O Instagram deste blog bateu um novo recorde: nos últimos 30 dias, alcançou mais de 7 milhões de visualizações, o que só confirma, mais uma vez, a liderança inconteste do mais acessado e visto blog político do Nordeste e um dos maiores do País.
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A Prefeitura de Brejo da Madre de Deus realiza obras de construção e ampliação na rede municipal de ensino desde 2021. No distrito de São Domingos, foi construída a Escola Geralda Catanha e está em fase final uma creche com capacidade para mais de 400 alunos. Na sede do município, outra creche está em construção. Também está prevista a implantação de uma escola estadual na localidade, em parceria com o Governo de Pernambuco.
Na zona rural, a Escola Pereira da Costa, em Mandaçaia, recebeu oito novas salas de aula. Em Fazenda Nova, foi construído um refeitório e estão em andamento ampliações de salas. Segundo a gestão municipal, também há ações voltadas à valorização de profissionais da educação e à merenda escolar.
A Prefeitura de Águas Belas publicou aviso de licitação para registro de preços com valor máximo de R$ 2.846.703,22 destinado à contratação de empresa para locação, montagem, desmontagem, transporte e manutenção de estruturas temporárias e equipamentos para eventos no município. O processo nº 024/2026, na modalidade Pregão Eletrônico nº 005/2026, contempla serviços como instalação de palcos e demais estruturas utilizadas em programações festivas.
De acordo com o edital, os recursos são próprios do município. As propostas poderão ser enviadas a partir amanhã (4), às 10h, com abertura prevista para o próximo dia 18, às 10h01, e início da sessão de disputa às 11h do mesmo dia. O aviso foi publicado no Jornal do Commercio pela Comissão Permanente de Licitação.
O partido Solidariedade emitiu uma nota, há pouco, em suas redes sociais, esclarecendo que sempre assegurou à ex-deputada Marília Arraes segurança institucional, estrutura política e apoio integral. Segundo a nota, foi no Solidariedade que Marília consolidou projeção nacional e autonomia para trilhar seus próprios caminhos em Pernambuco.
“O Solidariedade não pode ser responsabilizado por debates prematuros ou por cenários que sequer estão formalmente constituídos. Não há como assegurar participação em palanque de terceiro partido que ainda não se encontra estruturado” diz a nota assinada pelo presidente nacional do partido, Paulinho da Força. Confira abaixo a íntegra do documento:
Leia maisNOTA OFICIAL DE ESCLARECIMENTO
Desde a filiação da combativa Marília Arraes ao Solidariedade, o partido sempre lhe assegurou segurança institucional, estrutura política e apoio integral diante de todos os desafios que decidiu enfrentar.
Foi no Solidariedade que consolidou projeção nacional e autonomia para trilhar seus próprios caminhos em Pernambuco.
É importante recordar que, ao deixar o PT para disputar o Governo do Estado, diante da ausência de espaço partidário naquela legenda, foi o Solidariedade quem a acolheu com lealdade, garantindo sua candidatura sem ceder a qualquer tentativa de ingerência ou a arranjos que pudessem comprometer seu projeto eleitoral.
Narrativas não se sobrepõem aos fatos. A marca do Solidariedade é clara: palavra dada, palavra cumprida, um princípio que, infelizmente, nem sempre prevalece na política brasileira.
O partido orgulha-se, ainda, de manter o maior programa de capacitação de mulheres da política nacional, reafirmando seu compromisso com a participação feminina e com o fortalecimento da democracia.
O Solidariedade não pode ser responsabilizado por debates prematuros ou por cenários que sequer estão formalmente constituídos. Não há como assegurar participação em palanque de terceiro partido que ainda não se encontra estruturado.
Por fim, o partido deseja que Marília Arraes tenha êxito em seus próximos passos e siga sendo respeitada como uma liderança comprometida com o desenvolvimento de Pernambuco.
Paulinho da Força
Presidente nacional do Solidariedade
Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terá, hoje, uma conversa com seu vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT) para tentar com eles fechar a chapa que pretende para concorrer no estado de São Paulo.
O plano de Lula é ver Haddad como o candidato ao governo de São Paulo, numa disputa contra o atual governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). E ver Alckmin disputando uma vaga para o Senado, compondo chapa ou com a ministra do Planejamento, Simone Tebet (hoje no MDB, mas que poderia ir para o PSB) ou a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede). Pesquisas já mostraram Haddad liderando a corrida para o Senado.
