Na abertura da convenção do PSB, há pouco, em Brasília, o partido prestou uma homenagem ao ex-deputado pernambucano Waldemar Borges. Veja o vídeo!
Na abertura da convenção do PSB, há pouco, em Brasília, o partido prestou uma homenagem ao ex-deputado pernambucano Waldemar Borges. Veja o vídeo!
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta terça-feira (29), durante a convenção nacional do PSB, em Brasília, que será reeleito em 2026 e declarou apoio à pré-candidatura do ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) ao Governo de Pernambuco. Confira!
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a chamar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de genocida, nesta terça-feira (29), durante discurso na convenção nacional do PSB, em Brasília. Ao defender o Sistema Único de Saúde (SUS) e relembrar a atuação da rede pública durante a pandemia de Covid-19, Lula afirmou que Bolsonaro foi “responsável por mais da metade das pessoas que morreram neste país” e o chamou de “homicida”.
No discurso, o presidente destacou a importância do SUS no enfrentamento à pandemia e elogiou a atuação de médicos, enfermeiros, técnicos, motoristas e demais profissionais da saúde. Segundo Lula, a dedicação desses trabalhadores foi decisiva para salvar milhões de brasileiros durante a crise sanitária. “O SUS finalmente conseguiu ter visibilidade por causa da decência dos médicos, das enfermeiras, dos faxineiros, dos motoristas, que colocaram a sua vida em risco para salvar milhões de pessoas das mãos de um homicida chamado Bolsonaro”, afirmou.
O presidente nacional do PSB, João Campos, reafirmou, na convenção nacional do partido, nesta terça-feira (29), em Brasília, o apoio à candidatura à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e à permanência do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) na chapa. Em discurso, o ex-prefeito do Recife e pré-candidato ao Governo de Pernambuco destacou a aliança entre os dois partidos, projetou que o PSB dobrará sua bancada na Câmara dos Deputados e afirmou que caminhará ao lado de Lula também na disputa pelo Governo de Pernambuco. “O Brasil precisa de você. Conte comigo, conte com esse presidente nacional, conte com o nosso partido”, declarou.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acaba de chegar à convenção nacional do PSB, em Brasília, onde o partido oficializará o apoio à sua candidatura à reeleição e homologará a indicação do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) para compor novamente a chapa presidencial. Lula foi recebido pelo presidente nacional do PSB, ex-prefeito do Recife e pré-candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos.
Emocionada, a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, agradeceu, na noite desta terça-feira (29), a homenagem prestada pelo PSB ao ex-deputado estadual Waldemar Borges, seu marido, durante a convenção nacional do partido, em Brasília.
Em discurso, destacou a trajetória política do pernambucano, afirmou que ele dedicou a vida ao interesse público e à defesa da democracia, agradeceu ao presidente nacional da legenda, João Campos, pela homenagem e disse que o ex-prefeito do Recife e pré-candidato ao Governo de Pernambuco representa “a esperança e o futuro” do Estado.
Também defendeu a continuidade da aliança entre PSB, PCdoB e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O presidente nacional do PSB, João Campos, chegou à convenção nacional do partido, na noite desta terça-feira (29), em Brasília, e informou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ainda em deslocamento, deve chegar “em instantes”. Segundo João, a parte formal da convenção foi iniciada por causa da agenda apertada do petista, e a participação de Lula será breve.
Antes de dar continuidade aos trabalhos, João também pediu que fosse reexibido o vídeo em homenagem ao ex-deputado pernambucano Waldemar Borges, já que a ministra Luciana Santos não estava presente quando a homenagem foi exibida pela primeira vez. O tributo havia aberto a convenção, em reconhecimento à trajetória política do ex-parlamentar.
A convenção nacional do PSB foi iniciada, na noite desta terça-feira (29), em Brasília, sem a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que ainda está em deslocamento para o evento. O ex-prefeito do Recife e pré-candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos, presidente nacional da legenda, já chegou ao local. A convenção vai oficializar a indicação do vice-presidente Geraldo Alckmin para compor a chapa à reeleição de Lula e homologar o apoio do PSB ao projeto eleitoral do presidente.
O PSB optou por uma convenção no estilo americano, bem clássica, num auditório do centro de convenções Brasil 21, em Brasília, bem pequeno. Veja!
O deputado estadual e pré-candidato a deputado federal Izaías Régis (PSD) anunciou que fará dobradinha eleitoral em Garanhuns com a deputada estadual Débora Almeida (PSD), que disputará a reeleição em 2026. Segundo Izaías, a composição foi definida a partir de um convite da governadora Raquel Lyra (PSD) e integra a estratégia política do grupo no Agreste.
Ao anunciar a parceria, Izaías destacou a atuação conjunta com Débora na Assembleia Legislativa e afirmou que a aliança busca fortalecer a representação da região. “Recebi da governadora Raquel Lyra o convite para construir essa parceria política com a deputada Débora Almeida em Garanhuns, e o aceitei com muita alegria”, disse. Débora também comentou a composição e ressaltou sua ligação com o município. “Tenho um carinho muito especial por Garanhuns. Nasci nesta cidade, aqui iniciei uma importante etapa da minha vida profissional como procuradora federal do INSS e sempre mantive uma relação próxima com a população do Agreste”, afirmou.
