Nos Estados Unidos, após participar de uma audiência pública sobre o tarifaço, o pré-candidato à Presidência da República pelo PL, senador Flávio Bolsonaro, comentou as buscas realizadas na casa de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, hoje, e chamou a operação de “cortina de fumaça”.
“Uma clara tentativa de criar uma cortina de fumaça neste momento em que estou trabalhando pelo Brasil, para dividir o noticiário”, afirmou. Flávio classificou a busca e apreensão como “desnecessária”. Disse também que foi algo “ruim” e “constrangedor” para a família, que, segundo ele, está “sofrendo”.
O pré-candidato também afirmou que Jair Bolsonaro é vítima de uma “perseguição implacável” e que a arma do ex-presidente, apreendida durante uma blitz – fato que motivou a decisão de recolher as armas de sua residência e as buscas realizadas nesta quarta-feira –, é legalizada.
A ação foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que apontou divergências entre as armas entregues e as registradas em nome do ex-presidente. Segundo interlocutores da PF, as buscas na casa do ex-presidente, que fica no Jardim Botânico, em Brasília, foram rápidas e levaram menos de uma hora.
Segundo o ministro Alexandre de Moraes, as informações desencontradas quanto ao número de armas em nome do ex-presidente motivaram as buscas.
“Sobrevieram aos autos informações indicando divergência entre o quantitativo de armas de fogo regularmente registradas em nome do apenado e aquelas efetivamente entregues aos órgãos competentes, circunstância que evidencia, em tese, o descumprimento da determinação judicial e recomenda a adoção de providências destinadas à localização e apreensão dos armamentos eventualmente mantidos sob o poder do condenado”, afirmou Moraes. O ministro destacou ainda que a permanência de armas na posse de Bolsonaro é uma situação incompatível com a medida de prisão domiciliar.
A Polícia Federal (PF) fez buscas, na manhã de hoje, por armas na casa do ex-presidente Jair Bolsonaro, segundo informou a defesa dele. O mandado previa a busca e apreensão de armamentos, munição, acessórios e documentos de registro, mas, ainda segundo os advogados, nada foi encontrado.
A informação foi confirmada pela Polícia Federal minutos depois, mas os investigadores não deram detalhes. A ação foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que apontou divergências entre as armas entregues e as registradas em nome do ex-presidente.
Segundo interlocutores da PF, as buscas na casa do ex-presidente, que fica no Jardim Botânico, em Brasília, foram rápidas e levaram menos de uma hora. Já de acordo com documento protocolado no STF, as buscas duraram algo em torno de uma hora e meia, das 7h às 8h30. O documento confirma também que nenhum armamento foi encontrado no local.
Bolsonaro cumpre atualmente uma pena de 27 anos e 3 meses de prisão. Desde o dia 24 de março deste ano, ele está sob prisão domiciliar humanitária, autorizada por Moraes inicialmente por 90 dias, e, posteriormente, prorrogada. A prisão domiciliar foi autorizada para que o ex-presidente se recupere de uma broncopneumonia.
Decisão de Moraes
Segundo o ministro Alexandre de Moraes, as informações desencontradas quanto ao número de armas em nome do ex-presidente motivaram as buscas.
“Sobrevieram aos autos informações indicando divergência entre o quantitativo de armas de fogo regularmente registradas em nome do apenado e aquelas efetivamente entregues aos órgãos competentes, circunstância que evidencia, em tese, o descumprimento da determinação judicial e recomenda a adoção de providências destinadas à localização e apreensão dos armamentos eventualmente mantidos sob o poder do condenado”, afirmou Moraes.
O ministro destacou ainda que a permanência de armas na posse de Bolsonaro é uma situação incompatível com a medida de prisão domiciliar.
“A permanência de armas de fogo em poder do executado, quando já determinada sua entrega integral, revela situação incompatível com a ordem judicial anteriormente proferida e justifica a adoção de medida constritiva destinada exclusivamente à localização e apreensão de armamentos remanescentes”, prossegue.
Nesse sentido, Moraes reforçou a ação de busca e apreensão como algo “imprescindível”, “a fim de assegurar o efetivo cumprimento da ordem judicial de entrega integral das armas de fogo”.
O ministro acrescentou que o objetivo da medida foi o de “afastar qualquer dúvida quanto à permanência de armamentos sob a posse, direta ou indireta, do condenado”.
Os titulares de cartórios são os profissionais com maior patrimônio médio, R$ 3,3 milhões. O dado vem de levantamento feito pela Receita Federal a partir do envio das declarações do Imposto de Renda da Pessoa Física entregues em 2026, referentes ao exercício do ano anterior.