Leia maisPesquisas também já apontaram boas chances de Alckmin para o Senado. Mas o que move especialmente essa conversa é que há hoje um quadro de indefinição no chamado “Triângulo das Bermudas” da política brasileira: os três estados da região Sudeste, onde estão os maiores colégios eleitorais. Em torno de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, movem-se tanto Lula quando o senador Flávio Bolsonaro para ampliar seus espaços.
São Paulo é um caso curioso. Tarcísio de Freitas é o favorito para a reeleição. Mas o campo da direita não aparece forte, pelo menos por enquanto, nas opções para o Senado. O nome que tem aparecido com mais viabilidade é o deputado federal Guilherme Derrite (PP), ex-secretário de Segurança de Tarcísio. Mas ele, segundo as pesquisas, ficaria atrás de Alckmin ou Haddad. Há um ponto, porém, que tenta se explorar em São Paulo: o distanciamento do comandante do PSD, Gilberto Kassab, do nome presidencial da direita, Flávio Bolsonaro.
Dentro do PL, ainda se comenta com espanto como foi possível deixar em cima da mesa para que vazassem as famosas anotações de Flávio após uma reunião na semana passada. Porque elas revelaram tudo o que vem sendo discutido nos bastidores em torno da candidatura presidencial. E deixaram explícito um ponto: Flávio parece fugir de Kassab como opção de aliança.
Nas anotações, aparece associado ao nome do vice-governador, Felício Ramuth (PSD), um símbolo de “$”. Mas, segundo um interlocutor do PL, o partido estima que o afastamento de Kassab e de Flávio abrem possibilidade de a legenda integrar a chapa de Tarcísio. Por isso, a anotação: “Ligar para Tarcísio”.
Aí, a mesma pinimba com o PSD de Kassab transfere-se para Minas Gerais. Flávio queria o deputado Nikolas Ferreira (PL) como o candidato ao governo. Mas Nikolas não quer, com a desincompatibilização do governador Romeu Zema (Novo), que o candidato seja seu vice, Mateus Simões (PSD).
Lula quer em Minas como seu candidato o senador Rodrigo Pacheco, hoje no PSD. Pelo fato de o partido ter o vice de Zema, discute-se a transferência da Pacheco para o MDB. O MDB mineiro avalia a hipótese. Até porque não conseguiu espaço com Mateus Simões numa eventual chapa em Minas.
O MDB tem em Minas um pré-candidato ao governo, que é o ex-presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte Gabriel Azevedo. A conversa com Pacheco passará por ele e definida pelo presidente do MDB de Minas, o deputado federal Newton Cardoso Jr. Nenhum dos dois é nem bolsonarista nem próximo do governo Lula.
Finalmente, o Rio de Janeiro. Ali, a intenção de Lula é estar fechado em aliança para eleger governador o prefeito do Rio, Eduardo Paes, do PSD. Mas há quem desconfie. Paes indicou para vice Jane Reis (MDB), irmã do ex-prefeito de Duque de Caxias Washington Reis, que pretende apoiar Flávio Bolsonaro.
Já Flávio terá como candidato ao governo o secretário de Cidades, Douglas Ruas (PL), tendo para o Senado o governador Claudio Castro (PL) e o prefeito de Belford Roxo, Marcio Canella (União Brasil), com apoio do PP. Os três partidos elegeram 51 prefeitos em 2024. O problema: a pouca experiência de Ruas.
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Por João Batista Rodrigues*
Na Assembleia Legislativa de Pernambuco, a Comissão de Justiça aprovou recentemente uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que inclui Guardas Municipais no sistema de segurança pública estadual. Enquanto isso, na Câmara Federal, o presidente Hugo Motta anuncia para esta semana a votação da “PEC da Segurança” (PEC 18/2025), que admite expressamente às Guardas Municipais o exercício de ações de segurança urbana, inclusive o policiamento ostensivo e comunitário (art. 144, § 8º-B).
Diante desse cenário, é necessário fazer uma indagação: estarão os prefeitos e líderes municipalistas atentos a este movimento de transferir aos municípios, ainda que parcialmente, a responsabilidade direta pela segurança pública?
