pernambuco. No podcast, o ex-ministro mais fiel de Bolsonaro vai falar sobre o resultado da eleição, sua expectativa em relação ao segundo turno entre Lula (PT) e Flávio, confronto marcado para o próximo dia 25.
Gilson vai falar ainda da possibilidade do novo Senado, formado por maioria expressiva de representantes da direita, do conservadorismo e do bolsonarismo retomar a pauta do impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal e da liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro, caso Flávio venha a vencer Lula.
Em parceria com a Folha de Pernambuco, o podcast ‘Direto de Brasília’ vai ao ar logo mais, das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, e mais 165 emissoras de rádio no Nordeste.
Retransmitem a Rede Nordeste de Rádio, a Rede Mais Rádios, da Paraíba; a Rede ANC, no Ceará; a revista Mais Nordeste, em Fortaleza; e a TV LW, em Arcoverde.
Entram como parceiros na mídia institucional a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
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Eleito deputado federal por Pernambuco com 249.077 votos, Jones Manoel (PSOL) afirmou que vai se dedicar à campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL). Historiador e militante comunista, Jones disse que pretende atuar nas ruas e na mobilização de eleitores, apesar das críticas que mantém à estratégia de setores da esquerda. “A partir de amanhã, a gente vai estar na campanha do Lula dando sangue, a gente vai estar na rua, a gente vai estar lutando, a gente vai estar batalhando”, afirmou. Em outro trecho, reforçou: “A gente vai garantir a reeleição de Lula, porque é necessário nesse momento histórico”.
A deputada federal eleita Juliana de Chaparral (União Brasil) participou, nesta terça-feira (6), de uma entrevista especial que será exibida no NE2, da TV Globo, por volta das 19h, após a novela Nobreza do Amor. A ex-prefeita de Casinhas conversou com a jornalista Beatriz Castro sobre sua trajetória política e a chegada à Câmara dos Deputados.
Juliana foi a mulher mais votada de Pernambuco para deputada federal nas eleições de 2026, com 183.089 votos, e terminou com a quinta maior votação entre os 25 eleitos pelo estado. Nas redes sociais, ela comentou a gravação: “Hoje conversei com Beatriz Castro para a TV Globo. Obrigada, Beatriz, pelo carinho e pela sensibilidade ao ouvir e contar um pouco da minha história”.
A trajetória política de Juliana começou em 2018, quando disputou uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco. Em 2020, foi eleita prefeita de Casinhas e conquistou a reeleição em 2024. Em abril deste ano, renunciou ao cargo para disputar uma cadeira na Câmara Federal. Atualmente, ela também preside o União Brasil Mulher em Pernambuco.
Os principais candidatos apoiados pelo prefeito de Itaíba, Pedro Pilota, terminaram à frente dos nomes ligados ao grupo dos Martins nas eleições de 2026. Para deputada estadual, Regina da Saúde (Podemos) recebeu 8.876 votos, ou 56,58% dos válidos no município, contra 4.351 votos, ou 27,74%, de Claudiano Filho (PP). Regina terminou a disputa estadual com 33.584 votos e ficou na primeira suplência do Podemos para a Assembleia Legislativa.
Na eleição para deputado federal, Silvio Costa Filho (Republicanos), apoiado por Pedro Pilota, foi o mais votado em Itaíba, com 8.210 votos, equivalentes a 53,30%. Fernando Monteiro (PSD) obteve 1.899 votos e Fernando Filho (União Brasil), 1.290. Para o Senado, Humberto Costa foi o mais votado no município, com 9.195 votos, seguido por Túlio Gadêlha, com 7.587. Marília Arraes recebeu 4.007 votos, enquanto Eduardo da Fonte e Mendonça Filho, apoiados pelo grupo dos Martins, tiveram 3.235 e 2.771 votos, respectivamente.
Na disputa pelo Governo de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), apoiada por Pedro Pilota, recebeu 8.445 votos em Itaíba, ou 58,91% dos válidos. João Campos (PSB), apoiado pelo grupo dos Martins, somou 5.794 votos, equivalente a 40,42%. O resultado repetiu, na disputa majoritária, a vantagem obtida pelos candidatos apoiados pelo prefeito em outras faixas da eleição no município.
Em entrevista ao Estúdio i, da GloboNews, nesta terça-feira (6), a governadora reeleita de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), afirmou que manterá a neutralidade na disputa presidencial e não dará seu palanque a Lula (PT) no segundo turno. Questionada por Andréia Sadi sobre uma possível aproximação da campanha do presidente, Lyra disse que seguirá a mesma postura adotada em 2022.
“Tenho minha gratidão, mas manterei a minha coerência de buscar unir Pernambuco e trabalhar pelo povo”, afirmou.
Raquel Lyra foi reeleita com 2.805.438 votos, o equivalente a 53,27% dos votos válidos. As informações são do g1.
Por Allan Lopes – Diario de Pernambuco
Ela era engraçada, adorava uma piada e não se importava de ouvir a mesma história dez vezes. Gostava de estar perto da família, tinha suas manias e queria brincar até nos momentos mais difíceis. Essa era a saudosa Beth Carvalho que a sobrinha e afilhada Lu Carvalho viu de perto até a morte da cantora, em 2019.
Desde então, ela assumiu também a missão de preservar a memória e o legado da tia, como faz no espetáculo “Beth 80 – Pelo Olhar de Lu Carvalho – A Sobrinha da Madrinha”. As apresentações acontecem nesta terça-feira (6) e quarta-feira (7), às 19h30, na CAIXA Cultural Recife. Os ingressos custam a partir de R$ 15 e estão disponíveis na plataforma Sympla.
