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João Campos responde Raquel Lyra sobre gabinete do ódio

Em política, às vezes a resposta mais contundente é justamente aquela que não precisa recorrer ao grito, à agressão ou à mentira. Foi o que João Campos fez, ontem, ao responder aos ataques da governadora Raquel Lyra: deu um verdadeiro tapa de luva. Elegante, firme e, sobretudo, à altura do que se espera de quem pretende governar Pernambuco.

Diante de uma ofensiva que tenta transformar as redes sociais em extensão de uma guerra política, João escolheu outro caminho. Em vez de reproduzir a lógica de um suposto “gabinete do ódio”, como fez a governadora ao postar um vídeo contra o candidato da Frente Popular, preferiu expor os fatos e reafirmar aquilo que deveria ser regra em qualquer campanha eleitoral: debate de ideias, respeito ao eleitor e compromisso com a verdade.

A frase central de sua manifestação foi cirúrgica: o homem apontado pela imprensa como suposto chefe do chamado Gabinete do Ódio do Governo de Pernambuco nunca foi seu amigo e jamais integrou sua equipe. Já a candidata que o ataca, segundo o próprio João, não pode fazer a mesma afirmação. É uma resposta simples, mas politicamente devastadora.

Porque desloca o debate da lama das acusações para uma pergunta objetiva: quem tem, de fato, relações políticas ou administrativas com as pessoas envolvidas nas denúncias? E é justamente aí que a governadora deveria concentrar suas explicações.

João poderia ter respondido na mesma moeda. Poderia ter escolhido o ataque pelo ataque. Poderia ter transformado suas redes em trincheira. Não fez isso. Preferiu uma frase que encerra o assunto com a serenidade de quem sabe que campanha eleitoral não pode ser uma disputa para ver quem consegue produzir o maior número de ataques.

E talvez seja exatamente isso que o eleitor esteja esperando: menos ódio, menos mentira e menos política feita para destruir o outro. Mais propostas, mais responsabilidade e mais respeito. No fim das contas, João Campos não precisou levantar a voz. Bastou manter a postura.

Carlos Siqueira diz que esquerda encerra ciclo com Lula e precisa se renovar

A esquerda brasileira precisa se preparar para uma nova etapa política e abandonar a ideia de que pode continuar operando com as mesmas referências de décadas atrás. A avaliação é de Carlos Siqueira, pernambucano que presidiu nacionalmente o PSB por 11 anos e lançou recentemente o livro O novo perfil eleitoral do Brasil – como vota o brasileiro. Em entrevista, ontem, ao podcast Direto de Brasília, ele analisou a perda de espaço da esquerda, o avanço do campo conservador e os desafios que, em sua avaliação, se impõem ao grupo político depois de Lula.

“Estamos encerrando um ciclo com o presidente Lula, que já deu sua colaboração, mas também é preciso que surjam novas lideranças. O capitalismo se renova permanentemente, e a esquerda precisa se renovar”, afirmou Siqueira. Para ele, o campo progressista perdeu espaço ao deixar de ocupar com clareza o papel de força transformadora. “Não podemos ser apenas a força da defesa do status quo. A esquerda sempre foi a força de transformação. Hoje quem está propondo transformação é a extrema-direita”, completou.

Jaboatão dos Guararapes - Trabalho em todo lugar 2026

A líder do governo Raquel Lyra na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) deputada estadual Socorro Pimentel (PSD), declarou apoio, ao lado do esposo, o ex-prefeito de Araripina, Raimundo Pimentel (PSD), à candidatura do senador Humberto Costa (PT) à reeleição.

A aliança surpreendeu pela relação estreita entre a parlamentar e a governadora Raquel Lyra. O apoio ao candidato da chapa opositora à da gestora mesmo com a candidatura do deputado federal Túlio Gadêlha, do mesmo partido, e do deputado federal Eduardo da Fonte (PP) para o cargo, também chamou a atenção. As informações são do Blog da Folha.

Caruaru - Transparência 2026

O depoimento que o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, daria à Polícia Federal nesta quinta-feira foi adiado por problemas técnicos no sistema de videoconferência.

Vorcaro falaria aos investigadores da carceragem do 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como “Papudinha”, onde ele está preso preventivamente desde junho. Uma nova oitiva foi remarcada para a manhã desta sexta-feira. As informações são do jornal O GLOBO.

Ipojuca - Na palma da sua mão

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, descartou nesta quinta-feira (27) a possibilidade de privatizar os Correios e afirmou que pretende recuperar a estatal, que acumula quatro anos seguidos de prejuízo. Em entrevista à Globo, Lula também disse que a dívida pública brasileira não o preocupa e defendeu que o crescimento da economia ajudará a reduzir o peso do endividamento.

Ao falar sobre a crise das estatais, Lula falou mais especificamente sobre a situação dos Correios, que acumulam quatro anos seguidos de prejuízo, em um rombo histórico de R$ 15 bilhões. O presidente afirmou que as dificuldades da empresa não são recentes e descartou a possibilidade de privatização. As informações são do g1.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

Entrevistado nesta quinta-feira (27) pela TV Globo, o presidente Lula (PT) afirmou que nunca viu nem conhece a lobista Roberta Luchsinger, investigada pela Polícia Federal por suspeita de tráfico de influência em negócios envolvendo o governo federal. A empresária é amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente, e também aparece nas investigações ao lado de Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-chefe de gabinete da Presidência. As informações são da Revista Veja.

