No tradicional almoço domingueiro com meus filhos, hoje um motivo muito especial: a comemoração do aniversário dos 13 anos de João Pedro, meu ponta de rama, com seu irmão Magno Filho.
No tradicional almoço domingueiro com meus filhos, hoje um motivo muito especial: a comemoração do aniversário dos 13 anos de João Pedro, meu ponta de rama, com seu irmão Magno Filho.
O ex-ministro da Fazenda e candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), relatou nesta quarta-feira (12) uma suposta tentativa de intimidação de agentes da Polícia Militar de São Paulo (PM-SP) e afirmou que irá pedir providências à Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP), subordinada a Tarcísio de Freitas (Republicanos), que concorre à reeleição.
O caso teria ocorrido na noite de terça, quando o petista retornava para casa depois de um evento na faculdade de Direito da USP, no Largo São Francisco, no centro de São Paulo, próximo das 22h30. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia mais— O meu carro foi abordado por uma viatura da Polícia Militar de forma um pouco ostensiva, mas rápida. Eu estava chegando na minha casa. Achei um episódio relativamente normal, acontece de você estar fazendo uma ronda. Mas o meu carro, depois que me deixou em casa, foi acompanhado por essa viatura da polícia durante muito tempo, de forma um pouco ostensiva e intimidadora — declarou Haddad nesta manhã.
Extraoficialmente, fontes da polícia dizem que ainda não identificaram os envolvidos, mas estão atrás de imagens, e que Haddad foi procurado pela cúpula. Ele conversou por telefone com o titular da pasta, o delegado Osvaldo Nico, pouco depois de revelar o caso, segundo pessoas próximas do petista.
“A SSP determinou à Polícia Militar que fossem identificadas as equipes que estiveram ou passaram pela região no período informado para apurar as circunstâncias do episódio. O secretário da pasta, Osvaldo Nico Gonçalves, entrou em contato com o candidato Fernando Haddad em busca de informações complementares sobre o trajeto e a situação relatada, a fim de contribuir na investigação. Qualquer possível desvio de conduta será devidamente apurado”, disse a pasta, em nota.
Haddad alegou que a abordagem foi feita à distância com os policiais jogando “luz sobre o pára-brisa” com o farol da viatura “para ver quem estava dentro”, e o fato por si não teria gerado estranheza. Depois de sair do carro, contudo, o motorista do candidato teria sido acompanhado com a mesma viatura “emparelhando” ao lado, chegando “muito perto” na parte traseira do veículo e estacionando junto em um hotel.
— Eu entrei em casa e não estava minimamente preocupado com isso, mas o motorista depois relatou a mim e ao doutor Hélio Silveira, meu advogado. Nós estamos levando as informações para o governo do estado, para as autoridades competentes, para saber o que aconteceu. Pode ter sido coincidência, pode ter sido confusão, mas tem que haver no mínimo uma apuração — disse o candidato.
O petista declarou que não quer fazer disso um “cavalo de batalha” nas eleições deste ano, mas se sentiu obrigado a relatar o ocorrido porque o motorista “ficou muito assustado”. Segundo Haddad, os agentes portavam “três fuzis” e não deixaram a viatura em nenhum momento para solicitar documentos, o que seria o procedimento padrão caso estivessem procurando suspeitos.
— Estou cumprindo a minha obrigação de levar ao conhecimento do governo do estado um episódio que não foi agradável e pode ter sido apenas um mal entendido. Mas, se eu não dou a público isso, amanhã acontece alguma coisa e você não tem nem por onde começar uma investigação.
No final da tarde, o secretário de Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves, afirmou ao GLOBO que uma investigação foi determinada por Tarcísio e concluiu que não houve tentativa de intimidação a Haddad, e sim uma operação contra quatro suspeitos de roubarem celulares na Avenida 9 de Julho, em São Paulo.
– Falei com Haddad e com o motorista dele. Ele deixou o candidato na casa dele e ficou na porta. Como houve na região um (assalto da gangue do) quebra-vidro, com quatro bandidos, a viatura passou, o carro do Haddad saiu e os policiais foram atrás — declarou o secretário.
De acordo com ele, a abordagem teve fim no hotel. Mais cedo, o advogado Hélio Silveira havia dito que o motorista de Haddad estacionou no local “para se proteger”, por ter câmeras de segurança. Ele se dirigiu à viatura da PM e teria ouvido uma frase ríspida: “Vaza daqui”.