Em seguida, na mesma base de comparação, estão membros do Judiciário –que incluem juízes, desembargadores e ministros – e do Ministério Público – promotores e procuradores –, com patrimônio médio de R$ 2,9 milhões.
Na lista das profissões com os maiores rendimentos, os titulares de cartório também estão na liderança, com média de R$ 2,8 milhões. Membros do Judiciário têm R$ 1,44 milhão e do MP, R$ 1,26 milhão.
Para se tornar dono de um cartório, ou titular de serventia extrajudicial, não é preciso herdar ou comprar a vaga. É obrigatório passar por um concurso público de provas e títulos. Os aprovados recebem do Estado uma delegação para gerir o serviço de forma privada. O titular deve ter ainda nacionalidade brasileira e ser bacharel em direito (ou ter 10 anos de experiência em cartório).
O lucro dos cartórios vem das taxas pagas pelos usuários ao solicitarem serviços como registros de imóveis, certidões, reconhecimento de firma e procurações.
“PENDURICALHOS”
Já o Judiciário acumula altos rendimentos e patrimônio devido à combinação de salários elevados, estabilidade, tempo de carreira e benefícios adicionais. Os “penduricalhos” contribuem para o acúmulo de capital, com verbas indenizatórias, gratificações e auxílios.
RANKING COMPLETO
Diplomatas, atletas, dirigentes de empresas e produtores agropecuários também aparecem entre as primeiras colocações.
O ex-prefeito de São Luís Eduardo Braide (PSD) lidera as intenções de voto entre os eleitores do Maranhão, segundo a pesquisa Real Time Big Data divulgada hoje. No cenário estimulado, em que os entrevistados recebem uma lista com os nomes dos possíveis candidatos, o pessedista aparece com 60% das intenções de voto.
A segunda posição é ocupada por Orleans Brandão (MDB), com 31%. O ex-senador Roberto Rocha (Novo) e o vice-governador do estado Felipe Camarão (PT) ocupam o terceiro e o quarto lugar, respectivamente, com 9%. Os candidatos são seguidos por Enilton Rodrigues (PSOL), com 2%, e André Luíz (Missão), com 1%.
O levantamento foi realizado de 6 a 7 de julho e ouviu 1.600 eleitores no Maranhão. A pesquisa tem uma margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Veja o ranking da pesquisa estimulada:
Eduardo Braide (PSD) – 44%
Orleans Brandão (MDB) – 31%
Roberto Rocha (Novo) – 9%
Felipe Camarão (PT) – 9%
Enilton Rodrigues (Psol) – 2%
André Luís (Missão) – 1%
Nulo/Branco – 2%
NS/NR – 2%
Já no cenário espontâneo, em que os entrevistados respondem sem acesso a uma lista de candidatos, Eduardo Braide registra 13% das citações, enquanto Orleans Brandão aparece em segundo lugar, com 7%. Nesse formato, a pergunta feita foi: “Em outubro teremos eleições. Se a eleição para presidente da República fosse hoje, em quem o(a) senhor(a) votaria?”.
O atual governador do estado Carlos Brandão aparece na terceira posição, com 2% das citações. O mesmo percentual de Felipe Camarão (PT) Lahesio Bonfim (NOVO). Outro nome citado é o do Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, com 1%. Outros nomes citados somam 3%. Cerca de 11% votaram nulo/branco, já 58% dos entrevistados disseram não saber ou preferiram não responder.
O corpo do filho do blogueiro Júnior Finfa, Pedro Henrique Maranhão, conhecido como Peu, de 38 anos, chegará a Afogados da Ingazeira, hoje, às 15h, onde será velado na residência dos avós maternos, na Avenida Artur Padilha, 970, próximo ao Posto Brasilino. O sepultamento está marcado para as 17h, no Cemitério São Judas Tadeu.
Pedro Henrique foi encontrado morto dentro de um veículo incendiado em Gravatá, no Agreste, na última quarta-feira. Em nota, a família agradeceu as manifestações de solidariedade e o apoio recebido durante o momento de luto.
No encontro que teve na última segunda-feira, em Brasília, com o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e Antônio Rueda (UB), presidentes da Federação União Progressista, para discutir a sua chapa, a governadora Raquel Lyra (PSD) não comunicou apenas que tem preferência pelo nome do ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (UB), para uma das vagas ao Senado.
Também deixou claro que a vaga de vice, ocupada hoje por Priscila Krause (PSD), é inegociável e, portanto, está fora de qualquer negociação. Também revelou que o deputado Túlio Gadelha, que migrou da Rede para o PSD, já está escolhido.
Raquel vai aguardar a posição da Federação sobre a escolha que fez por Miguel Coelho. A interlocutores, Ciro revelou que o nome da Federação é o do deputado Eduardo da Fonte (PP), mas confirmou que ouviu da governadora a sua manifestação em favor de Miguel.
