Abaixo, os programas de TV da governadora Raquel Lyra (PSD) e de João Campos (PSB) na estreia no horário da propaganda eleitoral.
Abaixo, os programas de TV da governadora Raquel Lyra (PSD) e de João Campos (PSB) na estreia no horário da propaganda eleitoral.
A candidatura de Anderson Luiz (PSD) a deputado estadual vem ampliando sua base de apoio em Caruaru e ganhando a adesão de nomes que representam a história e a identidade cultural do município e do Nordeste brasileiro. O cantor e compositor Onildo Almeida, o instrumentista João do Pife, o sanfoneiro Gilvan Neves e o personagem Coronel Cornélio estão entre os apoiadores do candidato. Os quatro são reconhecidos como Patrimônios Vivos de Caruaru.
“Receber o apoio de pessoas que são símbolos da nossa cultura é uma honra enorme e, ao mesmo tempo, aumenta a nossa responsabilidade. Onildo, João do Pife, Gilvan e Coronel Cornélio representam a história viva de Caruaru. Quero chegar à Assembleia Legislativa com o compromisso de defender nossa cultura, nossos artistas e todos aqueles que trabalham para manter nossas tradições vivas”, afirma Anderson Luiz, que esteve acompanhado, nas agendas, do presidente da Fundação de Cultura, Hérlon Cavalcanti.
A candidata ao Senado Marília Arraes (PDT) estreou, hoje, seu programa no guia eleitoral reafirmando sua ligação com Pernambuco e apresentando ao eleitor o eixo central de sua campanha: estar ao lado do povo para representar o estado no Senado e fortalecer, em Brasília, o projeto liderado pelo presidente Lula.
Com uma narrativa marcada pela identidade pernambucana, o programa percorre diferentes paisagens e realidades do estado e mostra Marília em contato com trabalhadores e com a população em geral. A peça destaca o sentimento de pertencimento e reforça uma trajetória construída nas ruas e a disposição da candidata de conhecer de perto os desafios enfrentados pelos pernambucanos.
Leia maisO primeiro guia também apresenta Marília diretamente ao eleitor, destaca o número 123 e reserva espaço de peso para Lula. Ao lado da candidata, o presidente pede o voto para Marília e simboliza uma das principais mensagens políticas da campanha: a sintonia entre os dois e a importância de Pernambuco eleger uma senadora alinhada ao governo federal.
“Quis começar essa conversa mostrando aquilo que orienta toda a minha caminhada: Pernambuco e nossa gente. Conheço nosso estado, sei dos desafios que ainda precisamos enfrentar e quero chegar ao Senado para trabalhar ainda mais pelo nosso povo, sempre junto com o presidente Lula”, afirmou Marília.
Com linguagem direta, imagens de Pernambuco e forte presença popular, a estreia posiciona Marília como uma candidatura vinculada às raízes do estado e à parceria com Lula, que ocupará papel central ao longo da campanha eleitoral.
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Iza Arruda já se consolidou como uma das grandes vozes da política pernambucana. Sua fala impressiona pela clareza, sinceridade, carisma, serenidade e respeito pelas pessoas. Mas sua força vai muito além do discurso.
Em menos de quatro anos de mandato, Iza transformou expectativa em resultado. Projetos de sua autoria viraram leis, sua atuação ganhou relevância dentro do Congresso Nacional e sua capacidade de articulação levou recursos importantes para Pernambuco.
Leia maisSua marca está na defesa das mulheres, das pessoas com deficiência, da população com Transtorno do Espectro Autista e, sobretudo, na compreensão de que a política precisa produzir consequências concretas na vida das pessoas.
Iza também cresceu institucionalmente. Ocupou espaços de destaque, ampliou sua interlocução em Brasília e passou a representar o Parlamento brasileiro em agendas nacionais e internacionais.
Nada disso aconteceu por acaso.
Há preparo, capacidade de diálogo, sensibilidade política e uma característica que se tornou cada vez mais rara na vida pública: a capacidade de transmitir firmeza sem agressividade, autoridade sem arrogância e esperança sem artificialidade.