— O candidato não estava no veículo. Quando o carro chegou próximo à 23 de Maio e entrou em um hotel na Rua Estela, os policiais viram que o carro não tinha nada a ver com o assalto e foram embora. Eles não sabiam que o carro era do Fernando Haddad – afirma o secretário.
O GLOBO teve acesso ao boletim de ocorrência, emitido pelo 27º Distrito Policial, de Campo Belo. Os policiais em patrulhamento de rotina foram abordados por testemunhas relatando o crime, segundo o documento, e iniciaram as buscas por um veículo “Kicks preto”. Não há menção ao episódio com o motorista de Haddad, apenas o desfecho do caso. O motorista do candidato dirigia um Fusion prata.
Os agentes também não estariam portando câmeras corporais (“bodycams”) durante o serviço, aponta o BO.
“No interior do automóvel, foram encontrados cinco celulares. Três estavam na posse de cada um dos indivíduos, e os outros dois eles não souberam dizer quem seria o dono. Oito vídias (metal duro usado para quebrar vidros) foram localizadas dentro do carro. Os indivíduos negaram ter praticado furto”, registrou a Polícia Civil.
A apreensão do veículo ocorreu na Avenida Indianopólis, nº. 500, disseram os policiais. O documento menciona ainda que uma outra equipe prendeu um adolescente no cruzamento da Av. 9 de Julho e a R. Japão e que ele teria confirmado a participação na gangue.
“Estava em correria, quando os policias o avistaram; trazia consigo um celular e um vídia, sua mão estava machucada, com pequeno sangramento. (Nome omitido) obedeceu à voz de parada dos policiais, parando de correr. Ele contou que fazia parte do grupo que estava no Kicks (…) e que aquele celular que estava com ele fora furtado.”
Haddad tem feito críticas aos casos de violência policial durante o mandato de Tarcísio e à mudança no modelo de câmeras corporais, com os equipamentos atuais acionados pelos próprios agentes ou de forma remota, e não mais de gravação ininterrupta. O governo alega que as mortes por intervenção policial tem aumentado por conta do maior enfrentamento ao crime.
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Quem participa da reunião de emergência em Palácio, neste momento, com a governadora Raquel Lyra, para tentar encontrar uma saída na chapa para o Senado com a desistência de Túlio Gadelha, é o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho. Será que vai aceitar sair candidato ao Senado depois de lançar Mendonça Filho ou está convencendo Raquel a apoiar Mendonça?
A Câmara dos Vereadores do Recife aprovou o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) número 17/2026 que concede o Título de Cidadão do Recife ao ator, diretor, roteirista, produtor e músico Wagner Moura. A proposição foi aprovada por 25 votos favoráveis e três contrários, durante reunião ordinária realizada nessa terça-feira (11).
O projeto é de autoria do vereador Carlos Muniz (PSB). Durante a votação, o parlamentar celebrou a aprovação do título a Wagner Moura e destacou o sucesso do filme “O Agente Secreto”, protagonizado pelo ator. Lançada em novembro do ano passado, a produção é ambientado no Recife dos anos de 1970 e dirigido pelo cineasta pernambucano Kléber Mendonça Filho. As informações são do Blog da Folha.
Leia mais“Alguém tem um filme que retrata Recife, que se propagou tanto? Claro que não. Wagner Moura teve 11 prêmios individuais e uma indicação ao Oscar. Tudo isso colocou, não só Recife, como também a história que a gente tem que propagar por gerações. E esse filme vai ficar, ad aeternum, no mundo cinematográfico, no mundo todo”, disse Muniz.
O vereador Gilson Machado Filho (Podemos) foi um dos parlamentares que votou contrário ao projeto. O parlamentar, que já tinha votado contra a concessão do título a Wagner Moura em abril deste ano, criticou o ator e o chamou de “incoerente”.
“(Ele) Mora na Califórnia, usufruindo do melhor que o capitalismo pode trazer para nossa sociedade. Por isso que eu votei ‘não” e voto ‘não’, quantas vezes for necessário para pessoas incoerentes”, Argumentou.