Lideranças do agronegócio que acompanharam a audiência pública nos Estados Unidos para discutir o tarifaço sobre os produtos brasileiros ficaram bem cabreiros com a participação do candidato do PL à Presidência, senador Flávio Bolsonaro (RJ) no evento. Embora a grande maioria seja conservadora e tenda a votar em Flávio em outubro, a avaliação foi de que esse assunto não deveria ter sido politizado.
O objetivo da audiência pública era reunir representantes empresariais, tanto brasileiros quanto norte-americanos, para medir, do ponto de vista técnico e econômico, os efeitos do tarifaço. Para a turma do agronegócio, assim deveria ter continuado. E fizeram para o Correio Político uma comparação com o episódio em que o presidente Donald Trump ligou para o presidente da Fifa, Gianni Infantino, para anular o cartão vermelho dado ao atacante dos EUA, Balogun.
Donald Trump mexeu seus pauzinhos. Infantino atendeu ao pedido. A expulsão foi anulada, e Balogun jogou as oitavas de final contra a Bélgica. Os jogadores da Bélgica ficaram indignados com o tapetão presidencial, jogaram como nunca nesta Copa do Mundo e impuseram aos Estados Unidos uma derrota por 4 a 1. No final, comemoraram imitando uma dancinha feito pelo Trump. Politizar demais as coisas, retirar as coisas do seu campo natural, avaliaram os representantes do agronegócio, dá nisso.
A avaliação feita é que, mais do que gestões políticas, o que reverteu mesmo o primeiro tarifaço, foram os argumentos econômicos e empresariais. E a sensação que ficou dessa audiência pública é que a maioria tanto dos brasileiros quanto dos norte-americanos presentes na audiência argumentou que não há nenhum motivo técnico para sobretaxar os produtos brasileiros. Os Estados Unidos têm um superávit de US$ 1,5 bilhão na relação comercial com o Brasil. Não há como falar em prejuízo.
Então, o argumento que é veemente neste momento sobre a mesa de Donald Trump não são os cinco minutos da fala de Flávio Bolsonaro na audiência. Mas as 335 gigantes da economia que se manifestaram contra o tarifaço. Empresas como a Nestlé, a Siemens, a Coca-Cola e até a Tesla do antigo aliado e ex-conselheiro no governo Trump Elon Musk, ex-líder do Departamento de Eficiência Governamental dos EUA.
Foi o próprio Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) que abriu um espaço no seu site para manifestações. E esses gigantes da própria economia norte-americana se disseram contra a medida, prevista na chamada Seção 301. O argumento é que ela mais prejudica do que ajuda a economia.
Na avaliação dos empresários, no fundo são esses argumentos econômicos, que pesam no bolso, os que realmente acabam tendo influência. Foram o que já fizeram o primeiro tarifaço ter nada menos de 694 exceções. E são o que já projetam que o novo tarifaço, se realmente for implementado, saia também com exceções.
O risco da presença de Flávio, avaliam os representantes do agro, é gerar um efeito oposto. Seja pelo que disse Tales Faria no Correio da Manhã de terça – ter ensaiado uma posição tão submissa que faça Trump avaliar que é melhor impor o tarifaço agora para negociar depois das eleições de forma bem mais fácil caso Flávio seja eleito.
Ou seja, pelo fato de que Flávio Bolsonaro, mal ou bem, ainda terá de lidar com os efeitos do primeiro tarifaço, quando seu irmão, Eduardo Bolsonaro, bateu no peito para dizer que a sobretaxação tinha acontecido porque ele a tinha pedido ao governo dos Estados Unidos. Produziu o melhor momento de popularidade para Lula.
No seu discurso, Flávio bateu na tecla de que é Lula quem se beneficia eleitoralmente do tarifaço e o desejaria para lucrar politicamente. Tomando-se o que aconteceu no primeiro tarifaço não deixa de ter certa razão. Exceto pelo fato de que seria muito arriscado para Lula apostar em algo que possa comprometer a economia brasileira.
Flávio tem razão também quando diz que o tarifaço acelera a busca de mercados alternativos aos EUA. Isso, de fato, aconteceu e acontecerá. Como mostrou o Correio Político em agosto do ano passado, um mapeamento feito na época pela ApexBrasil identificou 72 mercados potenciais que poderiam substituir o mercado americano.
Parte do telhado da Escola Estadual Presidente Arthur da Costa Silva desabou sobre estudantes e um professor durante o horário de aula, deixando feridos. Segundo relatos de alunos, cinco estudantes foram encaminhados ao hospital, uma aluna precisou levar pontos e o professor de Geografia também ficou ferido.
