Pressionado, o presidente Lula divulgou, há pouco, um vídeo em que manda uma mensagem confirmando seu apoio aos pré-candidatos ao Governo de Pernambuco e ao Senado, Danilo Cabral e Teresa Leitão, respectivamente. Confira.
Pressionado, o presidente Lula divulgou, há pouco, um vídeo em que manda uma mensagem confirmando seu apoio aos pré-candidatos ao Governo de Pernambuco e ao Senado, Danilo Cabral e Teresa Leitão, respectivamente. Confira.
UOL
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta sexta-feira, 16, que não há ilicitudes na relação dele com o banqueiro do Banco Master, Daniel Vorcaro, sobre o financiamento milionário do filme Dark Horse, que homenageia o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A declaração foi feita durante sabatina de Flávio para a TV Globo.
Na entrevista, ao ser questionado sobre a negociação de R$ 134 milhões para a produção do filme, Flávio comparou a situação com a demissão do ex-CEO da Editora Globo, Frederic Kachar, demitido após vazamento de conversas entre ele e o banqueiro. Ele evitou novamente prestar contas sobre o filme e disse que a produtora já o fez, o que não condiz com a realidade.
“Um diretor da Globo acabou de ser exonerado porque ele promovia eventos bancados pelo Vorcaro no Valor Econômico, em Nova Iorque. Tem alguma coisa de errado? Eu acho que não. Mas ele feriu o código de ética da empresa e sofreu as consequências. Da minha parte, não tem nada de errado”, declarou, durante sabatina promovida pela TV Globo.
Leia maisO caso Dark Horse
Flávio é investigado por supostos crimes de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e corrupção pelo financiamento do filme Dark Horse, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O presidenciável nega irregularidades e diz que todos os recursos do filme foram privados. Mensagens mostram que Flávio pediu ao banqueiro Daniel Vorcaro R$ 131 milhões para a produção da obra, dos quais R$ 60 milhões foram pagos, de acordo com planilhas apreendidas pela Polícia Federal.
O senador segue sem dar detalhes sobre o contrato do longa e tem dito que Vorcaro não recebeu nenhuma contrapartida por fazer o patrocínio milionário. O filme contou com mais de 90% de seu orçamento bancado por Vorcaro, segundo a produtora. O financiamento foi tratado entre o banqueiro e Flávio Bolsonaro, mesmo depois da prisão do dono do Master, em novembro de 2025, segundo mensagens encontradas pela Polícia Federal no celular de Vorcaro.
Em 20 de agosto, afirmou considerar o caso “página virada” e disse que a prestação de contas já teria sido realizada. Quatro dias depois, ao ser questionado novamente por jornalistas, reagiu: “Vocês estão parados no tempo?”.
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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) voltou a defender o fim da reeleição para presidente da República durante sabatina na Globo e afirmou que não apoiaria parentes em uma eventual disputa para sucedê-lo no cargo. Questionado se abriria mão voluntariamente de tentar um novo mandato caso o Congresso não aprovasse mudanças nas regras eleitorais, o candidato disse que sua proposta prevê apenas um período na Presidência e que os detalhes dependeriam da Câmara e do Senado.
— A minha PEC diz que acaba a reeleição para presidente. Os detalhes vão ser no processo legislativo. Eu estou aqui me comprometendo, eu só preciso de um mandato. Eu só quero um mandato para começar a consertar nosso país de verdade. Não dá para continuar essa loucura que o atual presidente da república está fazendo. Já gastou quase R$ 350 bilhões para tentar se reeleger. Ele está disputando o poder, é a sétima vez que ele tenta o mandato de presidente da república. eu não estou disputando o poder. Eu estou disputando o futuro da nossa nação — afirmou. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisA declaração ocorre em meio à discussão sobre a possibilidade de Jair Bolsonaro voltar a disputar a Presidência em 2030 caso o filho seja eleito. O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou que o ex-presidente poderia concorrer novamente nas próximas eleições.
