Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, clique no link abaixo e confira. Está imperdível!
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Se Pernambuco vive hoje uma disputa polarizada, a situação não é uma novidade. Quarenta anos atrás, o atual ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, viveu um momento parecido, enfrentando o ex-governador Miguel Arraes numa das eleições mais duras da história do estado. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, o atual auxiliar de Lula relembrou com carinho aquele momento. “Eu existo por causa daquela derrota”, afirmou.
“Tudo valeu a pena naquela eleição. Não me arrependo de nada do que fiz. Depois dali, fui deputado federal por cinco mandatos, líder do governo Lula, ministro das Relações Institucionais, ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) e agora ministro da Defesa. Se não tivesse perdido aquela eleição, não teria a história política que construí ao longo dos anos”, reconhece o pernambucano.
Leia maisEntre os principais momentos, José Múcio aponta o debate na TV Globo como aquele que não sai de sua cabeça, especialmente nos tempos atuais. “Não consigo esquecer do debate, um debate de respeito. Eu chamava doutor Arraes de senhor, pedia ‘por favor’, usando o que a elegância e a educação nos impõem fazer. Teve uma coisa curiosa. Eu tinha 37 anos e representava o passado, todo o contencioso político que havia. E Arraes com 70 anos representava o futuro. Os jovens votavam nele, enquanto os mais velhos votavam em mim. Mas foi uma coisa muito respeitosa. Ali fundamos uma amizade que perdurou até ele nos deixar, em 2005. Ele dizia que a vitória dele foi valorizada pelo estilo da campanha que impusemos. E eu existo por conta daquela derrota”, colocou José Múcio.
O ministro ainda fez um paralelo com o passado e o momento atual, por conta do risco que havia quanto à democracia, recém-conquistada em 1985. “Quando meu pai dizia que eu tinha que ser engenheiro, eu questionava minha vocação. Mas acho que ele acertou, porque sempre fui um construtor de pontes e estava presente nas polarizações. Em 1986, eu estava numa fase do passado e estávamos reconstruindo a democracia no Brasil. Dessa vez é a mesma coisa. Quando o presidente me chamou pra ser ministro da Defesa dele, não era minha vocação, mas vim para construir pontes. Pena que a política esteja tão polarizada e que as pessoas não respeitem as opiniões contrárias, que é o princípio básico da democracia. Nesse sentido, foi um trabalho parecido”, concluiu.
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O candidato ao Senado Eduardo da Fonte (PP/UP) recebeu o apoio do presidente da Câmara Municipal de Sertânia, Vando do Caroá (PL), e de outros sete vereadores do município. Também declararam apoio a Damião Silva, Rielson de Algodões, Doia, Junhão Lins, André Chaves Gijio, Patricia de Júnior do Posto e Luiz Abel.
Eduardo da Fonte integra a chapa majoritária da governadora Raquel Lyra (PSD), candidata à reeleição, e tem participado de agendas políticas ao lado dela em diferentes regiões de Pernambuco. O outro candidato ao Senado na chapa é Túlio Gadêlha (PSD).
“Receber o apoio da maioria dos vereadores de Sertânia aumenta ainda mais a nossa responsabilidade. É uma demonstração de confiança no trabalho que construímos por Pernambuco e no projeto que estamos levando ao Senado ao lado da governadora Raquel Lyra”, afirmou Eduardo da Fonte.
Um vídeo enviado ao blog mostra as condições de abandono de um trecho da PE-499, no Sertão de Pernambuco. Nas imagens, é possível ver diversos buracos e pontos de desgaste no asfalto ao longo da pista.
Conhecida como Estrada da Cebola, a PE-499 teve um trecho de 31,96 quilômetros, entre Terra Nova e Cabrobó, pavimentado pelo Governo Raquel Lyra e entregue em maio de 2024. A obra recebeu investimento de R$ 41,1 milhões e incluiu serviços de terraplenagem, pavimentação, drenagem e sinalização.
Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (8) mostra como está a disputa pelo Senado em Pernambuco. O levantamento foi encomendado pela Globo.
Em 2026, serão eleitos dois senadores em cada estado e no Distrito Federal, para renovar 54 das 81 cadeiras. Por isso, cada eleitor precisa votar em dois candidatos diferentes. Não é possível escolher o mesmo nome duas vezes. As informações são do g1.