De acordo com um estudante que presenciou o ocorrido, a turma realizava uma atividade com o professor na parte externa da sala de aula quando pedaços do telhado caíram sobre os presentes. As informações são do blog Ponto de Vista.
O aluno afirmou que a estrutura da escola já apresentava problemas há bastante tempo e que a situação era de conhecimento da comunidade escolar. Segundo o relato, em períodos de chuva, há infiltrações e goteiras nas salas, além da existência de fios expostos. Ainda conforme o estudante, após o acidente, houve dificuldades para prestar os primeiros socorros. Diante da falta de materiais adequados, foi necessário improvisar curativos para conter o sangramento de um dos feridos.
Após gravar o podcast ‘Direto de Brasília’ itinerante de ontem, em Fortaleza, com o governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT), no Palácio da Abolição, visitei o grupo ANC, a Notícia do Ceará, maior rede de emissoras do Estado, parceira e retransmissora do podcast para mais de 70 rádios em território cearense.
O grupo, criado e dirigido pelo empresário César Tavares, está em expansão no Estado. Tem uma excelente estrutura, uma equipe de jornalistas por excelência, entre os quais Felipe Klisma, que participa do podcast com perguntas aos entrevistados do programa.
Na foto, da esquerda para a direita, estão: Diego Soares, Daniele Veras, Felipe Klisma, Taynara Ramos e David Amorim.
Levantamento da Gerp, divulgado hoje, mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem 45% das intenções de voto, contra 42% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em eventual disputa de 2º turno. Eles estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro, de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos. As informações são do portal Poder360.
A pesquisa entrevistou 2.000 pessoas de 3 a 7 de julho de 2026. O grau de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-03067/2026. O estudo custou R$ 34.899. Foi pago pela Associação das Emissoras de Rádio e Televisão do Estado de São Paulo.
Meu podcast Direto de Brasília, agora em fase itinerante, em parceria com a Folha de Pernambuco, começa, hoje, por Fortaleza, uma série pelo Nordeste, região para a qual o programa é transmitido por 165 emissoras de rádio. O start se dá com o governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT), candidato à reeleição nas eleições de outubro.
Gravado, ontem, no Palácio da Abolição, sede do Governo do Ceará, o podcast será exibido, excepcionalmente, hoje, o segundo em uma semana, tendo em vista que o programa é semanal, com episódios sempre às terças-feiras.
O governador me recebeu em alto estilo no seu gabinete. Foi provocado a falar sobre os mais variados assuntos que estão na mídia estadual e nacional, como a polêmica incineração de 290 mil pés de maconha em Acopiara, no interior do Estado, que já resultou no afastamento de dois delegados do caso.
Falou também da sua sucessão, atacou Ciro Gomes, seu principal adversário, por ter feito uma aliança no campo bolsonarista, e disse já ter pesquisas que ultrapassou o tucano. Ele garantiu que virou o jogo e Ciro será derrotado em outubro.
Formado em Direito pela Universidade Federal do Ceará, Elmano advogou jurídica e politicamente por sindicatos e movimentos sociais. Iniciou sua carreira política em 1996, quando candidatou-se a vereador de Baturité. Depois de assumir, entre 2011 e 2012, a Secretaria Municipal da Educação de Fortaleza na gestão da prefeita Luizianne Lins, disputou cargos no executivo e no legislativo cearenses, sendo eleito deputado estadual em 2014 e 2018 e governador em 2022.
O Direto de Brasília vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, incluindo também cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste.
Retransmitem o programa a Gazeta News, do Grupo Collor, em Alagoas, a Rede Mais Rádios, com 25 emissoras, na Paraíba, e a Mais-TV, do mesmo grupo, sob o comando do jornalista Heron Cid. Ainda a Rede ANC, do Ceará, formada por mais de 50 emissoras naquele Estado, além da LW TV, de Arcoverde.
Os parceiros neste projeto são o Grupo Ferreira de Santa Cruz do Capibaribe, a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
Caso Master é “mais um monstrengo criado no governo Bolsonaro”, afirma Tebet
A ex-ministra do Planejamento e Orçamento Simone Tebet (PSB) afirmou, ontem, em entrevista ao podcast Direto de Brasília, que o Caso Banco Master representa “o maior escândalo envolvendo o sistema financeiro de corrupção da história do Brasil” e defendeu o afastamento imediato de agentes públicos citados nas investigações enquanto exercem funções de comando. A pré-candidata ao Senado por São Paulo disse que o então líder do Governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), “fez tarde” ao deixar o cargo e sustentou que denúncias dessa dimensão exigem resposta política rápida, preservando o direito à ampla defesa.
