No momento em que o PL investe em Michelle Bolsonaro, Rosângela da Silva, a Janja, esposa do presidente Lula, virou assunto nas rodas de conversa em Brasília. O protagonismo da primeira-dama tem gerado certas especulações, especialmente dentro do próprio PT. Filiada ao partido, ela já disse que pretende ter uma atuação efetiva e marcante no governo, mas sem qualquer conotação eleitoral. Mas há quem veja isso de outra forma.
A primeira-dama tem uma sala ao lado da do presidente, onde tem uma agenda própria, recebe amigos, auxiliares do próprio presidente e discute políticas públicas. É considerada uma “ministra sem pasta” e fiadora de toda sorte de decisões sensíveis que possam afetar a imagem do governo e, em particular, do marido. Especula-se que ela, na verdade, estaria sendo preparada para disputar a sucessão de Lula. As informações são da edição online da Veja.
Leia maisA Constituição proíbe que cônjuges dos atuais chefes do Executivo disputem a eleição. Porém, de acordo com advogados ligados ao PT, existe um antigo precedente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que pode ser invocado caso essa possibilidade seja levada em consideração. Em 2002, a Corte autorizou Rosinha Garotinho, então primeira-dama do Rio de Janeiro, a concorrer à sucessão do marido.
Lula teria que deixar o Planalto seis meses antes do fim do mandato.
Leia menos
