Leia maisIsso porque, historicamente, a segurança pública tem sido a área que mais gera desgaste político para governadores e, ultimamente, até para a Presidência da República. É um problema crônico que ainda não encontrou solução definitiva. E a impressão que fica é que este movimento atual busca, na verdade, transferir aos prefeitos o ônus de uma crise que as esferas superiores não conseguem estancar.
Instituir uma guarda armada e promover o policiamento ostensivo não são tarefas simples. Demandam treinamento eficiente, boas condições psicológicas e financeiras da tropa. Do contrário, a necessária Corregedoria terá mais trabalho do que os próprios agentes nas ruas. Tanto é assim que a própria PEC da Segurança já prevê a criação de uma Ouvidoria com a função de apurar a responsabilidade funcional desses profissionais.
Entretanto, ao imaginar o funcionamento dessa estrutura nas pequenas cidades do interior, antevejo cenários complexos. Em alguns casos, o próprio prefeito poderá ser compelido a intervir em conflitos locais envolvendo guardas psicologicamente abalados ou sob efeito de substâncias, portando armamento, para evitar tragédias maiores. É um tipo de problema que, por mais raro que seja, certamente não está nos planos de nenhum gestor municipal.
É bem verdade que a PEC prevê que a União instituirá o Fundo Nacional de Segurança Pública. O objetivo seria garantir recursos para apoiar projetos e ações na área, distribuídos entre os entes da Federação sem o risco de contingenciamento. Entretanto, a experiência prática nos ensina que o subfinanciamento das obrigações repassadas aos municípios é uma realidade amarga em outras áreas, notadamente na saúde.
Em vez de focar no policiamento ostensivo municipal, os recursos federais deveriam incentivar os municípios a investirem no monitoramento por câmeras, na iluminação eficiente de áreas de risco e em programas sociais que resgatem adolescentes das drogas e da marginalidade. Se os governos estadual e federal apoiassem as gestões municipais nesse sentido preventivo, o ganho para a segurança pública já seria imensurável.
*Advogado, ex-prefeito de Triunfo e ex-presidente da União dos Vereadores de Pernambuco.
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O presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), deputado Álvaro Porto (PSDB), reagiu às críticas do deputado João Paulo Lima (PT) sobre a decisão de não submeter ao Plenário o veto ao Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), encaminhado por meio da Mensagem nº 68/2025. Segundo Porto, a medida não foi discricionária, mas uma obrigação legal prevista no Regimento Interno da Casa, que autoriza a Mesa Diretora a recusar matérias consideradas manifestamente inconstitucionais.
Ao justificar o posicionamento, o presidente destacou que o Ato nº 803/2025 apenas formaliza um dever institucional, afastando qualquer interpretação de arbitrariedade. Em tom crítico, Porto questionou a coerência do colega ao lembrar que decisões semelhantes já foram tomadas anteriormente, como o arquivamento de um pedido de impeachment da governadora Raquel Lyra (PSD), também por ato monocrático, sem que isso tenha colocado em xeque a legitimidade do Parlamento estadual.
Leia maisPorto também rebateu insinuações de que a decisão teria impacto negativo na execução de recursos das áreas de saúde e educação, classificando as afirmações como infundadas. Segundo ele, os orçamentos seguem em execução normal e a Alepe permanece aberta à tramitação de projetos que tratem de eventuais remanejamentos. Ao final, o presidente reafirmou o compromisso da Casa com a legalidade, a transparência e a responsabilidade institucional. Leia, a seguir, a nota do deputado na íntegra.
Em pronunciamento na tarde de ontem, o deputado João Paulo Lima criticou o ato monocrático da Presidência que decidiu não submeter ao Plenário o veto ao PLOA encaminhado por meio da Mensagem nº 68/2025. É importante esclarecer ao nobre parlamentar que a decisão se trata tão somente do cumprimento de um dever do Presidente que, observando o preconizado no Regimento Interno, recusou liminarmente proposição de matéria manifestamente inconstitucional, por meio de decisão fundamentada no Ato nº 803/2025.
Vale ressaltar que, por coerência, o Presidente, também de forma monocrática, arquivou pedido de impeachment da governadora, por entender que não havia os pressupostos legais para o seu prosseguimento. O deputado João Paulo, nesse caso, entendeu que o ato monocrático apequenou a ALEPE e rebaixou a soberania dos 49 deputados?