“Nunca vi e nem sei quem é essa mulher”, disse Lula ao ser questionado sobre mensagens em que Roberta relatava ter sido convidada pelo petista para integrar o atual governo.

Apesar da declaração de Lula, Roberta mantém em suas redes sociais registros em que aparece ao lado do presidente. Em seu perfil, há ao menos três fotos dos dois juntos.

Palmares - Forró Mares 2026

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, nesta quinta-feira (27), que, por enquanto, acredita que Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, seu ex-chefe de gabinete, pediu empréstimo para a lobista Roberta Luchsinger.

A PF (Polícia Federal) investiga a lobista e Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, por suposto tráfico de influência em inquéritos do STF (Supremo Tribunal Federal). A PF ainda identificou repasse, de valor não divulgado, da empresária a Marcola, ao analisar dados do celular de Roberta. As informações são da CNN.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta quinta-feira (27), durante entrevista da TV Globo com os candidatos à Presidência da República, que não considera o atual nível da dívida pública um motivo de preocupação. Ao responder sobre a trajetória do endividamento, Lula relacionou o cenário ao baixo crescimento econômico dos últimos anos e ao impacto da taxa de juros. “A mim não preocupa a dívida”, declarou.

Lula também citou os resultados fiscais de seus primeiros mandatos e afirmou que mantém o compromisso com o equilíbrio das contas públicas. “Se tem alguém nesse país que tem responsabilidade fiscal, sou eu”, disse. O petista acrescentou que sua equipe econômica trabalha com “muita responsabilidade fiscal” e defendeu que o crescimento da economia contribui para reduzir o peso da dívida em relação ao PIB.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta quinta-feira (27), durante entrevista da TV Globo com os candidatos à Presidência da República, que não pretende romper politicamente com o senador Jaques Wagner (PT-BA) por causa das suspeitas envolvendo o aliado no caso Banco Master. “Não posso fazer política vivendo de ilações todo santo dia”, afirmou.

Lula defendeu que eventuais responsabilidades sejam estabelecidas a partir das apurações da Polícia Federal e da Justiça e afirmou que não considera uma investigação suficiente para atribuir culpa. Jaques Wagner nega ter recebido vantagens do Banco Master ou atuado em favor da instituição.

Candidato à reeleição, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participa nesta quinta-feira da série de sabatinas da TV Globo com presidenciáveis. O petista é o quarto entrevistado da série. Ao início da entrevista, o petista foi questionado sobre as suspeitas envolvendo o filho Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha.

— Não tem nenhuma acusação. São ilações, ilações e ilações criadas de telefonemas. Eu conheço isso muito bem porque já vivi isso. Se o Fabio cometeu qualquer ilícito, ele terá que pagar como qualquer cidadão — respondeu Lula, que continuou — Não vou afastar delegado da PF, não farei qualquer movimento para acobertar filho, como outros já fizeram. As informações são do jornal O GLOBO.

Por Por André Luis – Causos & Causas

O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) expediu uma nova medida cautelar para suspender, de forma imediata, o prosseguimento do Processo Licitatório nº 115/2026 (Concorrência Eletrônica SRP nº 002/2026) da Prefeitura Municipal de Camaragibe. A decisão monocrática foi proferida pelo relator do caso, conselheiro Marcos Loreto, na terça-feira (25), e decorre da constatação de sobrepreço de R$ 2.086.550,51 em um certame estimado em R$ 134.034.981,58, além do descumprimento de deliberação anterior da Corte de Contas por parte dos gestores municipais.

As informações foram extraídas do Extrato de Deliberação Interlocutória do TCE-PE, publicado no Diário Oficial eletrônico do tribunal, referente ao Processo TCE-PE nº 26101125-0.

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participa nesta quinta-feira (27) da série de entrevistas da TV Globo com os candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026. A conversa será exibida ao vivo logo após o Jornal Nacional, diretamente dos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro.

A entrevista será conduzida pelos jornalistas Renata Vasconcellos e César Tralli. Além da TV Globo, o público poderá acompanhar a transmissão pela GloboNews e pelo g1. As informações são do g1.

Pernambucano e ex-presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira ressaltou, em entrevista ao podcast Direto de Brasília, a importância do Nordeste para o país. Porém, acredita que a região precisa de mais desenvolvimento e “não apenas de programas sociais”. “É lamentável que ainda precisemos de ajuda do Estado”, disparou o ex-dirigente.