Ao comentar o caso, Simone procurou desvincular o governo Lula (PT) das investigações e atribuiu a origem do esquema ao governo Jair Bolsonaro (PL). “Isso foi uma cria, mais um monstrengo criado no governo passado”, declarou. Na avaliação da ex-ministra, o controlador do Banco Master teria buscado cercar diferentes centros de poder para dificultar mecanismos de fiscalização. “Ele contaminou todo mundo”, resumiu, ao defender que as apurações avancem sobre todos os envolvidos, independentemente de partido.
Sobre a disputa de 2026, Simone deixou claro que o principal eixo da campanha será a defesa da soberania nacional diante da atuação de adversários junto ao governo dos Estados Unidos. Sem citar diretamente Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, criticou iniciativas que, segundo ela, colocam interesses externos acima dos nacionais. “Quem manda no nosso quintal somos nós”, assinalou. Também afirmou que o Brasil deve continuar aberto ao capital estrangeiro, desde que “sob as nossas regras”.
A ex-ministra voltou a endurecer o discurso contra a ala bolsonarista ao comentar os ataques dirigidos à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). Embora ressalte as diferenças políticas entre ambas, disse se solidarizar com Michelle e classificou o episódio como reflexo da violência política contra as mulheres. “A violência contra a mulher não escolhe cor, classe social, raça nem ideologia”, observou. Em seguida, acrescentou que “o que eles fazem com as mulheres brasileiras é público e notório há muito tempo”.
Sobre a formação da chapa governista em São Paulo, Simone revelou bastidores da reunião conduzida pelo presidente Lula. Segundo ela, o encontro que definiu a composição durou menos de uma hora e todos os integrantes abriram mão de interesses pessoais em favor do projeto eleitoral. “O projeto é coletivo”, relatou, ao contar que o ministro Fernando Haddad (PT) recebeu autonomia para montar a chapa e anunciar os nomes escolhidos.
Simone também explicou por que aceitou deixar o Ministério do Planejamento para disputar uma vaga no Senado. Disse que inicialmente recusou convites para integrar o governo, mas mudou de posição após um apelo de Lula e uma reflexão inspirada em um conselho do pai, o ex-senador Ramez Tebet. “Para um presidente democraticamente eleito, a gente só diz não se o pedido não for republicano”, recordou. Agora no PSB, afirmou que pretende ampliar o diálogo com setores do centro, do agronegócio e do empresariado, apostando em um perfil capaz de conversar com diferentes segmentos do eleitorado paulista.
Traição à pátria – O governo Lula (PT) elevou o tom contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) após sua participação na audiência promovida pelos Estados Unidos sobre o tarifaço contra produtos brasileiros. Em nota oficial, a Secretaria de Comunicação da Presidência afirmou que “convocar uma potência estrangeira a pressionar o próprio país é traição à pátria” e destacou que, entre os 34 brasileiros inscritos para falar no evento, apenas Flávio não se posicionou contra as tarifas, defendendo apenas o adiamento da medida. O Planalto também acusou o senador de agir por interesse eleitoral, omitir sua relação com o caso Banco Master e propor a subordinação do PIX aos interesses americanos. Ainda ontem, o pré-candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) afirmou que a atuação de Flávio representa uma conspiração contra a economia brasileira e classificou como “inaceitável” a tentativa de postergar as tarifas apenas até depois das eleições.
Bolsonaro quer Michelle no Senado – O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) quer manter a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro na disputa ao Senado pelo Distrito Federal, mesmo em meio à crise com o filho mais velho, o senador e pré-candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro (RJ). Segundo apurou o portal CNN, Michelle deve lançar sua candidatura ao Senado em breve. A previsão é que o anúncio oficial ocorra próximo do dia 25 de julho, quando a sigla fará sua convenção nacional, em São Paulo, e confirmará Flávio como candidato ao Palácio do Planalto. Até lá, Michelle deverá evitar declarações públicas para não ampliar o desgaste familiar.
Alcolumbre rebate ameaças – O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), reagiu às declarações do líder do PT na Câmara, deputado Pedro Uczai (PT-SC), que ameaçou classificá-lo como “inimigo” da pauta trabalhista caso não encaminhe a PEC da jornada 6×1 à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) até a próxima semana. Em nota, Alcolumbre afirmou que “não aceitará intimidações”, ressaltou que a definição da pauta é prerrogativa da Presidência do Senado e defendeu o respeito ao rito legislativo. A proposta segue parada desde maio e não deve avançar antes do recesso parlamentar. A PEC é uma das principais bandeiras eleitorais do presidente Lula (PT), mas não deve entrar em vigor antes das eleições de outubro.