Ainda em seu discurso, o deputado fez alusão aos valores de “11,5 bilhões da Saúde, 8 bilhões da Educação e 1,5 bilhão do Fundef”, sugerindo, de forma subliminar, que a execução desses recursos estaria prejudicada em razão da decisão da Mesa Diretora, afirmação que não encontra respaldo na realidade. Os orçamentos da Saúde e da Educação estão em plena execução, conforme quadro abaixo e, em caso de necessidade de remanejamento, esta Casa está aberta para processar, de imediato, os projetos de lei encaminhados com esse objetivo.

Dessa forma, esperamos ter esclarecido a confusa e controversa fala do deputado João Paulo Lima no dia de ontem.
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A Sala do Empreendedor do município de Brejo da Madre de Deus abriu inscrições para mais uma turma do curso básico de Costura Industrial Polivalente em Tecido Plano, que será ministrado pelo instrutor Alex Santos. As inscrições podem ser realizadas por meio do link: https://forms.gle/T4QPq5C2akBWQ9bp6 ou presencialmente na Secretaria de Cultura, Turismo e Desenvolvimento Econômico, localizada na Av. Cleto Campelo, nº 378.
As aulas acontecerão no mesmo endereço, nos dias 09, 10, 11, 12 e 13 de março, na modalidade presencial, nos turnos da tarde e da noite. A ação reforça o compromisso da gestão municipal em oferecer capacitação profissional, ampliar oportunidades no setor têxtil e incentivar a geração de emprego e renda no município.
Blog Dantas Barreto
O prefeito João Campos (PSB) afirmou, hoje, que o pedido de CPI apresentado na Câmara do Recife foi uma tentativa de criar “algum palco de espetáculo político”. Portanto, na sua opinião, a decisão do presidente do Legislativo, Romerinho Jatobá (PSB), serviu para evitar que isso ocorresse. CPI foi requerida pelo vereador Thiago Medina (PL), que conseguiu 13 assinaturas.
“Esse assunto já foi absolutamente superado. A disputa entre dois candidatos com deficiência, um com deficiência física outro com diagnóstico de autismo, já foi superado de forma administrativa. Tanto é que o próprio requerente hoje trabalha na Prefeitura, já tomou posse, já presta serviços como procurador do município. E o que tenta se fazer é um espetáculo político. As medidas técnicas foram tomadas, inclusive a Câmara já se posicionou sobre isso”, assinalou João Campos.
Leia maisO prefeito disse que o presidente da Câmara agiu “de forma técnica, encaminhando para o arquivamento para não fazer com que seja algum palco de espetáculo político, tendo em vista que é um ano eleitoral e que tem muita gente que deseja aparecer no ano eleitoral”.
REUNIÃO COM PT
Nessa quarta-feira, João Campos participará de reuni com o presidente nacional do PT, Edinho Silva, para definir palanques conjuntos em defesa da reeleição do presidente Lula (PT). Atualmente, há certas alianças em 15 estados e, pelo menos, em mais pode ser firmado um acordo.
“Não a reunião com o presidente Edinho falaremos onde a gente vai tratar de alinhamentos dos partidos, basicamente uma série de ações que a gente já fez. Vamos desenhar esses próximos 30 dias, que é um momento muito aquecido de filiação partidária e a gente vai estar fazendo essa última leva de filiações para poder consolidar, principalmente, os palanques do presidente Lula no Brasil.
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Por unanimidade, o Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, em sessão administrativa extraordinária realizada ontem, mais sete resoluções que vão orientar as Eleições Gerais de 2026. Com o julgamento de hoje, o Tribunal concluiu a votação de todas as instruções relativas ao pleito, incluindo o calendário eleitoral e a atualização das regras sobre uso de inteligência artificial (IA) na campanha eleitoral.
Nas Eleições Gerais deste ano, cujo 1º turno está marcado para o dia 4 de outubro, o eleitorado definirá os ocupantes dos cargos de presidente da República, governador de estado, senador, deputado federal e deputado estadual ou distrital. As resoluções das eleições são editadas e publicadas para orientar as condutas de partidos políticos, coligações, federações partidárias, candidatas, candidatos, eleitoras e eleitores sobre os procedimentos previstos na legislação eleitoral.
