Com 9,52% das seções totalizadas até o momento para o Governo do Acre, Mailza Assis (PP) aparece com 67,75% dos votos válidos, somando 25.342 votos, enquanto Alan Rick (Republicanos) tem 32,23%, com 12.052 votos.
Com 9,52% das seções totalizadas até o momento para o Governo do Acre, Mailza Assis (PP) aparece com 67,75% dos votos válidos, somando 25.342 votos, enquanto Alan Rick (Republicanos) tem 32,23%, com 12.052 votos.
Com 3,08% das seções totalizadas até o momento para a Presidência da República, Lula (PT) aparece com 51,34% dos votos válidos, somando 1.977.058 votos, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) tem 48,66%, com 1.873.629 votos.
Com 11,78% das seções totalizadas até o momento para o Governo do Amazonas, Omar Aziz (PSD) aparece com 55,05% dos votos válidos, somando 140.440 votos, enquanto Professora Maria do Carmo (PL) tem 44,95%, com 114.667 votos.
Com 1,33% das seções totalizadas até o momento para o Governo do Rio Grande do Norte, Allyson (União) aparece com 47,74% dos votos válidos, somando 12.797 votos, enquanto Cadu de Lula (PT) tem 52,26%, com 14.008 votos.
Com 0,17% das seções totalizadas até o momento para o Governo do Espírito Santo, Lorenzo Pazolini (Republicanos) aparece com 51,87% dos votos válidos, somando 1.791 votos, enquanto Ricardo Ferraço (MDB) tem 48,13%, com 1.662 votos.
Com 10,76%% das seções totalizadas até o momento para o Governo do Distrito Federal, Celina Leão (PP) aparece com 57,82% dos votos válidos, somando 91.080 votos votos, enquanto Leandro Grass (PT) tem 42,18%, com 66.454 votos votos.
Advogado da Trump Media e da plataforma Rumble, Martin De Luca criticou a decisão do ministro Cristiano Zanin (STF) de estender o horário de votação em cidades brasileiras, neste domingo (25/10), sem uma decisão prévia do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Em publicação no X, De Luca questionou a atuação do ministro e o possível reconhecimento internacional do resultado das eleições. As informações são do Metrópoles.
Leia maisO advogado criticou o fato de o presidente Lula ter recorrido a Zanin antes de uma decisão do TSE e questionou a rapidez com que o ministro determinou a extensão do horário de votação.
“Em vez de aguardar uma decisão do TSE, Lula imediatamente pediu ao ministro do Supremo Tribunal Federal Cristiano Zanin que determinasse a manutenção das urnas abertas sem qualquer decisão do TSE. Em questão de minutos (Zanin sequer leu a petição?), as urnas foram mantidas abertas por Zanin”, escreveu.
De Luca também mencionou a atuação de Zanin como advogado de defesa de Lula em processos criminais relacionados a acusações de corrupção, antes de o ministro assumir uma cadeira no STF.
“O STF tem 11 ministros. O que Zanin fazia antes de se tornar ministro do Supremo? Ah, sim, ele era advogado de defesa de Lula nos processos criminais por corrupção”, publicou.
O advogado também questionou se a comunidade internacional reconheceria o resultado das eleições como fruto de uma disputa livre e justa. De Luca classificou o episódio como uma “manipulação flagrante das eleições” e afirmou que Lula não deveria esperar reconhecimento internacional nessas circunstâncias.
Ao final, De Luca perguntou se Lula estaria prestes a se tornar “o próximo Nicolás Maduro”, em referência ao presidente da Venezuela. “Pelo bem do Brasil, rezo para que não seja esse o caso.”
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O presidente do TSE (Tribuanal Superior Eleitoral), ministro Kassio Nunes Marques, determinou que a votação seja estendida até 19h apenas nas seções em que a votação ainda não foi concluída, e em que as urnas permanecem abertas.
Após a decisão do ministro Cristiano Zanin, do STF (Supremo Tribunal Federal), que prorrogou por duas horas o horário das eleições em todo o país, os ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) se reuniram para discutir o caso. As informações são da Folha de S. Paulo.
