Marrocos repete Brasil e protesta contra a Copa

Por Marcelo Tognozzi
Colunista do Poder360

Esta semana explodiram protestos no Marrocos contra a Copa do Mundo de 2030 comandados pela geração Z, a mesma que levou à queda do governo do Nepal, depois da tentativa frustrada de controlar as redes sociais. Países em desenvolvimento ou subdesenvolvidos costumam ter uma população com maioria de pessoas com baixa renda, baixa escolaridade e baixa capacidade cognitiva como no caso dos nepaleses. E, por isso mesmo, viciada em redes sociais.

No caso do Marrocos estamos vendo uma reprise do que aconteceu no Brasil em 2013 e 2014, quando parte da população se revoltou com os bilionários investimentos em estádios e infraestrutura para a Copa do Mundo, quando o básico como saúde, educação e segurança pública eram esquecidos.

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O candidato à Presidência pelo PL, o senador Flávio Bolsonaro, disse não concordar com a atitude do correligionário Zé Trovão (PL-SC) de acionar a Justiça contra o aumento de 15,04% do Bolsa Família, anunciado pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), rejeitou nesta quinta-feira a ação apresentada pelo deputado e candidato à reeleição para tentar impedir o reajuste.

Mendonça extinguiu o processo sem analisar o mérito por considerar que o parlamentar não tinha legitimidade para apresentar a representação. Na live semanal, sem citar o aliado, Flávio afirmou aos apoiadores que não pediu pela medida. As informações são do jornal O GLOBO.

CNN

O ex-banqueiro Daniel Vorcaro se reuniu com o ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), no dia 11 de abril de 2024. O encontro foi revelado pelo jornal Folha de S. Paulo e confirmado pela CNN.

A reunião aconteceu às vésperas do julgamento de uma causa relacionada a usinas do setor sucroalcooleiro. Durante julgamentos de casos relacionados ao tema, porém, Gilmar Mendes votou contra os interesses de Vorcaro.

Jaboatão dos Guararapes - Saúde nas escolas 2026

A duas semanas do primeiro turno, aliados de Flávio Bolsonaro (PL) avaliam que a candidatura conseguiu reduzir alguns dos principais flancos identificados no início da campanha, mas veem na atuação de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos um risco de reabrir um deles. Integrantes do entorno do candidato consideram que a associação entre Flávio e o presidente americano Donald Trump perdeu força ao longo da disputa e temem que a pressão do irmão por novas sanções contra autoridades brasileiras faça ressurgir o “fantasma do tarifaço” na reta final.

A leitura de interlocutores de Flávio é que a candidatura chega às últimas duas semanas em situação diferente da enfrentada nos primeiros meses da corrida presidencial. Além de considerarem que a relação com Trump deixou de ocupar o centro das críticas ao senador, aliados apontam como trunfos a tentativa de associar politicamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao ministro Alexandre de Moraes e o maior espaço conquistado por temas como segurança pública e economia no confronto com o petista. As informações são do jornal O GLOBO.

Caruaru - Minha rua nova

O irmão da princesa Diana, Charles Spencer, revelou uma conversa particular na qual ela teria anunciado a intenção de se divorciar do então príncipe Charles. O episódio é relembrado em seu novo livro Swan Song: Diana, My Sister, cujo primeiro trecho foi publicado pelo Daily Mail nesta quinta-feira, 17. Na obra, ele conta que os dois almoçavam no restaurante San Lorenzo, em Londres, quando Diana disse: “Vou me divorciar”. Spencer afirma que ficou surpreso, embora soubesse que o casamento enfrentava dificuldades.

A conversa teria ficado ainda mais surpreendente quando Diana explicou a decisão. “Charles, meu marido está apaixonado pelo seu mordomo”, teria dito, segundo o relato. O irmão conta que ela não chegou a mencionar o nome do funcionário e que a identidade dele não era o mais importante. “O que importava era o fim do casamento dela e dos seus sonhos”, escreveu Spencer. Diana e Charles oficializaram o divórcio em 1996. As informações são da Revista Veja.