De Vitória de Santo Antão para Brasília, Iza percorreu em poucos anos um caminho que muitos levam décadas para construir.
Hoje, já não é apenas uma promessa do interior de Pernambuco. É uma realidade política com projeção estadual e nacional.
E talvez seja justamente aí que sua trajetória se torne ainda mais interessante.
Porque Iza chega ao fim do primeiro mandato mais experiente, mais conhecida, mais respeitada e com muito mais capacidade de articulação do que tinha quando começou.
O que vem pela frente pode ser ainda maior.
Se o primeiro mandato revelou a força de Iza Arruda, os próximos anos poderão revelar a dimensão de sua liderança.
Este é apenas o primeiro capítulo. E o futuro, ao que tudo indica, reserva a Iza Arruda um papel ainda maior na história política de Pernambuco.
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O podcast ‘Direto de Brasília’ da próxima semana, meu projeto em parceria com a Folha de Pernambuco, será com o cientista de dados, publicitário, empresário e pesquisador Alek Maracajá. Ele vai falar sobre o impacto das pesquisas eleitorais, se elas influenciam o eleitor, se a multiplicidade de institutos e levantamentos causam algum tipo de confusão na cabeça do eleitor e o impacto que recorte de pesquisas estão causando nas redes sociais.
Com formação e trajetória profissional voltadas à integração entre tecnologia, comunicação e análise de comportamento, Alek atua também como professor da ESPM e pesquisador da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), onde ampliou sua atuação para temas relacionados à inteligência artificial, ética e desinformação. É autor do livro ‘Brasil Digital nas Entrelinhas da Polarização Política’, resultado de pesquisas baseadas em grandes volumes de dados das redes sociais.
Leia maisNa área profissional, Maracajá é CEO da Ativaweb e acumula experiência em análise de dados, redes sociais, comunicação e marketing político. Seu trabalho envolve o monitoramento e a interpretação de dados digitais para identificar tendências, comportamento de públicos, engajamento e circulação de narrativas. Ao longo da carreira, participou de estudos e projetos relacionados a campanhas eleitorais e comunicação política, consolidando-se como especialista na aplicação de Big Data à compreensão do comportamento político nas redes sociais.
O ‘Direto de Brasília’ vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, incluindo também cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste.
Retransmitem o programa a Gazeta News, do Grupo Collor, em Alagoas, a Rede Mais Rádios, com 25 emissoras, na Paraíba, e a Mais-TV, do mesmo grupo, sob o comando do jornalista Heron Cid. Ainda a Rede ANC, do Ceará, formada por mais de 50 emissoras naquele Estado, além da LW TV, de Arcoverde.
Os parceiros neste projeto são o Grupo Ferreira de Santa Cruz do Capibaribe, a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, por meio de nota divulgada hoje, que não mantém qualquer relação com a empresária e lobista Roberta Luchsinger e que nunca teve interlocução com ela. A manifestação foi divulgada após questionamentos sobre fotografias nas redes sociais de Roberta em que os dois aparecem juntos.
Segundo a nota da equipe de campanha de Lula, o fato de o petista ter sido fotografado ao lado de Roberta não significa a existência de vínculo pessoal, profissional ou político. “O presidente Lula é uma figura pública que, ao longo de sua trajetória e especialmente em campanhas e agendas públicas, é abordado por inúmeras pessoas para registros fotográficos. A existência desses registros não significa relação pessoal, profissional ou política”, diz o comunicado.
Leia maisAinda de acordo com a nota, esse foi o sentido da resposta dada pelo presidente em entrevista, ontem, à TV Globo. A declaração foi dada após Lula afirmar que não conhecia Roberta Luchsinger, empresária investigada pela Polícia Federal (PF) no inquérito que apura descontos ilegais em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
“Eu não conheço essa moça [Roberta Luchsinger], nunca vi essa moça na minha vida, nunca conversei com essa moça, ela nunca esteve próxima de mim”, declarou o presidente na ocasião. Publicações feitas pela empresária nas redes sociais, porém, mostram registros dos dois juntos em diferentes ocasiões.