A indicação do Título de Cidadão do Recife para o ator Wagner Moura foi inicialmente votada no plenário da Câmara Municipal em 27 de abril deste ano. Na ocasião, o projeto de decreto legislativo não foi aprovado, pois mesmo tendo obtido a maioria dos votos – 16 votos favoráveis e 7 votos contrários – , não alcançou o quórum mínimo exigido para este tipo de proposição que é de três quintos dos vereadores, ou seja, 23 votos. O vereador Carlos Muniz alegou que houve um problema na técnica legislativa e reapresentou a matéria.
Em 30 de junho, o projeto de decreto legislativo voltou ao plenário após passar pelas comissões de Legislação e Justiça; e de Educação, Cultura, Turismo e Esportes. No entanto, a votação foi adiada porque o vereador Eduardo Moura (Novo), pediu vistas do projeto.
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A governadora Raquel Lyra está reunida, neste momento, em Palácio, com o comando da sua equipe para tentar conter o deputado Túlio Gadelha, que teria desistido da disputa ao Senado.
O candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, decidiu incluir em seu programa de governo um tópico caro à militância bolsonarista: a reforma do Supremo Tribunal Federal (STF). O tema deve ser uma das principais bandeiras eleitorais da campanha do filho 01 de Jair Bolsonaro, em contraposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que conta com a boa vontade do Supremo como um dos pilares de sua governabilidade.
Um dos principais pontos defendidos pela campanha do senador é a imposição de uma quarentena de um ano para indicação ao Supremo, no caso de pessoas que tenham assumido o cargo de ministro ou secretário de Estado. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisNa prática, se a medida estivesse em vigor, Lula não poderia ter indicado imediatamente o seu advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga aberta no Supremo com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso. Seria preciso esperar o desligamento de Messias do cargo e aguardar um ano para oficializar a indicação.
A mesma quarentena teria prejudicado os planos de Lula de indicar o ex-ministro da Justiça Flávio Dino para o Supremo – e também teria afetado a decisão do pai de Flávio, Jair Bolsonaro, de escolher André Mendonça, que atuou como chefe da AGU e da Justiça na administração bolsonarista antes de assumir a toga no STF.
Segundo a campanha de Flávio, a medida busca “reduzir a transferência imediata de agentes da disputa política para a mais alta Corte do país e reforçar a percepção de independência dos novos ministros”.
O plano de governo de Lula, divulgado na semana passada, se limita a criticar a “morosidade” da Justiça, além de propor a manutenção de um “diálogo permanente com os atores do Judiciário, respeitada a autonomia dos Poderes, para estimular o aperfeiçoamento do sistema de Justiça”, sem entrar em detalhes.
Já o plano de Flávio, intitulado “Para o Brasil Vencer o Atraso”, reserva mais espaço para a questão. Flávio já disse que “qualquer governo que se iniciar a partir de 2027 vai ter que fazer uma reforma do Judiciário” e mencionou como possibilidade a fixação de um tempo de mandato dos ministros do STF, ao participar de evento em Porto Alegre em abril deste ano.
Esse é um tema que ressoa entre os simpatizantes da candidatura de Flávio. Dados de uma pesquisa Genial/Quaest obtidos pelo GLOBO, divulgados no último domingo, mostram que o nível de confiança no STF é de 50% perante o eleitorado brasileiro. Mas entre os eleitores bolsonaristas, 73% dos entrevistados disseram não confiar na Corte.
Três vagas para o Supremo vão abrir no próximo mandato presidencial: Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes deverão se aposentar em 2028, 2029 e 2030, respectivamente. Também há a cadeira que ainda não foi preenchida com a antecipação da aposentadoria de Luís Roberto Barroso, em outubro do ano passado.
Lula contrariou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) e decidiu escolher o advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga de Barroso. Mas uma articulação que uniu nos bastidores Alcolumbre, Flávio Bolsonaro, a tropa de choque bolsonarista no Senado e até mesmo o ministro Alexandre de Moraes, cada um com sua agenda e seus próprios interesses, conseguiu derrubar a indicação de Messias, impondo uma derrota histórica ao governo petista.
No último sábado (8), ao participar de evento com lideranças políticas em Itapetininga (SP), Flávio disse que indicará para o Supremo ministros que “respeitem a Constituição” e que não “façam mais com nenhum brasileiro o que eles fizeram com Jair Bolsonaro”, em referência à pena de 27 anos e três meses de prisão imposta pela Primeira Turma do STF ao seu pai nas investigações da trama golpista.