Leia maisCom as normas, o TSE busca organizar melhor a preparação e a realização das etapas do pleito, bem como garantir uniformidade quanto à aplicação das leis eleitorais. As resoluções das Eleições 2026 serão, em breve, publicadas no Diário de Justiça Eletrônico (DJE) e poderão ser acessadas, na íntegra, no Portal do TSE.
De acordo com o vice-presidente da Corte e relator das resoluções, ministro Nunes Marques, o conjunto de resoluções aprovado sinaliza equilíbrio: “A Justiça Eleitoral não pecará pelo excesso, tampouco pela inação”.
Resoluções das Eleições 2026
Na sessão desta segunda (2), foram aprovadas as normas que tratam dos seguintes temas: calendário eleitoral; propaganda eleitoral; auditoria e fiscalização; registro de candidatura; representações e reclamações; ilícitos eleitorais; e consolidação das normas voltadas ao cidadão. Já na sessão da última quinta (26), o TSE aprovou as instruções sobre pesquisas eleitorais; atos gerais do processo eleitoral; sistemas eleitorais; prestação de contas; Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC); transporte especial de eleitoras e eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida; e cronograma operacional do cadastro eleitoral para o pleito.
As propostas de resolução resultaram de estudos aprofundados conduzidos pelo Grupo de Trabalho instituído pela Portaria TSE nº 575/2025, que considerou as alterações legislativas supervenientes, as evoluções da jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF) e do TSE pertinentes às matérias, bem como as contribuições encaminhadas.
Todos os temas foram previamente submetidos a uma consulta da sociedade, em janeiro, e debatidos em audiências públicas, realizadas nos dias 3, 4, 5 e 11 de fevereiro, sob a coordenação do ministro Nunes Marques. Foram recebidas 1.618 sugestões de aprimoramento por partidos políticos, por tribunais regionais eleitorais (TREs) e pela sociedade em geral como contribuição para o processo eleitoral brasileiro, um número recorde.
Entre as 14 resoluções aprovadas, há duas novas: uma que instituiu o programa Seu Voto Importa e diretrizes para o transporte especial de eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida; e outra que consolidou, em um único documento, todas as normas relacionadas à cidadã e ao cidadão, anteriormente distribuídas em várias leis e resoluções. Clique aqui e confira a matéria do TSE na íntegra.
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O município de Camocim de São Félix, no Agreste, sediou, há pouco, a palestra seguida da sessão de autógrafos do meu livro ‘Os Leões do Norte’, pela editora Eu Escrevo. O encontro foi realizado na Câmara Municipal e contou com o apoio e a presença do prefeito Sóstenes Rubano (PSD), do vice-prefeito, Rivaldo Luiz (PSDB); do presidente da Câmara, Manoel Fernandito (PSD); e do ex-prefeito Giorge Bezerra (PSD).

Além do presidente da Casa, estiveram presentes os vereadores Biíça (PSD), André de Pitoco (PSDB), Balú (Republicanos), Gilmar Moura (PSDB) e Amigo Zuza (PSD). Entre os secretários municipais, marcaram presença Aislan Cabral, chefe de Gabinete; Gabriela Bezerra, secretária de Administração; Hilquias Lourenço, controlador interno; Túlio Farias, procurador; José Adalberto, secretario de Cultura; Flávio Cabral, secretário de Finanças; Aldejane Oliveira, secretária de Educação; e Ivanize Fonseca, primeira-dama e secretária de Assistência Social.

O evento foi prestigiado também por alunos do 9º ano da Escola Municipal Pedro Bezerra da Silva e do Grupo Escolar Dipna Maria.

‘Os Leões do Norte’ é resultado de uma extensa pesquisa jornalística e historiográfica, envolvendo 22 minibiografias de ex-governadores de Pernambuco, que exerceram mandatos entre 1930 e 2022. Trata-se de uma contribuição essencial para a preservação da memória política e institucional do Estado, destacando o papel de Pernambuco como berço de lideranças que marcaram a história nacional.