Leia maisA Folha apurou que o clima dentro da reunião era de preocupação, já que a decisão de Zanin foi dada muito perto das 17h (horário original de encerramento).
O TRE-DF (Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal), por exemplo, relatou não ter recebido nenhuma notificação formal por parte do Supremo e que não houve tempo hábil para que as seções eleitorais dessem cumprimento à decisão de Zanin.
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O professor de direito eleitoral da FGV Fernando Neisser diz que, como a decisão do STF para a extensão do horário da eleição chegou quando algumas urnas já estavam fechadas, há a possibilidade de ser pedida a anulação da votação do segundo turno.
“A partir do momento em que a urna é fechada, ela não tem como ser reaberta”, afirma. As informações são da coluna da Mônica Bérgamo para a Folha de S. Paulo.
Leia mais“Como a decisão [da extensão do horário] chegou no momento em que você já tinha urnas fechadas e outras ainda abertas com fila, isso significa que há uma disparidade com relação às diferentes seções eleitorais”, acrescenta ele.
“A ver como isso vai ser conduzido, como vai vir na totalização. Mas, sem dúvida, abre a possibilidade de ser pedida anulação do segundo turno, com a realização posterior, daqui uma semana ou duas semanas”, complementa.
A decisão do ministro Cristiano Zanin de prorrogar por duas horas a votação em todo o país, emitida pouco após às 17h, causou confusão entre mesários e presidentes de seção. A corte eleitoral já totalizou urnas pelo país.
Como mostrou a Folha, urnas já haviam sido encerradas e contabilizadas, com a impressão de boletins de urna. Alguns dispositivos já chegaram a ser enviados de volta ao TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do estado. A prorrogação do horário é inédita no país.
Na página de resultados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) já há urnas apuradas e totalizadas pelo país. Em âmbito nacional, há 0,25% dos votos contabilizados. Há estados como Amazonas com 1% das urnas apuradas, Rondônia com 0,53% e Rio Grande do Sul, com 0,01% dos votos contados.
A Folha procurou o TSE neste domingo (25) para entender como os ausentes até às 17h comparecerão, já que, após o fechamento das urnas, não há como inserir novos votos. A corte eleitoral afirmou não ter detalhes, e aguarda a íntegra da decisão para posicionamento.
Zanin acatou pedido da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para que a votação fosse prorrogada.
Em um primeiro momento, a equipe do petista havia pedido a prorrogação em São Paulo, em Salvador e nos municípios baianos de Lauro de Freitas e Feira de Santana, sob a justificativa de que não foram colocados ônibus à disposição dos eleitores em número suficiente nesses locais.
Depois, a defesa do presidente pediu para que a medida fosse estendida em cidades do Piauí, Paraíba, Paraná, Pará, Rio de Janeiro, São Paulo, Alagoas, Pernambuco e Roraima.
Na manhã deste domingo, eleitores relataram nas redes sociais dificuldades para chegar aos locais de votação, com longas esperas e superlotação em pontos de ônibus em bairros de Salvador.
Durante fiscalização motivada por denúncias, o Procon-BA encontrou 544 ônibus aptos a operar, mas parados em três garagens. Segundo o órgão, os veículos estavam aptos a operar, mas permaneciam na garagem.
Em São Paulo, passageiros que esperavam os ônibus das linhas 7006-10 e 7006-5, no Jardim Santa Cruz, zona oeste de São Paulo, também relataram ter esperado mais de duas horas sem que nenhum ônibus passasse no sentido centro.
Segundo relatos, ao reclamar com funcionários da SPTrans, a comunicação foi que havia um ônibus quebrado de manhã, e que por isso os ônibus estavam passando como “reservado”. No entanto, de acordo com uma pessoa que trabalha em uma das linhas, nenhum problema referente a ônibus quebrado no ponto foi notificado.
Além de Lula, a campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) pediu a ampliação da votação ao TSE, restrita a cidades dos estados de São Paulo, do Paraná e de Santa Catarina. De acordo com a equipe, a medida excepcional seria justificada pelas condições climáticas nessas regiões, que registram chuvas intensas, deslizamentos, alagamentos e bloqueios de vias.