“E quem descumprir a lei vai pagar por isso, a lei tem que valer para todos, inclusive para ministro do Supremo, e por muito tempo, em especial durante o governo do presidente Bolsonaro, criticar um ministro do Supremo foi considerado um atentado contra democracia”, discursou Flávio na ocasião.
O candidato do PL também se comprometeu a indicar “homens e mulheres” para a Corte, em um aceno ao eleitorado feminino, onde sua candidatura enfrenta maior rejeição.
Em seu terceiro mandato, Lula só indicou homens para o Supremo: Cristiano Zanin Martins, Flávio Dino e Messias. Dos atuais 10 ministros do STF, há apenas uma mulher – Cármen Lúcia, indicada pelo petista em seu primeiro mandato.
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O médico e ex-prefeito de Carnaíba Anchieta Patriota manifestou, nas redes sociais, solidariedade a Dom Limacêdo Antônio da Silva. Na publicação, ele defendeu um cristianismo voltado aos mais pobres, à justiça social e ao respeito aos direitos fundamentais.
“Manifesto minha solidariedade a Dom Limacêdo Antônio da Silva e à sua missão de manter viva a força de um cristianismo comprometido com os mais pobres, com a justiça social e com o respeito aos direitos fundamentais”, escreveu Anchieta. Confira:
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), disse que o diálogo com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi “restabelecido” após reunião entre os dois na manhã desta quarta-feira (12).
“Esse diálogo foi restabelecido, tanto que já tivemos duas reuniões muito boas e produtivas pensando no Brasil. Esse é o meu papel e eu creio que é o dele também”, disse Alcolumbre. As informações são da CNN.
O encontro desta quarta durou cerca de duas horas e contou com a presença do ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e da líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE).
Leia maisA retomada das conversas ocorreu depois de uma ruptura ocasionada com a não aprovação da indicação de Jorge Messias para o STF (Supremo Tribunal Federal) em abril. Messias é advogado-geral da União e foi escolhido por Lula para integrar a Corte. O nome indicado, porém, foi rejeitado pelo Senado. Alcolumbre defendia outro nome e não trabalhou a favor da escolha de Lula.
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Convidado pelo presidente Lula, o senador Humberto Costa (PT) almoçou com ele, nesta quarta-feira (12), no Palácio da Alvorada. Candidato à reeleição e 2º vice-presidente do Senado Federal, Humberto discutiu com o presidente a agenda parlamentar em curso no Congresso Nacional, bem como temas político-eleitorais.
No Senado, projetos de extrema relevância, como os que tratam de terras raras e do fim da escala 6 X 1, bem como a PEC da Segurança Pública, estão em tramitação e o governo tem interesse em que um esforço da Casa, ainda antes da eleição, consiga destravar a pauta. As informações são do Blog da Folha.
Leia mais“A conversa com Lula foi muito positiva. O presidente acredita que uma boa articulação política pode levar à aprovação de algumas matérias que são muito importantes para o país e para a população. Vamos trabalhar por isso”, afirmou o senador.
Humberto e Lula também conversaram sobre conjuntura política e cenários eleitorais. Em Pernambuco, Humberto disputa a reeleição ao Senado e é apontado como uma das prioridades de Lula e do PT para uma vaga na Casa Alta do Congresso Nacional, que renovará dois terços (54) dos seus membros nas próximas eleições de outubro.
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O ex-deputado federal Gonzaga Patriota, na foto com o presidente Lula, é um militante histórico do PSB, teve dez mandatos federais, não emplacou o 11º por uma peinha, obtendo mais de 70 mil votos.
Não sei o que está acontecendo com a cúpula do PSB, mas o fato é que Patriota, que chegou a lançar sua pré-candidatura ao Senado, não contou com respaldo sequer para figurar numa suplência de senador na chapa de João Campos.
Procurei saber se o PSB havia dado pelo menos uma missão a ele no São Francisco na campanha de João, mas, infelizmente, o ex-parlamentar não foi lembrado em absolutamente nada.
Numa eleição acirrada que se apresenta pela frente no Estado, o PSB comete o erro de não saber valorizar quadros históricos, com identidade com as massas, como é o caso de Patriota, que está completando 34 anos de filiação ao PSB.
Arraesista e eduardista de fidelidade canina. Uma pena!
A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República admitiu que páginas oficiais com o perfil do senador apresentavam informações equivocadas sobre seu currículo.