Ipojuca - Na palma da sua mão

A Videomedi, plataforma de telemedicina do empresário Antonio Souza, está ampliando os serviços oferecidos para conectar pacientes, profissionais e unidades de saúde em diferentes regiões do país. Pelo aplicativo, o usuário pode buscar atendimento, fazer agendamentos e teleconsultas, enviar exames e acessar documentos de saúde. A plataforma também disponibiliza conteúdos de prevenção e bem-estar e, conforme o projeto ao qual o usuário esteja vinculado, permite acesso a uma rede parceira de profissionais e especialistas.

Voltada também a empresas, entidades e gestores públicos, a Videomedi reúne dados operacionais em indicadores, mapas e informações territoriais para auxiliar no planejamento dos serviços. A empresa projeta uma infraestrutura distribuída pelas cinco regiões do Brasil, com cinco data centers, e prevê modelos de contratação de acordo com o número de pessoas contempladas e os serviços incluídos. Para projetos com mais de 10 milhões de vidas, a proposta estabelece o valor de R$ 1 por pessoa para disponibilização da plataforma e do aplicativo, sem incluir consultas médicas ou outros serviços assistenciais.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

O poeta, músico, cantor e compositor paraibano Ton Oliveira é a atração de hoje do Sextou. Ton absorveu o gosto pelas raízes culturais nordestinas através do seu pai, o poeta, repentista e compositor Juvenal de Oliveira. Aos 14 anos, ele já acompanhava conjuntos musicais, tocando triângulo e cantarolando músicas de Luiz Gonzaga, Trio Nordestino e Jackson do Pandeiro.

Em 1991, lançou seu primeiro disco, “Forró pra derreter”, no qual gravou músicas de sua autoria, de seu pai e de outros compositores.  A partir de então, ficou conhecido por músicas como: “Falta um boi vaqueiro”, “Morar no Cabaré”, “Locadora de mulher”, “As três coisas da vida”, “O prefeito” e “Paraíba Joia Rara”.

Palmares - Forró Mares 2026

comparecimento eleitoral é válido para a verificação no processo de Prova de Vida no INSS. O procedimento de revisão anual, focado em identificar se o titular do benefício previdenciário ou assistencial continua vivo para garantir a manutenção de pagamentos, abrange atualmente cerca de 40 milhões de beneficiários ativos, entre aposentadorias, pensões e benefícios assistenciais.

“A Prova de Vida pode se dar por meio do comparecimento eleitoral. Então, se você for votar no dia das eleições, você já terá a prova de vida realizada. O INSS recebe esses dados e já computa como prova de vida”, explica o ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, destacando a praticidade da medida.

A Prova de Vida passou por modificações para reduzir filas, custos e transtornos que o antigo modelo presencial gerava, especialmente para idosos e pessoas com mobilidade reduzida. A partir da Lei nº 13.846/2019, o comparecimento presencial deixou de ser a regra, estabelecendo que o próprio Estado deve buscar, de forma proativa, dados que confirmem a vivacidade do cidadão perante a administração pública. Já a Portaria INSS nº 1.408/2022 estabelece a votação nas eleições como um dos critérios de comprovação de vida.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

A Frente Popular de Pernambuco, coligação liderada pelo candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB), ingressou, nesta quinta-feira (17), com uma notícia de fato junto ao Ministério Público Eleitoral de Pernambuco (MPE-PE) para cobrar a investigação sobre um suposto envolvimento do policial civil Uberdan de Menezes Matos Júnior com a campanha da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD).

O nome de Uberdan veio à tona após o episódio de um suposto roubo de bandeiras da campanha de Raquel para serem utilizadas no ato do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL), realizado nesta quarta-feira (16) no Bairro do Recife. Na ocasião, o policial abordou um suposto autor do ato criminoso e chegou a disparar contra o homem, que foi detido pela Polícia Militar. As informações são do Diario de Pernambuco.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

O ex-ministro do STF e ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski concluiu, em parecer jurídico assinado nesta sexta-feira (18), que é inconstitucional a aplicação da lei de Pernambuco que permite a um servidor eleito governador optar pela remuneração do cargo de origem em vez do subsídio do mandato.

O parecer reforça a tese da ação popular movida pelo advogado e professor Pedro Josephi, que questiona a opção remuneratória adotada pela governadora Raquel Lyra. A Justiça já determinou que a governadora se manifeste sobre o pedido de liminar. O prazo concedido foi de cinco dias.