Levantamento do portal G1 identificou ao menos três fotografias e um vídeo em que Roberta aparece ao lado de Lula. “Lula não mantém qualquer relação com Roberta Luchsinger e nunca teve interlocução com ela”, conclui a nota.
Roberta Luchsinger é amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente. Ela é investigada pela Polícia Federal no inquérito sobre fraudes relacionadas a descontos em benefícios do INSS. Durante as apurações, a PF identificou repasses da empresária ao então chefe de gabinete da Presidência Marco Aurélio Santana, conhecido como Marcola, além de uma minuta de contrato para venda de medicamentos à base de canabidiol ao Ministério da Saúde.
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Por Luiz Queiroz – Capital Digital
O Tribunal de Contas da União (TCU) encerrou um processo que colocou em discussão o destino de uma das maiores ocorrências conhecidas de nióbio do mundo, no Morro dos Seis Lagos, no Amazonas, jazida cuja exploração foi reiteradamente defendida pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e chegou a integrar seu discurso sobre o aproveitamento das riquezas minerais brasileiras. O direito minerário, requerido pela antiga Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) ainda em 1975, continuará sob controle do Estado brasileiro, embora a extração permaneça cercada por impedimentos constitucionais e ambientais.
A decisão encerra o monitoramento do processo TC 007.270/2024-0, relatado pelo ministro Benjamin Zymler. O TCU considerou cumprida a determinação que havia obrigado a Agência Nacional de Mineração (ANM) a avaliar o possível decaimento do título mantido pela CPRM, atual Serviço Geológico do Brasil (SGB). O resultado cria uma situação aparentemente contraditória. O Brasil preservou o direito minerário sobre uma gigantesca jazida de nióbio, titânio e terras raras, mas não pode simplesmente explorá-la.
Leia maisSeis Lagos ganhou projeção política especialmente durante a ascensão e o governo de Bolsonaro. O ex-presidente transformou o nióbio em tema recorrente de seus discursos sobre riquezas minerais, soberania e agregação de valor, criticou as limitações impostas à exploração econômica de terras indígenas e, depois de chegar à Presidência, passou a mencionar nominalmente a jazida amazônica.
Em junho de 2019, durante viagem ao Japão para participar da reunião do G20, Bolsonaro voltou a defender maior aproveitamento do nióbio brasileiro e destacou a existência do mineral “na região de Seis Lagos também, na Região Norte”. Três anos depois, foi ainda mais explícito. Em abril de 2022, durante discurso no Palácio do Planalto diante de embaixadores, apresentou a região como uma oportunidade mineral brasileira e afirmou: “Temos para explorar região dos Seis Lagos, estamos prontos a conversar sobre isso com os senhores.”
Bolsonaro associava a exploração à necessidade de o país agregar valor ao nióbio, em vez de permanecer essencialmente como fornecedor da matéria-prima. A defesa não ficou restrita ao discurso sobre minerais. Seu governo apresentou ao Congresso, em 2020, o PL 191/2020, destinado a regulamentar os artigos 176 e 231 da Constituição e criar condições para pesquisa e lavra de recursos minerais em terras indígenas.
A proposta não era específica para Seis Lagos e não resolveria sozinha todos os impedimentos existentes na área, mas enfrentava justamente uma das barreiras jurídicas que tornam inviável atualmente a exploração da jazida: sua sobreposição com a Terra Indígena Balaio.
Em maio de 2021, durante visita a São Gabriel da Cachoeira, município onde está localizado o Morro dos Seis Lagos, o então presidente foi à Terra Indígena Balaio para participar da inauguração de uma ponte. A viagem ocorreu em meio às críticas de organizações indígenas à política de seu governo para abertura desses territórios à exploração econômica. Bolsonaro inclusive esteve inclusive nesse território sem máscara e em plena pandemia da Covid-19.