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) protocolou nesta quarta-feira (29) uma petição no Supremo Tribunal Federal (STF) afirmando que ele não autorizou o uso de sua imagem e de sua voz para a produção de um vídeo elaborado com inteligência articial exibido na convenção do PL que oficializou a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-SP) à Presidência.
O documento foi apresentado ao ministro Alexandre de Moraes em resposta a um pedido de esclarecimentos feito pelo relator da execução penal. As informações são do g1.
Segundo os advogados, Bolsonaro “não autorizou a utilização de sua imagem e voz para a produção do vídeo elaborado mediante inteligência artificial referido na decisão”.
Leia maisA defesa afirma que Bolsonaro não poderia ter autorizado o uso de sua imagem e voz porque está com o direito de visitas suspenso por 30 dias e seu filho, o senador Flávio, está proibido de visitá-lo por 90 dias. Segundo os advogados, isso demonstra que não houve contato para pedir autorização para a produção do vídeo.
Na manifestação, os advogados afirmam que, mesmo antes das medidas restritivas, os filhos de Bolsonaro sempre utilizaram sua imagem pública em atividades político-partidárias.
“Ao menos desde o período em que o Peticionário exercia a Presidência da República, seus filhos sempre utilizaram sua imagem pública no âmbito da atividade político-partidária, reproduzindo fotografias, gravações, pronunciamentos, discursos, entrevistas e demais manifestações públicas, prática notória, contínua e jamais objeto de qualquer oposição por parte do titular desse direito”, diz o documento.
Os advogados argumentam que essa utilização decorre da relação de confiança entre pai e filhos e da natureza pública da imagem de Bolsonaro. Ao final, pedem que os esclarecimentos sejam considerados para o regular prosseguimento da execução penal.
A petição é assinada pelos advogados Celso Sanchez Vilardi, Paulo Amador da Cunha Bueno, Daniel Bettamio Tesser, pelo próprio Flávio Bolsonaro, que também atua como advogado, Saulo Lopes Segall e Gabriel Domingues.
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O blog acompanha, direto de Brasília, a convenção nacional do PSB, que irá oficializar a indicação do vice-presidente Geraldo Alckmin como candidato à reeleição na chapa de Lula e homologar o apoio do partido ao presidente. Ao longo da noite, traremos informações sobre os principais acontecimentos e bastidores do evento.
Por Djnaldo Galindo*
As pesquisas mais recentes apontam o mesmo cenário: empate técnico entre Raquel Lyra e João Campos dentro da margem de erro. Para quem está no Palácio, o resultado acende um alerta. Para quem está na oposição, traz tranquilidade.
Havia uma expectativa natural no meio político de recuperação da governadora. É o efeito da visibilidade do cargo. De um lado, a governadora com a estrutura do estado, de avião, com o apoio da maioria dos prefeitos, com ordens de serviço e inaugurações. Do outro, João Campos, já fora da Prefeitura do Recife, em pré-campanha pelo interior andando apenas de carro.
Leia maisEsse ciclo, no entanto, se encerrou. Com a chegada dos limites impostos pela legislação eleitoral, a propaganda institucional milionária sai de cena, as contratações ficam limitadas e as inaugurações perdem força. A pressão dos prefeitos sobre as bases vai continuar, mas sem o reforço direto da máquina estadual. O período de treino com vantagem terminou. O jogo equilibrado começa agora.
Outro ponto é o perfil do eleitorado captado até aqui. As pesquisas refletem sobretudo o eleitor mais ligado à política. O número de indecisos é considerável e relevante e pode decidir a eleição. É um contingente que não foi alcançado pela força da máquina nem pelo volume de publicidade institucional e que tende a decidir mais à frente, de forma mais autônoma.
Nesse momento, o fator nacional ganha peso. Pernambuco é um estado extremamente lulista e será inevitável saber qual o peso real do apoio de Lula. Raquel Lyra governa e está sendo apoiada por bolsonaristas, o que cria um desafio evidente de posicionamento. Não há como virar Diana do Pastoril, trocando de cor e de fantasia a cada cena, numa situação de uma eleição nacional em que se precisa ter posição explícita em razão da forte polarização.
João Campos chega a essa fase com a vantagem da coerência de palanque e com um ativo político importante: a dificuldade da governadora em montar sua chapa para o Senado. Num processo em que caberia ao Palácio impor agenda e dissuadir dissidentes com o poder da caneta e do orçamento bilionário do estado, essa dificuldade acaba sendo lida como sinal de ausência de liderança e de dificuldade de coordenação política.
A história eleitoral de Pernambuco também pesa na análise. Desde a Nova República, o padrão tem sido o governador eleito arrastar a chapa dupla para o Senado. Aconteceu em 1986, 2002, 2010 e 2018. A única exceção foi 1994, quando Carlos Wilson se elegeu senador junto com Roberto Freire — Wilson, ainda assim, saiu das entranhas do próprio arraesismo que elegeu Miguel Arraes governador. Hoje, nas pesquisas para o Senado, os dois nomes ligados ao palanque de João Campos lideram com folga.
Se o Senado costuma ser termômetro da disputa majoritária, o sinal atual é favorável à oposição.
Raquel Lyra teve, até aqui, vento a favor, máquina e tempo de exposição, e chegou a uma leve liderança numérica. João Campos fez uma pré-campanha de estrada, no corpo a corpo. A partir de agora, com as regras mais rígidas, o jogo efetivamente começa.
Analista político*
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