O pedido do PL mencionava a prorrogação até as 19h deste domingo (25) nos municípios paulistas de São Paulo (capital), Jundiaí, Itapevi, Americana, Santa Bárbara d’Oeste, Itapetininga, Botucatu, Apiaí, Ribeira e Iporanga. No Paraná seria em Curitiba e Guaratuba; e em Santa Catarina a ampliação seria para Tijucas, Videira, Trombudo Central, Joaçaba e Águas de Chapecó.
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O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), aceitou, neste domingo (25/10), a ação da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para adiar o horário de votação em todo o país até às 19h no segundo turno das eleições. No entanto, mesários relatam que as urnas eletrônicas foram fechadas, normalmente, às 17 horas.
O Metrópoles apurou que diversas sessões em Brasília, São Paulo e Minas Gerais foram encerradas mesmo após decisão de Zanin. De acordo com a jornalista Lorena Pacheco, do Metrópoles, escolhida para ser mesária neste segundo turno, o presidente da seção dela iniciou os procedimentos padrões de encerramento das urnas às 17h. As informações são do Metrópoles.
Leia mais“Pra você continuar a votação, você tem que iniciar todo o sistema e a gente não teve uma informação oficial, que chegou do TSE. As pessoas só foram falando assim por alto. Aí acabou que acabaram liberando agora. Eu tô saindo da seção agora porque não tinha mais o que fazer, porque eles precisavam de uma autorização, abrir tudo de novo, imprimir tudo de novo”, diz a jornalista.
Nas redes sociais, internautas e mesários também complementam os relatos que as urnas foram fechadas após às 17 horas. “Aqui no Flamengo (no Rio de Janeiro) foi fechado (a urna) e já têm pessoas no portão pedindo para entrar e eles (segurança) não abrem”, diz um internauta.
“Foi fechada, iniciei o processo de encerramento da seção, falaram para abrir e estou aqui com os boletins impressos sem saber o que fazer”, disse outro mesário ao ser questionado sobre o encerramento da votação.
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A votação do segundo turno, no Distrito Federal, não será prorrogada. É o que afirma o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF).
De acordo com o secretário de Tecnologia da Informação e Comunicação do órgão, Andrey Bernardes, a decisão ocorreu de forma repentina. As informações são do Metrópoles.
Leia mais“Não haveria tempo hábil para avisar todas as seções. Inclusive, 36 seções já transmitiram dados para a central”, afirmou.
Ainda segundo o TRE-DF, não chegou nenhum documento oficial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a prorrogação de prazo, por isso, a contabilização dos votos segue normalmente.
“Também é importante ressaltar que, após o fechamento da urna, não é possível abri-la para votação novamente”, afirmou Andrey Bernardes.
Decisão de Zanin
O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), aceitou, neste domingo (25/10), a ação da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para adiar o horário de votação em todo o país até as 19h no segundo turno das eleições. Com isso, os eleitores terão mais duas horas para exercer o direito do voto.
O pedido se deu após relatos de problemas com transporte de eleitores de ao menos 10 Estados. A equipe jurídica do petista afirma que a eventual extensão do horário atenderia à “igualdade entre os eleitores”.
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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pausou a apuração dos votos do segundo turno das Eleições 2026 após o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), prorrogar a votação até às 19h.
“Considerando a gravidade dos fatos narrados, que chegaram ao conhecimento do Supremo Tribunal Federal em 16:32:49, da data de hoje, e diante da urgência evidente na medida, determino prorrogação por duas horas, até às 19h, horário de Brasília, do encerramento do recebimento dos votos em todas as seções de todo o Brasil, cabendo ao TSE dar cumprimento”, afirmou Zanin.
Antes da pausa na apuração, o TSE havia totalizado 0,25% das seções eleitorais, o equivalente a 1.225 das 499.248 seções do país. Naquele momento, Lula (PT) aparecia com 57,66% dos votos válidos, somando 193.574 votos, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) tinha 42,34%, com 142.169 votos. Os primeiros resultados vinham principalmente de estados das regiões Nordeste e Centro-Oeste, além de parte da Região Norte.