A Constituição já estabelece restrições à candidatura de cônjuges e parentes até o segundo grau do presidente da República no território de sua jurisdição, com exceções para quem já ocupa mandato eletivo e busca a reeleição. A proposta de Flávio pretende ampliar o alcance dessa discussão, incluindo familiares até o terceiro grau, segundo declarações anteriores do senador.
Além de acabar com a reeleição, Flávio defende ampliar de quatro para cinco anos o mandato presidencial. O candidato já afirmou que pretende usar o capital político de uma eventual vitória para aprovar as mudanças no Congresso, embora reconheça que o formato final dependerá da tramitação legislativa.
Uma Proposta de Emenda à Constituição precisa ser aprovada em dois turnos na Câmara e no Senado, com o apoio de pelo menos três quintos dos parlamentares de cada Casa: 308 deputados e 49 senadores.
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Lula (PT) marcou maior audiência que Flávio Bolsonaro (PL) nas entrevistas de horário nobre promovidas pela Globo. Nos números do Ibope, obtidos pela coluna, o petista conseguiu atrair quase um milhão de telespectadores a mais.
Segundo dados da Grande São Paulo, principal mercado de televisão do Brasil, a conversa de Renata Lo Prete com Flávio realizada nesta sexta (16) marcou 21 pontos de média. Cada ponto equivale a 199 mil telespectadores na capital paulista. As informações são da Folha de S. Paulo.
Leia maisNa quinta (15), Lula conseguiu 25 pontos e teve um resultado 16% superior ao que Flávio obteve. Foi, inclusive, a maior audiência da TV brasileira neste dia. A novela “Quem Ama Cuida”, protagonizada por Letícia Colin, alcançou 24 pontos.
Em número total de telespectadores, Lula conseguiu 4,9 milhões somente na região da capital paulista. Flávio Bolsonaro alcançou 4,1 milhões de telespectadores em média. Lula conseguiu cerca de 800 mil pessoas a mais que seu opositor.
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Indagado sobre por que endossa um projeto que determina o fim da marcação de munições e se isso não vai dificultar as investigações de crimes, durante sabatina da TV Globo, o senador e candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL) primeiro mudou de assunto e começou a falar que é preciso reprimir o crime organizado. Diante da cobrança para responder sobre o projeto, o senador alegou que isso é um “detalhezinho” e que seu programa de governo é bem maior na direção de combater a violência.
Como fez Jair Bolsonaro em sua gestão presidencial, Flávio prometeu que também vai alterar o Estatuto do Desarmamento para assegurar o direito das pessoas de terem armas. As informações são do Estadão.
O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, evitou dizer se o ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), também deveria ser investigado por suspeitas envolvendo o ex-controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro.
Durante sabatina na TV Globo nesta sexta-feira (16/10), Flávio defendeu a responsabilização de ministros da Corte por crimes de responsabilidade e acusou Alexandre de Moraes de perseguir adversários políticos. As informações são do Metrópoles.
Leia maisMesmo questionado pela jornalista Renata Lo Prete sobre os escândalos envolvendo Kassio Nunes Marques, Flávio não respondeu se o ministro indicado pelo pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), deveria ser investigado.
Em vez disso, defendeu que todos estejam sujeitos à legislação e citou a Lei nº 1.079, que define os crimes de responsabilidade e estabelece hipóteses para o impeachment de autoridades, incluindo ministros do STF.
“Todo mundo está abaixo da lei, tem que estar abaixo da lei. Esse é o problema do Brasil hoje. Qual é o problema do Brasil? As pessoas acham que estão acima da lei”, afirmou.
O senador argumentou que, caso ministros incorram em alguma das hipóteses previstas na legislação, cabe ao Senado Federal iniciar um processo de impeachment. Entre os exemplos citados por ele, estão a atuação político-partidária e a tomada de decisões em situações nas quais, segundo sua avaliação, os magistrados deveriam se declarar suspeitos.