O livro ainda conta com design gráfico, capa e caricaturas de Samuca Andrade, além de ilustrações de Greg. “Os Leões do Norte” homenageia os líderes que ocuparam o Palácio do Campo das Princesas e também promove o debate sobre seus legados, suas contradições e o impacto de suas gestões.


Por Thiago Pietrobon*
O início de 2026 tem sido marcado por eventos climáticos extremos em diferentes regiões do planeta, reforçando o alerta sobre a intensificação dos impactos das mudanças do clima.
Enquanto no Brasil as chuvas provocaram inundações e deslizamentos em várias cidades de Minas Gerais, os Estados Unidos já registraram nevascas de grande magnitude, paralisando cidades, cancelando voos e deixando um rastro de caos nas redes de energia e transporte. O Japão também enfrenta grandes nevascas, deixando ao menos 30 mortos e centenas de feridos, segundo autoridades locais. Enquanto isso, no hemisfério sul, a Austrália vive uma das ondas de calor mais severas em anos, com temperaturas atingindo ou superando 50 °C.
Leia maisNão se engane com afirmações – não sei se ingênuas ou maliciosa – questionando o “aquecimento global” em tempos de frio extremo. Climatologistas destacam que esses extremos — frio extremo em algumas latitudes e calor recorde em outras — são consistentes com um clima global aquecido, no qual eventos outrora raros se tornam mais comuns devido ao aumento da temperatura média da Terra e à maior disponibilidade de energia térmica na atmosfera e nos oceanos.
Mudanças pequenas, grandes efeitos
Agora imagine a quantidade de energia envolvida para aquecer o oceano. No Pacífico, episódios de El Niño e La Niña mostram como mudanças de poucos graus são capazes de provocar impactos climáticos em todo o planeta. O oceano é o principal reservatório de calor do planeta e, quando essa energia se acumula e se redistribui de forma cada vez mais rápida entre as bacias oceânicas e a atmosfera, o sistema climático entra em desequilíbrio.
Processos que antes levavam vários anos hoje ocorrem em períodos de 6 a 9 meses. Essa aceleração no deslocamento de energia ajuda a explicar a intensificação de eventos extremos ao redor do mundo, como ondas de calor recordes, chuvas intensas, secas prolongadas e até nevascas severas em regiões acostumadas ao frio.
E como fica o Brasil em 2026?
Em tempos de mudanças climáticas, qualquer previsão é um desafio. O que é certo é que no Brasil, o cenário climático deve continuar caracterizado por extremos. Institutos meteorológicos e estudos científicos apontam que, mesmo em anos sem um evento forte de El Niño, a tendência é de manutenção da frequência e intensidade de ondas de calor elevada, e da irregularidade no padrão de chuvas.
Nosso novo normal – pelo menos por enquanto – é esta combinação de variabilidade natural (como fases de ENSO — El Niño e La Niña) com o aquecimento global, resultando em um Brasil com verões mais quentes e secos em algumas regiões, e chuvas intensas e concentradas em outras — cenário que agrava riscos de incêndios, danos no sistema de distribuição de energia, falta de água e impactos para a agricultura e infraestrutura urbana.
Impacto no mercado de ar-condicionado no Brasil
Nesse contexto de temperaturas elevadas e ondas de calor mais frequentes, o setor de ar-condicionado no Brasil tem registrado um crescimento contínuo desde 2024, impulsionado por uma maior demanda residencial e comercial por soluções de climatização. A expectativa é de que essa tendência continue em 2026, à medida que consumidores e empresas buscam conforto térmico e proteção contra o calor extremo.
O balanço divulgado pela Associação Brasileira de Refrigeração, Ar-condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava), divulgado recentemente, estima um crescimento orgânico médio de 10% ao ano para o setor nos próximos cinco a dez anos, ainda que as incertezas na geopolítica internacional e do cenário eleitoral brasileiro possam impactar os custos de insumos e a estabilidade do mercado. Destaque para o segmento de instalação e manutenção, que lidera o crescimento em 2026, com alta estimada de 19,8%.
A demanda pelo equipamento também é reforçada pelos picos de temperatura em centros urbanos. Reportagem exibida recentemente pelo Fantástico, da TV Globo, mostrou como as chamadas ilhas de calor afetam de forma desproporcional favelas e periferias urbanas, onde a alta densidade de construções, a falta de áreas verdes e o uso de materiais que acumulam calor fazem com que a temperatura seja significativamente mais alta do que em bairros vizinhos.