Leia maisNa pesquisa espontânea da Quaest, em que os nomes não são mostrados aos eleitores entrevistados, 78% estão indecisos (eram 80%), porque não souberam citar um candidato.
Já na pesquisa estimulada, a lista de candidatos é mostrada, e cada entrevistado precisa responder duas vezes em quem pretende votar: para a primeira vaga e, depois, para a segunda vaga.
Os resultados da pesquisa para o Senado consideram as menções para a primeira e a segunda vagas em um total que soma 100% das intenções de voto e mantém a proporção entre candidatos, brancos/nulos e indecisos. Veja os números abaixo:
Combinação – votos totais
Contratada pela Globo, a Quaest entrevistou 1.302 pessoas de 16 anos ou mais em todo o país, entre os dias 4 e 7 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-00285/2026.
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O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, é o convidado de hoje do meu podcast em parceria com a Folha de Pernambuco, o ‘Direto de Brasília’. Na pauta, os 40 anos da histórica eleição de 1986, na qual perdeu a disputa para o Governo de Pernambuco para Miguel Arraes. O ministro, com apenas 38 anos na época, tinha sido vice-prefeito de Rio Formoso e depois fora eleito prefeito, mas optou por presidir a Celpe e na gestão de Roberto Magalhães foi secretário de Transporte entre 1982 e 1985.
Franco favorito, Arraes, então com 70 anos de idade, era tido como o novo, foi o candidato dos jovens e da esquerda na época, enquanto Múcio era tido como o candidato dos velhos. Essa inversão de valores mostrava o quanto Miguel Arraes era uma figura icônica e porquê ele cravou seu nome na história de Pernambuco.
A campanha, de alto nível, vale salientar, não teve muitas surpresas para o governo, uma vez que Arraes confirmou seu favoritismo, enquanto Múcio entrou para a história como o derrotado mais vitorioso da história de Pernambuco. A partir dali, ele viria a ser cinco vezes deputado federal, ministro das Relações Institucionais de Lula, presidente do Tribunal de Contas da União e agora ministro da Defesa.
Engenheiro civil formado pela Escola Politécnica da Universidade de Pernambuco, José Múcio cumpriu mandatos eletivos como prefeito de Rio Formoso (1982 a 1983) e deputado federal (1991 a 2011). Entre as principais atividades parlamentares, foi presidente nacional do PFL (1992 a 1993); líder do PTB na Câmara dos Deputados; e líder do Governo, de 7 de março de 2007 a 30 de novembro de 2007.
Na carreira pública, ele foi presidente da Companhia Energética de Pernambuco (Celpe), secretário dos Transportes, Comunicações e Energia do Estado de Pernambuco, secretário municipal de Planejamento, Urbanismo e Meio Ambiente de Recife, ministro de Estado Chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, ministro do Tribunal de Contas da União e presidente do TCU.
O ‘Direto de Brasília’ vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, incluindo também cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste.
Retransmitem o programa a Gazeta News, do Grupo Collor, em Alagoas, a Rede Mais Rádios, com 25 emissoras, na Paraíba, e a Mais-TV, do mesmo grupo, sob o comando do jornalista Heron Cid. Ainda a Rede ANC, do Ceará, formada por mais de 50 emissoras naquele Estado, além da LW TV, de Arcoverde.
Os parceiros neste projeto são o Grupo Ferreira de Santa Cruz do Capibaribe, a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
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Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (8) mostra como está o cenário da eleição estadual, a menos de um mês do 1º turno — que acontecerá em 4 de outubro.
Veja os números da pesquisa estimulada, em que a Quaest mostra aos eleitores entrevistados os nomes dos candidatos. Entre parênteses, o resultado da pesquisa anterior, do dia 25 de agosto.
Leia maisPara 76% dos eleitores (eram 72%), a escolha do candidato é definitiva. Outros 23% (eram 27%) dizem que ainda podem mudar o voto até o dia da eleição, em 4 de outubro.
Contratada pela Globo, a Quaest entrevistou 1.302 pessoas de 16 anos ou mais em todo o país, entre os dias 4 e 7 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-00285/2026.
Na pesquisa espontânea, em que a Quaest não mostra aos eleitores os nomes dos candidatos, a disputa está assim:
A Quaest consultou os eleitores sobre cada um dos candidatos em disputa: se eles conhecem e votariam, se não conhecem ou se conhecem e não votariam. Os candidatos mais rejeitados (maiores índices de “conhece e não votaria”) são, respectivamente, de João Campos e Raquel Lyra.