O questionamento ocorreu após o senador defender a investigação e o impeachment de Moraes por causa de suas relações com Vorcaro. Flavio foi questionado se Nunes Marques, indicado ao Supremo pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), também deveria ser investigado diante de mensagens encontradas no celular do banqueiro.
O nome do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apareceu em mensagens encontradas no celular de Vorcaro que mencionam um possível pagamento de R$ 500 mil mensais ao advogado Kevin Marques, filho do ministro.
Nunes Marques, que se declarou impedido de participar do julgamento sobre a abertura de uma investigação contra Alexandre de Moraes após a divulgação das mensagens, afirmou que nunca trocou mensagens com Vorcaro e que nunca julgou processos do Banco Master.
Ao abordar o ministro Alexandre de Moraes, Flávio afirmou que o magistrado teria usado decisões judiciais para perseguir adversários políticos. “Foi o que mais Alexandre de Moraes fez: tomou decisões perseguindo adversários que ele predeterminava”, declarou.
O candidato também acusou Moraes de atuar politicamente em favor do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), seu adversário na disputa presidencial. Segundo Flávio, o ministro teria articulado uma aproximação entre Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
“Alexandre de Moraes virou o articulador político do Lula em Brasília”, disse o senador.
Na sequência, afirmou que Moraes, Lula e Alcolumbre estariam unidos em torno da reeleição do atual presidente.
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O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) prometeu um “tesouraço” de R$ 200 bilhões nas contas públicas em um eventual mandato à frente do Planalto. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro defendeu o corte de ministérios, algo já feito na gestão do seu pai entre 2019 e 2022.
A declaração foi dada nesta sexta-feira (16/10), durante sabatina da TV Globo.
“Vamos lá, temos que atacar as despesas. (…) O governo tem 39 ministérios. Vamos ter pelo menos 10 a menos. Então gera um grande impacto nas contas e gera uma economia na proporção de R$ 200 bilhões reais por ano”, disse Flávio. As informações são do Metrópoles.
Leia maisFlávio atacou a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no tocante à gestão das estatais pelo petista. “Então, olha só como é que tem muitas receitas novas a serem feitas e tem despesas para serem cortadas, principalmente combatendo a corrupção”, alegou.
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O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência, disse nesta sexta-feira (16) em sabatina na Globo, depois do Jornal Nacional, que votou a favor do fim da escala 6×1, após ter chamado a medida de oportunista e eleitoreira, porque ouviu trabalhadores nas ruas.
Ele disse ainda que “não está no radar” um cargo para seu pai, Jair Bolsonaro, em seu eventual governo. “O presidente Bolsonaro nunca tratou de cargo comigo, nunca sugeriu que gostaria de trabalhar no governo”. As informações são da Folha de S. Paulo.
Leia maisAfirmou também que seu irmão Eduardo Bolsonaro não será chanceler caso ele seja eleito presidente.
“Eu sempre defendi mais liberdade para que os trabalhadores pudessem inclusive montar a sua própria jornada de trabalho”, disse o candidato sobre a 6×1. “Eu sempre citava o exemplo daquela mãe solo, que sustenta o seu filho sozinho, que às vezes não tem com quem deixar a sua criança e com essa escala seis por um engessada, ela não consegue um emprego.”
“Eu rodei o Brasil inteiro, ouvi muitos trabalhadores. Eu votei conforme o que eu vi nas ruas. Como eu vi a grande maioria dos trabalhadores estavam favoráveis ao fim da escala 6×1 resolvi, seguir a vontade da maioria dos trabalhadores brasileiros”.
Flávio prometeu que o ajuste fiscal ventilado por sua campanha, se eleito, não implicará em perdas para o salário mínimo, para as aposentadorias e nem para os gastos mínimos previstos com saúde e educação.
A campanha de seu adversário, o presidente Lula (PT), tem apostado na acusação de que a contenção das despesas proposta pela campanha do candidato do PL, estimada em R$ 250 bilhões, representará no fim de garantias e benefícios sociais.