Adaptações e maior proteção à saúde
O calor excessivo agrava problemas de saúde, reduz o conforto térmico e expõe moradores — especialmente idosos, crianças e pessoas com doenças crônicas — a riscos cada vez maiores em um contexto de aquecimento global. Nesse cenário, o acesso ao ar-condicionado tende a ganhar importância como medida de adaptação e proteção à saúde nessas comunidades, já que soluções de climatização passiva, como ventilação natural ou sombreamento, têm eficácia limitada diante das condições urbanas e térmicas desses territórios.
Durante a COP30, ouviu-se repetidamente que climatização deverá ser encarada como direito humano básico, ao lado de água potável, saneamento básico e energia.
Mas com todo esse crescimento, o setor elétrico nacional já começa a sentir os efeitos dessa nova dinâmica de consumo. Dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) indicam que a energia destinada ao uso de condicionadores de ar no setor residencial deve crescer significativamente nas próximas décadas, pressionando a necessidade de geração, distribuição e atendimento dos picos de consumo nos períodos mais quentes.
Conforto térmico mais acessível
Relatórios também mostram que, em anos recentes, o avanço das temperaturas já elevou a carga elétrica no país, levando o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) a registrar aumento expressivo da demanda nos horários de pico durante ondas de calor. Os avanços que estamos tendo em eficiência energética, tanto para aparelhos de ar-condicionado quanto para edificações, não só reduzirão o impacto sobre o sistema elétrico mas tornarão o acesso ao conforto térmico mais acessível para toda a população, reduzindo custos.
Por fim, o avanço acelerado da climatização também traz um desafio ambiental adicional: o aumento do estoque de hidrofluorcarbonos (HFCs), gases refrigerantes amplamente usados em aparelhos de ar-condicionado e com alto potencial de aquecimento global quando liberados na atmosfera. Vazamentos durante a instalação, falhas na manutenção e o descarte inadequado de equipamentos antigos podem transformar uma solução de adaptação ao calor em um fator de agravamento da crise climática.
Instrução normativa do IBAMA
Não à toa, a nova Instrução Normativa do IBAMA, em consulta pública até 28/02, coloca como crime ambiental o vazamento do gás refrigerante em qualquer etapa do processo. E os Programas Brasileiros de Eliminação de HCFC e redução de HFC tem colocado grande esforço no fortalecimento da economia circular destes equipamentos e no treinamento de técnicos por todo o país.
É essencial garantir instalações bem executadas, manutenção com recolhimento correto do fluido refrigerante e o funcionamento efetivo da logística reversa, assegurando que a expansão da climatização ocorra sem ampliar as emissões responsáveis pelo aquecimento global.
*Biólogo, consultor em sustentabilidade e diretor de Meio Ambiente da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (ABRAVA)
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Autor do pedido de CPI que foi arquivada, hoje, na Câmara do Recife, o vereador Thiago Medina (PL) avisou que solicitará votação e plenário e, se necessário, recorrerá à Justiça. As informações são do blog do Dantas Barreto.
Nas redes sociais, o liberal salientou que há fato determinado para investigar o prefeito João Campos (PSB), por ter nomeado um advogado como procurador na cota de pessoa com deficiência. Ele disse que o presidente do Legislativo, Romerinho Jatobá (PSB), acatou pedido de Campos.
Leia mais“A gente vai recorrer ao plenário e, não dando certo, vai para a Justiça. A Lei está do nosso lado. A ter CPI querendo o PSB ou não. Vamos recorrer até onde precisar”, disse Medina nas redes sociais.
Thiago Medina vê contradição do presidente da Câmara ao decidir pelo arquivamento. “Para o impeachment havia fato determinado e agora para a CPI não tem mais? O que aconteceu? O que mudou? João Campos seria, sim, culpado porque sabe que fraudou o concurso público para beneficiar o filho do juíz que arquivou o processo de corrupção dele”, cravou.
O vereador do PL disse que o arquivamento do seu pedido de CPI “só confirma que a Câmara Municipal não passa de um puxadinho da Prefeitura. O que João Campos manda eles fazem. Viram o que iam perder o apoio da população, quando descobrisse o que ele fez”, disparou Medina.
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