De bigu com a modernidade

Leapmotor B10: o que esse SUV tem de atrativo?

O consumidor tem no Brasil pelo menos 10 opções de SUVs compactos e médios na faixa de R$ 150 mil a R$ 200 mil. São perfis variados: topo de linha, com motor turbo, híbrido, elétrico e por aí vai. Do recém-renovado Nissan Kicks ao Hyundai Creta, do Volkswagen T-Cross ao Jeep Renegade e, claro, passando pelos chineses como o BYD Yuan Plus. No geral, somando todas as subcategorias, os SUVs já são donos de 60% do mercado de veículos leves.

Agora essa turma ganha mais um integrante: o Leapmotor B10, testado por uma semana por este colunista. Apesar de ser de uma marca ainda pouco conhecida, a Leapmotor tem para abrir alas no mercado brasileiro a Stellantis, dona da Fiat, Jeep, Peugeot, Citroën etc. Por isso, o modelo é tanto uma aposta no segmento eletrificado para consumidores de SUVs que o grupo vai nacionalizá-lo, produzindo-o na planta de Goiana, em Pernambuco. E quais são seus pontos fortes, que a turma das concessionárias apelidaram de chamarizes de venda?

A primeira vantagem é o pacote de equipamentos de segurança, até caprichado para um carro de R$ 183 mil. Destaque para o conjunto de assistências à condução (o ainda pouco popular Adas). A marca optou pelo nível 2, que inclui controle de cruzeiro adaptativo, manutenção em faixa, frenagem automática de emergência e alertas de ponto cego. O B10 tem sete airbags, incluindo uma bolsa central entre os bancos dianteiros para evitar o choque entre os ocupantes em colisões. Sem falar nos controles de estabilidade e de tração e da distribuição eletrônica de frenagem.