“Tem circulado muitas fake news. Meu concorrente está promovendo um verdadeiro terrorismo dizendo que acabaria com as aposentadorias, com os servidores públicos, que eu privatizaria Banco do Brasil, Caixa, Petrobras”, disse Flávio. “O maior ajuste fiscal que o Brasil pode fazer é tirar o Lula.”
Sobre a ligação de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) com o caso Master, Flávio atacou Alexandre de Moraes, mas questionado sobre Kassio Nunes Marques, indicado por Jair Bolsonaro para a corte, disse que a lei também vale para ele.
Antes da entrevista, houve panelaço contra Flávio Bolsonaro em diversas regiões de São Paulo e no Rio de Janeiro.
Na quinta-feira (15), o presidente Lula (PT), seu adversário no segundo turno, já havia sido sabatinado pela emissora —ele defendeu reduzir a maioridade penal no caso de crimes hediondos, disse desconhecer que o Bolsa Família não havia sido reajustado e assumiu a responsabilidade pela avaliação ruim de seu governo.
Pesquisa Datafolha desta quinta mostrou empate técnico entre os candidatos, com 51% das intenções de votos válidos para Flávio, ante 49% de Lula.
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O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, nesta sexta-feira (16/10), que a saída do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) do governo seria “o maior ajuste fiscal que o Brasil pode fazer”. A declaração foi dada durante sabatina no Jornal Nacional, da TV Globo, ao ser questionado sobre propostas para mudanças nas regras de despesas públicas.
Durante a entrevista, Flávio foi perguntado se manteria os reajustes do salário mínimo acima da inflação. Ele respondeu que sim. Em seguida, negou que pretenda desvincular o reajuste das aposentadorias do percentual aplicado ao salário mínimo ou alterar a Constituição para eliminar os pisos de gastos com saúde e educação. As informações são do Metrópoles.
Leia mais“O meu concorrente está promovendo um verdadeiro terrorismo em cima dos servidores públicos e das estatais, dizendo que eu acabaria com as aposentadorias, com os servidores públicos, que eu privatizaria o Banco do Brasil, a Caixa e a Petrobras, enfim, um monte de coisa. E o maior ajuste fiscal que o Brasil pode fazer é tirar o Lula”, declarou.
O plano de governo de Flávio Bolsonaro prevê reduzir despesas públicas, diminuir a estrutura do governo federal e criar uma nova regra fiscal para controlar a dívida pública.
Entre as medidas, estão o corte de pelo menos dez ministérios, a redução de cargos comissionados e o combate a supersalários e benefícios considerados excessivos no serviço público.
A campanha também defende a redução de impostos e a revisão de despesas consideradas ineficientes.
No entanto, o programa oficial não detalha como todas as medidas seriam implementadas nem apresenta uma regra fiscal completa.
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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à presidência da República, afirmou nesta sexta-feira (16/10) que não pretende reverter o fim da escala de trabalho 6×1 caso seja eleito. Durante sabatina ao Jornal Nacional, da TV Globo, o parlamentar também justificou a mudança de posição sobre a redução da jornada, aprovada pelo Congresso Nacional nesta semana.
Questionado sobre a intenção de aliados de aprovar uma proposta alternativa, com remuneração e benefícios proporcionais às horas trabalhadas, Flávio negou que pretenda desfazer a medida. As informações são do Metrópoles.
Leia mais“Não, não vou. Direitos trabalhistas garantidos”, respondeu.
A declaração se dá dois dias depois de o senador votar a favor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que extingue a escala de seis dias de trabalho por um de descanso. O texto foi aprovado no Senado na quarta-feira (14/10), com 75 votos favoráveis e um contrário, e promulgado pelo Congresso nesta sexta-feira.
Flávio havia criticado a proposta e defendido maior liberdade para a negociação da jornada entre trabalhadores e empregadores. Na entrevista, afirmou que mudou de posição por considerar a vontade dos trabalhadores brasileiros.
