Com 65,94% das seções totalizadas até o momento para a Presidência da República, Lula (PT) aparece com 50,79% dos votos válidos, somando 41.357.205 votos, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) tem 49,21%, com 40.068.210 votos.
Com 65,94% das seções totalizadas até o momento para a Presidência da República, Lula (PT) aparece com 50,79% dos votos válidos, somando 41.357.205 votos, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) tem 49,21%, com 40.068.210 votos.
A governadora Mailza Assis (PP), 49, foi reeleita neste domingo (25) para comandar o Acre pelos próximos quatro anos.
Até a última atualização desta matéria, 91,98% das urnas haviam sido apuradas. Mailza tinha 66,18% dos votos válidos, totalizando 248.835 votos, conforme dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), enquanto seu adversário, Alan Rick (Republicanos), tinha 33,82% dos votos, totalizando 127.047 votos.
Mailza assumiu o Governo do Acre em abril, após a saída de Gladson Cameli (PP), que deixou o cargo para disputar uma vaga no Senado — com 16,59% dos votos válidos, ele ficou na terceira colocação, atrás dos eleitos Marcio Bittar (PL), com 25,59% dos votos, e Mara Rocha (Republicanos), com 17,95%. Com informações da Folha de S.Paulo.
Eleita vice-governadora em 2022, na chapa de Cameli, Mailza passou a comandar o estado e disputou neste ano seu primeiro mandato direto como chefe do Executivo. No primeiro turno, ela já havia passado perto da vitória, obtendo 49,76% dos votos válidos ante 32,27% de Alan Rick.
Durante a campanha, Mailza apresentou a continuidade da gestão como uma das principais marcas de sua candidatura. Seu plano de governo para 2027 a 2030 foi organizado em dez eixos e incluiu propostas para saúde, educação, segurança, infraestrutura, agricultura, meio ambiente e desenvolvimento econômico. Entre as promessas estão a criação de um pronto-socorro infantil, a ampliação do programa Opera Acre, novos serviços de UTI, hemodiálise e oncologia no interior.
Na reta final, a governadora intensificou as agendas no interior e na capital com caminhadas, reuniões, encontros com categorias profissionais, empresários e lideranças locais.
Com 76,20% das seções totalizadas até o momento para o Governo do Rio Grande do Norte, Cadu de Lula (PT) aparece com 51,25% dos votos válidos, somando 820.284 votos, enquanto Allyson (União) tem 48,75%, com 780.234 votos.
Com 42,29% das seções totalizadas até o momento para a Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 50,17% dos votos válidos, somando 26.145.142 votos, enquanto Lula (PT) tem 49,83%, com 25.970.533 votos.
O deputado federal Vicentinho Júnior (PSDB), 41, foi eleito governador do Tocantins neste segundo turno.
Até a última atualização desta matéria, 87,23% das urnas haviam sido apuradas na noite deste domingo (25). Vicentinho já marcava 64,11% dos votos válidos, totalizando 491.061 votos, de acordo com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), enquanto sua adversária, a senadora Professora Dorinha (União Brasil), 62, registrava 35,89%, com 274.901 votos.
Vicente Alves de Oliveira Júnior, conhecido como Vicentinho Júnior, é empresário e natural de Goiânia. Filho do ex-senador Vicentinho Alves, integra uma família com trajetória na política tocantinense. Sua carreira eleitoral começou em 2014, quando conquistou o primeiro mandato de deputado federal pelo PSB.
Ele foi reeleito em 2018 pelo PR, atual PL, e em 2022, pelo PP. Em seu terceiro mandato na Câmara dos Deputados, atuou em temas ligados à agricultura, infraestrutura e desenvolvimento regional. Em 2026, filiou-se ao PSDB para concorrer ao governo estadual pela primeira vez.
Celina Leão (PP) foi reeleita governadora do Distrito Federal neste domingo (25). O vice-governador eleito é Gustavo Rocha (Republicanos).
O resultado foi declarado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) às 20h02, com 90% das urnas apuradas.
No momento do anúncio, Celina Leão tinha 57,22% (889.908) dos votos válidos, contra 42,78% (680.125) de Leandro Grass (PT). As informações são do g1.
Leia maisCom a vitória, Celina Leão é a primeira mulher eleita nas urnas, de forma direta, para governar do DF. Até aqui, outras mulheres e a própria Celina já haviam assumido o governo – mas foram eleitas como vice-governadoras e assumiram a titularidade por diferentes motivos.