Senado reforça proteção infantil – O Senado aprovou, ontem, em votação simbólica, um projeto que amplia a repressão penal a crimes de violência sexual contra crianças e adolescentes cometidos no ambiente digital, inclusive com uso de inteligência artificial. O projeto, do deputado federal Osmar Terra (MDB-RS), agora segue para a sanção do presidente Lula (PT). A proposta também põe fim ao uso do termo “pornografia” para se referir a condutas obscenas ou material sexual praticados contra crianças e adolescentes. A conduta passa a ser classificada como “violência sexual contra criança ou adolescente”, alinhando-se às diretrizes internacionais, como a Convenção de Budapeste sobre crime cibernético. Neste caso, no contexto digital, a violência sexual se daria por meio de fotografia, vídeo, imagem digital ou outro registro audiovisual.
Transnordestina ganha novo impulso – A Sudene apresentou à Fiepe um estudo técnico que aponta que a conclusão do trecho Salgueiro-Suape da Transnordestina poderá gerar um ganho social estimado em R$ 4,76 bilhões, além de cerca de 13 mil empregos durante a construção e outros 10 mil após a entrega da ferrovia. O documento, elaborado para subsidiar análise do TCU sobre a viabilidade do empreendimento, também projeta movimentação inicial de 16 milhões de toneladas de cargas, com potencial de alcançar 24 milhões em 30 anos, reforçando a defesa de que a obra é vantajosa do ponto de vista socioeconômico e estratégico para mais de 200 municípios do Nordeste.
CURTAS
PROTESTO – Dois protestos simultâneos interditaram o trânsito em duas importantes vias do Recife, ontem. Uma das manifestações aconteceu na Avenida Mascarenhas de Morais, no bairro da Imbiribeira, e a outra, na BR-101, no bairro da Caxangá, na Zona Oeste. Os dois atos foram organizados por famílias atingidas pelas chuvas fortes que deixaram 27 cidades do Grande Recife e da Zona da Mata em situação de emergência em maio.
PROTESTO 2 – Os manifestantes dizem que não receberam do Governo do Estado o pagamento do auxílio emergencial de R$ 2.500. A lei que criou o benefício foi sancionada no dia 14 de maio pela governadora Raquel Lyra (PSD). Segundo a norma, a parcela única deve ser paga a cada família que comprovar danos materiais causados por enchentes ou deslizamentos.
BENEDITO RUY BARBOSA – O autor de novelas Benedito Ruy Barbosa faleceu, ontem, aos 95 anos, em São Paulo. Ele estava internado no HCor nas últimas semanas, mas a causa da morte não foi divulgada. Considerado um dos maiores nomes da teledramaturgia brasileira, Benedito deixa um legado de obras que marcaram a televisão nacional, como Pantanal, Renascer, O Rei do Gado, Terra Nostra e Esperança.
Perguntar não ofende: Se até Caiado falou em conspiração, quem sobrou para defender Flávio?
Durante sabatina nesta terça-feira (7), o pré-candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) classificou como “inaceitável” a atuação do senador e também pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL) em relação ao tarifaço imposto pelos EUA ao Brasil.
Em maio, Flávio se encontrou com o presidente dos EUA, Donald Trump, para uma reunião na Casa Branca. Poucos dias depois, o governo norte-americano anunciou um novo tarifaço de 25% sobre produtos brasileiros. Questionado se considerava o episódio como uma “traição à pátria”, Caiado respondeu:
“Isso [a legislação sobre traição à pátria] existe em todos os países democráticos, isso não é nenhuma regra nova, não! Isso aí, é você conspirar contra a economia do país. Tem uma legislação antidumping e não aplica”, disse. As informações são da CNN.
O crime de traição à patria foi citado por Zeca Martins, mediador da conversa, que afirmou descobrir a falta da legislação específica durante conversa com o jurista Miguel Reale Jr. Hoje, apenas o Código Penal Militar abrange o ato, no artigo 141, aplicável somente em tempos de guerra, enquanto o Código Penal Civil trata sobre o atentado à soberania nacional nos artigos 344 e 359-I.
Segundo a lei, “entrar em entendimento com país estrangeiro, ou organização nele existente, para gerar conflito ou divergência de caráter internacional entre o Brasil e qualquer outro país, ou para lhes perturbar as relações diplomáticas” pode ser caracterizado como crime.
Antes de falar sobre a falta da legislação, Caiado julgava a atuação do Itamaraty frente à tarifa imposta pelo governo Trump. Segundo ele, o órgão deixou de cumprir suas funções.
“Passou a ser política de ideologia ao invés de ser política de estado. Esta é a verdade”.
Pouco antes do início da sabatina, o pré-candidato respondeu algumas conversou com a imprensa onde afirmou que pedir o adiamento das tarifas até depois das eleições cria um “falso positivo” para a população.