O PL 191 não prosperou. Depois da mudança de governo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu ao Congresso, em março de 2023, a retirada da proposta. Mas a retirada do projeto não resolveu o paradoxo de Seis Lagos. O Estado continuava titular de um antigo direito minerário sobre uma riqueza que a legislação posterior tornou extremamente difícil de explorar. É justamente essa situação que chegou ao TCU.
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Dentro da estratégia de trabalhar pela normalização das relações entre Brasil e Argentina, a equipe do presidente Lula já recebeu contatos e vai marcar encontros com parlamentares do país vizinho na próxima semana. As informações são do blog do Valdo Cruz.
Integrantes do Ministério das Relações Exteriores e da Secretaria de Relações Institucionais vão receber em Brasília na um grupo de cerca de 10 deputados argentinos que fazem oposição ao governo de Javier Milei para discutir as relações entre os dois países.
Leia maisSegundo assessores presidenciais, o Brasil está disposto a conversar tanto com a oposição como com a equipe de Milei para deixar para trás os atritos recentes. Eles destacam que, apesar do rebaixamento das relações diplomáticas, nada foi alterado na convivência entre os dois países. “Está tudo seguindo o ritmo normal”, diz um assessor de Lula.
Aliados históricos e principais parceiros econômicos na região, Brasil e Argentina vivem um momento de tensão entre os presidentes Lula e Milei e de rebaixamento nas relações diplomáticas entre o Itamaraty e a chancelaria argentina em razão dos ataques do presidente do país vizinho a Lula, que foi chamado de “ladrão”, “corrupto” e “presidiário”.
Milei, por sua vez, foi chamado pelos ministros Dario Durigan (Fazenda) e Guilherme Boulos (Secretaria-Geral) de “palhaço” e “caricatura patética”. Segundo apurou a GloboNews, as agendas e temas ainda estão sendo definidos, ou seja, quem vai receber os parlamentares e o que deve ser dito a eles.
Em declarações públicas, o chanceler brasileiro, Mauro Vieira, tem tido que as relações diplomáticas permanecerão rebaixadas ao nível de encarregados de negócios (em vez de embaixadores) até que os ataques de Milei a Lula acabem.
Até o chanceler argentino, Pablo Quirno, que em um primeiro momento tentou reduzir a temperatura da crise afirmando que o país não levaria as divergências entre Lula e Milei para o campo institucional, passou a dizer que a região passa por uma mudança ideológica e que ele espera que isso aconteça no Brasil também – em referência às eleições de outubro. Milei apoia a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL).
Os deputados argentinos que articulam as conversas com o Itamaraty são, por exemplo, Nicolás Massot e Martin Lousteau.
Nas redes sociais, eles têm dito que o objetivo do encontro é “abrir um canal de diplomacia parlamentar e contribuir para recompor um vínculo que nunca deveria ter sido afetado”.
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Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã
Se as pesquisas de intenção de voto para presidente da República apontam liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na sua tentativa de reeleição, embora numa disputa acirrada com seu principal adversário, Flávio Bolsonaro (PL), o quadro que se reflete nas disputas estaduais para governador e senador parece ser mais conservador.
Como faz tradicionalmente, o Correio da Manhã levantou como está a disputa estadual com base nas pesquisas de intenção de voto mais recentes dos vários institutos. Só não foi encontrada pesquisa recente em Roraima.
Leia maisO quadro com base nesses levantamentos demonstra que o PL, PSD e MDB poderiam hoje eleger até cinco governadores, considerando os estados em que lideram (embora haja empate com outros partidos em alguns deles). O PL poderia vencer no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Rondônia e Mato Grosso. O PSD no Rio de Janeiro, Sergipe, Pernambuco, Maranhão e Amazonas. E o MDB no Espírito Santo, Alagoas, Pará, Amapá e Goiás.
Nos dois principais colégios eleitorais do país – São Paulo e Minas Gerais –, a liderança é de candidatos do Republicanos.
Para o Senado, a situação é mais disputada. Em diversos estados, há empate entre diversos candidatos que disputam as duas vagas de senador. E há também maior disputa entre os partidos que são aliados do hoje presidente Lula e os que fazem oposição.
