Legislativo e Executivo avançam no combate à discriminação racial

Por Julia Rocha e Maysa Sena
Do Blog da Folha

A discriminação racial é uma questão estrutural que permeia diversas áreas, como trabalho, moradia e representação em espaços de poder. Em um país como o Brasil, – marcado por desigualdades profundas, onde a maioria da população é negra e também a mais vulnerável socioeconomicamente -, essa temática se entrelaça com outras problemáticas sociais.

Não basta a celebração de uma data como hoje, o Dia Internacional de Combate à Discriminação Racial, nem a simples criação de projetos de lei para resolver essa questão. É necessário um conjunto robusto de políticas públicas que priorizem a população negra e busquem reduzir o abismo social existente.

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O senador e pré-candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro (RJ), afirmou nesta quinta-feira (30) que se for eleito presidente, vai escolher “pessoas técnicas” para ocupar uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal).

Segundo o parlamentar, ele tem “vários nomes” e não descarta o ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSB-MG). As informações são da CNN.

Petrolina - Destino

UOL

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) concluiu hoje o julgamento que cassou o governador de Roraima, Edilson Damião (União), e tornou inelegível o ex-governador Antonio Denarium (Republicanos) por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022.

Na ação, o procurador do Estado de Pernambuco e advogado Walber Agra atuou pela acusação, representando a coligação adversária “Roraima Muito Melhor”. Ele sustentou que houve uma “inundação de verbas públicas” em ano eleitoral para favorecer a reeleição da chapa, caracterizando abuso de poder político e econômico. Agra também apontou desvio de finalidade em programas sociais como o “Cesta da Família” e o “Morar Melhor”, destacando que apenas em 2022 foram investidos R$ 134 milhões, valor superior ao registrado em anos anteriores.

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O deputado federal Luciano Bivar (MDB) afirmou, em vídeo divulgado nas redes sociais do partido, que o Brasil precisa discutir um novo modelo de tributação baseado na incidência sobre movimentações financeiras. “A visão de mundo também requer um pouco de futurologia”, disse, ao mencionar mudanças econômicas e tecnológicas.

Confira:

Caruaru - São João na Roça

Na abertura da sessão conjunto do Congresso para analisar o veto de Lula ao PL da Dosimetria, nesta quinta-feira (30), a deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RS), expôs o suposto acordo capitaneado por Flávio Bolsoanro (PL-RJ) e pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que teria unido bolsonaristas ao Centrão para barrar a CPI do Master.

Coautora, com Heloísa Helena (Rede-AL), de um dos pedidos de criação da CPI sobre o escândalo financeiro, que envolve diretamente políticos do centrão à ultradireita, ainda reagiu ao discurso falso moralista de Sergio Moro (PL-PR), que voltou para o colo do clã Bolsonaro para angariar apoio para disputar o governo do Paraná após deixar o “super” Ministério da Justiça acusando o ex-presidente de interferência na Polícia Federal para proteger Flávio. As informações são da Revista Fórum.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

O Palácio do Planalto avalia que uma ala do Supremo Tribunal Federal (STF) se juntou ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), para barrar a entrada do advogado-geral da União, Jorge Messias, na Corte. O nome indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi rejeitado por 42 votos a 34 no Senado. O resultado não só amplia a crise entre o Planalto e o Congresso como anima a oposição nas eleições contra Lula, que é candidato ao quarto mandato.

A avaliação sobre os motivos da derrota foi feita na noite desta quarta-feira, 29, durante reunião entre Lula, Messias e os ministros José Guimarães (Relações Institucionais) e José Múcio (Defesa), além do líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), no Palácio da Alvorada. As informações são do Estadão.

Palmares - IPTU 2026

Relator do projeto de lei que reduz as penas dos envolvidos nos atos golpistas do 8/1, o deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP) está articulando a derrubada do veto de Lula na sessão conjunta do Congresso desta quinta-feira (30).

“O governo pode esperar uma nova derrota hoje”, disse o parlamentar à CNN Brasil, fazendo referência ao veto do Senado à indicação de Jorge Messias ao STF na noite de ontem. As informações são da CNN.

Durante sessão do Congresso Nacional que analisa o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao projeto de lei da dosimetria, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), informou que o senador Magno Malta (PL-ES) sofreu um mal súbito e foi internado em um hospital em Brasília. Segundo Alcolumbre, circularam nas redes sociais informações de que o parlamentar teria sofrido um infarto, mas a assessoria do senador divulgou nota negando, embora não tenha detalhado o quadro clínico. Em breve, mais informações.

O presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (União-AP), excluiu da análise sobre os vetos ao PL da Dosimetria o trecho barrado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que contradiz a Lei Antifacção, e facilita a progressão para o semiaberto de condenados por crimes como feminicídio e outros crimes hediondos.

O motivo desse desmembramento é que conforme o PL da Dosimetria, caso fosse derrubado o veto aos dispositivos que tratam da mudança do regime fechado para o semiaberto para determinados crimes, integrantes de facções criminosas seriam beneficiados. As informações são do g1.

Por Malu Gaspar – O GLOBO

A rejeição histórica do advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) foi resultado de uma articulação que mobilizou integrantes da tropa de choque bolsonarista, capitaneados pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o ministro Alexandre de Moraes e, acima de tudo, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que trabalhou até o último minuto para impor a derrota ao governo Lula.

Messias obteve apenas 34 votos favoráveis, sete a menos que os 41 exigidos pela Constituição. Ao todo, 42 senadores votaram contra, formando um placar que não era esperado nem pelos mais pessimistas aliados de Lula e que supera um precedente histórico: antes de Messias, apenas o governo Floriano Peixoto havia tido indicações para o STF rejeitadas, cinco ao todo, em 1894.

O Congresso Nacional abriu a sessão desta quinta-feira (30), na qual os parlamentares vão analisar se mantém o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao projeto que reduz penas de condenados pelos ataques aos Três Poderes, o chamado PL da Dosimetria.

Na prática, o projeto de lei permite a redução de penas de condenados por atos golpistas, incluindo os ataques de 8 de janeiro de 2023. Na lista de possíveis beneficiados, está o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). As informações são do g1.

Por Blog do Valdo Cruz – G1

Logo depois da derrota, a oposição já anunciava: não adianta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mandar um novo nome para o STF antes das eleições. Será derrotado.

Reservadamente, ainda no plenário depois de o placar mostrar que o governo perdeu de 42 a 34, senadores da oposição afirmavam que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), garantiu a eles que não coloca nenhum novo nome para ser sabatinado antes das eleições.