João Campos
Raquel Lyra
Ivan Moraes
Renan Hallais
Guilherme Fonseca
Professor Jeremias do Banco
Professora Camila
Victor Assis
Blog da Malu Gaspar – O GLOBO
Em seu acordo de colaboração premiada, o operador do mercado financeiro Antonio Carlos Freixo Júnior, conhecido como “Mineiro”, confirmou à Procuradoria-Geral da República (PGR) ter realizado ao longo do ano passado sete transferências bancárias para o fundo Havengate que totalizam US$ 12,3 milhões (cerca de R$ 69 milhões no câmbio da época) a pedido do banqueiro Daniel Vorcaro.
O fundo, sediado nos Estados Unidos, é administrado pelo advogado de imigração Paulo Calixto, próximo do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), e foi usado para o financiamento do polêmico longa-metragem “Dark Horse”. O filme sobre a trajetória política de Jair Bolsonaro, que aborda a campanha política de 2018, com destaque para a facada no ex-presidente, só vai estrear nos cinemas depois das eleições deste ano, conforme antecipou o blog.
Leia maisNa tarde desta terça-feira (8), a defesa de Mineiro teve uma audiência de aproximadamente 20 minutos com um juiz auxiliar do gabinete do relator do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, para confirmar aspectos do seu acordo de colaboração, como a voluntariedade, a regularidade e a legalidade da negociação. É uma etapa prevista na lei e que antecede a decisão do ministro de homologar o acordo.
As transferências bancárias ao Havengate, em tese, seriam destinadas à produção de “Dark Horse”, mas uma das linhas de investigação da PF e da PGR é verificar se os repasses também não serviram para financiar o autoexílio de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos.
O filho 03 de Bolsonaro se mudou para o Texas em fevereiro de 2025. sob a alegação de estar sofrendo perseguição política no Brasil. As parcelas ao Havengate foram efetuadas entre fevereiro e setembro de 2025 – o sétimo pagamento, de US$ 1,66 milhão (cerca de R$ 9 milhões à época), foi revelado pela revista Piauí.
Além das transferências bancárias para o Havengate, Mineiro relatou aos investigadores ter efetuado uma série de entregas em dinheiro vivo, inclusive em malas, para terceiros indicados por Vorcaro. Mas o delator alegou que não sabia para que finalidade seriam os repasses.
“Dark Horse” abriu uma crise na campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República após o site Intercept Brasil publicar mensagens do senador cobrando dinheiro do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, supostamente para o financiamento da produção.
Após o episódio vir à tona e afetar o seu desempenho nas pesquisas eleitorais, Flávio havia prometido apresentar em detalhes as contas do filme, mas depois mudou o discurso, tentou se desvencilhar do caso e vem alegando que o assunto é “página virada”.
De acordo com uma perícia privada contratada pela Go Up Entertainment, produtora de “Dark Horse”, das cinco fases de realização do projeto, apenas uma (as filmagens) ocorreu no Brasil. As demais foram feitas nos Estados Unidos. A Go Up nunca lançou nenhum filme nos cinemas brasileiros.
A perícia também apontou que 72% dos gastos com o filme ocorreram nos Estados Unidos e apenas 28% no Brasil. Ao todo, “Dark Horse” teria custado US$ 13,39 milhões, o equivalente a R$ 75,18 milhões na cotação de câmbio utilizada pelo perito Anísio Costa Castelo Branco.
Os gastos nos EUA incluem não apenas a pré-produção (US$ 2,66 milhões) e a pós-produção do filme (US$ 1,96 milhão), mas também a produção (US$ 1,97 milhão), além de despesas com o desenvolvimento do projeto (US$ 383,2 mil) e a fase chamada de “soft production” (US$ 2,69 milhões), focada em questões logísticas e administrativas, anterior à pré-produção.
Segundo cinco produtores do mercado audiovisual brasileiro ouvidos reservadamente pelo blog, os gastos com as etapas iniciais do filme foram estratosféricos. Eles chamam atenção para o fato de que, segundo a perícia, os gastos na “soft produção” (uma fase embrionária de definição de questões conceituais do filme) de US$ 2,68 milhões representam 20% do orçamento total de US$ 13,39 milhões.