“Não sei a linha de raciocínio de Flávio Bolsonaro. Sou 100% contra e a nossa preocupação é o Brasil como um todo, não um período eleitoral. Nós não podemos criar um falso positivo para a população, ou seja: não seremos tributados até a eleição? Depois aceitaremos? Não!”, disse Caiado.
Ainda nesta terça-feira (7), Flávio participou de uma audiência nos Estados Unidos, na qual defendeu que as tarifas contra o Brasil sejam canceladas. A audiência integra a investigação instaurada com base na Seção 301 da legislação comercial americana.
O procedimento analisa se políticas adotadas pelo Brasil que representam prejuízo aos interesses comerciais dos Estados Unidos.
O senador Humberto Costa (PT) defendeu a retomada das obras do trecho Salgueiro-Suape da Ferrovia Transnordestina após a apresentação de um estudo técnico da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), que aponta ganho social de R$ 4,76 bilhões com a conclusão do empreendimento. O levantamento foi apresentado nesta terça-feira (7), na Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe), no Recife, e estima uma taxa de retorno econômico de 15,53%, com movimentação anual entre 18 e 24 milhões de toneladas de cargas.
Segundo o senador, o estudo será encaminhado ao Tribunal de Contas da União (TCU), que suspendeu, em maio, a liberação de novos investimentos federais na obra por considerar insuficientes os estudos técnicos e econômicos apresentados. “Esse estudo, somado a outros levantamentos, vai ser apresentado ao TCU para que ele possa liberar a obra e, com isso, darmos os primeiros passos. O Governo Federal tem se mostrado comprometido com a retomada da Transnordestina em Pernambuco, e isso é fundamental nesse processo”, afirmou Humberto Costa.
O processo deverá ser analisado pelo TCU no próximo dia 15, quando será decidida a retomada ou não dos repasses para o trecho pernambucano da ferrovia. Com cerca de 540 quilômetros de extensão, o Eixo Sul da Transnordestina liga Salgueiro ao Porto de Suape e voltou ao projeto após ter sido retirado durante o governo Bolsonaro. As obras estão paralisadas há mais de dez anos.
A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República divulgou uma nota nesta terça-feira (7) em que acusa mais uma vez o pré-candidato e senador Flávio Bolsonaro (PL) de traidor da pátria.
O senador Flávio Bolsonaro participou de audiência nos Estados Unidos sobre a aplicação de tarifas contra produtos brasileiros e dedicou parte do discurso a críticas contra o Supremo Tribunal Federal (STF) e a ataques contra governos do presidente Lula e do PT. As informações são do g1.
Ele estava acompanhado do irmão, o deputado cassado Eduardo Bolsonaro — que mora nos Estados Unidos — e fez o pronunciamento em inglês.
“Divergir do governo é legítimo. Convocar uma potência estrangeira a pressionar o próprio país é traição à Pátria. Há uma diferença essencial entre fazer oposição ao governo e fazer oposição ao país e ao povo brasileiro”, diz a nota.
O pré-candidato à Presidência da República do PL afirmou nos Estados Unidos que este é o ‘pior momento possível’ para a imposição de novas tarifas ao Brasil e que elas beneficiariam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um ano eleitoral.
De acordo com o posicionamento da Presidência da República, “o governo brasileiro negocia ininterruptamente com os Estados Unidos desde julho de 2025 para reverter as tarifas aplicadas injustificadamente contra o Brasil”.
E que, “enquanto o senador Flávio Bolsonaro tentava politizar” as relações entre os dois países, o governo fazia reunião técnica com os americanos.
“Esta manhã, enquanto o senador Flávio Bolsonaro tentava politizar as relações entre o Brasil e os Estados Unidos, funcionários do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio; Itamaraty; Ministério da Justiça; e do Palácio do Planalto mantinham reunião com técnicos do USTR para desfazer o tarifaço contra o Brasil”, acrescenta a nota.
A participação nas audiências públicas promovidas pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) é aberta aos interessados que se inscreverem — foi assim que Flávio Bolsonaro ganhou o espaço para falar no evento.
Para o governo brasileiro, Flávio Bolsonaro não se posicionou contrariamente às novas tarifas durante a fala que fez na audiência pública.
“Em vez de rebater as alegações infundadas do governo norte-americano para taxar o Brasil, o senador optou por legitimar os resultados de uma investigação injusta contra empresários e trabalhadores do nosso país. O senador não negou que a campanha promovida por sua família e seus aliados esteve na origem do tarifaço contra o Brasil.”
Após o gabinete do senador informar que havia pedido para participar das audiências do USTR, o Ministério das Relações Exteriores afirmou em uma publicação nas redes sociais que “traidores da pátria” devem um pedido de desculpas pelas tarifas impostas pelos Estados Unidos ao Brasil.