“O Nordeste é uma região de muitas potencialidades, e tem um perfil eleitoral mais à esquerda, o que é natural porque as desigualdades sociais são mais profundas. Ou seja, há espaço para a esquerda crescer. Mas o desejo da população é de um desenvolvimento econômico que se reflita sobre a vida social de todos. Não é viver apenas de programas sociais. Esse é o pior dos mundos. O que precisamos é de desenvolvimento estrutural, melhorar a industrialização. E o Nordeste tem vantagem, pode atrair indústrias modernas, tem crescido nas energias renováveis, pode ir muito além e mudar a situação econômica e social da região. Acho que é um desejo do eleitor brasileiro, de progresso. O verdadeiro desenvolvimento dispensa a ajuda do Estado e, sim, dá educação de qualidade, que coloca o filho do pobre no mesmo patamar de disputa do filho do rico. É lamentável que ainda precisemos de ajuda do Estado”, afirmou Siqueira.

A candidata ao Senado Marília Arraes (PDT) participou da série de sabatinas da TV Guararapes e apresentou propostas nas áreas de saúde, combate à violência contra a mulher e ampliação da representação feminina na política. Durante a entrevista, também destacou sua trajetória na vida pública e a atuação como deputada federal, citando a Política Nacional de Dignidade Menstrual, originada de projeto de sua autoria.

Entre as propostas defendidas, Marília afirmou que pretende trabalhar pela ampliação do acesso, pelo SUS e pela Farmácia Popular, a tratamentos voltados a mulheres no climatério e na menopausa. Na área de segurança, disse que quer destinar recursos para ampliar a presença de Delegacias da Mulher em Pernambuco, inicialmente nas cidades-polo e, posteriormente, em municípios com mais de 50 mil habitantes. “A gente precisa ter mais mulheres nos espaços de decisão no Parlamento. Mulher pensa política pública para mulher e por isso eu quero estar lá também”, afirmou.

A candidata disse ainda que pretende buscar investimentos para Pernambuco por meio do diálogo com diferentes grupos políticos. “Estou pronta, preparada e com muita vontade de representar Pernambuco no Senado Federal”, declarou. Após a sabatina, Marília participou de entrevista no Podcast 91, da TV Guararapes, apresentado pelos jornalistas José Gustavo e Vandeck Santiago.

Mendonça Filho (União Brasil) e Michele Collins (PP), hoje integrantes do palanque da governadora Raquel Lyra (PSD), estão entre os políticos que gravaram mensagens para celebrar o nascimento da filha de Amisadai Andrade. Nos vídeos, ambos aparecem enviando felicitações à família.

Os registros indicam que Amisadai procurou lideranças de diferentes partidos e grupos políticos para montar uma sequência de homenagens pela chegada da criança. As mensagens tinham caráter pessoal e foram gravadas a pedido dele, sem relação aparente com alianças eleitorais ou atividades profissionais.

O ex-presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, defende uma mudança estrutural para o Brasil nos próximos quatro anos. Aliado ao presidente Lula (PT), após conduzir os socialistas em episódios como o impeachment, o ex-dirigente defende que a esquerda da qual as siglas fazem parte volte a ocupar o papel de destaque que sempre teve para transformar a sociedade brasileira, o que veio perdendo nos últimos anos.

“Não podemos ser apenas a força da defesa do status quo. A esquerda sempre foi a força de transformação. Hoje quem está propondo transformação é a extrema direita. O Brasil é um país de desigualdades sociais imensas, e a esquerda tem um papel extraordinário para reduzir isso, mas precisa repensar vários de seus dogmas, não pode continuar sendo a esquerda dos anos 1960 e 1970. Estamos encerrando um ciclo com o presidente Lula, que já deu sua colaboração, mas também é preciso que surjam novas lideranças. O capitalismo se renova permanentemente, e a esquerda precisa se renovar. Mas precisamos realçar que as grandes conquistas no Brasil vieram do lado da esquerda. Mas hoje você não tem um governo de transformações”, disparou Siqueira, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.

Ex-presidente nacional do PSB por 11 anos, o pernambucano Carlos Siqueira lançou recentemente o livro “O novo perfil eleitoral do Brasil – como vota o brasileiro”. Na obra, ele fala sobre as mudanças ocorridas nos últimos anos e como isso repercutiu em uma diminuição do espaço das esquerdas e o avanço do centro e da extrema-direita no país.

“Houve uma diminuição de espaço, estamos conscientes disso. Tanto que precisamos nos aliar às forças de centro e, às vezes, até com a direita. A esquerda nunca foi majoritária no Brasil, mas há espaço para as forças políticas de esquerda. Mas na América do Sul, estamos cercados. Existem apenas Brasil e Uruguai, o resto todo é de direita, e alguns de extrema-direita”, lamentou Siqueira, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.

“Há vários fatores pelos quais a direita e a extrema-direita ganharam espaço, sobretudo a partir de 2018, com a candidatura de Jair Bolsonaro (PL). Ele politizou e ideologizou a política brasileira muito claramente, porque ele colocou valores extremamente conservadores, que estavam adormecidos em uma parcela da população, que encontrou eco naquele discurso conservador. Acredito que a esquerda brasileira tem muitas possibilidades de continuar no poder, depende da reeleição do presidente Lula (PT). Mas a esquerda precisa se autorrenovar, porque o mundo mudou, as forças do trabalho mudaram em todo o sistema capitalista e precisamos nos atualizar”, analisou.