Em média, um filme reserva entre 3% a 5% do seu orçamento para essa etapa.
Na “soft pré”, como é chamada no mercado, são realizadas reuniões preparatórias apenas com o núcleo duro da produção, nas quais começam a ser definidas as principais diretrizes criativas e técnicas do filme, como a escolha de atores e locações, definição sobre fotografia (como os tipos de câmeras que vão ser usadas para as filmagens), além de conceitos de figurinos, por exemplo.
Já a pré-produção de “Dark Horse” custou US$ 2,66 milhões, ligeiramente menos que a soft, de acordo com o documento elaborado pelo perito Castelo Branco. Isso também provocou estranhamento, já que essa segunda etapa envolve a mobilização das diversas equipes de cada área, com a elaboração de figurinos, viagens de preparação técnica para as filmagens e ensaios com o elenco escolhido.
No mês passado, a PF cobrou da Go Up esclarecimentos sobre “aspectos financeiros, contratuais e operacionais” do filme. A resposta foi encaminhada na última sexta-feira (4).
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A candidata ao Senado Marília Arraes (PDT) defendeu, nesta terça-feira (8), investimentos em infraestrutura, logística e qualificação profissional durante sabatina promovida pela Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe). Entre as propostas apresentadas, estão a conclusão do ramal Salgueiro-Suape da Transnordestina, investimentos nos aeroportos do interior e a ampliação das fontes de energia renovável e da infraestrutura de gás natural no estado.
Marília também defendeu a interiorização do desenvolvimento a partir das atividades econômicas de cada região, citando o polo gesseiro do Araripe, a fruticultura do Vale do São Francisco, o polo de confecções do Agreste e o complexo industrial e portuário da Região Metropolitana. Ao tratar da reforma tributária, afirmou ser favorável ao fortalecimento da Sudene, à manutenção de incentivos ao desenvolvimento regional, à revisão do Pacto Federativo e a condições tributárias voltadas aos pequenos e médios empreendedores. “Pernambuco precisa ter infraestrutura, crédito, energia, formação profissional e condições tributárias para atrair investimentos, produzir e competir”, afirmou.
Questionada sobre o fim da escala 6×1, a candidata manteve posição favorável à mudança e argumentou que a redução da jornada pode melhorar as condições de saúde e a qualidade de vida dos trabalhadores. Marília afirmou ainda que pretende manter diálogo com o setor produtivo caso seja eleita. “Tenho lado, tenho posições políticas muito claras, mas sei dialogar e construir com quem pensa diferente. No Senado, meu lado será Pernambuco”, declarou.
Em uma demonstração de força e articulação política na Mata Norte, a candidata a deputada federal Cássia do Moinho (MDB) e o ex-prefeito de Carpina e candidato a deputado estadual, Botafogo (Republicanos), comandaram, ao lado do candidato a governador de Pernambuco, João Campos (PSB), um dos maiores atos públicos da campanha em Carpina.
A inauguração do Espaço 40, comitê central da Frente Popular no município, reuniu uma multidão e transformou as ruas da cidade em um verdadeiro mar amarelo, chancelando o peso da aliança no palanque do candidato ao Governo de Pernambuco.
“Estar ao lado de Botafogo nessa caminhada ao lado de João Campos reforça o nosso compromisso com Carpina. Nós dois conhecemos de perto as dores da nossa cidade e sabemos que João é o nome certo e preparado para transformar Pernambuco. É uma parceria de trabalho, pé no chão e muita vontade de fazer mais pelo nosso estado”, afirmou Cássia do Moinho. “Com João liderando Pernambuco e o nosso grupo unido aqui na base, tenho certeza de que a Mata Norte vai avançar como nunca e ter os investimentos que sempre mereceu”, completou Botafogo.
O presidente da Câmara de Vereadores de Arcoverde e candidato a deputado federal, Luciano Pacheco (MDB), participou, ontem, de uma homenagem ao maestro Egerton Verçosa Amaral, conhecido como Beto da Oara, que completou 94 anos. O encontro aconteceu na Travessa Padre Roma, no Centro de Arcoverde, em frente à residência do homenageado.
Referência da história musical e cultural do município, Beto da Oara recebeu a homenagem da Filarmônica Joaquim Belarmino Duarte. Um dos momentos mais simbólicos da celebração ocorreu quando o maestro assumiu, por alguns instantes, a regência dos músicos, reafirmando sua profunda ligação com a música e emocionando os presentes.