A vitória de Celina se soma a outro marco no DF: a eleição inédita de uma bancada 100% feminina para o Senado – todas, aliás, aliadas da candidata à reeleição.
No primeiro turno, Celina recebeu 825.530 votos, o equivalente a 49,93% dos votos válidos. Ela ficou a apenas 1.089 votos de alcançar o necessário para vencer ainda na primeira etapa, o que levou a eleição para o 2º turno contra Leandro Grass (PT).
Além do DF, cinco estados tiveram disputa em segundo turno: Espírito Santo, Amazonas, Rio Grande do Norte, Acre e Tocantins.
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Por Estadão Conteúdo
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, demorou mais de duas horas para analisar um pedido da coligação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para prorrogar o horário de votação neste domingo (25). Mesmo assim, quando se manifestou sobre o caso, não deu uma decisão: mandou os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) apresentarem informações até o limite do horário de votação.
Foi diante dessa demora de Nunes Marques que o PT decidiu recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF), mais de duas horas depois, para que seu pedido fosse analisado.
Leia maisO timing alongado de Nunes Marques para tomar uma decisão sobre o caso contrasta com a conduta ágil que o ministro Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral em 2022, teve na condução da votação naquele ano. Na época, também houve pedido para prorrogação da votação (por causa de operações da Polícia Rodoviária Federal em Estados em que o PT tinha maioria). Moraes decidiu que não prorrogaria a votação naquela oportunidade.
Neste ano, o atual presidente do TSE não adotou a mesma rapidez. O primeiro pedido do PT foi protocolado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) às 13h22. O processo foi distribuído ao presidente do TSE às 13h54, segundo o sistema do Tribunal.
Nunes Marques só assinou o despacho solicitando informações dos tribunais regionais eleitorais às 16h12, duas horas e 18 minutos depois de ter recebido o primeiro pedido feito pelo PT. O partido de Lula solicitou, com “máxima urgência”, uma posição do TSE sobre o assunto. No despacho das 16h12, Nunes Marques solicitou que os TREs apresentassem informações. Essas respostas deveriam ser prestadas em 30 minutos após as intimações.
Depois do primeiro pedido, o PT apresentou novas ações, uma delas no próprio TSE, para prorrogar o horário de votação também em Alagoas, em Pernambuco, no Piauí, na Paraíba, no Paraná, no Pará, no Rio de Janeiro, em Roraima e em São Paulo. Essa segunda ação foi protocolada às 15h42. Nunes Marques levou 30 minutos para dar seu despacho aos TREs.
Diante da ausência de decisão por parte do presidente do TSE, a quem cabe esse tipo de decisão sobre casos de extrema urgência, o PT recorreu também ao Supremo Tribunal Federal (STF). O pedido no STF foi às 16h22, dez minutos depois de Nunes Marques ter assinado o despacho dando mais meia hora para os TREs prestarem informações antes de ele próprio tomar uma decisão.
Na prática, o despacho de Nunes Marques, dando 30 minutos para os TREs, jogou para o limite do fim do horário de votação o prazo para ele tomar uma decisão sobre o pedido feito pelo PT. Haveria pouquíssimo tempo para uma decisão dele. O recurso ao STF, que acabou sorteado para o ministro Cristiano Zanin, ex-advogado de Lula, foi apresentado em meio a essa letargia do TSE para adotar uma posição.
Apesar de agora estar reclamando de uma interferência no STF no caso, a campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) também pediu ao TSE a prorrogação do horário de votação em alguns Estados. Às 15h27, os advogados de Flávio protocolaram a ação no Tribunal pedindo a prorrogação em municípios do São Paulo, do Paraná e de Santa Catarina. Às 15h43, o processo chegou ao ministro Kássio Nunes Marques.
Como mostrou o Broadcast Político (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), o STF tomou uma medida inédita ao estender duas horas para o fechamento das urnas eleitorais em todo o País. A decisão foi do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Cristiano Zanin, que foi sorteado relator após pedidos das campanhas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL).
Com a decisão, as urnas serão fechadas neste domingo às 19 horas. A apuração chegou a começar a ser feita, mas foi interrompida logo após a decisão de Zanin.
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Com 61,84% das seções totalizadas até o momento para o Governo do Amazonas, Omar Aziz (PSD) aparece com 57,19% dos votos válidos, somando 768.529 votos, enquanto Professora Maria do Carmo (PL) tem 42,81%, com 575.176 votos.