Resposta formal aos EUA O governo brasileiro apresentou na última quinta-feira (2) uma resposta formal à conclusão da investigação dos Estados Unidos sobre a proposta do novo tarifaço.
A gestão de Donald Trump acusa o Brasil de práticas “irrazoáveis” que “oneram ou restringem” o comércio com os norte-americanos. Entre elas estão o PIX, o desmatamento ilegal, a pirataria e falhas na aplicação de leis anticorrupção.
Em documento enviado ao governo americano e assinado pelo chanceler Mauro Vieira, o Brasil argumentou, em sete pontos, que o USTR não comprovou que políticas brasileiras sejam discriminatórias ou criem barreiras ao comércio dos EUA.
Além disso, o governo afirmou que críticas americanas ao PIX e a decisões do STF não são questões comerciais, mas divergências sobre políticas internas brasileiras.
O governo trabalha com o prazo de 15 de julho para fechar um acordo tarifário. Essa foi a data fixada pela USTR para uma definição sobre o tema.
Cálculos do governo brasileiro A nota da comunicação da Presidência da República diz que 78 entidades e pessoas físicas, entre brasileiras e americanas, se inscreveram para se manifestar sobre as tarifas propostas ao Brasil. E, segundo os cálculos do governo, desse total, 63 são contra o tarifaço, 15 são a favor.
“Das 44 intervenções de estadunidenses, 30 são contra o tarifaço e 14 a favor. Entre os 34 brasileiros inscritos, só Flávio Bolsonaro não se posicionou contrário às medidas contra o Brasil, optando por sugerir o seu adiamento, com claro objetivo eleitoreiro”.
O governo dos Estados Unidos classificou como “absurda” a hipótese levantada pelo Itamaraty de ação militar americana no Brasil.
Em nota à CNN, um porta-voz do Departamento de Estado americano rebateu o ofício assinado pelo chanceler Mauro Vieira e enviado à Câmara dos Deputados, em que o Itamaraty alerta para os riscos da classificação do PCC (Primeiro Comando da Capital) e do Comando Vermelho como organizações terroristas. As informações são da CNN.
“Os Estados Unidos estão tomando medidas decisivas, no exercício de sua própria autoridade soberana, para combater narcoterroristas”, afirmou o porta-voz.
A nota também alega que as facções criminosas brasileiras agora operam em território americano e que, por isso, os Estados Unidos devem defender seu povo.
Por fim, o porta-voz rebate a hipótese levantada pelo chanceler brasileiro no ofício à Câmara: “Alegações vagas de intervenção servem, muitas vezes, de pretexto para auxiliar e acobertar alguns dos grupos mais violentos do mundo”.
O Itamaraty respondeu no dia 1° de julho a questionamentos da Câmara sobre a decisão dos EUA de classificar PCC e CV como organizações terroristas. O documento oficial alerta para possíveis implicações para os cidadãos brasileiros e para possibilidades de ação militar dos EUA no Brasil.”
Tal aplicação pode ocorrer com amplo grau de discricionariedade, dada a amplitude dos termos adotados na legislação de contraterrorismo daquele país, com sérias possibilidades de implicações para cidadãos brasileiros nos planos financeiro, migratório e penal. Finalmente, há a possibilidade de uso de força militar dos Estados Unidos em território brasileiro”, destaca a mensagem.
O ofício do chanceler brasileiro ainda argumenta que a classificação “não trará benefícios concretos para a cooperação internacional entre EUA e Brasil no enfrentamento do crime organizado”, já que, para o governo brasileiro, a classificação das facções como organizações criminosas transnacionais já permitiria a cooperação no combate ao crime.
A CNN entrou em contato com o Itamaraty para comentar a declaração do porta-voz do Departamento de Estado, mas ainda não obteve resposta.
O pré-candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), recebeu, nesta terça-feira (7), o apoio do ex-prefeito de Camaragibe João Lemos (Solidariedade). O encontro também contou com a participação de Ednaldo Moura, pré-candidato a deputado estadual pelo PSB. Durante a reunião, João Campos destacou a importância da aliança com o ex-gestor. “João Lemos tem uma trajetória de compromisso com Camaragibe e com a sua população. Essa parceria fortalece a nossa caminhada e amplia a construção de um projeto coletivo”, afirmou.
João Lemos foi prefeito de Camaragibe por quatro mandatos, exercendo o primeiro entre 1993 e 1996 e os demais entre 2005 e 2012. Segundo a assessoria de João Campos, o encontro integra a agenda de articulações políticas do pré-candidato com lideranças da Região Metropolitana do Recife.