Leia maisPara Luciano Pacheco, a trajetória de Beto ultrapassa as fronteiras de Arcoverde e ocupa um lugar de destaque na cultura pernambucana. “Beto da Oara é um patrimônio vivo não apenas da cultura arcoverdense, mas também da música de Pernambuco. Há mais de 60 anos, ele fez história ao criar a Orquestra de Ritmos Arcoverdenses Super Oara e levou o nome de Arcoverde para o mundo. É uma vida inteira dedicada à música e nós sempre estaremos aqui aplaudindo de pé esse grande artista e amigo”, destacou Luciano Pacheco.
A homenagem também integrou as comemorações da Filarmônica Joaquim Belarmino Duarte, que completa 98 anos no próximo dia 11 de setembro. Após o encontro, os músicos seguiram para a Praça da Bandeira, onde participaram da Alvorada Festiva em celebração ao Dia da Independência.
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A situação da PE-422, que liga a BR-316 ao município de Itacuruba, no Sertão de Itaparica, tem gerado revolta entre moradores. No trecho de cerca de 4 quilômetros, entre Belém e a região do Porto da Barra, a obra está paralisada e a aplicação de pó de brita, sem a devida umidificação, tem provocado muita poeira e transtornos para quem precisa trafegar pela estrada. Em julho deste ano, a governadora Raquel Lyra (PSD) prometeu a requalificação da rodovia, mas, até o momento, nada foi feito. O vídeo mostra a precariedade do trecho e a indignação da população.
Onze diretores da Polícia Federal manifestaram, por meio de uma nota, seu “total apoio” ao diretor-geral afastado Andrei Rodrigues e colocaram seus cargos à disposição para o delegado William Marcel Murad, diretor-geral substituto. O comunicado foi divulgado nesta terça-feira (8), algumas horas depois da decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça que determinou o afastamento preventivo de Rodrigues e de Leandro Almada, da Diretoria de Inteligência do órgão.
“Para que fique absolutamente claro, repudiamos toda e qualquer tentativa de imputar a eles ou à Polícia Federal uma atuação não republicana. Tais acusações, desprovidas de fundamento, afrontam a história, a credibilidade e o compromisso institucional que sempre pautaram suas condutas. Neste ato, colocamos nossos cargos à disposição do Diretor-Geral substituto”. As informações são do portal G1.
Leia maisAssinam a nota:
Ao todo, a corporação tem 15 diretorias. Entre os integrantes da cúpula, não assinam o documento o próprio Andrei e o diretor de Inteligência, Leandro Almada da Costa, ambos afastados, além da corregedora-geral, Aletea Vega Marona Kunde. Também não consta entre os signatários o diretor-executivo, William Marcel Murad, número 2 da corporação, que assumiu o comando no lugar de Andrei após seu afastamento.
Leia a íntegra do comunicado:
Os Diretores da Polícia Federal vêm a público expressar seu total apoio ao Diretor-Geral, Delegado de Polícia Federal Dr. Andrei Rodrigues, e ao seu Diretor de Inteligência, Delegado de Polícia Federal Dr. Leandro Almada, diante dos injustificados ataques sofridos pela Polícia Federal na data de hoje.
Da mesma forma como a Instituição Polícia Federal tem, em sua história e feitos, a razão de sólida admiração dos brasileiros, o Dr. Andrei também conta com um percurso profissional dedicado à defesa da PF, com atuação técnica, isenta e responsável.
Narrativas marcadamente influenciadas por interesses político-eleitorais não têm o poder de apagar a história, a reputação e a trajetória profissional de quem quer que seja.
Assim, cumprindo nosso dever de defender a Instituição de ataques e tentativas de usurpação de funções, e assegurando o interesse público na manutenção de uma Polícia Federal capaz de promover justiça e assegurar o Estado Democrático de Direito, tornamos público nosso apoio aos diretores.
Para que fique absolutamente claro, repudiamos toda e qualquer tentativa de imputar a eles ou à Polícia Federal uma atuação não republicana. Tais acusações, desprovidas de fundamento, afrontam a história, a credibilidade e o compromisso institucional que sempre pautaram suas condutas. Neste ato, colocamos nossos cargos à disposição do Diretor-Geral substituto.
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