Leia maisNa tarde deste domingo, a coligação do candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) protocolou uma petição com pedido de liminar de urgência, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), solicitando a prorrogação do horário de encerramento da votação até as 19h, em municípios atingidos por problemas no transporte público.
A medida abrangia pelo menos nove estados: São Paulo, Alagoas, Pernambuco, Roraima, Piauí, Paraíba, Pará, Paraná e Rio de Janeiro.
O documento é desdobramento de um outro pedido feito no início da tarde para três municípios baianos: Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas.
A campanha também protocolou o pedido no Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro Cristiano Zanin foi sorteado relator do pedido no STF.
Os advogados da campanha de Lula dizem que relatos de falhas no transporte de eleitores se multiplicaram ao longo do dia por diversas regiões do país.
De acordo com a petição, eleitores que dependem do transporte coletivo enfrentaram dificuldades para chegar aos seus locais de votação.
Entre as principais irregularidades descritas no pedido ao TSE constam:
A coligação também pede a determinação à Polícia Federal e às demais autoridades policiais para que efetuem a prisão em flagrante de responsáveis “pelo embaraço” ao exercício do voto.
A Federação Brasil da Esperança também solicitou que os juízos eleitorais dos municípios determinem que, às 17h, distribuam senhas a todos os eleitores presentes nos locais de votação, inclusive nas áreas externas e no acesso ao prédio.
A campanha do candidato à Presidência da Repúblcia Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pediu neste domingo (25) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que prorrogue por duas horas o horário de votação, marcada para encerrar às 17h, em municípios de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul atingidos por fortes chuvas.
A campanha pede que a extensão seja aplicada em:
Sorteado como relator do pedido de campanha do candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para estender o horário da votação neste domingo (25), o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), prorrogou o horário de votação até 19h.
A alegação central é o prejuízo ao deslocamento de eleitores causado por falhas, redução de frota e problemas na oferta de transporte público em diversos municípios e estados.
Mais informações em instantes.
Indígenas da aldeia Barra do São Lourenço e brigadistas que atuam no combate a incêndios em áreas remotas do Pantanal viajaram por mais de sete horas de barco pelo rio Paraguai para votar neste domingo (25), em Corumbá, no oeste de Mato Grosso do Sul.
As primeiras embarcações chegaram ao Porto Geral por volta das 12h35, após saírem da comunidade às 5h. As informações são do g1.
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Ao todo, quatro embarcações fizeram o trajeto para transportar os moradores até a área urbana do município. Durante a viagem, uma delas furou e precisou passar por reparos, o que atrasou o deslocamento.
Segundo o cacique Negré, da aldeia da Barra do São Lourenço, pelo menos 34 pessoas não conseguiram deixar a aldeia para votar neste domingo. Ele não explicou os motivos.
A aldeia Barra do São Lourenço fica a cerca de 260 quilômetros da área urbana de Corumbá. A distância e a necessidade de deslocamento por barco fazem parte dos desafios enfrentados pelos moradores para chegar ao município.
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No segundo turno das eleições presidenciais, o Colégio Marista Sao Luís, na 8ª zona eleitoral do Recife, registra seções de votação tranquilas, sem filas e aglomerações. O cenário é diferente em relação ao primeiro turno, em que o eleitor recifense precisou esperar em longas filas para exercer o direito ao voto.
Em Pernambuco, o eleitor somente precisa votar no candidato à Presidência da República. No primeiro turno, o eleitor precisou votar em seis postulantes (presidente, governador, dois senadores e deputado federal e estadual). As informações são da Folha de Pernambuco.
Por Agência O Globo
O juiz Tiago Ducati Lino Machado, da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, intimou a Prefeitura de São Paulo e a SPTrans a prestarem informações imediatas sobre as denúncias de frota reduzida de ônibus no município neste domingo (25), dia do segundo turno da eleição presidencial.
“Em relação à oferta de ônibus municipais nos locais descritos na denúncia, determino a intimação dos requeridos, por meio eletrônico, para que prestem imediatas informações”, afirmou o juiz, acrescentando que já havia fixado uma multa de R$ 100 mil caso seja constatado que houve descumprimento da obrigação de disponibilizar a mesma frota de ônibus dos dias úteis.