Leia maisA partir das próprias lembranças, Lu reconstrói no palco diferentes capítulos da trajetória de Beth Carvalho. A homenagem celebra não apenas a artista consagrada como Madrinha do Samba, mas também a tia que levava a sobrinha para a praça, à praia e aos pagodes. “Ela é a madrinha de todo mundo, mas a sobrinha só tem eu. Então, é muito emocionante”, afirma a cantora e compositora, que é filha de Vânia Carvalho, em entrevista ao Diario.
Nesse sentido, em meio ao repertório que reúne sucessos absolutos na voz de Beth, como “Andança” (1968) e “Vou Festejar” (1978), a apresentação também abre espaço para uma retrospectiva da convivência entre tia e sobrinha.
Uma das lembranças que Lu Carvalho guarda com Beth aconteceu durante o longo período em que a veterana ficou internada, entre 2012 e 2013. Na época, o hospital acabou se tornando parte da rotina da família. Os enfermeiros já eram próximos e Lu chegou a gravar faixas de “O Samba Que Eu Sei”, seu disco de estreia, no local enquanto acompanhava a tia.
Mesmo naquele contexto, Beth mantinha o bom humor.“No meio da madrugada, batia o enfermeiro na porta, dava o remédio, e ela falava: ‘Será que você pode gravar um disco em paz nesse hospital?’”, recorda, aos risos.
A memória de Beth Carvalho segue sendo preservada por Lu, que também procura transmitir os seus valores. Um deles é a generosidade em dividir espaço com outros artistas e fortalecer a roda do samba. “Minha tia só morre se o samba morrer. E, como o samba não vai morrer nunca, é impossível”, assegura.
“Essa é uma coisa que a minha tia sempre fez questão: aumentar a roda. Para mim, isso é uma coisa para a vida. Sou muito parecida com ela, graças a Deus”, conclui a cantora.
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Metrópoles
A Polícia Civil da Bahia instaurou procedimento para apurar as circunstâncias e eventuais responsabilidades relacionadas à divulgação, nas redes sociais, de vídeo em que a Bahia é chamada de “câncer do Brasil”, além de outras manifestações de possível caráter discriminatório contra a população baiana.
Segundo a corporação, o caso é apurado como xenofobia. As diligências seguem sob o acesso restrito, para preservar a apuração. A reportagem apurou que o conteúdo foi gravado e divulgado pelo influenciador Rodrigo Constantino. No conteúdo que circulou nas redes sociais, ele critica a vitória de Lula na Bahia e diz que Salvador “é um lixo” e que na Bahia “ninguém quer trabalhar”.
Leia maisO vídeo foi publicado pelo influenciador no domingo, após o resultado das Eleições e segue disponível no perfil de Constantino com mais de 4 milhões de visualizações.
O conteúdo também tem milhares de comentários, entre eles de Luciano Hang que disse: “Cada um tem o governo que merece”. Outros comentários criticam a fala de Constantino e defendem o povo baiano.
“Rodrigo, sou baiana, de direita e faço oposição à esquerda. Mas nenhuma divergência política me autoriza – nem autoriza ninguém – a transformar a Bahia e os baianos em alvo de desprezo”, disse a advogada Marta Bastos.
Outro internauta acusa Constantino de xenofobia “Independente da sua opinião isso que você fez foi um ato criminoso, é xenofobia”, apontou o tatuador Diego Rangel.
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A nova bancada do Congresso Nacional, eleita domingo passado, deverá render o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e a cassação do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). É o que prevê o deputado federal eleito pelo Podemos em Pernambuco, Gilson Machado, ex-ministro de Jair Bolsonaro. Em entrevista ao podcast ‘Direto de Brasília’, que será transmitida hoje, às 18h, Gilson diz que o ministro Alexandre de Moraes deverá ser o primeiro nome do STF a encarar um processo de impeachment. E não deverá parar nele.
“Dois ministros ultrapassaram todos os limites, inclusive Flávio Dino, para quem o presidente Lula (PT) ligou de um palanque eleitoral, o que é totalmente vedado pela Constituição. Contra Alexandre de Moraes tem mais de 100 pedidos de impeachment, e ele sabe disso. O primeiro deve ser ele”, revelou Gilson.
Leia mais“Quando Luis Roberto Barroso era presidente do STF, ele disse: ‘Nós derrotamos o bolsonarismo’. Quer dizer, o STF decidiu participar da eleição. E as urnas deram ‘não’ ao STF no domingo. Eles agora estão procurando parlamentares, com medo do provável impeachment de mais de um ministro. Eles estão vendo que perderam a eleição, que tentaram interferir e as urnas disseram ‘não’. Agora é muito tarde, os ministros do STF vão ter uma surpresa”, disparou Gilson.
Ex-ministro de Jair Bolsonaro, o deputado eleito revelou que outro sentimento na bancada federal é pela cassação do presidente do Senado. “Alcolumbre segurou 100 pedidos de impeachment. Poderia ter pacificado o país e não o fez, e ele tem uma relação que precisa ser investigada com o presidiário Daniel Vorcaro. Além de uma relação de bordeis com mulheres estrangeiras, inclusive financiadas pelo próprio Vorcaro. Muita coisa está vindo a tona e a gente vai ter que arrumar um bom sofá para assistir a TV Câmara e a TV Senado, que serão as maiores audiências da TV Brasileira no ano que vem”, disse.
O Direto de Brasília vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, incluindo também cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste.
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