O PL poderia eleger até 18 senadores. E o PT poderia eleger até 12. O MDB tem chances de eleger dez. Clique aqui e confira o levantamento completo.
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Morreu, hoje, aos 78 anos, o médico e ex-deputado estadual de Pernambuco Garibaldi Bezerra Gurgel. A informação foi divulgada pela Clínica Médica Santa Joana, em Palmares, instituição da qual Garibaldi era diretor médico. O velório será realizado ainda hoje, na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), no Edifício Governador Miguel Arraes, com previsão de início a partir das 10h. As informações são do blog Amaraji Notícias.
Nascido em 14 de setembro de 1947, Garibaldi construiu uma trajetória que uniu a medicina e a vida pública na Mata Sul de Pernambuco. Médico com atuação na região há décadas, também teve uma longa passagem pela Assembleia Legislativa de Pernambuco. Registros históricos da Alepe mostram sua atuação parlamentar em diferentes legislaturas. A morte de Garibaldi encerra a trajetória de um profissional que teve participação expressiva na medicina e na política pernambucana, especialmente na Mata Sul, onde construiu sua carreira profissional e política.
Abaixo, os programas de rádio da governadora Raquel Lyra (PSD) e de João Campos (PSB) na estreia no horário da propaganda eleitoral, hoje pela manhã.
As redes sociais deste blog, mais lido e pioneiro no Nordeste, continuam de vento em popa, registrando um dos maiores crescimentos no País. No Instagram, o recorde de 12 milhões de contas alcançadas, no último dia 14, já foi batido hoje, com o acréscimo de mais de dois milhões, chegando a 14 milhões de contas alcançadas em apenas 15 dias.
Quem sabe, faz a hora, não espera o dia amanhecer! Se você ainda não nos segue nas redes anote nossos endereços e seja mais um a ficar bem-informado de tudo nos bastidores da política e do poder. Nos sigam em nossas redes:
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Em política, às vezes a resposta mais contundente é justamente aquela que não precisa recorrer ao grito, à agressão ou à mentira. Foi o que João Campos fez, ontem, ao responder aos ataques da governadora Raquel Lyra: deu um verdadeiro tapa de luva. Elegante, firme e, sobretudo, à altura do que se espera de quem pretende governar Pernambuco.
Diante de uma ofensiva que tenta transformar as redes sociais em extensão de uma guerra política, João escolheu outro caminho. Em vez de reproduzir a lógica de um suposto “gabinete do ódio”, como fez a governadora ao postar um vídeo contra o candidato da Frente Popular, preferiu expor os fatos e reafirmar aquilo que deveria ser regra em qualquer campanha eleitoral: debate de ideias, respeito ao eleitor e compromisso com a verdade.
A frase central de sua manifestação foi cirúrgica: o homem apontado pela imprensa como suposto chefe do chamado Gabinete do Ódio do Governo de Pernambuco nunca foi seu amigo e jamais integrou sua equipe. Já a candidata que o ataca, segundo o próprio João, não pode fazer a mesma afirmação. É uma resposta simples, mas politicamente devastadora.
Porque desloca o debate da lama das acusações para uma pergunta objetiva: quem tem, de fato, relações políticas ou administrativas com as pessoas envolvidas nas denúncias? E é justamente aí que a governadora deveria concentrar suas explicações.
João poderia ter respondido na mesma moeda. Poderia ter escolhido o ataque pelo ataque. Poderia ter transformado suas redes em trincheira. Não fez isso. Preferiu uma frase que encerra o assunto com a serenidade de quem sabe que campanha eleitoral não pode ser uma disputa para ver quem consegue produzir o maior número de ataques.
E talvez seja exatamente isso que o eleitor esteja esperando: menos ódio, menos mentira e menos política feita para destruir o outro. Mais propostas, mais responsabilidade e mais respeito. No fim das contas, João Campos não precisou levantar a voz. Bastou manter a postura.