Leia maisNo pedido, o PT alega que o sistema de ônibus municipal estaria operando com apenas 60% dos veículos durante o segundo turno das eleições presidenciais, e pede a prisão do secretário municipal de Mobilidade Urbana e Transportes, Celso Caldeira, e do presidente da SPTrans, Victor Hugo Borges. A legenda também pede a extensão, por duas horas, do horário de votação na cidade.
O juiz não se manifestou ainda sobre esses requerimentos, e determinou a intimação da prefeitura sobre a situação do transporte coletivo da cidade neste domingo.
Isso porque, na sexta-feira (23), o mesmo magistrado havia determinado que a gestão Ricardo Nunes (MDB) disponibilizasse a mesma quantidade de ônibus dos dias úteis neste domingo, para possibilitar que todos os eleitores conseguissem se dirigir aos seus locais de votação sem dificuldades. A decisão atendeu a um pedido de parlamentares do PSOL. Em caso de descumprimento, ele estabeleceu pena de multa pessoal de R$ 100 mil ao prefeito e ao presidente da SPTrans.
A gestão municipal afirma que notificou na tarde de sábado (24) as empresas sobre a necessidade de operarem no mesmo esquema dos dias úteis, mas que “a ampliação da frota em prazo tão reduzido impõe desafios operacionais concretos” e que houve dificuldade de readequar “escalas de trabalho, jornadas e rotinas previamente organizadas”. Isso porque a prefeitura planejava operar com a escala de sábado, assim como fez no primeiro turno da eleição.
“A programação dos profissionais também havia considerado o direito à folga e a organização necessária para assegurar o exercício do voto, o que torna ainda mais complexa uma alteração dessa magnitude na véspera da eleição. O planejamento originalmente estabelecido pela SPTrans foi elaborado com base em critérios técnicos e em dados efetivos de demanda. No domingo anterior, aproximadamente 6,9 mil ônibus estiveram em operação, oferecendo cerca de 8 milhões de lugares e transportando 3,4 milhões de passageiros. Esses indicadores subsidiaram a definição de uma oferta de transporte compatível com o comportamento observado da demanda”, informou a prefeitura em nota.
A demora em conseguir ônibus tem sido relatada por eleitores de São Paulo e também de outras cidades. Mais cedo, o TRE-BA mandou prender Pablo Souza, secretário de mobilidade de Salvador, porque cerca de 75 ônibus do transporte público da capital baiana foram impedidos de sair de garagens por terem adesivos com o número de votação de Lula. De acordo com a GloboNews, a Polícia Federal afirmou que o secretário está no exterior. O chefe da pasta viajou à capital francesa para participar de eventos institucionais.
Esse precedente foi mencionado pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos (PSOL), que pediu em suas redes sociais que os eleitores mandem relatos sobre eventual dificuldade para conseguir acessar o transporte público neste domingo.
“Vamos pedir a prisão de Ricardo Nunes e do Secretário Municipal de Transportes ao TRE/SP. Já há o precedente de Salvador. Não vão impedir o povo de votar com golpe baixo”, publicou no X.
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Um eleitor, que não teve a identidade revelada, foi preso na tarde deste domingo (25/10), após colar a tecla 3 de uma urna eletrônica. O caso ocorreu no CEF 33, em Ceilândia. O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) confirmou o caso.
O secretário de Segurança Pública do DF, Alexandre Patury, comentou a ocorrência. “A gente foi comunicado de que havia cola, que alguém tinha colado o número 3 da urna”, confirmou. As informações são do Metrópoles.
Leia maisSegundo informações do TRE-DF, a urna precisou ser substituída. Ainda segundo a Corte, este foi o único caso deste domingo (25/10) em que a tecla de uma urna eletrônica foi colada para evitar que o botão fosse pressionado.
O eleitor foi preso em flagrante e encaminhado para a Superintendência da Polícia Federal, na Asa Norte, onde aguarda audiência de custódia. A corporação vai investigar o caso.
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