“Eu resolvi seguir a vontade dos trabalhadores brasileiros”, declarou. O candidato acrescentou que percorreu o país e ouviu pessoas favoráveis à mudança. Apesar disso, voltou a defender regras mais flexíveis para a contratação. “Eu sempre defendi mais liberdade para que os trabalhadores pudessem, inclusive, montar sua própria jornada de trabalho”, disse.
A posição de Flávio contrasta com a articulação de integrantes do próprio partido. O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), declarou que pretende trabalhar pela aprovação de uma proposta de remuneração por hora em 2027, caso o senador vença a eleição presidencial.
O foi apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio.
A iniciativa permitiria ao trabalhador optar por um regime de contratação por hora, com remuneração e direitos como férias e 13º salário calculados proporcionalmente ao período trabalhado.
Já a emenda constitucional promulgada nesta sexta-feira estabelece dois dias de descanso semanal remunerado, sem redução salarial. A transição prevê uma jornada máxima de 42 horas semanais depois de 60 dias e de 40 horas após mais 12 meses.
Na sabatina, Flávio também afirmou que pretende recuperar o poder de compra dos trabalhadores e combater a insegurança pública.
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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à presidência da República, afirmou hoje (16) que não quer se reeleger e que “só precisa de um mandato” como presidente.
“Eu só quero um mandato para consertar o Brasil de verdade. Eu estou disputando o futuro da nação. O centro do meu governo vai ser devolver seu poder de compra ao brasileiro”, destacou. As informações são do UOL.
Capitais e outras cidades brasileiras tiveram registros de panelaços no início da sabatina realizada pela Rede Globo com o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), no fim da edição do Jornal Nacional desta sexta-feira (16). A emissora convidou os dois presidenciáveis para uma entrevista comandada pela jornalista e apresentadora Renata Lo Prete. Na última quinta-feira (15), foi a vez do presidente Lula (PT) responder as perguntas.
Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Fortaleza e Salvador foram algumas das cidades em que moradores filmaram as fachadas dos prédios de suas ruas ao som das batidas nas panelas. As informações são do jornal O GLOBO.
A manifestação política contra o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro foi convocada pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), que vem articulando ações de eleitores de Lula nesta campanha de segundo turno.
“Pessoal, urgente! Hoje, às 9 horas da noite, o Brasil inteiro, de ponta a ponta, vai bater panela enquanto o nosso adversário, que eu nem falo o nome, estiver dando entrevista lá na Globo. Eu quero que vocês peguem uma colher e batam na panela, mas batam até amassar. Depois, troquem, comprem outra panela, comprem outra colher. Depois vocês dão um jeito. Mas é para bater a colher na panela sem dó!”, convocou o deputado, nas redes sociais.
Janones também é o criador do canal de WhatsApp “Exército do Lula”, onde dá orientações aos militantes e eleitores do atual presidente. No final de semana, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques determinou a suspensão do grupo a pedido da campanha de Flávio Bolsonaro, que alegou comportamento inautêntico dos integrantes do canal, difusão de boatos e “missões” de compartilhamento em massa. No entanto, ele voltou a funcionar, com autorização de Nunes Marques, depois que a área técnica do TSE afirmou não ter identificado postagens com fake news citadas por Flávio entre as mensagens do canal de apoiadores de Lula, já com milhões de participantes.
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O deputado federal eleito Gilson Machado e o deputado estadual eleito Gilson Machado Filho informaram que acionaram a Polícia Legislativa da Câmara dos Deputados, a Polícia Federal, o Ministério Público de Pernambuco, a Polícia Civil e a Polícia Militar após comentários publicados nas redes sociais sobre o ato “Bloco 22”, marcado para 22 de outubro, às 19h22, na Praça de Boa Viagem, no Recife, com a presença do deputado Nikolas Ferreira.
Segundo os parlamentares, algumas mensagens faziam referências a agressões contra Nikolas e participantes do evento. A partir disso, os dois também solicitaram reforço de segurança à Polícia Militar de Pernambuco para a realização do ato, que integra a campanha de Flávio Bolsonaro (PL). “Não vão nos calar com ameaças”, afirmou Gilson Machado Filho.