A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), por exemplo, informou não ter registro de Flávio como aluno da instituição, apesar de a biografia do parlamentar no site da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) atribuir ao presidenciável uma pós-graduação em Ciências Políticas cursada na instituição. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisFlávio foi deputado estadual no Rio antes de assumir a cadeira no Senado, em 2019. O perfil dele no site do Senado informava a mesma especialização, mas sem indicar em qual instituição teria sido obtido o certificado.
A campanha do senador afirma que registros diferentes de sua formação acadêmica correta são “erros ou equívocos” e diz já ter solicitado correções. A informação sobre os erros replicados foi revelada pelo g1 e confirmada pelo GLOBO.
A referência à pós-graduação na UFRJ aparece em perfis biográficos mantidos pela Alerj e chegou a constar também na página oficial do parlamentar no LinkedIn. Em material enviado ao g1 no fim de julho, a própria assessoria do candidato também havia incluído a informação sobre a especialização em Ciências Políticas na universidade.
Procurada pelo GLOBO, a UFRJ afirmou que, pelo Sistema Integrado de Gestão Acadêmica (Siga), “não há registro referente ao sr. Flávio Nantes Bolsonaro como discente” na instituição.
A universidade informou que o sistema foi criado em 2001 para unificar e informatizar os dados acadêmicos, substituindo sistemas anteriores. A UFRJ localizou, por outro lado, o registro de Eduardo Bolsonaro, irmão de Flávio, como concluinte do curso de Direito.
Em nota, a campanha afirmou que a formação acadêmica de Flávio é outra: graduação em Direito pela Universidade Cândido Mendes, pós-graduação em Políticas Públicas pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj) e MBA em Empreendedorismo pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
“Eventuais registros diferentes desses tratam-se de erros ou equívocos, possivelmente extraídos de páginas como a Wikipedia. A equipe do parlamentar já solicitou as correções junto à plataforma”, afirmou a campanha.
O site oficial de Flávio, citado pela equipe para demonstrar o currículo considerado correto, não menciona a UFRJ nem uma pós-graduação em Ciências Políticas. Na seção “Sobre mim”, o senador é apresentado como “empresário e advogado, com especializações em Políticas Públicas pelo Iuperj e em Empreendedorismo pela FGV”.
A campanha também encaminhou ao GLOBO uma imagem da página para sustentar que a biografia atualmente divulgada pela equipe do candidato não contém a informação questionada.
O material, no entanto, não explica a origem das referências à pós-graduação em Ciências Políticas que constaram em páginas institucionais do Senado e da Alerj e chegaram a aparecer em material anteriormente divulgado pela própria assessoria do senador.
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Ao encerrar, ontem, o podcast Direto de Brasília com o ministro do Empreendedorismo, Paulo Pereira, o presenteei com a caneca institucional alusiva aos festejos dos 20 anos do blog. Pereira é paulista, mas seus pais nasceram no Ceará, Estado com o qual acabou criando um elo sentimental. Ele assumiu a pasta com a saída do também paulista Márcio França (PSB), ex-governador de São Paulo, que entrou na chapa como vice do candidato a governador pelo PT, Fernando Haddad.
A candidata ao Senado Marília Arraes (PDT) anunciou, na segunda-feira (10), a ex-secretária de Assistência Social de Ipubi Edjane Figueiredo (PSB) como segunda suplente de sua chapa. Edjane atua politicamente no Sertão do Araripe e é casada com o ex-prefeito de Ipubi Chico Siqueira, tio do atual prefeito do município, João Marcos Siqueira.
“Edjane é uma grande mulher, que chega com sua experiência como liderança social do Sertão do Araripe, uma região importantíssima e que tem um papel essencial na economia não só de Pernambuco, mas do Brasil”, afirmou Marília. A candidata também destacou a participação feminina na composição da chapa e a atuação política de Edjane e Chico Siqueira na região.
A segunda suplência completa a composição anunciada por Marília para a disputa ao Senado. Na semana passada, o ex-vereador do Cabo de Santo Agostinho Abel Neto havia sido escolhido para a primeira suplência. Empresário e formado em Comunicação Social pela Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), ele integra o grupo político liderado pelo prefeito do Cabo e ex-deputado estadual Lula Cabral, vice-presidente estadual do PDT em Pernambuco.