Com 71,33% das seções totalizadas até o momento para o Governo do Distrito Federal, Celina Leão (PP) aparece com 57,39% dos votos válidos, somando 705.799 votos, enquanto Leandro Grass (PT) tem 42,64%, com 524.769 votos.
Com 25,91% das seções totalizadas até o momento para o Governo do Tocantins, Vicentinho Júnior (PSDB) aparece na liderança com 62,82%, com 158.902 votos. Enquanto isso, Professora Dorinha (União) aparece com 37,17% dos votos válidos, somando 106.310 votos.
Com 9,52% das seções totalizadas até o momento para o Governo do Acre, Mailza Assis (PP) aparece com 67,75% dos votos válidos, somando 25.342 votos, enquanto Alan Rick (Republicanos) tem 32,23%, com 12.052 votos.
Com 11,78% das seções totalizadas até o momento para o Governo do Amazonas, Omar Aziz (PSD) aparece com 55,05% dos votos válidos, somando 140.440 votos, enquanto Professora Maria do Carmo (PL) tem 44,95%, com 114.667 votos.
Com 1,33% das seções totalizadas até o momento para o Governo do Rio Grande do Norte, Allyson (União) aparece com 47,74% dos votos válidos, somando 12.797 votos, enquanto Cadu de Lula (PT) tem 52,26%, com 14.008 votos.
Com 0,17% das seções totalizadas até o momento para o Governo do Espírito Santo, Lorenzo Pazolini (Republicanos) aparece com 51,87% dos votos válidos, somando 1.791 votos, enquanto Ricardo Ferraço (MDB) tem 48,13%, com 1.662 votos.
Com 10,76%% das seções totalizadas até o momento para o Governo do Distrito Federal, Celina Leão (PP) aparece com 57,82% dos votos válidos, somando 91.080 votos votos, enquanto Leandro Grass (PT) tem 42,18%, com 66.454 votos votos.
Advogado da Trump Media e da plataforma Rumble, Martin De Luca criticou a decisão do ministro Cristiano Zanin (STF) de estender o horário de votação em cidades brasileiras, neste domingo (25/10), sem uma decisão prévia do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Em publicação no X, De Luca questionou a atuação do ministro e o possível reconhecimento internacional do resultado das eleições. As informações são do Metrópoles.
Leia maisO advogado criticou o fato de o presidente Lula ter recorrido a Zanin antes de uma decisão do TSE e questionou a rapidez com que o ministro determinou a extensão do horário de votação.
“Em vez de aguardar uma decisão do TSE, Lula imediatamente pediu ao ministro do Supremo Tribunal Federal Cristiano Zanin que determinasse a manutenção das urnas abertas sem qualquer decisão do TSE. Em questão de minutos (Zanin sequer leu a petição?), as urnas foram mantidas abertas por Zanin”, escreveu.
De Luca também mencionou a atuação de Zanin como advogado de defesa de Lula em processos criminais relacionados a acusações de corrupção, antes de o ministro assumir uma cadeira no STF.
“O STF tem 11 ministros. O que Zanin fazia antes de se tornar ministro do Supremo? Ah, sim, ele era advogado de defesa de Lula nos processos criminais por corrupção”, publicou.
O advogado também questionou se a comunidade internacional reconheceria o resultado das eleições como fruto de uma disputa livre e justa. De Luca classificou o episódio como uma “manipulação flagrante das eleições” e afirmou que Lula não deveria esperar reconhecimento internacional nessas circunstâncias.
Ao final, De Luca perguntou se Lula estaria prestes a se tornar “o próximo Nicolás Maduro”, em referência ao presidente da Venezuela. “Pelo bem do Brasil, rezo para que não seja esse o caso.”
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O presidente do TSE (Tribuanal Superior Eleitoral), ministro Kassio Nunes Marques, determinou que a votação seja estendida até 19h apenas nas seções em que a votação ainda não foi concluída, e em que as urnas permanecem abertas.
Após a decisão do ministro Cristiano Zanin, do STF (Supremo Tribunal Federal), que prorrogou por duas horas o horário das eleições em todo o país, os ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) se reuniram para discutir o caso. As informações são da Folha de S. Paulo.
Leia maisA Folha apurou que o clima dentro da reunião era de preocupação, já que a decisão de Zanin foi dada muito perto das 17h (horário original de encerramento).
O TRE-DF (Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal), por exemplo, relatou não ter recebido nenhuma notificação formal por parte do Supremo e que não houve tempo hábil para que as seções eleitorais dessem cumprimento à decisão de Zanin.
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