Agora, Josephi está peticionando o parecer de Lewandowski para que o documento seja incorporado ao processo. Na ação, ele pede o reconhecimento da inconstitucionalidade da aplicação do artigo 6º da Lei Estadual nº 18.139/2023 ao cargo de governador e a limitação da remuneração ao subsídio previsto para o mandato.

O deputado federal e candidato ao Senado Eduardo da Fonte (PP/UP) defende a proibição de contas em redes sociais para menores de 14 anos no Brasil. A proposta está no Projeto de Lei nº 5.316/2026, apresentado com o deputado federal Lula da Fonte (PP/UP), que altera o ECA Digital e obriga as plataformas a adotar mecanismos de verificação de idade. O texto também prevê que, a partir dos 14 anos, as contas permaneçam vinculadas a um responsável legal.

O debate ganhou novo impulso após a Comissão Europeia apresentar, nesta quinta-feira (17), o EU KIDS Act, que proíbe o acesso de menores de 13 anos às redes sociais e estabelece 15 anos como idade mínima para a criação de contas próprias, com regras intermediárias para adolescentes de 13 e 14 anos. “Estamos propondo estabelecer uma idade mínima para as contas e responsabilizar as plataformas pela verificação, sem impedir que crianças continuem tendo acesso à internet para estudar, aprender e buscar informação”, afirmou Eduardo.

O ex-procurador-geral da República, Augusto Aras foi aprovado, nesta quinta-feira (17/09), na Faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB) como professor titular da carreira do magistério superior. O título alcançado é resultado de uma carreira iniciada em 1989 na Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia (UFBA), onde Aras lecionou por 17 anos antes de ingressar na UnB em 2007.

Com quase 40 anos de magistério superior, o professor Aras teve uma trajetória marcada por grandes teses, sobretudo nas áreas do Direito empresarial, eleitoral e constitucional, nascidas da intersecção entre a docência, a pesquisa e a atuação institucional no Ministério Público Federal (MPF).

Na UnB, ele ministrou disciplinas de Direito Comercial, Direito Societário e Direito Eleitoral na graduação, além de cursos em Direito Constitucional Eleitoral na pós-graduação. Ao todo, conforme informações da universidade, foram 20 semestres letivos, 40 turmas e aproximadamente 2.400 horas-aula ministradas entre 2007 e 2019, quando se afastou temporariamente para exercer o cargo de Procurador-Geral da República.

Produção acadêmica

A produção intelectual de Aras é um dos pilares de sua trajetória. Ele é autor de quatro livros com temas inéditos e de autoria exclusiva sobre Direito Eleitoral e sistemas partidários. Dentre os quais, sobre o tema fidelidade partidária. Além disso, Aras também desenvolveu, como pesquisador, projetos nas áreas de Direito Processual Eleitoral, Reforma Política, Direitos Coletivos e Ética na Pesquisa.

Graduado em Direito pela Universidade Católica do Salvador (UCSAL), o professor Aras é mestre em Direito Econômico pela UFBA, com dissertação sobre “A Causa e os Contratos”, e doutor em Direito Constitucional pela PUC-SP. Também é membro do Instituto dos Advogados Brasileiros e Titular da Academia Brasiliense de Direito, na Cadeira nº 5.

Sobre a aprovação, ele divulgou nota enfatizando que chega “a esta etapa da vida acadêmica com muitas lembranças e gratidão aos professores e amigos, aos então alunos e hoje colegas professores, aos servidores e colaboradores que de forma abnegada vêm servindo esta nobre instituição de ensino”.

Por Joel de Hollanda*

“Não se pode ter justiça social sem a participação ativa das mulheres.”
— Wangari Maathai
(Primeira mulher africana a ganhar o Prêmio Nobel da Paz.)

“Quando uma mulher entra na política, muda a mulher, quando muitas mulheres entram na política, muda a política.”
— Michelle Bachelet

Outubro se aproxima. E, com ele, o sempre agitado encontro do cidadão com a urna.

Mais de 158 milhões de brasileiros estarão aptos a votar. Entre eles, 83,8 milhões de mulheres. São maioria. 52,84% do eleitorado nacional.

Os números impressionam. Mas também provocam uma pergunta: